Tópico das Casas


Nunca esquecer! O grande líder está a pensar e a lutar por Nós! 🙏

"Costa garante "habitação condigna para todos" até 2024 ""Em 2024, todas as famílias [a viver em Portugal] terão uma habitação condigna", prometeu o secretário-geral do PS (e primeiro-minstro), na apresentação da sua moção de recandidatura ao cargo.'

https://www.google.com/amp/s/www.dn...ao-condigna-para-todos-ate-2024-13799263.html
 
Nunca esquecer! O grande líder está a pensar e a lutar por Nós! 🙏

"Costa garante "habitação condigna para todos" até 2024 ""Em 2024, todas as famílias [a viver em Portugal] terão uma habitação condigna", prometeu o secretário-geral do PS (e primeiro-minstro), na apresentação da sua moção de recandidatura ao cargo.'

https://www.google.com/amp/s/www.dn...ao-condigna-para-todos-ate-2024-13799263.html
E em cada casa um médico de família a disposição de todos...

Surreal como ainda alguém vai na conversa destes vendedores de banha da cobra 🤦🏻‍♂️

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Os tugas adoram o pêésse!

https://www.cmjornal.pt/politica/de...d-e-direita-em-maioria?ref=HP_OutrasNoticias2

Só não sei se é défice de inteligência ou síndrome de Estocolmo.

É fácil perceber porquê, vê a reportagem da SIC sobre o Pontal ontem. as pessoas comem o que lhes vendem. De início a fim comentários depreciativos, negativos e que acaba vamos ver se daqui por um ano Montenegro ainda diz que o PSd está unido.
De seguida entra um comentador e a jornalista pergunta-lhe sobre o discurso, e ele responde que em agosto ninguém quer saber de politica, e que em Setembro vem muitas coisas novas e já se esqueceu tudo e de seguida diz que a comunicação foi péssima porque só estava uma mulher em cima do palco (eram presidentes de Câmara penso eu), que foi muito mau.
E assim um discurso que até aprece interessante, fica morto e enterrado e Costa é o maior porque vai dar casas para todos e para todas.
 
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.

Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.
 
É fácil perceber porquê, vê a reportagem da SIC sobre o Pontal ontem. as pessoas comem o que lhes vendem. De início a fim comentários depreciativos, negativos e que acaba vamos ver se daqui por um ano Montenegro ainda diz que o PSd está unido.
De seguida entra um comentador e a jornalista pergunta-lhe sobre o discurso, e ele responde que em agosto ninguém quer saber de politica, e que em Setembro vem muitas coisas novas e já se esqueceu tudo e de seguida diz que a comunicação foi péssima porque só estava uma mulher em cima do palco (eram presidentes de Câmara penso eu), que foi muito mau.
E assim um discurso que até aprece interessante, fica morto e enterrado e Costa é o maior porque vai dar casas para todos e para todas.

Sem dúvida. O pêésse criou uma grande teia de comentadores e jornalistas sabujos, que tratam de doutrinar o povão acerca dos malefícios dos outros partidos.

O pêésse comprou tudo e todos. Com o nosso dinheiro.
 
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.

Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.

A primeira opção não vai funcionar porque :

​​​​​1. Não há mão de obra especializada para aumentar o ritmo de construção. As empresas existentes estão todas carregadas de trabalho.

2. Não vai ter grande impacto no custo da construção. Actualmente fica entre 1500 a 2500€ por metro quadrado.

Quanto às tias outra sugestões o governo e estado portugueses são demasiado incompetentes para executar isso.
​​
 
Não vejo fim próximo desta crise na construção. Todas as possíveis soluções são morosas a produzir resultados, com a agravante da habitual inércia do estado e governo.
 
Não precisamos de inventar nada. Mais tarde ou mais cedo acabamos sempre por importar tudo o que é americano.

Um contentor novo ronda os 5000€. Venham de lá esses parques habitacionais com construção modular em contentores. Basta agilizar os licenciamentos destes equipamentos. 5 contentores fazem um belo T2.
 
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.

Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.

Não há um problema de falta de casas, há um problema de falta de casas em certos sítios.
 
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.

Não há um problema de falta de casas, há um problema de falta de casas em certos sítios.

Basicamente é isto.
Em Montalegre um t3 custa 100mil euros ou pouco mais. Tens creches e infantário gratuito (até aos 6anos) o problema é ir para lá e arranjar emprego. Tens acessos que enfim...
Uma renda custa 250/300€ ou nem isso num apartamento novo.

Investimento em emprego, melhores acessos.
Construir mais no litoral não vai trazer nada de novo, só vai agravar. A construção modelar é solução, mas é uma solução que só vai agravar o problema das cidades já congestionadas.
 
Sem dúvida. O pêésse criou uma grande teia de comentadores e jornalistas sabujos, que tratam de doutrinar o povão acerca dos malefícios dos outros partidos.

O pêésse comprou tudo e todos. Com o nosso dinheiro.

Na cnn passa constantemente em loop em baixo, com poupança do IVA zero portugueses compram mais camarão e cerveja!! então com mais 2 ou 3€ toda a gente sabe que se compram caixas de camarões sem fim!
 
Gostava só de lançar uns pontos de discussão neste tópico das casas:

Já há uns largos meses atrás, houve uma discussão até bastante quente neste tópico, em que uns defendiam construir mais habitação para fazer face à enorme procura, e por outro lado, a enorme procura era baseada na quantidade de dinheiro disponível na economia, baixas taxas de juro, baixo desemprego, entrada de capital estrangeiro, etc...

Sem querer voltar a discutir esses pormenores, há algo que me faz confusão quando se apregoa que a solução passa por construir mais habitação, simplificar licenciamentos, baixar taxas e impostos, políticas de construção pública por parte do Estado, etc...
Isto na teoria, o aumento de construção permitia fazer face à necessidade da procura.

No entanto, ao existir esse aumento de construção, nenhum dos factores construtivos iria reduzir os seus custos a curto prazo, isto é, a procura dos terrenos disponíveis iria aumentar logo os preços aumentam, os materiais iriam aumentar de preço, a mão de obra também iria ser mais cara (a não ser que se importe mão de obra barata de países mais pobres, que por sua vez, poderia provocar uma crescente procura por arrendamento ou aquisição de habitação, e voltamos ao mesmo ciclo vicioso)...
Mesmo que o Estado enverede por uma política de construção de habitação pública massiva, com custos controlados (supostamente mais baixos que o se pratica no "mercado aberto"), iria provocar uma disrupção no mercado de construção, e em que nenhum construtor quereria construir a um valor mais baixo que o preço pago pelo Estado. Além disso, nenhum construtor estaria disponível para construir massivamente, correndo o risco de perder dinheiro, o que significa que os seus lucros teriam de ser garantidos pelo Estado. Caso contrário, irão construir em menor quantidade, para segmentos de mercado com maior capacidade de aquisição (que é o que acontece actualmente).
Não vejo como um aumento de construção consiga baixar os preços da habitação num curto prazo.
Somente quando existir um excesso de oferta de casas disponíveis (o que poderá levar vários anos) ou falta de capacidade da procura na aquisição de habitação própria ou arrendamento. (Considerando a quantidade de dinheiro que ainda circula na economia, e com desemprego em mínimos, também pode demorar vários anos)

Por outro lado, no nosso país não existe limitações à aquisição de imóveis. É possível a qualquer entidade (particular ou colectiva) adquirir vários imóveis, sem que exista qualquer entrave à aquisição de imóveis. Mesmo considerando os impostos na aquisição dos imóveis (IMT+IS) ou na posse do imóvel (IMI), estes custos são diluídos em caso de arrendamento ou mesmo venda posterior.
Exemplo: Um casal jovem que pretenda adquirir a sua primeira casa, está exactamente no mesmo pé de igualdade que uma entidade (particular ou colectiva) que queira adquirir a sua "enésima" casa para colocar no mercado de arrendamento.

E podemos dar o exemplo neste mesmo tópico: já vários users manifestaram que têm um património imobiliário considerável (que vai além da habitação própria permanente ou casa de férias), seja por aquisição, por investimento em construção, por herança/doações, seja por património familiar, etc.. com imóveis no mercado de arrendamento de curta ou longa duração, ou simplesmente para utilização esporádica (férias, deslocações profissionais, etc...)
Mesmo actualmente, quantos de nós estamos atentos a novas oportunidades de aquisição ou construção de imóveis?
(Nota: Isto não é uma crítica, é apenas uma constatação do que vou apreendendo deste tópico)

Resumindo, acredito que nos encontramos numa armadilha no que toca a habitação:

- Para combater a falta de casas, alega-se que será necessário construir mais imóveis
- Para construir mais imóveis, os custos dos factores construtivos não baixam
- Se os custos de construção não baixam, os imóveis vão manter-se com preços elevados
- Se o Estado intervir no mercado de construção pública, terá de garantir os lucros dos construtores, caso contrário, nenhum construtor vai construir com prejuízo e assim sendo não terá capacidade para construir
- Se por acaso os imóveis tenderem a baixar de preço, podem ser rapidamente absorvidos por entidades dispostas a investir o seu dinheiro em imóveis, na falta de alternativas financeiras mais rentáveis.
- Se os imóveis são adquiridos, o preço não tende a baixar...

Enfim, são muitos pontos para discussão, mas apenas quero realçar que não existem soluções simples para a resolução desta crise habitacional...
 
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.

Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.

Ainda ontem estava a pensar nesse primeiro ponto e tenho de concordar. Comparar a construção atual com todas as suas exigências de eficiência energética e térmica com o que se fazia há 20, 30, 40...anos atrás, não tem nada a ver, e hoje em dia basicamente para o cumprimento dessas exigências fica tudo substancialmente mais caro e moroso de construir.
adicionalmente a isso, temos o aumento do custo da mão de obra e a escassez da mesma para executar.

O segundo ponto, é verdade que o estado deveria construir mais habitação, mas isso não vai resolver o problema dos preços devido à falta de mão de obra, seriam apenas mais uns a competir.

Eu tenho a convicção que a solução deverá passar por construção alternativa que permita reduzir drasticamente a mão de obra, o problema é que o custo do material nessas soluções não pode ser muito mais elevado que a construção tradicional, senão nada feito, e essa é sem dúvida uma dificuldade acrescida.

Seja através de módulos, contentores, painéis, sistemas ou impressão 3D, qualquer uma delas pode ser viável, mas também é preciso mudar mentalidades das pessoas.

Como já disseram, tentar descentralizar população para se distribuir pelo território deveria ser uma prioridade, porque o que vemos é que neste momento as AM de Lisboa e Porto estão sobre grande pressão enquanto que no interior se passa o contrário.

Outra alternativa que até se poderia revelar eficaz mas nada ortodoxa e muito criticável sob o ponto de vista dos direitos humanos, seria construir em "modo Ásia ou África", trazer contentores de trabalhadores a baixo custo em regime "cama quente" para a construção civil.
 
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.

Não há um problema de falta de casas, há um problema de falta de casas em certos sítios.

Precisamente.

Há um enorme problema nacional de gestão do território.

a habitação é apenas uma das facetas. Depois tudo o resto apresenta desafios, saúde,.educação, segurança.

É um elefante na sala e ninguem o vê..depois dispara-se contra a gentrificação, o turismo, os vistos gold. Tudo serve.

E não é preciso exemplos extremos como Montalegre. ​​​​
 
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