Existem sempre formas, mas apenas me lembro de maneiras de o fazer bem intrusivas, que a meu ver, não justificam o trabalho.
Uma forma pode passar por trocar fisicamente a resistência responsável pela voltagem de enviesamento no módulo elétronico correspondente.
Se se trocar esta, por uma resistência de valor superior, passa a ser também possível ter uma resistência de "sangramento" com um valor superior no lado do LED.
Assim o consumo pode ser muito menor, na mesma continuamos com um sistema que avalia a integridade do circuito, e o LED deixa de acender quando desligado.
Isto implica desmontar o módulo elétronico e dessoldar/soldar a resistência responsável pela definição da corrente minima desligada. Isto já é um bom desafio, pois é obrigatório conseguir abrir sem danificar o módulo e depois identificar qual a resistência em questão. Mesmo assim, pode ser a mais fácil e completa das hipóteses.
Outra hipótese, pode passar por filtrar seletivamente as mensagens referentes ao erro que aparecem no computador de bordo.
Isto implica um componente ativo no barramento de dados (mais comum CANBUS), que monitorize as comunicações e que inviabilize que as mensagens referentes a um aviso de lampada fundida sejam difundidas.
Tem a desvantagem de o LED poder ficar ligeiramente aceso mesmo desligado, e de na mesma existir um código em memória no módulo em questão.
Alterar diretamente o software do módulo, também pode ser uma possibilidade, mas para além de em principio ser a forma mais difícil de tentar dar à volta à questão, continua a ter as mesmas desvantagens da solução anterior.
Tudo isto, a meu ver, não justifica o trabalho, pois a diferença de corrente entre um LED normal, e um LED com uma resistência integrada não será suficiente para causar algum impacto no consumo do veículo. Admito que não fiz as contas, mas penso que assim seja.
Poderá mesmo assim existir alguma forma de dar a volta a essa questão que não me ocorreu...