Tópico das Casas

Estas fotos têm alguma arte, mas não te esqueças que tu vês uma coisa, e eu vejo outra [:D]

Se for ao estilo tunel do metro para mim serve, ou seja, cabos visiveis, organizados, sem ter " arte ". Como referi, ao estilo do que vemos nas empresas e lojas sem tecto falso.

Não sabia é que por fora ficaria mais caro, ou falas da questão de desenho e não da questão técnica?

Mas pronto eu prefiro sala das máquinas em vez de salão de chá num navio.

De qualquer forma estes por fora da casa já me parecem medonhos [:D]

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Isso pintado à cor do prédio nem dás por eles! [:p]
 
Estas fotos têm alguma arte, mas não te esqueças que tu vês uma coisa, e eu vejo outra [:D]

Se for ao estilo tunel do metro para mim serve, ou seja, cabos visiveis, organizados, sem ter " arte ". Como referi, ao estilo do que vemos nas empresas e lojas sem tecto falso.

Não sabia é que por fora ficaria mais caro, ou falas da questão de desenho e não da questão técnica?

Mas pronto eu prefiro sala das máquinas em vez de salão de chá num navio.

De qualquer forma estes por fora da casa já me parecem medonhos [:D]

Fica mais caro porque há regras de como as coisas devem estar para estar à vista e os niveis de protecção aumentam.
Além que para ficar mais bonito será preciso mais planeamento e mais metros de cabo e protecção.

Por exemplo para águas à vista é muito usado o inox.
 
E o meu!

Se me fosse minimamente vantajoso arrendamento de longa duração versus AL, ao tempo que já lá estava, dá muito menos trabalho.

Mas a verdade é que não compensa. Viva o socialismo....

Eu tenho uma casa que herdei é antiga, está minimamente habitável mas para a colocar +- precisava de umas obras onde gastava uns 20K, pelo sito onde está dava uns 350 euros por mês de renda, demora uns 10 anos até amortizar as obras e se o governo fizesse um scam como fez no passado se calhar nunca mais de lá tirava os inquilinos..

Não me vou estar a chatear, penso naquilo para a velhice porque tenho lá um quintal, mas quando for o tempo faço as obras..

Há muita gente que aponta o dedo ao alojamento local mas não percebe que grande parte dessas casas nunca estaria em arrendamento porque não compensava. Até diria mais se não fosse o alojamento local o setor da construção estaria pior porque serviu para dar trabalho ao setor que estava em crise.


Nas aldeias e cidades do interior deste país.... Não faltam casas.

Mas ofereçam-nas aos comunas a ver se eles querem ir para uma casa podre em cascos de rolha... Não não, eles querem o T2 na Graça ou no Campo de Ourique... Eles merecem, aliás eles têm "direito", basta ter cartão do PZP para ter direito a tudo!

Os jovens tem o direito a ter uma casa no centro de lisboa.
 
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Não constrói. [:D]
Agora paga o PRR e o resto é tudo a fundo perdido.

Por exemplo Oeiras contratou agora para construção de prédios para renda acessível.
Um dos Lotes permite 5.665m2 de área de construção para fazer 2 lojas e 40 apartamentos (10 - T1, 10 - T2. 10 - T3 e 10 - T4).

O contrato foi por 8.578.000€ (mais iva).

Estamos a falar de 1.500€ + iva por m2. Com lucro para a construtora, mas sem lucro para o promotor...
E sem terreno... Que isso são outras contas (difíceis de fazer)

Dividindo "à bruta" estamos a falar de 250.000€ por fogo. Sem lucro...

Diria que daqui a uns 4-5 anos, 1500+iva vai parecer barato, quem ainda segura a construção é a geração que está agora nos 60 anos, quando eles se retirarem...

É muito falado a especulação, mas a principal razão é que o que há para venda está a aproximar os seus preços aos da construção que subiu brutalmente por diversas razões.
 
Tens aqui uma explicação mais completa. https://eco.sapo.pt/especiais/os-4-ds-para-resolver-o-problema-da-habitacao/
Tens ainda o modelo de Singapura, considerado aos dias de hoje um dos modelos mais eficazes na resolução do problema do imobiliário.

Casas existem em Portugal à venda, apenas num portal de vendas (imovirtual) 84631 apartamentos e 65676 moradias. Obviamente que esta é uma análise pouco fina, porque não sabemos quantos estão efectivamente vazias, mas dá para ter uma ideia que de facto há muitas casas e é sabido que há mais fogos que famílias em PT, um dos problemas é que o rendimento não permite a uma larga maioria dos Portugueses adquiri-las neste momento, há outros problemas...

É um problema complexo que exige soluções complexas e de fundo.

O problema como é colocado simplesmente não tem solução, nós passamos uma fase em que as casas eram extremamente baratas em Portugal a que se juntou taxas de juro baixas, casais que ganhavam pouco mais que o ordenado minimo conseguiram comprar boas casas entre 2010-2018 mais coisa menos coisa, e isso basicamente não acontecia em mais lado nenhum, isso aconteceu porque na primeira década se construiu muito e havia ai sim muita casa para venda.

Agora juntas 1M de pessoas a entrar nos ultimos 5 anos a rebentar com o stock, a construção a morrer e os preços dos materiais a aumentar e a legislação a tornar as casas mais caras e tens a resposta.


Esse tempo nunca mais vai voltar, e aqueles jovens que ganham 1300 euros nunca vão comprar casa, isto alem de que há muitos que querem viver sozinhos..
 
O problema como é colocado simplesmente não tem solução, nós passamos uma fase em que as casas eram extremamente baratas em Portugal a que se juntou taxas de juro baixas, casais que ganhavam pouco mais que o ordenado minimo conseguiram comprar boas casas entre 2010-2018 mais coisa menos coisa, e isso basicamente não acontecia em mais lado nenhum, isso aconteceu porque na primeira década se construiu muito e havia ai sim muita casa para venda.

Agora juntas 1M de pessoas a entrar nos ultimos 5 anos a rebentar com o stock, a construção a morrer e os preços dos materiais a aumentar e a legislação a tornar as casas mais caras e tens a resposta.


Esse tempo nunca mais vai voltar, e aqueles jovens que ganham 1300 euros nunca vão comprar casa, isto alem de que há muitos que querem viver sozinhos..

O regime saído da abrilada não só criou um mercado de arrendamento anémico, como ainda instituiu no povão uma mentalidade que impede a sua evolução.

O arrendamento 100% seguro para o senhorio seria a solução mais rápida para resolver o problema da habitação em Portugal.

Baixar imposto sobre rendas e despejos rápidos. Uma verdadeira solução que nenhum político tuga tem tomates para tomar.

Quando os proprietários e investidores perceberam que o AL era rendimento seguro foi a evolução que se viu.
 
Last edited:
Ele diagnosticou bem o problema! É um facto que existem muitas casas e que o problema é o preço. A questão é que ele dá a entender que a solução é distribuir as casas pelas pessoas (comunismo) e obviamente que isso é receita para o desastre. Agora, que faz falta mecanismos para combater a especulação, que nada mais nada menos é, o mercado da oferta e da procura, é.
Eu enquanto liberal assumido, acredito que o estado deve construir a preços acessíveis e deve legislar para a construção privada ter condições para construir uma quota a preços acessíveis e deve legislar para facilitar o arrendamento (não é ficar com 1/3 das rendas), etc. A roda já foi inventada, e só assim se pode eventualmente alterar a balança da oferta e procura.

O estado a construir é a preços de mercado, nem mais nem menos acessível do que a construção por iniciativa privada. O que pode mudar depois é injeção de dinheiros públicos ou programas de apoio financeiro (faz-se alguma coisa em Portugal de iniciativa publica - ou até privada - sem esses fundos? :confused:).

Estive recentemente a rever o programa "mais habitação" e o "simplex" de fio a pavio, e muitas das medidas tomadas visam a construção de habitação pública, social ou a custos controlados, quer seja por iniciativa pública como privada.

Agora o que me parece a mim é que temos 3 problemas:
- o primeiro é da difícil implementação dessas medidas, é tudo tão apertado, pouco otimizado e ineficiente que pouco se vai fazer com recurso a estas "boas intensões" sejam elas por iniciativa pública ou privada (pouco provável)
- o segundo é a cultura social. Já houve bastantes iniciativas destas há umas décadas atrás, algumas de grande qualidade, nem todas foram construção foleira...mas implicava cooperativas, pagar cotas...nem toda a gente tinha condições para isso e estava disposto a isso, agora ainda menos. No início do mês aproveitei o "Open House Porto 2024" para fazer algumas visitas, estive por exemplo no bairro de Aldoar "Sache", visitei o edifício de galerias e a casa que vi pareceu-me muito interessante, tomara muitas atualmente. E as da última fase ainda eram melhores, mas lá está, já não era para todos...
- o terceiro problema prende-se com a falta de mão de obra, básica ou especializada na construção e derivados, e com o custo dessa mão de obra face aos rendimentos médios dos portugueses. Ora, havendo pouca oferta de mão de obra, para quem é que eles vão trabalhar? Para quem paga mais, claro.

O que eu acho mais caricato nisto tudo é, sendo Portugal um país tendencialmente socialista, somos dos que temos piores índices de habitação pública, a que há é sobretudo social (de fraca qualidade, com o estado a assumir todos os custos e a maioria a degradarem em pouco tempo) quando a aposta deveria ser em soluções que ajudem a classe média trabalhadora (habitação a custos controlados, custos a cargo dos proprietários) , e isto não é um problema atual nem dos últimos 20 anos de crise, é um problema que se arrasta ao longo de várias décadas, basta comparar com outros países da Europa que, ainda por cima, foram dizimados por guerras mundiais.

Pessoas como esse do vídeo falam mas soluções concretas é zero, basicamente acham que se resolve usurpando o que é dos outros, pessoas sem responsabilidade e/ou que lhes cai tudo no colo. Um dia que acordem para a vida talvez pensem doutra maneira.
​​​​​E quem diz esses fulanos, diz também quem governa, como por exemplo a antiga ministra da habitação que tinha um currículo invejável e muita experiência na área. Quando disse que "todas as pessoas têm o direito de viver em Lisboa ou Cascais" para mim ficou apresentada, e as medidas que implementaram tiveram também um bonito resultado [:D]
Entretanto mudou de cor, vamos lá ver se estes fazem alguma coisa que realmente melhore o panorama da habitação em Portugal, o que não me parece...

Durante a campanha ainda foram lançadas a jogo algumas ideias com sentido, como por exemplo a redução do IVA para 6%, mas não me parece que isso por aí só resolva alguma coisa...
Não basta chutar só legislação cá para fora, é preciso por também as instituições que têm poder de decisão e que são fundamentais nestas coisas (como o IHRU) a acelerar processos e não a servir de travão.
 
Não são para venda e como é óbvio têm contornos de concorrência desleal.

Estas coisas não são simples, ao criar casas baratas usando dinheiros públicos podes desvalorizar muito as casas que as pessoas compraram criando um problema de crédito habitação.
Há que ter algum controlo e cuidado.

Aqui neste ponto temos que ser pragmáticos e práticos. Eu contra mim falo porque troquei de casa há 2 anos e pouco e seria um dos afetados no valor patrimonial, mas, não há outra forma senão introduzir oferta concorrencial no mercado que fará com que os preços das casas que já existem no mercado baixem. Têm que baixar ou teremos um problema indefinidamente e com tendência a piorar. Claro que haverá algumas pessoas, como eu, que compraram recentemente as casas em alta e terão o seu património encolhido. Aconteceu o mesmo em 2008-2015, seria o mercado a ajustar-se e seria bom sinal para os nossos filhos, para que eles um dia possam sonhar em poder comprar uma casa.
 
Opah, diria que gosto [:cool:]

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Esta imagem faz lembrar-me um emprego que tive há +10 anos num Hotel do Porto.

As tubagens de esgoto do edifício desciam na vertical até por cima do tecto falso da receção (piso todo aberto) e depois derivavam para uma das paredes laterais.
Ora então era um fartote de ouvir os "elementos" (com o barulho de água a acompanhar) a descer a tubagem e fazer "SPLASCH!" na tal caixa mesmo por cima de nós, uns mais barulhentos que outros, dependendo do volume da massa do "elemento".
Não era coisa muito agradável de ouvir e imaginar, e também temer um dia que aquela conduta cedesse. Por isso, eu dispensava bem esses tubos à mostra.

(este texto propositadamente tem palavras do novo e velho acordo ortográfico).
 
O problema como é colocado simplesmente não tem solução, nós passamos uma fase em que as casas eram extremamente baratas em Portugal a que se juntou taxas de juro baixas, casais que ganhavam pouco mais que o ordenado minimo conseguiram comprar boas casas entre 2010-2018 mais coisa menos coisa, e isso basicamente não acontecia em mais lado nenhum, isso aconteceu porque na primeira década se construiu muito e havia ai sim muita casa para venda.

Agora juntas 1M de pessoas a entrar nos ultimos 5 anos a rebentar com o stock, a construção a morrer e os preços dos materiais a aumentar e a legislação a tornar as casas mais caras e tens a resposta.


Esse tempo nunca mais vai voltar, e aqueles jovens que ganham 1300 euros nunca vão comprar casa, isto alem de que há muitos que querem viver sozinhos..

Não tem solução!!! Só se continuar a não existir vontade politica para o solucionar. Impossível resolver, só a morte.
Tens o espaço temporal um pouco trocado, provavelmente és novo e não te lembras. Em 2008, rebenta a crise do subprime nos USA, em Portugal começa a sentir-se em 2009 e em 2010 em diante é um completo descalabro aqui na tuga, com o desemprego a atingir valores absurdos, as falências em catadupa, e toda a história que se conhece. Nesta altura o imobiliário desvalorizou brutalmente, não havia procura (porque não havia dinheiro). Ou seja, não interessava para nada o número de casas construídas, simplesmente não se vendiam.
Só em 2015 é que a coisa começa a dar sinais de melhorar, e o mercado começa a mexer devagarinho. Continua morno até 2020 (covid) com subidas de preço compreensíveis quando se olha para os anos anteriores, e volta a abrandar nesta altura por razões óbvias.
2021 - 2022 é a loucura total, juros negativos, crédito que é fácil encaixar na taxa de esforço de 30% de muitos portugueses e é ver os preços das casas subirem (casas construídas, não tem nada a ver com preço da construção) como se não houvesse amanhã. Eu Vendi um apartamento com 10 anos com lucro de 100% em 2022, que bom, mas eu sei perfeitamente que é artificial e a longo prazo faz mais mal que bem, é simplesmente uma loucura. Como isto é um todo, nunca mais conseguimos controlar as coisas e então com a crise inflacionaria global nunca mais ninguém consegue baixar o preço seja a um botão.

E chegamos a 2024, com euribors a 4% e com as famílias jovens médias a não conseguirem encaixar na taxa de esforço de 30% um T2 dos arredores de uma qualquer cidade.

Isto tem de ser atendido! Ou os nossos filhos, mesmo com salários 3x ou 4x acima da média daqui por uma ou duas décadas só terão crédito para alugar um quarto numa casa partilhada.

Tentando explicar de uma forma simples algo complexo, uma possível medida, o estado contrata um construtor para construir 100 casas, vai-lhe pagar o que qualquer promotor lhe pagaria, mas o estado não quer fazer negócio, logo corta ao preço a margem de lucro, também pode isentar todas as taxas, taxinhas e licenciamentos e corta ao preço, e pode acelerar os licenciamentos porque tempo é dinheiro e corta ao preço e pode isentar o IVA corta ao preço e pode isentar o IMT e corta ao preço e ceder o terreno gratuitamente e corta ao preço, etc etc etc etc etc etc etc e mete no mercado 100 casas a preços mais baixos que a concorrência, o que é que vai acontecer às casas à volta se isto fosse uma politica pensada e controlada para equilibrar o mercado imobiliário onde ele precisa ser controlado?
 
Não tem solução!!! Só se continuar a não existir vontade politica para o solucionar. Impossível resolver, só a morte.
Tens o espaço temporal um pouco trocado, provavelmente és novo e não te lembras. Em 2008, rebenta a crise do subprime nos USA, em Portugal começa a sentir-se em 2009 e em 2010 em diante é um completo descalabro aqui na tuga, com o desemprego a atingir valores absurdos, as falências em catadupa, e toda a história que se conhece. Nesta altura o imobiliário desvalorizou brutalmente, não havia procura (porque não havia dinheiro). Ou seja, não interessava para nada o número de casas construídas, simplesmente não se vendiam.
Só em 2015 é que a coisa começa a dar sinais de melhorar, e o mercado começa a mexer devagarinho. Continua morno até 2020 (covid) com subidas de preço compreensíveis quando se olha para os anos anteriores, e volta a abrandar nesta altura por razões óbvias.
2021 - 2022 é a loucura total, juros negativos, crédito que é fácil encaixar na taxa de esforço de 30% de muitos portugueses e é ver os preços das casas subirem (casas construídas, não tem nada a ver com preço da construção) como se não houvesse amanhã. Eu Vendi um apartamento com 10 anos com lucro de 100% em 2022, que bom, mas eu sei perfeitamente que é artificial e a longo prazo faz mais mal que bem, é simplesmente uma loucura. Como isto é um todo, nunca mais conseguimos controlar as coisas e então com a crise inflacionaria global nunca mais ninguém consegue baixar o preço seja a um botão.

E chegamos a 2024, com euribors a 4% e com as famílias jovens médias a não conseguirem encaixar na taxa de esforço de 30% um T2 dos arredores de uma qualquer cidade.

Isto tem de ser atendido! Ou os nossos filhos, mesmo com salários 3x ou 4x acima da média daqui por uma ou duas décadas só terão crédito para alugar um quarto numa casa partilhada.

Tentando explicar de uma forma simples algo complexo, uma possível medida, o estado contrata um construtor para construir 100 casas, vai-lhe pagar o que qualquer promotor lhe pagaria, mas o estado não quer fazer negócio, logo corta ao preço a margem de lucro, também pode isentar todas as taxas, taxinhas e licenciamentos e corta ao preço, e pode acelerar os licenciamentos porque tempo é dinheiro e corta ao preço e pode isentar o IVA corta ao preço e pode isentar o IMT e corta ao preço e ceder o terreno gratuitamente e corta ao preço, etc etc etc etc etc etc etc e mete no mercado 100 casas a preços mais baixos que a concorrência, o que é que vai acontecer às casas à volta se isto fosse uma politica pensada e controlada para equilibrar o mercado imobiliário onde ele precisa ser controlado?


Em 2018 já as casas na AML tinham subido 100% em relação a 2011-2013, em 2018 já se falava que não se entendia os aumentos e como havia tanta gente a pagar esses valores novos - que eram dados com os creditos a 100% (pessoal + habitação) e toda a gente sabia.

A taxa negativa teve efeitos logo desde 2015 , em 2020 houve congelamento com as moratorias .

Isso de o estado construir para vender é muito má ideia pq vai ser sempre o mesmo filme do passado - com preferencias, amizades, etc, o estado que construa para ser dono e contribua para existir oferta no mercado de arrendamento .
 
Em 2018 já as casas na AML tinham subido 100% em relação a 2011-2013, em 2018 já se falava que não se entendia os aumentos e como havia tanta gente a pagar esses valores novos - que eram dados com os creditos a 100% (pessoal + habitação) e toda a gente sabia.

A taxa negativa teve efeitos logo desde 2015 , em 2020 houve congelamento com as moratorias .

Isso de o estado construir para vender é muito má ideia pq vai ser sempre o mesmo filme do passado - com preferencias, amizades, etc, o estado que construa para ser dono e contribua para existir oferta no mercado de arrendamento .

Quando falamos em soluções é para ser soluções, não é para servir de esquemas de corrupção. Se for para ser corrupção até pode ser para oferecer as casas a custo zero que continuará a desvirtuar o mercado.
 
Quando falamos em soluções é para ser soluções, não é para servir de esquemas de corrupção. Se for para ser corrupção até pode ser para oferecer as casas a custo zero que continuará a desvirtuar o mercado.

Se vais construir para vender a preços mais baixos que o mercado vais ter procura de toda a gente, até de quem já tem casa.

Ali para os terrenos de oeiras , se fossem para vender a preço custo de 2000/2500€ m2 tinhas facilmente 1/2/3 milhões de interessados.

Ias fazer a seleção como ? quem já era proprietario dum t0 na buraca era preterido em relação a quem não tem nenhuma ? Era por idade em que vão ter acesso a habitação nova a valores que os mais velhos pagaram por velhas ?
Ficavam com direitos plenos com possibilidade de venda no futuro?
 
O Governo nunca poderá entrar no mercado da concorrência para venda... Isso era um enredo de problemas que nunca mais teria fim.
O post do AbreuMog acima é bem explícito disso.
 
Se vais construir para vender a preços mais baixos que o mercado vais ter procura de toda a gente, até de quem já tem casa.

Ali para os terrenos de oeiras , se fossem para vender a preço custo de 2000/2500€ m2 tinhas facilmente 1/2/3 milhões de interessados.

Ias fazer a seleção como ? quem já era proprietario dum t0 na buraca era preterido em relação a quem não tem nenhuma ? Era por idade em que vão ter acesso a habitação nova a valores que os mais velhos pagaram por velhas ?
Ficavam com direitos plenos com possibilidade de venda no futuro?

As regras de priorizacao têm que estar definidas de acordo com as nec3ssidades específicas de cada país/zona. É óbvio que seriam casas apenas para 1a habitação, logo quem já tem casa não seria elegível, está é das mais básicas.
E claro que haveria uma fratura no mercado para algumas pessoas, que irão perder valor patrimonial, é inevitável seja qual for o mecanismo, mais político ou mais natural como uma crise. Em 2008 aconteceu, muita gente comprou por 10 e foi obrigado a vender por 8.

aconteceu recentemente numa vertente diferente com os teslas quando a marca baixou 10k ao preço dos novos, quem os comprou antes dessa decisão viu o valor patrimonial descer 10k do dia para a noite e o mundo seguiu.
 
O Governo nunca poderá entrar no mercado da concorrência para venda... Isso era um enredo de problemas que nunca mais teria fim.
O post do AbreuMog acima é bem explícito disso.

Tanto pode, como já o fez diversas vezes no passado, mesmo que de forma mais residual sem impacto no mercado.
 
As regras de priorizacao têm que estar definidas de acordo com as nec3ssidades específicas de cada país/zona. É óbvio que seriam casas apenas para 1a habitação, logo quem já tem casa não seria elegível, está é das mais básicas.
E claro que haveria uma fratura no mercado para algumas pessoas, que irão perder valor patrimonial, é inevitável seja qual for o mecanismo, mais político ou mais natural como uma crise. Em 2008 aconteceu, muita gente comprou por 10 e foi obrigado a vender por 8.

aconteceu recentemente numa vertente diferente com os teslas quando a marca baixou 10k ao preço dos novos, quem os comprou antes dessa decisão viu o valor patrimonial descer 10k do dia para a noite e o mundo seguiu.


Essa das básicas é das mais injustas que existe mas nada que já não tenha acontecido - pq é a igualdade de 1 ter um t0 e outro um t5 continua a ser proprietario de 1 habitação.


O estado pode ter um parque habitacional próprio, não faz sentido nenhum construir para vender a particulares que dali a uns tempos vendem a preço de mercado encaixando mais valias e contribuindo para os preços elevados (do genero das da EPUL) - tinha de existir direito de preferencia a recompra pelo estado e para isso não faz sentido a venda inicial apenas o arrendamento.

A construção com apoios e terrenos cedidos já existiu, eram as cooperativas mas isso foi tudo por agua abaixo com o acesso cada vez mais facil a credito habitação na banca.

De todas as vezes que deram aumento de prazos, facilitaram o acesso com 90/100/120% os preços aumentam e tentarem resolver as coisas por esse lado os preços vão ser sempre a aumentar.

Gostam de comparar com outros mercados, é ver quem mais faz emprestimos a 40 anos ou se conseguem pagar imt e emprestimos de HPP com arrendamentos e AL como por cá...
 
Essa das básicas é das mais injustas que existe mas nada que já não tenha acontecido - pq é a igualdade de 1 ter um t0 e outro um t5 continua a ser proprietario de 1 habitação.


O estado pode ter um parque habitacional próprio, não faz sentido nenhum construir para vender a particulares que dali a uns tempos vendem a preço de mercado encaixando mais valias e contribuindo para os preços elevados (do genero das da EPUL) - tinha de existir direito de preferencia a recompra pelo estado e para isso não faz sentido a venda inicial apenas o arrendamento.

A construção com apoios e terrenos cedidos já existiu, eram as cooperativas mas isso foi tudo por agua abaixo com o acesso cada vez mais facil a credito habitação na banca.

De todas as vezes que deram aumento de prazos, facilitaram o acesso com 90/100/120% os preços aumentam e tentarem resolver as coisas por esse lado os preços vão ser sempre a aumentar.

Gostam de comparar com outros mercados, é ver quem mais faz emprestimos a 40 anos ou se conseguem pagar imt e emprestimos de HPP com arrendamentos e AL como por cá...

Os critérios de priorização, são isso mesmo priorização de acordo com uma necessidade. Nunca existirá um critério infalível e de agrado a toda a gente.
Ninguém teria um t5 só porque sim, provavelmente nem se construiriam t5's porque não é essa a necessidade para a configuração das famílias de classe média, as familias que compram casas. (as de classe baixa já têm um mecanismo que se chama habitação social).
Construir para arrendar levanta exactamente as mesmíssimas questões.
E claro que me parece tranquilo que se há uma venda de habitação a preço controlado (abaixo do preço de mercado), essa habitação não pode ser vendida a preço especulativo, pelo menos enquanto o mercado permitir essa especulação, a ideia a longo prazo seria estabilizar o mercado imobiliário.
Estamos a falar de um ponto de vista teórico e genérico sobre uma matéria que necessita de mudanças, isso parece-me inquestionável, todos estas estratégias teriam que ser bem construídas com maior robustez e mecanismos de segurança.
O que tem sido feito é que não gera mudança alguma, coisas como o estado ser fiador dos jovens é uma não medida, porque dá a possibilidade a alguns comprar casa, mas continuam a existir as mesmas casas no mercado e ao mesmo preço.
 
Ninguém teria um t5 só porque sim, provavelmente nem se construiriam t5's porque não é essa a necessidade para a configuração das famílias de classe média, as familias que compram casas. (as de classe baixa já têm um mecanismo que se chama habitação social).

Não é esse o ponto, quem já tenha um T0 fica afastado de concorrer a um t1/2/3 pela premissa que ja é proprietário de habitação seja ela t0 ou t5.
 
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