Tópico dos animais

Bonito
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Mais uma história comovente.

Cão nega-se a abandonar o túmulo do seu falecido dono

De algo no nos queda ninguna duda: los perros son fieles. Y es que hemos leído varias historias sobre la fidelidad de los canes. La que hoy traemos no es menos conmovedora.
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Se trata de un perro que pese a los intentos de los vecinos para que la mascota se retire de la tumba de su amo, él can se niega a abandonar a su amo, quien falleció hace varios días.

La historia comienza cuando Lao pan, un ciudadano chino muer. Su única mascota y compañía se quedó junto al sepulcro sin ninguna intención de retirarse de su lado. El hombre lleva poco más de una semana enterrado. A medida que se da conocer la tierna historia de lealtad en china y el mundo, cada vez más personas se conmueven.

El hombre murió a los 68 años años, era soltero y según se cree, no tenía familia. Cuando la habitación fue desalojada, el perro desapareció. Cuál fue la sorpresa que horas después el perro fue hallado buscando la tumba de su querido amo.

Fue entonces cuando los vecinos de Lao intentaron llevarle comida y agua, pero el fiel perro no se movió del lugar, con la esperanza de que regrese a su lado.
Por tal razón, el pasado miércoles, los vecinos pretendían construirle una casita al fiel amigo de Lao.
No es el primer perro que espera a que su amo regrese. Hace dos años, se presentaron en las salas de cine la triste historia de Hachiko, que a más de uno hizo soltar una lágrima. Aquel perro esperaba todos los días en la estación de tren de Shibuya a su dueño que vlvería de su trabajo. El cual nunca regresó, pues murió de un infarto en la oficina. Seguro ya se saben el resto de la historia, el perro nunca se cansó de esperar hasta su misma muerte.
¿Que pasará con este otro perro?
 
SALVAMENTO ARRISCADO - UM FILHOTE CAIU NUM DESPENHADEIRO. VEJAM O QUE FAZ A MÃE...

Outros membros do grupo atentos ao salvamento do filhote, mas pararam de tentar ao perceberem o despenhadeiro.

Só a mãe não parou...

Ao perceber a dificuldade e a iminencia da queda a mãe contorna o filhote e agarra pelas costas, iniciando o retorno ao topo com o filhote!




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Última edição:
@MariaHelena, esta mãe faz ver a muitas mães humanas o significado de mãe-leoa.

E motivos para respeitarmos os animais e gostarmos deles?
Assim, de repente, vem-me à cabeça um - porque partilhamos a vida.

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Diário de um cão

1ª Semana:

Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!

1º Mês:

A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2º Mês:

Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4º Mês:

Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.

5º Mês:

Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa... Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!

6º Mês:

Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido... Creio que a minha família humana me ama muito... Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!

12º Mês:

Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13º Mês:

Como me senti mal hoje... O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)... Não entendo o que está a acontecer.

15º Mês:

Tudo mudou... vivo preso no pátio... na corrente... Sinto-me muito só.... a minha família já não me quer... às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho teto para me tapar.

16º Mês:

Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças... a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...

17º Mês:

Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adotam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.

18º Mês:

No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.

19º Mês:

Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou mais fraco, com aspeto mudado... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.

20º Mês:

Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto... Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pelo está a cair. Algumas pessoas passam e não me veem; outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria...
 
Bem pessoal, não me lembro se já falei de uma história digna de filme, mas eu penso que não. Portanto, cá vai. ;)

Em finais de 2009 (faz amanhã 2 anos), o meu pai estava na nossa fazenda a preparar a terra. Nisto, ele sentiu qualquer a passar-lhe muito perto da cabeça. Eu que estava com ele, decidi ir à procura do que tinha sido. Visto que naquela zona há imensos animais, desde raposas, coelhos, águias e até javalis, poderia ser qualquer coisa. Fomos à procura, e como há uma linha de comboio que do outro lado é pinhal, meti-me lá por dentro pois tinha ouvido barulhos. Para meu espanto, era um ganso bravo que estava perdido e ferido. Chamei o meu pai para me ajudar. O ganso, começou a "bufar" para se defender mas não tinha forças para tal. Nisto, pegamos nele e trouxemos cá para casa para tomar conta dele. Ficou cá em casa uns 5 dias, até que ele arribou. No mesmo dia em que ele arribou, levamos o ganso de volta ao sítio onde o tínhamos encontrado para ele ir à vida dele. Depois de uma meia hora, por volta disso, estava com o meu pai a ajuda-lo enquanto brincava com os dois cães que tinha na altura... Quando vejo o ganso a vir ter connosco! Na altura, pensei que ele se estivesse a preparar para voar, pelo que lhe abrimos o "longo" caminho que ele tinha para retomar a sua viagem. Mas não, ele ficou lá connosco todo o dia como se estivesse a agradecer pelo que fizemos. Hoje ele ainda lá está, passados dois anos, chama-se "Chico" (foi o meu pai que deu o nome) e está feliz da vida. Ficam prometidas fotos dele, que colocarei neste post. [kiss]

EDIT: Enquanto não coloco fotos dele, fica aqui uma foto igual ao "Chico" [;)]

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Bem pessoal, não me lembro se já falei de uma história digna de filme, mas eu penso que não. Portanto, cá vai. ;)

Em finais de 2009 (faz amanhã 2 anos), o meu pai estava na nossa fazenda a preparar a terra. Nisto, ele sentiu qualquer a passar-lhe muito perto da cabeça. Eu que estava com ele, decidi ir à procura do que tinha sido. Visto que naquela zona há imensos animais, desde raposas, coelhos, águias e até javalis, poderia ser qualquer coisa. Fomos à procura, e como há uma linha de comboio que do outro lado é pinhal, meti-me lá por dentro pois tinha ouvido barulhos. Para meu espanto, era um ganso bravo que estava perdido e ferido. Chamei o meu pai para me ajudar. O ganso, começou a "bufar" para se defender mas não tinha forças para tal. Nisto, pegamos nele e trouxemos cá para casa para tomar conta dele. Ficou cá em casa uns 5 dias, até que ele arribou. No mesmo dia em que ele arribou, levamos o ganso de volta ao sítio onde o tínhamos encontrado para ele ir à vida dele. Depois de uma meia hora, por volta disso, estava com o meu pai a ajuda-lo enquanto brincava com os dois cães que tinha na altura... Quando vejo o ganso a vir ter connosco! Na altura, pensei que ele se estivesse a preparar para voar, pelo que lhe abrimos o "longo" caminho que ele tinha para retomar a sua viagem. Mas não, ele ficou lá connosco todo o dia como se estivesse a agradecer pelo que fizemos. Hoje ele ainda lá está, passados dois anos, chama-se "Chico" (foi o meu pai que deu o nome) e está feliz da vida. Ficam prometidas fotos dele, que colocarei neste post. [kiss]

EDIT: Enquanto não coloco fotos dele, fica aqui uma foto igual ao "Chico" [;)]

Aproveita que são excelentes guardas[:D]
Fora de brincadeiras, estamos sempre a aprender com a gratidão dos animaisapr:)
 
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