Tópico dos aviões

A bitola actual... o A380 é bom, o resto é m...au. Se ignorarmos o A380, os A340/330 são os melhorzinhos, o 747 o piorzinho (não experimentei 787 nem A350).Quanto às operadoras em si, acho que qualquer middle-eastern mete as europeias a um canto, mas não tenho muita experiência (é só o que leio por aqui). Entre as que conheço bem (TAP, Lufthansa, KLM, Air France, United) são todas mais ou menos o mesmo. Umas têm a comida melhor, outras têm snacks disponíveis o voo todo, outras oferecem uma toalhita refrescante, etc.

Não acho que o A380 ofereça um nível de conforto notoriamente diferente dos A330/340. Depende muito mais da configuração da cabine que cada companhia tem.O tão apregoado silêncio a bordo do A380 basicamente só se nota na descolagem...E nos A330/340 sempre se apanha um layout bem mais simpático 2-4-2.

Mesmo a menor pressão da cabine 787 (A350 também) há relatos contraditórios sobre sentir-se menos o jetlag...

De qualquer modo a tendência actual é contraditória: em vários aspectos -pelo menos para o passageiro de económica- a experiência dos novos aparelhos representa um retrocesso. O caso paradigmático são os 787 da BA que estão sob uma chuva de críticas e reclamações ao ponto dos próximos virem com cabines alteradas...pelos vistos desceu-se a um nível de "conforto lowcost" demasiado para viagens intercontinentais.
E realmente o 3-3-3 naquela cabine condiciona muita coisa.

A meu ver o lowcost de longo curso não é uma novidade. Na prática, existe há anos sob a forma de voos charter.

Em ligações regulares já houve várias tentativas e quase todas falharam porque não se consegue maximizar a rotação/utilização dos aparelhos e a overnight das tripulações. Agora mais recentemente temos a Norwegian como expoente da coisa utilizando o 787. Há alguns anos falava-se nos 853 lugares (ou lá o que é) do single class A380 que nenhuma companhia resolveu encomendar (mentira, a Air Austral encomendou 2 com essa configuração e entretanto cancelou).

Porque as próprias companhias tradicionais estão crescentemente a tornar o seu serviço de económica em algo lowcost. Já em várias se paga para selecionar o lugar, deixaram de oferecer "mimos" como eyeshades ou earplugs ou reduzem o número de snacks, refeições a bordo ou self-service bar. E não me admira que dentro em pouco tempo que se comece a pagar a bagagem de porão (tal como já acontece no médio curso). Já nem falo no pagamento de "extras obrigatórios" como taxas de cartão e afins...

Também vemos regularmente tarifas de longo curso em companhias como a KLM/AF ou a Iberia/BA entre os 400 e 500€ i/v para destinos muitas vezes >8-10h de voo! Não são propriamente um raridade. Mesmo companhias do médio oriente (tidas como oferecendo um melhor serviço mesmo em económica) têm preços muito atractivos (não em Portugal). Checkem os preços da Emirates em Espanha, por exemplo.

E com os preço do barril de crude, só companhias que se meteram em mau fuel hedging não vão conseguir baixar as tarifas nos próximos tempos (ou vão fazê-lo com prejuízo). Parece-me que vamos voltar a 2009-2010 em que se voava para NY na TAP a 399€ [:cool:]

Por outro lado, outra tendência da indústria é uma maior aposta na classe "Economy Premium", que neste momento depende ainda muito de companhia para companhia e vai desde:
- simplesmente um pouco mais espaço de pernas
a
- maior largura/reclinação/assento diferente e layout cabine mais favorável (2-3-2 vs 2-4-2 ou 2-4-2 vs 3-4-3) + ecrã IFE maior + amenity kit + 2 itens bagagem de porão e prioridade na recolha + acesso Lounge, tentando uma experiência "semi-bussiness".

Até porque o padrão da Business Class passou a ser o lieflat seat/cama, estando agora a começar a febre do "acesso ao corredor" em todos os lugares...
 
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Chega a ser impressionante como alguns aviões em conjunto com certas condições climatéricas chegam a ser ouvidos bem longe.

Ainda agora estava a ouvir um dentro de casa... por curiosidade fui ao FR24 e já ia a mais de 30km de distância e mais de 10.000m de altitude. Já não é a primeira vez que verifico isso. Mesmo considerando o "delay" da velocidade do som, não deixa de ser interessante.
 
vocês já viram a grande loucura que os políticos querem fazer na segunda circular de Lisboa ?

tanto os pilotos como o instituto de segurança aérea alertaram para o grande perigo de existirem 8000 árvores, é uma atracção para os pássaros...
 
Ontem estava a ver um programa de engenharias falhadas e deparo-me com isto:
235DED9700000578-2843881-image-19_1416569740659.jpg

Inacreditável, desconhecia por completo tal aeroporto [:D]
Mas pelos vistos já estão a construir um túnel para acabar com os engarrafamentos de duas horas! A moda por lá é tirar selfies no meio da pista [:cool:]
 
Ontem estava a ver um programa de engenharias falhadas e deparo-me com isto:
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Inacreditável, desconhecia por completo tal aeroporto [:D]
Mas pelos vistos já estão a construir um túnel para acabar com os engarrafamentos de duas horas! A moda por lá é tirar selfies no meio da pista [:cool:]

Não é bem um engenharia falhada, é um problema de espaço, Gibraltar é mínimo e metade é um penhasco, para al´me que a proximidade de água tem problemas grandes em túneis.

Já ai passei. [kiss]
 
Eu sei que não é bem uma engenharia falhada, mas vi num programa com esse título. Inclusive a pista teve de ser alargada para dentro do mar para caber minimamente. Os túneis que estão a fazer são tipo caixas, e tem de ter bombas 24/7 a tirar água.
Apenas achei mega curioso, achava impensável tal coisa, já achava aquele aeroporto ao lado da praia uma maluquice mas isto bate os recordes todos eheh.
 
Aeroportos "marados" tens também o da Ilha de Saba, em que a aproximação é feita quase a 90º com a pista e depois há a "pequena" questão da pista ter apenas 400m de comprimento e ser, supostamente, o aeroporto comercial com a pista mais curta do mundo.

SABA1.jpg



Depois tens a pista de Matekane no Lesoto que acaba no nada.

91_full.jpg


Ou o aeroporto de Barra na Escócia... que é uma praia. [:D]

natgeo_07.JPG



O Já aqui muito falado de Courchevel em França.



Courchevel-airport.jpg
 
Em Macau foi construída uma ilha de propósito para o aeroporto, ou o aeroporto é uma ilha artificial. Isto à volta dos inícios do ano 2000.

Macau_International_Airport_aerial_view.png


Penso que deve ser este que me falou na altura um professor que deu aulas em Macau.
 
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Em Macau foi construída uma ilha de propósito para o aeroporto, ou o aeroporto é uma ilha artificial. Isto à volta dos inícios do ano 2000.

Macau_International_Airport_aerial_view.png


Penso que deve ser este que me falou na altura um professor que deu aulas em Macau.

Isso entretanto já se vulgarizou, o de Hong Kong também é assim e há mais uma meia dúzia no Japão. Quando não há espaço constrói-se na água.
 
Aeroportos "marados" tens também o da Ilha de Saba, em que a aproximação é feita quase a 90º com a pista e depois há a "pequena" questão da pista ter apenas 400m de comprimento e ser, supostamente, o aeroporto comercial com a pista mais curta do mundo.
(...)

Sao mais dois para a lista, ja me pousei nos 2 ultimos da lista
1 deles:

 
A água tem uma particularidade muito interessante para a construção de aeroportos. É plana!

O caso do aeroporto da Madeira apesar de não ser totalmente dentro de água, foi o espaço mais indicado para a construção do aeroporto, precisamente devido ao seu relevo. Já se sabia, por outro lado, que era um mau local devido aos ventos tradicionais naquela zona da Ilha. Fica bastante próximo da ponta de s. Lourenço que quem conhece sabe que é ventosa e inóspita.

O problema da construção de aeroportos em ilhas é muito frequente deparar-se com a questão do relevo. Já nos Açores isso acontece. Os locais mais planos e, ou, mais favoráveis à construção dos aeroportos acabam por ser próximo do mar.
 
novidades por email:

A nova TAP é uma realidade.

Anunciamos-lhe hoje um conjunto de novidades muito importante para a empresa e todos os seus Clientes.

A concretização da renovação da frota da PGA é agora uma realidade e, até ao final de junho, a TAP vai receber oito novos aviões ATR72 e nove aeronaves Embraer 190, o que permitirá aumentar os níveis de conforto e um crescimento de 47% dos lugares oferecidos e uma poupança significativa dos consumos de combustível.

Eis que surge a marca TAP Express, ao serviço da qual a nova frota vai voar, que substitui a designação Portugália PGA Airlines.

Anunciamos ainda a criação da “Ponte Aérea”, que vai unir o Porto a Lisboa com voos “a toda a hora” e preços muito competitivos, num total de 16 ligações diárias em ambos os sentidos, que permitem uma ligação otimizada à operação do hub de Lisboa com fácil acesso a toda a rede de destinos TAP.

A TAP vive dias históricos e os investimos em curso incluem a encomenda de 53 novos aviões, 60 milhões de euros na modernização dos interiores da atual frota, 11 milhões na introdução de dispositivos sharklet em 12 aviões da família A320, 2 milhões numa nova plataforma digital de reservas ou ainda o aumento e renovação total da frota PGA vão permitir à TAP encarar o futuro com toda a confiança e melhorar o seu resultado operacional em 60 milhões por ano.
 
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