Tópico dos animais

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Abandonados na praia da rocha em Portimão ... se alguém souber de algo ou para ir buscar um ... está um frio de rachar ... Não tenho muita info sobre eles foi um amigo que os viu .:(

Qualquer coisa PM
 
Aprendam HUMANOS!

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Bem, a prenda de anos para o meu irmão:


É uma chinchila, tem 1 mês de vida penso eu.

A gaiola é provisória, nos próximos dias irá se arranjar uma grande de 2 andares com rodinhas e mais umas pintelhices para ela fazer exercício.

O animal é bastante engraçado, não pára quieto sempre de um lado para o outro.

Há pouco foi para dentro da casota e meteu a cabeça no buraquinho em cima a espreitar[:D], teve a sua piada. [:p]

Ao que tudo indica irá proporcionar uns belos momentos de diversão cá por casa. [:cool:]
 

Não chegou a 2020, como me lembrava na escola preparatória. Tristeza.
Somos demais, não nos respeitamos a nós que somos da mesma espécie e ainda menos capacidade temos de respeitar as outras que coabitam connosco neste planeta.
Uma a uma vamos eliminando do planeta as espécies animais, seja por desrespeito pelo seu habitat, seja por interesse financeiro, seja por mera estupidez.

O certo é que nós nos multiplicamos estupidamente como coelhos, não dando condições mínimas de vida nem de dignidade a grande parte da humanidade, e vamos consumindo e usando a vida que nos rodeia com a maior das naturalidades como se nos pertencessem por direito.

Somos demais, demasiado arrogantes e estúpidos. Vamos consumir e destruir tudo ao nosso redor até não sobrar nada a não sermos nós próprios, para depois acabarmos com a espécie viral que contamina este planeta raro no universo.
Todos nós temos o dever de pedir desculpa a esses animais que exterminámos.
Mas desculpas não chegam nem os fazem regressar à vida. Extinção é voltar a viver nunca mais, e isso jamais merece perdão.
Cada vez tenho mais vergonha de me olhar ao espelho, não pelo meu aspecto, mas por aquilo que a minha espécie representa.[s)]
 
Ainda ontem me chegou um vídeo que mostrava na China animais a serem criados durante toda uma vida dentro de jaulas onde quase nem sequer se podiam deitar.
Eram arrastados até uma mesa onde eram presos e eletrocutados durante uns 20 segundos para lhes tirarem a pele/pelo sem estragar.
Todo esse sofrimento com o único propósito de que envaidecidos possamos usá-los em toiletes que não representam mais do que um sofrimento inimaginável para aquelas criaturas.

Outros animais eram esfolados vivos, retirando-lhes a pele de uma assentada ficando nós a ver aqueles olhares esbugalhados de sofrimento extremo e terror. “Porquê?” foi a única pergunta que consegui retirar daqueles olhos que nos fitavam.
Outros mortos à paulada, pontapé e tratados como mercadoria.
Vi apenas 1/3 e fiquei literalmente a espumar de ódio e lavado em lágrimas.
Eu que já tinha visto tanta coisa horrível do ser humano, nunca tinha vista algo tão maldoso.

Não posso partilhar aqui o vídeo e nem sequer o link, porque, infelizmente, as regras do fórum iriam penalizar-me. Penaliza-se mais depressa quem mostra a realidade do que mrd de gente que faz aquilo aos animais ou outros que usam as suas peles por pura vaidade.
E digo "infelizmente", porque apresentar um link deveria ser permitido para quem quisesse ver, não para terem um prazer mórbido de ver fazer mal, mas para verem o mundo real.
O mundo fora das revistas cor-de-rosa, e da realidade irreal em que queremos acreditar para dormirmos mais descansados com as nossas consciências
Salvo quem for mais impressionável e não deveria ver, a realidade é que mais cego do que quem não vê, é aquele que não quer ver.

Para terem noção do que está a acontecer, as pessoas deveriam ver a realidade, conhecer o verdadeiro mundo, naquilo que ele tem de melhor e de pior.
Conhecer as várias faces do ser humano, no que faz de bom, mas também terem conhecimento da sua enorme responsabilidade em atos de extrema maldade.

Não consigo esconder a minha indignação por ser permitido que pessoas venham para este fórum mostrar animais a devorarem-se uns aos outros para se alimentarem, afirmando que chega de lamechices de imagens bonitas de animais e que se deve ver a realidade no seu todo, mas não seja permitido a apresentação da brutalidade que o ser humano faz aos animais.

Não é uma crítica às regras, limita-se a ser apenas um ponto de vista para refletirmos, e uma mensagem para quem se aborrece em ver as tais imagens e mensagens de animais que acha lamechas, mas que já não tem tanta preocupação em falar deste e de outros fenómenos dantescos onde o ser humano é o protagonista.

O mundo é apenas e cada vez mais um lugar cheio de falsidades, e as redes sociais, lugares onde muitas vezes apenas se mostra o mundinho fantasioso como queremos que ele seja.
No fundo somos todos uns hipócritas que vivemos de falsas aparências numa realidade confecionada à nossa medida.

“Porquê?” estava espelhado no olhar daqueles animais a serem barbaramente assassinados para deleite humano.
Se eu lhes pudesse responder e por mais que me desdobrasse a tentar explicar-lhes, eles jamais iriam entender. Não por serem irracionais (porque cada vez me convenço mais que irracionais somos nós) mas porque há maldades impossíveis de se explicar.:(
 
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Bem, a prenda de anos para o meu irmão:


É uma chinchila, tem 1 mês de vida penso eu.

A gaiola é provisória, nos próximos dias irá se arranjar uma grande de 2 andares com rodinhas e mais umas pintelhices para ela fazer exercício.

O animal é bastante engraçado, não pára quieto sempre de um lado para o outro.

Há pouco foi para dentro da casota e meteu a cabeça no buraquinho em cima a espreitar[:D], teve a sua piada. [:p]

Ao que tudo indica irá proporcionar uns belos momentos de diversão cá por casa. [:cool:]

Muita atenção aos cuidados que as chinchilas necessitam para viverem saudáveis[;)]
 

Atenção qu esta noticia apenas diz respeito ás areas fora dos parques e reservas! O Rinoceronte negro espécie NÃO ESTÁ EXTINTO (graças a Deus) ainda que para lá caminhe a passos largos...


Esta espécie apenas se encontra já em pequenos territórios protegidos, muito dispersos, pelo Sul continente africano, nomeadamente na Zâmbia, Zimbawe, Botswana, Namíbia, Quénia e África do Sul.

Durante o último século, o Rinoceronte Negro sofreu um drástico declínio em sua população. Entre 1970 e 1992, a população dessa espécie diminuiu 96%. Em 1970, segundo estimativas, havia 65.000 Rinocerontes Negros na África, mas em 1992-1993 restavam apenas 2.300 sobrevivendo em habitat selvagem. Entretanto, desde 1996, grandes esforços para a preservação dessa espécie tem encorajado ambientalistas a obterem bons resultados e o número de animais tem aumentado desde então. Atualmente 3.100 animais estão vivendo em habitat selvagem.
 
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Na Austrália, durante a vaga de calor de 2009, um Koala fez parar um ciclista e agarrou-se à sua perna, pedindo encarecidamente água.

O pobre Koala estava tão desesperadamente sedento que não teve alternativa senão procurar ajuda humana. Felizmente teve a sorte de encontrar este ciclista, Tim Noonan.
 
Boas...esta é a nova inquilina cá de casa! apr:)

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Parece que funciona a pilhas, nunca pára quieta, é a nova animação aqui de casa!
Tem 2 meses, ultimamente tem andado com uma espécie de tosse que dá a entender que vai vomitar mas não vomita...mas é muito esporadicamente e é num curto período de tempo...que poderá ser?

Atualização da fera cá de casa [:cool:]

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Temos ainda muito a aprender....[s)]

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"Uma ocorrência surpreendente aconteceu na África do Sul, quando 31 elefantes fez uma " Jornada para pagar seu Respeito. "

Como é que eles sabiam? Algo que é maior e mais profunda do que a inteligência humana informou que o seu herói - o homem que tinha salvado suas vidas e de muitos outros animais - fez sua transição deste mundo terreno.

Lawrence Anthony (1950-2012), uma lenda na África do Sul e autor de três livros, incluindo o best-seller "O Encantador de Elefantes," resgatou bravamente a vida selvagem e reabilitou elefantes em todo o mundo das atrocidades humanas, incluindo o resgate corajoso de animais em Bagdá Zoo durante a invasão dos EUA em 2003.

Em 07 de março de 2012 Lawrence Anthony morreu. Dois dias após a sua morte, os elefantes selvagens apareceram em sua casa liderados por dois matriarcas grandes. Rebanhos selvagens separadamente chegaram em massa para dizer adeus ao seu amado amigo homem '. Um total de 31 elefantes pacientemente andou mais de 12 quilômetros para chegar a sua casa na África do Sul.

Testemunhar o espetáculo, os seres humanos estavam obviamente admirados, não só por causa da inteligência suprema e tempo preciso que estes elefantes sentiram a passagem de Lawrence, mas também por causa da profunda memória e emoção que os animais amados evocaram de forma tão organizada. Caminhando lentamente - por dias - eles fizeram o seu caminho formando uma fila, um a um, solenemente de seu habitat na floresta selvagem para sua casa.

Esposa de Lawrence, Françoise, foi especialmente tocada, sabendo que os elefantes não tinham ido a sua casa antes desse dia há mais de 3 anos! Mas ainda assim eles sabiam para onde estavam indo e eles pareciam saber o por que de eles estarem indo para a casa de Lawrence. Os elefantes, obviamente, queriam pagar o seu profundo respeito, honrando seu amigo humano que salvou suas vidas, tanto respeito que eles ficaram por 2 dias e 2 noites sem comerem nada.

Depois de honrar Lawrence Anthony, da única maneira que podia, neste tributo comovente e memorável para o homem que os salvou e a muitos outros animais em todo o mundo, essas criaturas sencientes tinham provado que elas são mais sábias e mais compassivas do que a raça humana jamais será ou jamais realizará. Então, uma manhã, eles saíram, fazendo a sua longa jornada de volta para casa..."
 
Find the lizard!!

"It is easy to see how you may miss the Uroplatus on this tree. Amazing camouflage!


Photo © Burrard-Lucas.com"

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[h=2]Alces estão a desaparecer e ninguém sabe bem porquê[/h]Publicado em 10 de Fevereiro de 2013.
As autoridades do Minnesota, EUA, suspenderam por período indefinido a caça aos alces, devido ao desaparecimento dramático dos animais. O número de alces no estado caiu 52% desde 2010, por razões ainda desconhecidas.
Embora o Departamento de Recursos Naturais tenha adiantado que a caça não é a principal explicação destas mortes, a temporada de caça de 2013 foi cancelada e não se espera que seja reaberta até que a população de alces recupere deste declínio. Neste momento, todas as causas de morte dos animais estão a ser controladas, de modo a perceber a principal origem do desaparecimento.
Alguns dos motivos possíveis já revelados podem ser doenças transmitidas por carraças e os recentes Verões excessivamente quentes do Minnesota, com os quais os alces não lidam bem.
Num levantamento efectuado em Janeiro, as autoridades calcularam que apenas 2.760 alces ocupavam o estado, o que corresponde a uma redução de 35% em relação ao ano passado e de 52% relativamente a 2010.
As autoridades lançaram no último mês o seu maior esforço de investigação, usando a mais alta tecnologia, que consiste em seguir 92 alces em zonas do nordeste do território, através de localização por satélite e de coleiras que registam informação desenhadas para ajudar a erradicar as causas da crescente mortalidade da espécie. O objectivo do plano é conseguir alcançar os alces no prazo de 24 horas após a sua morte, de modo a analisá-los antes que se dê a degradação dos tecidos.
Segundo o NBC News, o Estado está a investir cerca de €886 mil (R$ 2.381 mil) neste programa, na esperança de conseguir controlar o problema.

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Ele sofre de autismo, ela estava prestes a morrer (vídeo)

01-06-2013

Jonny Hickey era uma criança autista de 8 anos que vivia submersa no seu próprio mundo. Solitário, introvertido e alheio da realidade, o rapaz norte-americano, residente na Georgia, praticamente não falava. Passava horas sozinho a jogar berlindes, e vivia aterrorizado com a possibilidade de ter de fazer algo novo.

Sobre Xena não se sabe quase nada. Uma mistura entre as raças Staffordshire Terrier e Pit Bull, foi encontrada há alguns meses na beira de uma estrada. Estava prestes a morrer – apesar de resgatada por uma associação de protecção de animais, ninguém acreditava que viesse a recuperar.

Contra todas as probabilidades, a cadela sobreviveu. Deram-lhe o nome de Xena, em honra da protagonista da série ‘Xena: A Princesa Guerreira’. Mas a verdadeira vitória do animal ainda estava para vir. Extremamente popular no Facebook, onde tem milhares de seguidores, a associação que a resgatou decidiu criar um encontro para que a cadela pudesse conviver com os seus admiradores e ser finalmente adoptada. A honra coube à família Hickey.

Poucos meses depois de adoptar Xena, Jonny e a sua mascote tornaram-se inseparáveis. Com a convivência com o animal, o rapaz começou a conversar, a cantar e até a demonstrar interesse pelo mundo que o rodeia. A família já tinha gasto milhares de euros em tratamentos, sempre sem resultados. Xena conseguiu tudo o que era prometido e muito mais. “Eles estavam destinados a ficar juntos” afirma Linda Hickey, em entrevista ao ‘Today.com’. “Eles estavam destinados a ficar juntos, a salvarem-se um ao outro a um nível que os humanos simplesmente não conseguem compreender.”

Em Abril, mês do autismo e da prevenção da crueldade contra animais, Xena e Jonny gravaram um vídeo para alertar para ambas as problemáticas. “O meu nome é Jonny e este é o meu animal de estimação, Xena. Bem, a Xena foi muito magoada por algumas pessoas más. E eu tenho autismo. Por isso, acho que formamos a equipa perfeita para transmitir a ideia que devemos ser bons com os animais e com crianças como eu.”


Fotgaleria - Multimédia - Sábado
 
Kabang salvou duas meninas, perdeu parte do focinho e é uma heroína nas Filipinas - PÚBLICO

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É uma heroína, ganhou o título de "embaixadora da boa vontade dos cães" e usa uma medalha da Cruz Vermelha ao pescoço. Kabang salvou duas meninas de serem atropeladas, perdeu a parte de cima do seu focinho no acidente, nas Filipinas, viajou até aos Estados Unidos para ser operada e regressou agora ao seu país natal onde foi recebida com pompa e circunstância.

Em Dezembro de 2011, Kabang salvou a filha e a sobrinha do seu dono, Rudy Bunggal, de serem atropeladdas por uma motorizada que seguia em excesso de velocidade.

O seu acto de heroismo foi noticiado e Kabang foi fotografada sem o maxilar superior e com parte do cérebro exposto. A fotografia começou por circular nas redes sociais da cidade onde vivia, Zamboanga, mas rapidamente chegou à capital, Manila, onde a sua história foi seguida por mais de 23 mil pessoas, através das redes sociais. O passo seguinte foi iniciar uma campanha de angariação de fundos para que a cadela pudesse ser operada.

Quando a história de Kabang chegou aos Estados Unidos, Michael Foley, dono e presidente da Global Animal Transport, uma empresa transportadora de animais, ofereceu-se para fazer chegar a cadela ao seu país, de maneira a ser tratada. Entretanto, Kabang engravidou e deu à luz seis cachorrinhos, tendo apenas um sobrevivido e só em Outubro de 2012 é que pôde embarcar.

O animal deu entrada no Hospital Universitário de California-Davies, especializado em cirurgias de reconstrução facial de cães, e foi tratado a um cancro e desparasitado. Depois, Kabang foi submetida a uma cirurgia aos dentes e um tratamento a uma das pálpebras. Foi ainda esterilizada para não voltar a engravidar. Seguiu-se a cirurgia de reconstrução do focinho mas já não foi possível recuperar a sua totalidade. Foram seis meses de intervenções, com um custo de cerca de 27 mil dólares (20 mil euros).

Oito meses depois de ter saído de Manila, Kabang regressou este sábado ao país e foi recebida em júbilo pela família a que pertence e pelos meios de comunicação social. Bem disposta, a cadela abanou a cauda e teve direito a um passeio por um centro comercial e um parque frequentado por cães e os seus donos.

Para segunda-feira, as autoridades estão a planear uma parada em honra da cadela. O seu nome significa "cores diferentes", num dialecto local. "O que queremos fazer dela é uma embaixadora da boa vontade dos cães e promover a responsabilidade dos donos dos animais", explicou Anton Lim, o veterinário que a acompanhou até Los Angeles e agora no regresso.
 
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