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que parte da aglomeração gramatical não percebeste utilizar o Pretérito Perfeito do indicativo para assinalar um facto já ocorrido ou concluído?
"eu sempre pensei...(...)"
Já só falta justificar o "sempre" e o porquê.[
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que parte da aglomeração gramatical não percebeste utilizar o Pretérito Perfeito do indicativo para assinalar um facto já ocorrido ou concluído?
"eu sempre pensei...(...)"
Obrigado. És desta zona?Em www.maisgasolina.com na pesquisa no topo do mapa escreve lá Giesta, Maia []
Já só falta justificar o "sempre" e o porquê.[]
sem problema justificativo.....que não seja por isso
A utilização da palavra "sempre" deriva da necessidade de atribuir uma certa coerência ao texto, embora seja facilmente deduzida pela relação entre o meu pensamento talvez falacioso e os vernáculos exprimidos, a não utilização daquela palavra não encontra sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito associados ao meu pensamento. É da minha competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a que um interpretante reconheça de imediato a coerência do discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária.
A palavra "sempre" possibilita ainda que eu não tenha que descrever a pluralidade de situações a que ela se refere, mostrando-nos que não é necessário retomar elementos de enunciados anteriores para conseguir coerência textual entre as frases, sendo que reduz os acontecimentos plurais a um denominador comum e recupera a unidade interpretativa.
Todavia, a coerência de um texto dependendo obviamente da continuidade de sentidos entre os elementos descritos e inscritos no texto, não se esgota ai, já que a fronteira entre um texto coerente e um texto incoerente depende exclusivamente da competência textual do leitor para decidir sobre essa continuidade fundamental que deve presidir à construção de um enunciado. Dessa forma a coerência e a incoerência revelam-se não directa e superficialmente no texto mas indirectamente por acção da leitura desse texto. As condições em que esta leitura/audição ocorre e o contexto de que depende o enunciado determinam também o nível de coerência reconhecido.
dai eu ter dito "sempre".....,
fácil
[
]
dai eu ter dito "sempre".....,
pois, mas isso já é mais subjectivo de analisar, ou pelo menos mais dificil, porque varia de país para país a carga que atribuem a cada combustivel, nalguns países um combustivel pode ser vendido a baixo do preço de custo, sendo que outro combustivel é vendido caro para compensar o outro.
sem problema justificativo.....que não seja por isso
A utilização da palavra "sempre" deriva da necessidade de atribuir uma certa coerência ao texto, embora seja facilmente deduzida pela relação entre o meu pensamento talvez falacioso e os vernáculos exprimidos, a não utilização daquela palavra não encontra sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito associados ao meu pensamento. É da minha competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a que um interpretante reconheça de imediato a coerência do discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária.
A palavra "sempre" possibilita ainda que eu não tenha que descrever a pluralidade de situações a que ela se refere, mostrando-nos que não é necessário retomar elementos de enunciados anteriores para conseguir coerência textual entre as frases, sendo que reduz os acontecimentos plurais a um denominador comum e recupera a unidade interpretativa.
Todavia, a coerência de um texto dependendo obviamente da continuidade de sentidos entre os elementos descritos e inscritos no texto, não se esgota ai, já que a fronteira entre um texto coerente e um texto incoerente depende exclusivamente da competência textual do leitor para decidir sobre essa continuidade fundamental que deve presidir à construção de um enunciado. Dessa forma a coerência e a incoerência revelam-se não directa e superficialmente no texto mas indirectamente por acção da leitura desse texto. As condições em que esta leitura/audição ocorre e o contexto de que depende o enunciado determinam também o nível de coerência reconhecido.
dai eu ter dito "sempre".....,
fácil
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pois, mas isso já é mais subjectivo de analisar, ou pelo menos mais dificil, porque varia de país para país a carga que atribuem a cada combustivel, nalguns países um combustivel pode ser vendido a baixo do preço de custo, sendo que outro combustivel é vendido caro para compensar o outro.
eu sempre pensei, e isto talvez ingenuamente, que o GPL por necessitar de menos petroleo (pode ser falácia isto) era menos dependente do que a gasolina ou o gasoleo!
mas eu sou um leigo em matéria petrolifera, portanto se dizem que é ao contrário, eu fico em standby até ter a certeza![]
Não concordo.
Objectivamente e pelos dados que o outro user apresentou e impostos à parte, se do mesmo barril de petróleo se tira mais gasolina do que outro combustível qualquer então a gasolina é o mais barato.
Isso só vem justificar que quando se diz que à saida da refinaria a gasolina é mais barata que o gasoleo de facto é verdade. De cada barril de petroleo consegue-se maior quantidade de gasolina. Para ter a mesma quantidade de gasoleo necessitamos de mais petroleo, de GPL ainda necessitamos de mais petroleo.
O GPL tem o preço que tem em Portugal por vários motivos, um deles é a sua procura quando comparada com os restantes (diesel e gasolina) ser muito pouca, por outro lado a carga fiscal é muito mais baixa.
Se o ISP sobre o GPL fosse igual ao que é aplicado à gasolina e o consumo fosse ao mesmo nível, não tenho dúvidas que o PVP teria de ser superior, isto analisando só os custos de produção. E não metendo na equação a sintese de GPL a partir de GN.
Portanto parece-me bem objectivo que impostos à parte custa mais o GPL do que os outros. Depois entra nas contas o factor mercado, mais procura maior preço, isso é inevitável. Com isto acho que quem pode ter carro a GPL que aproveite e bem, neste momento é uma exclente alternativa.
Meu caro se de um barril inteiro (42 galoes) só consegues tirar 1,5 galoes de GPL ele não precisa de menos petroleo , precisa de mais
está explicado porque as marcas não consideram o GPL como alternativa (eu não tinha realizado isto ainda) é um combustivel extremamete caro e raro, não pode ser massificado.
Tb não é bem assim. Para começar, praticamente não necessita de refinação. Para além disso, pode ser igualmente obtido através do GN, que é uma fonte energética bem mais abundante que o petróleo (e quem diz GN, diz o renovavel biogás, uma vez que o seu componente principal - Metano - se encontra presente em ambos).[]
eu sempre pensei, e isto talvez ingenuamente, que o GPL por necessitar de menos petroleo (pode ser falácia isto) era menos dependente do que a gasolina ou o gasoleo!
Para além disso, pode ser igualmente obtido através do GN, que é uma fonte energética bem mais abundante que o petróleo (e quem diz GN, diz o renovavel biogás, uma vez que o seu componente principal - Metano - se encontra presente em ambos).[]
Meu caro se de um barril inteiro (42 galoes) só consegues tirar 1,5 galoes de GPL ele não precisa de menos petroleo , precisa de mais
Não pode, não. GPL é uma mistura de butano e propano. O biogás tem ZERO desses dois. O gás natural, esse sim tem uma percentagem de butano/propano. Daí se poder tirar GPL dele.
Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Biogas
http://en.wikipedia.org/wiki/Natural_gas