0bservador
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Alta de Lisboa. Um monstro. Fico na dúvida se a parte central vai ficar daquela altura mas parece que sim porque as 'torres' têm janelas laterais.
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Alta de Lisboa. Um monstro. Fico na dúvida se a parte central vai ficar daquela altura mas parece que sim porque as 'torres' têm janelas laterais.
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Então? Como é que um Observador resolve o problema da habitação em Lisboa?
Fiquei bastante curioso...
Um monstro com 5 andares? []
Então? Como é que um Observador resolve o problema da habitação em Lisboa?
Fiquei bastante curioso...
Um observador afirma que já há habitação a mais , que se tem de tirar aos capitalista à força.
Não é em altura, é em largura. Mas ainda bem que não o fizeram muito alto, se assim já estorva a panorâmica da zona..
A panorâmica da zona tem algum valor especial? Existe algum enquadramento visual que importe valorizar?
Longe de querer defender o projeto, que nem sequer conhecia, a intervenção parece-me bastante lógica para o local, está inserida num loteamento com ruas até bastante amplas.
Os aviões?
Com a intervenção à face da rua definem bem o conceito de rua e libertam o logradouro para ter muito espaço verde (terreno permeável) para usufruto dos proprietários, ou da quinta neste caso.
A única questão aqui deveria ser se os 5 pisos são adequados para a largura e importância que se quer dar aquela via, no sentido mais urbano da coisa.
Podiam ter ido para outras soluções de construção mais compacta, claro, por exemplo "torres" e maximizar o espaço verde entre os blocos. Mas pergunto principalmente aos Lisboetas, acham que isso faz sentido? É uma solução mais representativa da cultura portuguesa do que a construção em banda?
Pessoalmente uma das minhas zonas preferidas de Lisboa são os Olivais. Uma pena não se urbanizar mais dessa forma!
Para mim ambas as soluções são válidas, mas é importante ler os contextos, entender o lugar, propor intervenções que façam sentido para as pessoas.
...........
Realmente não é mamarracho nenhum
Porque "só tem 5 andares".
E pelos vistos vai ficar todo à mesma altura.![]()
A parte chata de fazer as refeições no exterior é as moscas. Há uns anos pulverizei o exterior com um produto que se usa nas pecuárias, cujo nome me falha, e pouco ou nada adiantou.
Se não há infiltração é fazer manutenção da fachada original. Selagem de fissuras e pintura.
Parece que a administradora tem comissão no capoto![]
A panorâmica da zona tem algum valor especial? Existe algum enquadramento visual que importe valorizar?
Longe de querer defender o projeto, que nem sequer conhecia, a intervenção parece-me bastante lógica para o local, está inserida num loteamento com ruas até bastante amplas.
Com a intervenção à face da rua definem bem o conceito de rua e libertam o logradouro para ter muito espaço verde (terreno permeável) para usufruto dos proprietários, ou da quinta neste caso.
A única questão aqui deveria ser se os 5 pisos são adequados para a largura e importância que se quer dar aquela via, no sentido mais urbano da coisa.
Podiam ter ido para outras soluções de construção mais compacta, claro, por exemplo "torres" e maximizar o espaço verde entre os blocos. Mas pergunto principalmente aos Lisboetas, acham que isso faz sentido? É uma solução mais representativa da cultura portuguesa do que a construção em banda?
Para mim ambas as soluções são válidas, mas é importante ler os contextos, entender o lugar, propor intervenções que façam sentido para as pessoas.
Eu, que costumo correr no eixo central, prefiro uma zona desafogada e com pouca construção. É o melhor asset desta zona.
Claro que, em probl da minimização do problema da habitação, isto são detalhes.. Pena que não respondente à minha questão aceca do preço das mesmas, só interessam picardias inúteis, o costume neste fórum.
Que problemas de habitação tensionas tu resolver com construção deste género e ordem de valores? Quem é que está a precisar de tecto, são estudantes à procura de quarto, e casais e jovens à procura de primeira habitação, ou é quem afinal? Que tipo de problema vem isto resolver e que solução representa para a crise da habitação em Portugal, que consiste basicamente no preço das casas não estar ajustado à realidade remuneratória portuguesa?