Obtuso
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Só até ao final de 2024, ou em alternativa oferecem 1% do valor de crédito transferido.Há bancos a oferecer spread 0% por 2 anos..
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Só até ao final de 2024, ou em alternativa oferecem 1% do valor de crédito transferido.Há bancos a oferecer spread 0% por 2 anos..
Aquela sala parece uma barraca num quartel de tropa.
E em cada casa um médico de família a disposição de todos...Nunca esquecer! O grande líder está a pensar e a lutar por Nós!
"Costa garante "habitação condigna para todos" até 2024 ""Em 2024, todas as famílias [a viver em Portugal] terão uma habitação condigna", prometeu o secretário-geral do PS (e primeiro-minstro), na apresentação da sua moção de recandidatura ao cargo.'
https://www.google.com/amp/s/www.dn...ao-condigna-para-todos-ate-2024-13799263.html
E em cada casa um médico de família a disposição de todos...
Surreal como ainda alguém vai na conversa destes vendedores de banha da cobra
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Os tugas adoram o pêésse!
https://www.cmjornal.pt/politica/de...d-e-direita-em-maioria?ref=HP_OutrasNoticias2
Só não sei se é défice de inteligência ou síndrome de Estocolmo.
É fácil perceber porquê, vê a reportagem da SIC sobre o Pontal ontem. as pessoas comem o que lhes vendem. De início a fim comentários depreciativos, negativos e que acaba vamos ver se daqui por um ano Montenegro ainda diz que o PSd está unido.
De seguida entra um comentador e a jornalista pergunta-lhe sobre o discurso, e ele responde que em agosto ninguém quer saber de politica, e que em Setembro vem muitas coisas novas e já se esqueceu tudo e de seguida diz que a comunicação foi péssima porque só estava uma mulher em cima do palco (eram presidentes de Câmara penso eu), que foi muito mau.
E assim um discurso que até aprece interessante, fica morto e enterrado e Costa é o maior porque vai dar casas para todos e para todas.
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.
Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.
Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.
Não há um problema de falta de casas, há um problema de falta de casas em certos sítios.
Sem dúvida. O pêésse criou uma grande teia de comentadores e jornalistas sabujos, que tratam de doutrinar o povão acerca dos malefícios dos outros partidos.
O pêésse comprou tudo e todos. Com o nosso dinheiro.
Da maneira que isto está a ficar só vejo duas soluções, radicalmente diferentes, e nenhuma delas funciona a curto prazo: ou se facilita brutalmente todo o processo de licenciamentos e construção de habitação a par de redução de todo o tipo de taxas e mesmo impostos relacionados com a construção; ou o Estado investe fortemente em habitação pública.
Pessoalmente prefiro a primeira opção, claro.
Ao mesmo tempo é preciso criar incentivos para reduzir a pressão nas grandes cidades, promovendo uma descentralização séria de serviços públicos, dando benefícios fiscais ao trabalho remoto, etc.
Eu sei que a crise imobiliária não é só portuguesa, mas é preciso fazer alguma coisa urgentemente. Ficar à espera do que os outros vão fazer não serve.
Já uma 3a opção, exigir WFH por vias legais, deslocalização de pessoas das urbes, investimento em criar emprego no interior.
Não há um problema de falta de casas, há um problema de falta de casas em certos sítios.