Tópico dos aviões

A TAP ainda não se manifestou se muda algum dos 800 para 900 mas presumo que, neste momento, esse é o menor dos seus "problemas" e será algo que deverá ser visto pelo potencial novo dono.

Que eu saiba as 12 aeronaves que vêm para a TAP já são todas A350-900. Quanto ao A350-800, se vier a existir, nunca será tão bom quanto o 787-9!
 
se bem me lembro a tap ja converteu tudo para 900

ja agora creio que o 330 200 não esta a sofrer modificações

e não esqueçer que a airbus tem tambem o a400, super atrasado mas tem
 
olha que acho que compramos 12 cn295
quanto aos f16 estão ha venda e não esqueçer que pelo menos 1 ja caiu

ja agora comparar a guarda costeira norte americana com as nossas forças armadas é muito mal, porque gosta o pessoal de envergonhar as nossas forças armadas??
só eles tem mais navios e aviões e helis que portugal

Que disparate, sim, foram 12, nem sei onde fui buscar o 9!

Já cairam 2 F16.
 
Sim compramos 12 c-205 e 12 EH101, que têm basicamente as mesmas funções, ou seja missões SAR, transporte táctico, com as suas devidas diferenças é claro. Acabam no fim dependendo do ponto de vista e das missões por ou se complementar ou se substituir. Pessoalmente compreenderia o número de aeronaves adquiridas se por exemplo o c-295 fosse adquirido nas suas 3 versões, TTT/SAR, ASW e AEW&C e de forma a substituir os C212, P3 Orion e alguns C-130. Airbus Military | C295 Aliás já dei esta opinião neste mesmo tópico. Aí talvez 12 aeronaves seriam aceitáveis. Da forma como foram adquiridos acho que mais de 10 aeronaves um exagero. Da mesma forma acho que 12 EH 101 não seriam necessários, e que embora tenhamos escolhido um dos melhores helis, talvez um heli mais barato NH90 ou AW149 fossem suficientes, pois são melhores que o puma, que durante muitos anos cumpriu e muito bem a sua missão.

A quantidade de c-295 que compramos teve directamente ligada as contrapartidas no reforço de capital da EADS-CASA e construção da parte central da fuselagem do avião na OGMA
 
Compramos 12 c-295.Supostamente sete aeronaves militares configuradas para transporte táctico, mais cinco para vigilância e patrulha marítima.

Sim, 5 configurados para vigilância marítima, mas, se bem me recordo, apenas 3 kits de vigilância (julgo que o sistema é "roll on, roll off").
 
Que eu saiba as 12 aeronaves que vêm para a TAP já são todas A350-900. Quanto ao A350-800, se vier a existir, nunca será tão bom quanto o 787-9!
Mea culpa então. Tinha a ideia de que eles tinham encomendado inicialmente algum 800. Sim, este face ao 787-9 terá sempre um desempenho menos bom. O 787-9 tem tudo para ser um avião absolutamente formidável na sua performance.
 
se bem me lembro a tap ja converteu tudo para 900

ja agora creio que o 330 200 não esta a sofrer modificações

e não esqueçer que a airbus tem tambem o a400, super atrasado mas tem
A Airbus comunicou as alterações de MTOW para os 330-330, mas também há alterações nos 200. No entanto o grande destaque foi dado à versão 300 que nos dias que correm começa a ser a "estrela da companhia" deste formidável A330.

Airbus offers new 242 tonne A330 takeoff-weight capability to extend market coverage  | Airbus Press release
 
o nosso kit de c130 ja nem em condições esta
querem sempre usar os puma na missão mas depois la começam as bocas e vamos para os privados sempre
Pudera... aos anos arrumados a um canto, já devem ser é casa de muita espécie animal ...
 
Mea culpa então. Tinha a ideia de que eles tinham encomendado inicialmente algum 800. Sim, este face ao 787-9 terá sempre um desempenho menos bom. O 787-9 tem tudo para ser um avião absolutamente formidável na sua performance.

Pois o 787-9 vai ser, não tenho dúvidas, uma aeronave formidável! Ou a Airbus vai-me surpreender muito com o A350-900 (o que pessoalmente não acredito pois os números não mentem) ou o 787-9 vai ser também uma grande dôr de cabeça para o A350-900, além de ser um A350-800 killer. A minha convicção é que a capacidade extra dos A350-900 em muitas situações não vai compensar o custo superior de operação.
 
O estado terá sempre que recorrer a privados, agora realmente poderia recorrer menos do que o faz actualmente.

Será que o C-130 é realmente um meio de combate adaptado à nossa realidade de incêndios?
Qual o intervalo de tempo entre descargas?
Quantos locais em Portugal existem para este efectuar as manobras de scooping?
Qual a sua eficiência na aproximação ao incêndio (devido à orografia do terreno)?

Sim, é verdade que eficácia dos C130 no combate a incêndios em Portugal dependia muito do tipo e localização do incêndio. Mas seriam um complemento útil aos restantes meios aéreos, em especial quando as condições fossem favoráveis ao seu uso. De qualquer modo era/seria uma missão perigosa. Ainda recentemente a Guarda Aérea Nacional dos Estados Unidos perdeu um C130 e respectiva tripulação no combate a um incêndio.

O C130 abastece em terra, presumo que seja coisa para perto de 60 minutos (alguém aqui do fórum saberá melhor que eu). Os hidroavioes é que fazem scooping.
 
Isso já não te sei responder, a ultima vez que estive na BA6 foi na cerimónia dos Merlin, mas estavam no hangar dos C´s.

Mas o c cedeu o hangar aos merlim ali na zona da marinha e passou para os antigos hangares do p3 e que agora também é do cn295


Quanto há parte civil, parece que o 787 10 vai avançar
 
Bem este n deve ser o tópico certo, mas n achei outro, vou comprar hoje uma viagem pelo site da TAP há alguma hipótese de arranjar na net um código de promoção? Vale a pena chatear uma pessoa q têm uma agência de viagens, conseguem algum tipo de desconto para apenas uma passagem?

Obg
 
Sim, é verdade que eficácia dos C130 no combate a incêndios em Portugal dependia muito do tipo e localização do incêndio. Mas seriam um complemento útil aos restantes meios aéreos, em especial quando as condições fossem favoráveis ao seu uso. De qualquer modo era/seria uma missão perigosa. Ainda recentemente a Guarda Aérea Nacional dos Estados Unidos perdeu um C130 e respectiva tripulação no combate a um incêndio.

O C130 abastece em terra, presumo que seja coisa para perto de 60 minutos (alguém aqui do fórum saberá melhor que eu). Os hidroavioes é que fazem scooping.

Concordo quando dizes que seria um complemento.

Segundo algumas pessoas parece que os C-130 seriam a solução para os problemas, quando na realidade o seu contributo seria parcial. Fariam mais serviço os Pumas se recuperados (se possivel)...

E já não é o primeiro C-130 que perdem. Penso ser um C-130 que se desintegrou literalmente aqui há uns anos. Obviamente que isto poderá acontecer a qualquer aeronave, já tivemos várias provas em Portugal com helis e dromadair.

60 minutos para carga só serve mesmo para estar parado abastecido, levantar ao minuto. Após isto não se pode contar com uma actuação regular deste meio. Outra hipótese que vejo é a sua utilização na defesa de localidades, em que este passe e consiga cobrir uma parte da frente de fogo. Algo que é necessário menos vezes no combate que a actuação normal.

Outra pergunta:
A velocidade mínima atingida (em segurança) pelo C-130 é compatível com a velocidade máxima a que deve ser efectuada uma descarga para ter o efeito pretendido?

Peço desculpa pela ausência de termos técnicos mas ao contrário dos incêndios aviação não é a minha "praia" [;)]
 
o c130 deita calda, que actua como retardante, ou seja não seria bem para o incendio em si, mas para tentar que ele avançe mais lentamente
 
Concordo quando dizes que seria um complemento.

Segundo algumas pessoas parece que os C-130 seriam a solução para os problemas, quando na realidade o seu contributo seria parcial. Fariam mais serviço os Pumas se recuperados (se possivel)...

E já não é o primeiro C-130 que perdem. Penso ser um C-130 que se desintegrou literalmente aqui há uns anos. Obviamente que isto poderá acontecer a qualquer aeronave, já tivemos várias provas em Portugal com helis e dromadair.

60 minutos para carga só serve mesmo para estar parado abastecido, levantar ao minuto. Após isto não se pode contar com uma actuação regular deste meio. Outra hipótese que vejo é a sua utilização na defesa de localidades, em que este passe e consiga cobrir uma parte da frente de fogo. Algo que é necessário menos vezes no combate que a actuação normal.

Outra pergunta:
A velocidade mínima atingida (em segurança) pelo C-130 é compatível com a velocidade máxima a que deve ser efectuada uma descarga para ter o efeito pretendido?

Peço desculpa pela ausência de termos técnicos mas ao contrário dos incêndios aviação não é a minha "praia" [;)]

Na realidade a água (ou a calda retardante) devia ser um complemento do combate ao fogo. Idealmente os fogos florestais combatem-se de forma agressiva, retirando o combustível do terreno (sapadores, máquinas. etc) e utilizando a água como meio auxiliar. Infelizmente este tipo de combate exige treino e por vezes é mais arriscado do que ficar junto às vias de comunicação principais com auto-tanques à espera do fogo (procedimento que considero errado, mas também não sou eu que está a arriscar a pele a combater o fogo, por isso é fácil falar). Mas claro que, a montante de tudo isto, convinha era fazer prevenção a sério, o que frequentemente não acontece.

Naturalmente que a Guarda Aérea dos EUA (ANG) já terá perdido mais C130 neste tipo de missões. Mas o caso a que te referes, se for o que eu penso, foi de um C130A civíl que perdeu as asas devido a fadiga de material (ou seja, não foi um acidente que tenha tido directamente a ver com o combate ao fogo, ainda que tivesse ocorrido numa missão de combate a incêndios). Estou a falar deste acidente em concreto: Hercules C130 Strange Crash! - YouTube Na sequência deste e doutros acidentes o US Forest Service passou a ser muito mais exigente com as condições de aeronavegabilidade das aeronaves contratadas para o combate a fogos.

Acho que a velocidade máxima a que deve ser feita uma descarga depende muito das condições do fogo e da meteorologia local. Para além disso, a velocidade mínima da aeronave vai depender do seu peso e das condições topográficas do local.

Nos Estados Unidos normalmente utiliza-se calda retardante, mas, tanto quanto sei, nada invalida que o kit MAFFS (C130) seja abastecido com água, é apenas uma questão de preferência e custo.
 
o 777lr nunca vendeu muito, afinal de contas só funcionava mesmo para aquele nicho de mercado,mas o 900 não lhe toca, só o 900R mas creio que encomendas =0
o er esta morto, morreu sozinho, o irmão maior matou ele quando matou a familia do 340, e ainda feriu de morte o 747

O A330-300 é que acabou com o B772ER.
 
BMI Baby, the budget airline, will be grounded from September, with some routes being stopped from next month, owner IAG has announced.
BBC News - BMI Baby to be grounded by BA owner IAG


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The move by the owner of British Airways (BA), which bought BMI from Lufthansa last month, puts almost 500 jobs at risk.
IAG is still open to offers for BMI Baby, but expressed doubts last month that a buyer would be found.
The airline, based at East Midlands Airport, is losing about £25m a year
 
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