há subidas tão íngremes que se já teoricamente são muito difíceis de subir num prato de 42, então na prática são impossíveis.
Basta pensar que o binário máximo no eixo da pedaleiro é equivalente ao peso que o ciclista consegue por no pedal (sei lá, na melhor das hipóteses deve ser 2/3 ou 3/4 do seu peso se pedalar em pé...) vezes o braço da pedaleira....depois converte-se de acordo com as mudanças seleccionadas...42/34 seria a mais leve neste caso (estou aqui a saltar uns passos importante que diminuiriam o rendimento pois não estou a equacionar diâmetros dos pratos nem nada)...imagina-se esse binário aplicado na roda traseira...e a respectiva força tendo em conta o raio da roda (compara-se com a força necessária...mais ou menos) e chega-se muito facilmente (e muito por alto) à conclusão que seria quase impossível mover a bicicleta (sem inércia) numa subida com um declive acima dos 20%...(isto mesmo muuuuuuuuuuuito por alto, estava aqui a fazer as contas de merceeiro para o meu peso - 82 - e o peso do meu conjunto com a bicla e equipamento - 95/97)
Mas há uma boa solução, um dia que se faça uma volta do Fórum, apostam-se minis! Eu aposto que faço a subida no sentido inverso e no prato mais pequeno (de trás...)! [

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