Concordo quando dizes que seria um complemento.
Segundo algumas pessoas parece que os C-130 seriam a solução para os problemas, quando na realidade o seu contributo seria parcial. Fariam mais serviço os Pumas se recuperados (se possivel)...
E já não é o primeiro C-130 que perdem. Penso ser um C-130 que se desintegrou literalmente aqui há uns anos. Obviamente que isto poderá acontecer a qualquer aeronave, já tivemos várias provas em Portugal com helis e dromadair.
60 minutos para carga só serve mesmo para estar parado abastecido, levantar ao minuto. Após isto não se pode contar com uma actuação regular deste meio. Outra hipótese que vejo é a sua utilização na defesa de localidades, em que este passe e consiga cobrir uma parte da frente de fogo. Algo que é necessário menos vezes no combate que a actuação normal.
Outra pergunta:
A velocidade mínima atingida (em segurança) pelo C-130 é compatível com a velocidade máxima a que deve ser efectuada uma descarga para ter o efeito pretendido?
Peço desculpa pela ausência de termos técnicos mas ao contrário dos incêndios aviação não é a minha "praia" [

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