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É o C-17 que há um vídeo dele a aterrar e a fazer marcha-atrás e logo depois tornar a levantar num espaço curto de pista?
Um P3 Orion, certo?! Eu, pela foto, não consigo ver a que FA pertence. Um avião na onda do "old" and trusty.
Um P3 Orion, certo?! Eu, pela foto, não consigo ver a que FA pertence. Um avião na onda do "old" and trusty.
Imagens do avião suíço no Jornal da Noite da SIC | DNOTICIAS.PT
Não tinha conhecimento deste acidente...
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Por falar nos P3 Orion, como está a questão da renovação dos nossos?! Sempre avança? Lembro-me de ler qualquer coisa que íamos comprar uns mais modernos (ainda que em 2ª mão) que os que temos. Ou o upgrade irá ser feito nas OGMA?
Apesar de ser um avião com uma "base" antiga, os upgrades mantêm-no como do melhor que há para patrulha marítima, o que para um país como o nosso é de vital importância. Ainda assim, perante a crise da dívida soberana, percebe-se que este género de assunto fique em hold. Espero é que não se chegue ao cúmulo da frota de C130, em que se não forem feitos upgrades, se verão impedidos de voar a partir do próximo ano (foi uma notícia SIC).
Parece que aconteceu há dias atrás com um Iran Air...
Emergency landing without nose gear _ Iran Air - Tehran - YouTube
Fantástico.
Absolutamente fantástico.
Pareceu tão suave.
Incrível.
Esse Caravelle é Dinamarquês. Fica aqui uma fotografia de um Caravelle da SATA (não confundir com a "nossa" SATA):
Ver anexo 103608
Voltando um pouco atrás (não tenho andado por cá)...
Muito resumidamente, a situação da indústria aeronáutica comercial Russa centra-se no seguinte:
1 - Modelos obsoletos.
2 - Motores Russos existentes apresentam elevado consumo e manutenção frequente (logo cara). Alguns também não cumprem as normas de ruído.
3 - São necessários elevados investimentos para "quebrar o ciclo", embora se estejam a dar passos nesse sentido.
4 - Difícil situação financeira das fábricas que produzem os aviões e os componentes (ao contrário do ocidente, as empresas aeronáuticas apenas projectam os aviões, sendo estes depois construídos em fábrica(s) independentes da empresa projectista). Devido à falta de recursos financeiros, a maioria dessas fábricas perdeu a maior parte da mão-de-obra especializada e/ou não possui recursos económicos para adquiri matérias primas.
5 - Falta de experiência no design e manufactura de estruturas aeronáuticas com materiais leves de nova geração (como a fibra de carbono, por exemplo).
Como tal vai ser difícil (mas não impossível, claro) quebrar este ciclo vicioso, especialmente por que o mercado internacional é fortemente concorrencial, e já tem uma série de concorrentes solidamente implantados.
Existem uma série de novos modelos em produção e/ou em fase final de testes, como o Sukhoi Super Jet ou o Irkut MC-21, mas resta saber se vão cumprir as expectativas criadas no papel (o único que já entrou ao serviço, o Sukhoi Super Jet ainda não conseguiu atingir a performance anunciada). Quanto ao acordo entre a Ryanair e a Irkut, talvez seja uma forma de pressionar a Boeing e a Airbus para proporcionarem melhores condições à companhia. Mesmo não sendo, o MC-21 terá de cumprir aquilo que promete para ter sucesso no mercado.
EDIT: e já existe uma terceira potência na aviação comercial (kind off), a Embraer, principalmente com os E-jets (Embraer 170, 175, 190 e 195).