Tópico dos animais

Eu penso como tu, mas se me visse numa situação mesmo de fome extrema, e com uma galinha à frente... olha que nós somos capazes de fazer muito mais do que pensamos em determinadas alturas[;)]
Exacto... por isso é que coloquei o "penso que"...[;)]
 
“Eu não como carne porque vi carneiros e porcos a serem mortos. Eu vi e senti a dor desses animais. Eles sentem a aproximação da morte. Eu não pude suportar a cena. Chorei como uma criança. Corri para o topo da colina e mal conseguia respirar... senti-me sufocado... senti a morte do carneiro.” (Nijinsky, Vaslav)

Diz o ditado que “quem não sente, não é filho de boa gente”, e eu levo isso à letra. Quando vim de África fui viver para casa dos meus avós.
Certo dia o meu pai e os vizinhos foram convidados para o grande acontecimento – a matança do porco dos meus avós. A minha mãe não me deixou nem a mim nem aos meus irmãos descer e ver o que se passava. Mas eu, na tenra curiosidade dos meus 5 anitos, fui até à varanda e assisti àquele espetáculo horrendo que a multidão alegremente festejava na rua.

Vários homens (os heróis da aldeia) agarravam o pobre animal que se debatia como se soubesse do mal que lhe iam infligir, enquanto outro herói popular cravava um facão no seu peito. Durante vários minutos que me pareceram uma eternidade ouvi os guinchos de sofrimento daquele porco.
A certa altura o pobre animal olhou para mim fitando-me nos olhos como que a pedir ajuda e eu nada fiz por ele – apenas chorei.
Chorei a dor que senti naquele olhar – o olhar mais humano que se encontrava no meio de todos aqueles olhares desumanos.
Chorei, não porque não compreendia, mas porque estava verdadeiramente a compreender.

Dias depois fui ver o porco pendurado e aberto mas a minha mãe afastou-me.
Desde esse dia fiquei a saber realmente quem eram os verdadeiros animais. A minha forma de ver o mundo e os adultos mudou completamente.

Passei a questionar tudo aquilo que não se questionava e procurava respostas.
Passei a reconhecer que eu carregava em mim a culpa ancestral de tanto sangue derramado.
Fiquei a saber o real valor de algumas tradições.
Fiquei a conhecer mais um dos muitos defeitos do ser humano.

(E para quem vem com a pergunta óbvia, sim, ainda como carne, embora muito raramente. Mas nestes rituais o sofrimento animal é imenso e a dor é aquilo que menos preocupa as pessoas que a prolongam para deleite da festa)

Mas tu alguma vez viste uma matança de porco com olhos de ver, ou refugiaste nas memórias de infância para construir uma narrativa de "heróis" e "vilões" e achas que quem mata o porco prolonga o sofrimento porque sim? Se riem e festejam, sim, pois vão ter comida para os próximos meses...

A faca não é enfiada no peito como dizes, mas sim na garganta e o sofrimento não é prolongado, dura o tempo do porco morrer, nada mais. Se podia ser feito de outra forma, talvez, mas tenta arranjar uma forma que permita a uma família de aldeia fazê-lo sem gastar o dinheiro que não tem, pois o porco vai provavelmente servir de comida e sobrevivência para 6 meses.

Se custa ouvir, custa e muito, mas ao menos essas pessoas sabem de onde vem a comida, sabem o que custa matar o animal e aproveitam todo o animal em vez de apenas as partes "melhores" e mais "nobres" devidamente embaladas, esterilizadas e vindas de um matadouro asséptico, têm um maior respeito pelo mesmo do que qualquer pessoa que é privilegiada por poder ir ao supermercado e escolher alternativas "vegetarianas" à sua alimentação trocando um ser vivo, por outro.

Colocas imagens de cães e gatos a conviver alegremente com humanos, mas esquecem-se que produção daquelas "pepitas" com as quais os alimentamos (e com as quais nos distanciamos) foram usados outros animais e que se assim não fosse teriamos de nós próprios (ou eles) matar outros animais para lhes dar de comer.

Neste momento tenho 3 gatos e um cão, cresci com a matança do porco que detesto, mas respeito, matança das galinhas, coelhos e vacas que detesto também, sempre e apenas para comer e em que tudo é aproveitado. Agora que já não moro com os meus pais, tenho o privilégio de poder estar longe disso, mas sei que custa e sei que a maioria das pessoas que o fazem não gostam de o fazer, fazem-no porque precisam.

Na vida as coisas não são preto e branco e sim, fazemos parte de uma cadeia alimentar em que de uma forma ou de outra os seres vivos alimentam-se de outros, sejam de plantas, sejam de animais, sejam de seres que morreram de uma maneira ou de outra a vida alimenta-se da morte.
 
Por acaso ando com um problema psicológico lixado.
A minha companheira é vegetariana e eu partilho os ideais que ela defende.

Mas porra, detesto a comida vegetariana e gosto tanta da nossa gastronomia. Além disso, sempre que como uma refeição vegetariana fico sempre com ideia que não fiquei bem alimentado!
 
Sou da provincia e desde cedo me lembro de ir a matanças. Punha-me sempre ao fresco na hora da matança do desgraçado do porco, detestava ouvir os guinchos do animal. Quando já era mais crescido e me convidavam para a matança, avisava logo que ia para comer, não contassem comigo para a parte do abate, sempre me fez muita impressão. Lembro-me em miudo de ter assistido ao desmanchar de uma vaca num barracão, o cheiro que ficou na minha memória (nem sei se era cheiro normal, caracteristico) impediu-me de comer carne de vaca durante uma série de anos, agora já vou comendo, mas poucas vezes.
 
Buhhhh, a mim da-me vontade de chorar ver o mundo a querer mudar o sentido das coisas...

Abaixo os leões (um mero exemplo de um carnívoro) que matam os Bambis e ainda por cima lhes prolongam a dor. Andar ali a trás deles a correr, a fazê-los temer a morte e a cansarem-se. E ainda por cima ainda os começam a comer meio vivo meio morto... É acabar com eles!

A sério, se forem a um matadouro, ou uma fabrica de transformação de carne, digam-me se os porcos neste caso morrem com menos dor, sofrimento, blá blá blá! As vezes até ficam as carcaças "perdidas"...

Eu comecei a ir as matanças aos 3 anos, sempre gostei, e pelo menos nos meus avós, e hoje em dia nos meus "sogros", a coisa faz-se com o menor sofrimento possível. Tas a ferir para matar, devem sentir algo, mas tenta-se reduzir ao máximo. E como já foi dito, a faca não se enfia no peito por motivos lógicos, quer-se uma morte rápida e com a menor dor possível, daí se espetar no pescoço onde passa uma artéria qq xpto que já n sei o nome, para o porco morrer rápido...

Bem vou comer uma Sandwich de lombo :)
 
Abaixo os leões (um mero exemplo de um carnívoro) que matam os Bambis e ainda por cima lhes prolongam a dor. Andar ali a trás deles a correr, a fazê-los temer a morte e a cansarem-se. E ainda por cima ainda os começam a comer meio vivo meio morto... É acabar com eles!

Não é aí que se quer chegar, penso eu, mas o modo como os animais vivem até ao matadouro.

A matança do porco foi só um exemplo. Eu confesso que nunca assisti a nenhuma, mas já comi carne de porco criado no monte e é absolutamente divinal... Se ele pudesse ser morto, de forma artesanal, mas com o mínimo de sofrimento possível, melhor...
 
“Eu não como carne porque vi carneiros e porcos a serem mortos. Eu vi e senti a dor desses animais. Eles sentem a aproximação da morte. Eu não pude suportar a cena. Chorei como uma criança. Corri para o topo da colina e mal conseguia respirar... senti-me sufocado... senti a morte do carneiro.” (Nijinsky, Vaslav)

Diz o ditado que “quem não sente, não é filho de boa gente”, e eu levo isso à letra. Quando vim de África fui viver para casa dos meus avós.
Certo dia o meu pai e os vizinhos foram convidados para o grande acontecimento – a matança do porco dos meus avós. A minha mãe não me deixou nem a mim nem aos meus irmãos descer e ver o que se passava. Mas eu, na tenra curiosidade dos meus 5 anitos, fui até à varanda e assisti àquele espetáculo horrendo que a multidão alegremente festejava na rua.

Vários homens (os heróis da aldeia) agarravam o pobre animal que se debatia como se soubesse do mal que lhe iam infligir, enquanto outro herói popular cravava um facão no seu peito. Durante vários minutos que me pareceram uma eternidade ouvi os guinchos de sofrimento daquele porco.
A certa altura o pobre animal olhou para mim fitando-me nos olhos como que a pedir ajuda e eu nada fiz por ele – apenas chorei.
Chorei a dor que senti naquele olhar – o olhar mais humano que se encontrava no meio de todos aqueles olhares desumanos.
Chorei, não porque não compreendia, mas porque estava verdadeiramente a compreender.

Dias depois fui ver o porco pendurado e aberto mas a minha mãe afastou-me.
Desde esse dia fiquei a saber realmente quem eram os verdadeiros animais. A minha forma de ver o mundo e os adultos mudou completamente.

Passei a questionar tudo aquilo que não se questionava e procurava respostas.
Passei a reconhecer que eu carregava em mim a culpa ancestral de tanto sangue derramado.
Fiquei a saber o real valor de algumas tradições.
Fiquei a conhecer mais um dos muitos defeitos do ser humano.

(E para quem vem com a pergunta óbvia, sim, ainda como carne, embora muito raramente. Mas nestes rituais o sofrimento animal é imenso e a dor é aquilo que menos preocupa as pessoas que a prolongam para deleite da festa)

Não percebendo nada de psicologia tenho que admitir q é uma gaja do caraças.
Se a introdução a essa vivência mais que banal em tempos não muito distantes em todas as aldeias do nosso pais, vulgo matança do porco, tivesse sido feita com naturalidade e mostrada sem restrições, não tinhas ido para a varanda, ver o crime que te era negado assistir (o bicho de 7 cabeças) e n tinhas ficado com o trauma.

A minha primeira tarefa nesse dia em que todos tinham uma função atribuída, foi segurar no alguidar do sangue... Quando a minha Mae e avó me vêm todo contente a provar o sangue, vem a correr direitas a mim e levoi logo uma lambada que já não houve sarrabulho para ninguém nesse dia (o alguidar foi a voar cmg...). Ainda hoje se conta essa história...

EDIT: Já agora, em principio o porco só deverá ficar pendurado de um dia para o outro, para a carne sangrar bem. E o bicho deve ser partido e congelado logo no dia a seguir ao da matança, caso contrario estas a tirar qualidade à carne, dai não deves ter ido ver o porco pendurado uns dias depois, mas no dia a seguir. Lá esta a psicologia e o modo como te foi introduzida esta vivência, fez-te ver a coisa mesmo à tua maneira. Que respeito atenção! Mas não concordo! ;)
 
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Não é aí que se quer chegar, penso eu, mas o modo como os animais vivem até ao matadouro.

A matança do porco foi só um exemplo. Eu confesso que nunca assisti a nenhuma, mas já comi carne de porco criado no monte e é absolutamente divinal... Se ele pudesse ser morto, de forma artesanal, mas com o mínimo de sofrimento possível, melhor...

Eu não li os post antes, pois tava a fumar e a ver no telemóvel. Li do fim até ao post da matança do porco.

Mas mais me ajudas, se a ideia é a vida que tem até morrer... Pelo menos na minha avó e nos meus "sogros" tinham/têm uma vela vida. Só alimentos naturais, ração mesmo muito muito pouca, tem espaço coberto e aberto para andarem. A pocilga esta pensada para 2 porcos... Mas pronto provavelmente estão-se a referir à "vida" na criação de produção, e ai já não sei. Fico calado, mas o meu post penso que deu para perceber! ;)

Btw, ando com a panca de voltar a ter um Doberman... :) vamos lá ver no que vai dar. ;)
 
A faca não é enfiada no peito como dizes, mas sim na garganta e o sofrimento não é prolongado, dura o tempo do porco morrer, nada mais. Se podia ser feito de outra forma, talvez, mas tenta arranjar uma forma que permita a uma família de aldeia fazê-lo sem gastar o dinheiro que não tem, pois o porco vai provavelmente servir de comida e sobrevivência para 6 meses.
Meu amigo, foi assim que o porco foi morto há mais de 30 anos atrás, e confirmado pelo meu pai que participou. O animal demorou vários minutos até morrer, o que se explica pela forma como foi morto.
Buhhhh, a mim da-me vontade de chorar ver o mundo a querer mudar o sentido das coisas...

Abaixo os leões (um mero exemplo de um carnívoro) que matam os Bambis e ainda por cima lhes prolongam a dor. Andar ali a trás deles a correr, a fazê-los temer a morte e a cansarem-se. E ainda por cima ainda os começam a comer meio vivo meio morto... É acabar com eles!

A sério, se forem a um matadouro, ou uma fabrica de transformação de carne, digam-me se os porcos neste caso morrem com menos dor, sofrimento, blá blá blá! As vezes até ficam as carcaças "perdidas"...

Eu comecei a ir as matanças aos 3 anos, sempre gostei, e pelo menos nos meus avós, e hoje em dia nos meus "sogros", a coisa faz-se com o menor sofrimento possível. Tas a ferir para matar, devem sentir algo, mas tenta-se reduzir ao máximo. E como já foi dito, a faca não se enfia no peito por motivos lógicos, quer-se uma morte rápida e com a menor dor possível, daí se espetar no pescoço onde passa uma artéria qq xpto que já n sei o nome, para o porco morrer rápido...

Bem vou comer uma Sandwich de lombo :)
Olha, mas a mim não, porque há demasiadas coisas que deveriam ser evitadas e melhoradas, seja na morte tradicional ou nos matadoros.
E ainda bem que vai existindo cada vez mais gente preocupada com a qualidade de vida e forma de morrer dos animais. A isso chama-se progresso e civilização.
Os leões matam os animais com os dentes, a "ferramenta" que possuem. Os humanos, infelizmente, têm imensos meios de não causar sofrimento aos animais e muitas vezes não recorrem a eles, seja por avareza, desrespeito pela vida animal ou pura maldade.

E, já agora, os animais matam para se alimentar, enquanto o ser humano os utiliza para os mais diversos fins, seja para entretenimento, participação em rituais ou tradições (muitas delas questionáveis pelo papel que o animal nelas tem), para desporto, para lutas de animais... E em todas essas atividades o ser humano não atua com o propósito de se alimentar. Eis uma grande diferença.

Podes comer uma sandwich do lombo, que eu também como. É natural porque faz parte da cadeia alimentar.
Só é pena no fim resumires tudo apenas a isso - comer ou não comer - quando o cerne da questão anda em redor da forma como tratamos os animais.
Lê a página anterior deste tópico e tira as tuas conclusões.
 
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Não percebendo nada de psicologia tenho que admitir q é uma gaja do caraças.
Concordo com alguns dos teus argumentos, porque também são os meus argumentos - providenciar a melhor qualidade de vida aos animais e evitar o seu sofrimento.
Porém, não entendi essa da "gaja do caraças". Se era destinado à minha pessoa, ficas a saber que ser sensível não me faz fraco, até porque muitas gajas têm mais tomates que muitos machões. Sou feito de fibra e já estive em situações de enorme perigo onde vi muitos dos tais machos a tremer, a chorar e a fugir enquanto eu mantive sangue frio e acorri a ajudar. Já me cruzei diversas vezes com a morte e não a temo, contrariamente a muitos fanfarrões que só têm garganta. Se não entendi a expressão, então;)

Quanto aos animais e à forma como são tratados e mortos, deixo aqui um pouco daquilo que o ser humano é capaz de fazer. Fica o aviso que o link contém imagens capazes de ferir a suscetibilidade de pessoas mais sensíveis.
O vídeo fala-nos de uma realidade que existe, mas que muitos não sabem ou não querem saber. Uma realidade daquilo que fazemos aos animais, desde maus tratos a todo o tipo de menosprezo, revelando para com eles uma desconsideração como seres vivos não nos importando com o sofrimento que lhes infligimos.

Este vídeo é o da vergonha… da nossa vergonha:
http://www.earthlings.com/


Quem tiver coragem de o ver em vez de vir para aqui vangloriar-se da sua coragem em matar um porco, então que o faça.
Quanto a mim, chorei ao vê-lo e não tenho vergonha de o dizer, pois é a constatação de que ainda tenho em mim algo de bom.

Aos que não se sensibilizam com isto, que façam o favor de vestir a pele dos animais e se sujeitarem ao mesmo.
 
Last edited:
E porque já houve quem se incomodasse com um tópico cheio de "lamechices" de imagens fofas a que chamou de “artificiais”, então deixei no post anterior um pouco da realidade.
Só falamos da inovação e tecnologia que trouxemos ao mundo, mas evitamos falar da mortandade, dor e sofrimento que connosco trouxemos.

Evitamos falar de assuntos desagradáveis para não termos de olhar para o lado negro da humanidade. Mas eu tenho necessidade de expor esse lado, porque é apenas a realidade.

Eu sei que alguns poderão dizer “Eh, pá, um gajo quer divertir-se e vem para aqui este fulano aborrecer-nos com estas chatices!?”.

É verdade, é uma chatice, eu sei. Mas também é uma chatice para os seres que estão agora a sofrer sem terem uma voz que os defenda denunciando a agonia por que estão a passar.
É uma chatice que para vocês terem um hambúrguer ou bife no prato, muitos tenham de ser transportados e mortos em grande sofrimento.
É uma chatice que para vosso deleite, cães lutem até à morte, outros sirvam de cobaias para os treinos, outros sejam torturados e mortos em arenas de espetáculo e dor.
É uma chatice que para vocês vestirem umas belas e vistosas roupas se mate a la carte todo o género de animais de forma violenta.
É uma chatice – eu sei – termos de falar destes assuntos.
Mas nós, os humanos responsáveis por isso, preferimos virar a cara para o lado e fingir que nada se passa. É uma atitude muito adulta, sim senhor.
O que vai valendo é que muita da juventude já começa a mudar a sua mentalidade o que me permite pensar que o mundo ainda poderá ter esperança.
 
Palavras para quê...?

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E quando acontece algo inesperado...?
Nós e eles
A História está repleta de casos em que animais salvam seres humanos da morte certa. Muitos dos casos em que humanos foram salvos envolvem golfinhos.
Um dos mais interessantes casos em que golfinhos salvaram pessoas é o caso da Família Howes. Um belo dia, Rob Howes, que era salva-vidas, resolveu sair para nadar com sua filha, Niccy e mais dois amigos dela.

Eles entraram no mar na praia oceânica de Whangarei ao norte da ilha da Nova Zelândia. O grupo estava nadando distraidamente quando surgiu um grupo de golfinhos fazendo uma série de coisas “malucas”. Basicamente os golfinhos nadavam velozmente ao redor dos humanos, batendo suas caudas com força, espalhando água para todos os lados. Os nadadores ficaram assustados com o estranho comportamento dos golfinhos. Em alguns momentos, os golfinhos chegaram muito próximo dos humanos, que começaram a temer que os cetáceos os mordessem. Howes ficou preocupado, pois com muitos anos de prática como salva-vidas ele nunca tinha visto Golfinhos agindo tão agressivamente.

Ele tentou nadar para fora do círculo, mas dois dos golfinhos que estavam circulando velozmente o grupo foram até ele e começaram a empurrá-lo de volta para junto dos outros. Foi neste momento que Howes percebeu algo assustador. A poucos metros deles estava um enorme tubarão branco. A água neste dia estava cristalina e o monstro gigante cheio de dentes passou a menos de dois metros dele. Foi aí que Howes percebeu algo que o comportamento dos golfinhos de fato era agressivo, mas sim para afastar o tubarão deles.

Os golfinhos estavam deliberadamente e por conta própria, protegendo os humanos. O tubarão se movia na direção do círculo, mas os golfinhos eram muito rápidos e as batidas das caudas na água geravam tamanha confusão que em pouco tempo o enorme tubarão perdeu o interesse e nadou para o fundo, até sumir no azul.

Quando o tubarão se foi, os golfinhos ainda ficaram “de guarda” por cerca de 40 minutos, nadando com os humanos de forma bem mais calma e amistosa, e gradualmente se afastaram das pessoas, que finalmente nadaram depressa para a praia. Na costa, outro salva-vidas chamado Matt Fleet estava patrulhando a costa quando percebeu a agitação na água. Ele assistiu toda a cena com binóculos. Foi Matt Fleet que contou o ocorrido ao jornal Northern Advocate.
 
Concordo com alguns dos teus argumentos, porque também são os meus argumentos - providenciar a melhor qualidade de vida aos animais e evitar o seu sofrimento.
Porém, não entendi essa da "gaja do caraças". Se era destinado à minha pessoa, ficas a saber que ser sensível não me faz fraco, até porque muitas gajas têm mais tomates que muitos machões. Sou feito de fibra e já estive em situações de enorme perigo onde vi muitos dos tais machos a tremer, a chorar e a fugir enquanto eu mantive sangue frio e acorri a ajudar. Já me cruzei diversas vezes com a morte e não a temo, contrariamente a muitos fanfarrões que só têm garganta. Se não entendi a expressão, então;)

Quanto aos animais e à forma como são tratados e mortos, deixo aqui um pouco daquilo que o ser humano é capaz de fazer. Fica o aviso que o link contém imagens capazes de ferir a suscetibilidade de pessoas mais sensíveis.
O vídeo fala-nos de uma realidade que existe, mas que muitos não sabem ou não querem saber. Uma realidade daquilo que fazemos aos animais, desde maus tratos a todo o tipo de menosprezo, revelando para com eles uma desconsideração como seres vivos não nos importando com o sofrimento que lhes infligimos.

Este vídeo é o da vergonha… da nossa vergonha:
http://www.earthlings.com/

Quem tiver coragem de o ver em vez de vir para aqui vangloriar-se da sua coragem em matar um porco, então que o faça.
Quanto a mim, chorei ao vê-lo e não tenho vergonha de o dizer, pois é a constatação de que ainda tenho em mim algo de bom.

Aos que não se sensibilizam com isto, que façam o favor de vestir a pele dos animais e se sujeitarem ao mesmo.



Unicamente quanto ao bold, peço desculpa. Nem me passou pela cabeça que poderia ser interpretado dessa maneira. É mesmo apenas forma de escrever (falar), uma vez que psicologia será, feminino!

Quanto ao resto,é a tua maneira de pensar, de responder, e de ver as coisas! Já disse, respeito, mas não concordo! Como não me apetece ir por ai, e até crias uns tópicos engraçados com umas novidades, ficamos assim.





[;)]
 
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Este vídeo é o da vergonha… da nossa vergonha:
http://www.earthlings.com/


Este vídeo não é ensinamento nenhum, não é o espelho da realidade, é faccioso, é feito pela PETA e é uma compilação do pior dos piores. Felizmente que a REGRA não é assim, não é assim que se tratam os animais pelo mundo fora. Não quero dizer se se tratem todos muito bem, mas não é assim tão mau. Esta é a excepção.
 
Unicamente quanto ao bold, peço desculpa. Nem me passou pela cabeça que poderia ser interpretado dessa maneira. É mesmo apenas forma de escrever (falar), uma vez que psicologia será, feminino!
[;)]

Por isso deixei esta ressalva:[;)]
Concordo com alguns dos teus argumentos, porque também são os meus argumentos - providenciar a melhor qualidade de vida aos animais e evitar o seu sofrimento.
Porém, não entendi essa da "gaja do caraças". Se não entendi a expressão, então;)

Este vídeo não é ensinamento nenhum, não é o espelho da realidade, é faccioso, é feito pela PETA e é uma compilação do pior dos piores. Felizmente que a REGRA não é assim, não é assim que se tratam os animais pelo mundo fora. Não quero dizer se se tratem todos muito bem, mas não é assim tão mau. Esta é a excepção.
Felizmente não é, mas é parte da realidade, daquela que se vê e se filma e de outra que não se vê. Enquanto existir, é preciso denunciar, até porque algumas pessoas (mais em particular, fora do forum) acham que não passa de ficção.
Desculpem lá o mau humor, mas às vezes acontecem certas coisas com os animais que nos deixam revoltados.[s)]
 
Blade, vamos falar de animais?
Atenção, eu concordo com algumas das coisas que referes, do modo como tratamos os animais e como disse em cima, os blá blá blá. A sério que é verdade, apenas já me preocupei mais com isso, e sigo o que penso ser melhor e concordo mais, de modo a dar o meu contributo. Mas vamos falar de animais, quando há tanta coisa má que fazemos uns aos outros todos os dias. Com tanta gente com tão nada por esse mundo fora...
Com tanta m€r d@ a passar à nossa volta...


Nós somos uns grande animais... Os mais lucrativos de todos!
 
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Blade, vamos falar de animais?
Atenção, eu concordo com algumas das coisas que referes, do modo como tratamos os animais e como disse em cima, os blá blá blá. A sério que é verdade, apenas já me preocupei mais com isso, e sigo o que penso ser melhor e concordo mais, de modo a dar o meu contributo. Mas vamos falar de animais, quando há tanta coisa má que fazemos uns aos outros todos os dias. Com tanta gente com tão nada por esse mundo fora...
Com tanta m€r d@ a passar à nossa volta...

[video=youtube;-L6EKy7thrM]http://www.youtube.com/watch?v=-L6EKy7thrM&feature=youtu.be[/video ]

Nós somos uns grande animais... Os mais lucrativos de todos!
O vídeo é muito bom e já o conhecia. E a frase final que colocas diz tudo, embora haja quem não se aperceba.
Mas se gostas de ver o outro lado que não passa dos telejornais nem nos horários nobres dos canais generalistas que entopem as mentes das pessoas com novelas, concursos e futebóis, então vê os programas “Observatório do mundo” e “60 minutos” na SIC Notícias e TVI24, que são os melhores e mais cristalinos programas televisivos a nível planetário.

Realmente, nesse e noutros programas existe algo em comum – o ser humano. E, sim, tens razão, ele não faz mal só aos animais, mas a ele próprio.
Se tens acompanhado as minhas participações como referes, já deves ter-te apercebido que questões relativas aos direitos humanos fazem parte da minha doutrina ideológica pela qual me bato não só aqui como na minha vida no dia-a-dia.

Mas acontece que este é um tópico sobre animais, pelo que aqui chamo a atenção para as m3rds que são feitas aos animais, enquanto noutros tópicos realço a trampa que vamos fazendo uns aos outros (e como já deves ter reparado, também muitas vezes o people não está para ouvir).
Se queres que te diga, já tive mais pena das pessoas do que tenho hoje, porque elas são seres mais pensantes e racionais (not) e têm algum poder de escolha, mas deixam-se manipular facilmente. Os animais, não, e são levados pela sua inocência.

No global, uns e outros merecem-me o maior respeito e compaixão, e se queres que te diga, cá por casa já pensámos em abandonar tudo e partirmos para áfrica onde nascemos e fazermos alguma diferença. Mas com alguma cobardia acomodámo-nos e deixámo-nos estar, como tantos outros.
E porquê?
Talvez porque vendo the big picture não é possível ignorar as redes de interesses que se movem em redor numa esfera mais elevada e que manipulam os peões a seu belo prazer, fazendo com que tudo de um dia para o outro se transforme em nada. Aí deveria ser onde intervir primeiro.
Liga-se um noticiário e vê-se uma guerra ou golpe de estado e o povo diz logo: “Pretos, só querem armas na mão”. Embora eles não estejam isentos de culpas, esquecem-se é de ver quem está por trás disso e que ganha imenso dinheiro com essas situações fomentando-as.

Mas, humanos ou animais, uns e outros merecem pelo menos que se digam algumas palavras e se denuncie, porque ainda há demasiada gente que não sabe o que realmente se passa com uns e outros e se deixa levar na espuma dos dias como carneirada que prefere consumir fast food informativa. Mas tudo isso já são outros 30 que dava pano para mangas.

PS: se gostas de animais, tens alguns e os tratas bem, tens todo o meu apreço. Tomara que muitos fizessem o mesmo.[;)]
 
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O vídeo é muito bom e já o conhecia. E a frase final que colocas diz tudo, embora haja quem não se aperceba.
Mas se gostas de ver o outro lado que não passa dos telejornais nem nos horários nobres dos canais generalistas que entopem as mentes das pessoas com novelas, concursos e futebóis, então vê os programas “Observatório do mundo” e “60 minutos” na SIC Notícias e TVI24, que são os melhores e mais cristalinos programas televisivos a nível planetário.

Realmente, nesse e noutros programas existe algo em comum – o ser humano. E, sim, tens razão, ele não faz mal só aos animais, mas a ele próprio.
Se tens acompanhado as minhas participações como referes, já deves ter-te apercebido que questões relativas aos direitos humanos fazem parte da minha doutrina ideológica pela qual me bato não só aqui como na minha vida no dia-a-dia.

Mas acontece que este é um tópico sobre animais, pelo que aqui chamo a atenção para as m3rds que são feitas aos animais, enquanto noutros tópicos realço a trampa que vamos fazendo uns aos outros (e como já deves ter reparado, também muitas vezes o people não está para ouvir).
Se queres que te diga, já tive mais pena das pessoas do que tenho hoje, porque elas são seres mais pensantes e racionais (not) e têm algum poder de escolha, mas deixam-se manipular facilmente. Os animais, não, e são levados pela sua inocência.

No global, uns e outros merecem-me o maior respeito e compaixão, e se queres que te diga, cá por casa já pensámos em abandonar tudo e partirmos para áfrica onde nascemos e fazermos alguma diferença. Mas com alguma cobardia acomodámo-nos e deixámo-nos estar, como tantos outros.
E porquê?
Talvez porque vendo the big picture não é possível ignorar as redes de interesses que se movem em redor numa esfera mais elevada e que manipulam os peões a seu belo prazer, fazendo com que tudo de um dia para o outro se transforme em nada. Aí deveria ser onde intervir primeiro.
Liga-se um noticiário e vê-se uma guerra ou golpe de estado e o povo diz logo: “Pretos, só querem armas na mão”. Embora eles não estejam isentos de culpas, esquecem-se é de ver quem está por trás disso e que ganha imenso dinheiro com essas situações fomentando-as.

Mas, humanos ou animais, uns e outros merecem pelo menos que se digam algumas palavras e se denuncie, porque ainda há demasiada gente que não sabe o que realmente se passa com uns e outros e se deixa levar na espuma dos dias como carneirada que prefere consumir fast food informativa. Mas tudo isso já são outros 30 que dava pano para mangas.

PS: se gostas de animais, tens alguns e os tratas bem, tens todo o meu apreço. Tomara que muitos fizessem o mesmo.[;)]

Tou no telemóvel e não tou a conseguir fazer bold.
Mas quando falas nos pretos de armas na mão, e não se ver o que esta por trás, basta ver o que se passa agora na Guiné... DROGA. Quem fala nisso? Quase ninguém.
Tenho um amigo da Guiné e ele tem me contado com cada história...

Sim tens razão, é um tópico de animais, a minha observação veio do contexto da nossa troca de ideias, mas não tinha nenhum ataque, alias penso que a interpretaste bem, com o intuito que teve ;)

Vá grande abraço
 
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