Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Tópico dos Combustiveis - Todas as Informações/Dúvidas

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Já só falta justificar o "sempre" e o porquê.[;)]

sem problema justificativo.....que não seja por isso

A utilização da palavra "sempre" deriva da necessidade de atribuir uma certa coerência ao texto, embora seja facilmente deduzida pela relação entre o meu pensamento talvez falacioso e os vernáculos exprimidos, a não utilização daquela palavra não encontra sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito associados ao meu pensamento. É da minha competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a que um interpretante reconheça de imediato a coerência do discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária.

A palavra "sempre" possibilita ainda que eu não tenha que descrever a pluralidade de situações a que ela se refere, mostrando-nos que não é necessário retomar elementos de enunciados anteriores para conseguir coerência textual entre as frases, sendo que reduz os acontecimentos plurais a um denominador comum e recupera a unidade interpretativa.

Todavia, a coerência de um texto dependendo obviamente da continuidade de sentidos entre os elementos descritos e inscritos no texto, não se esgota ai, já que a fronteira entre um texto coerente e um texto incoerente depende exclusivamente da competência textual do leitor para decidir sobre essa continuidade fundamental que deve presidir à construção de um enunciado. Dessa forma a coerência e a incoerência revelam-se não directa e superficialmente no texto mas indirectamente por acção da leitura desse texto. As condições em que esta leitura/audição ocorre e o contexto de que depende o enunciado determinam também o nível de coerência reconhecido.

dai eu ter dito "sempre".....,



fácil

:rolleyes: [:)]
 
sem problema justificativo.....que não seja por isso

A utilização da palavra "sempre" deriva da necessidade de atribuir uma certa coerência ao texto, embora seja facilmente deduzida pela relação entre o meu pensamento talvez falacioso e os vernáculos exprimidos, a não utilização daquela palavra não encontra sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito associados ao meu pensamento. É da minha competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a que um interpretante reconheça de imediato a coerência do discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária.

A palavra "sempre" possibilita ainda que eu não tenha que descrever a pluralidade de situações a que ela se refere, mostrando-nos que não é necessário retomar elementos de enunciados anteriores para conseguir coerência textual entre as frases, sendo que reduz os acontecimentos plurais a um denominador comum e recupera a unidade interpretativa.

Todavia, a coerência de um texto dependendo obviamente da continuidade de sentidos entre os elementos descritos e inscritos no texto, não se esgota ai, já que a fronteira entre um texto coerente e um texto incoerente depende exclusivamente da competência textual do leitor para decidir sobre essa continuidade fundamental que deve presidir à construção de um enunciado. Dessa forma a coerência e a incoerência revelam-se não directa e superficialmente no texto mas indirectamente por acção da leitura desse texto. As condições em que esta leitura/audição ocorre e o contexto de que depende o enunciado determinam também o nível de coerência reconhecido.

dai eu ter dito "sempre".....,



fácil

:rolleyes: [:)]

Tu não existes [:D][:D][:D][:)]
 
pois, mas isso já é mais subjectivo de analisar, ou pelo menos mais dificil, porque varia de país para país a carga que atribuem a cada combustivel, nalguns países um combustivel pode ser vendido a baixo do preço de custo, sendo que outro combustivel é vendido caro para compensar o outro.

Não concordo.

Objectivamente e pelos dados que o outro user apresentou e impostos à parte, se do mesmo barril de petróleo se tira mais gasolina do que outro combustível qualquer então a gasolina é o mais barato.

Isso só vem justificar que quando se diz que à saida da refinaria a gasolina é mais barata que o gasoleo de facto é verdade. De cada barril de petroleo consegue-se maior quantidade de gasolina. Para ter a mesma quantidade de gasoleo necessitamos de mais petroleo, de GPL ainda necessitamos de mais petroleo.

O GPL tem o preço que tem em Portugal por vários motivos, um deles é a sua procura quando comparada com os restantes (diesel e gasolina) ser muito pouca, por outro lado a carga fiscal é muito mais baixa.

Se o ISP sobre o GPL fosse igual ao que é aplicado à gasolina e o consumo fosse ao mesmo nível, não tenho dúvidas que o PVP teria de ser superior, isto analisando só os custos de produção. E não metendo na equação a sintese de GPL a partir de GN.

Portanto parece-me bem objectivo que impostos à parte custa mais o GPL do que os outros. Depois entra nas contas o factor mercado, mais procura maior preço, isso é inevitável. Com isto acho que quem pode ter carro a GPL que aproveite e bem, neste momento é uma exclente alternativa.
 
Última edição:
sem problema justificativo.....que não seja por isso

A utilização da palavra "sempre" deriva da necessidade de atribuir uma certa coerência ao texto, embora seja facilmente deduzida pela relação entre o meu pensamento talvez falacioso e os vernáculos exprimidos, a não utilização daquela palavra não encontra sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito associados ao meu pensamento. É da minha competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a que um interpretante reconheça de imediato a coerência do discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária.

A palavra "sempre" possibilita ainda que eu não tenha que descrever a pluralidade de situações a que ela se refere, mostrando-nos que não é necessário retomar elementos de enunciados anteriores para conseguir coerência textual entre as frases, sendo que reduz os acontecimentos plurais a um denominador comum e recupera a unidade interpretativa.

Todavia, a coerência de um texto dependendo obviamente da continuidade de sentidos entre os elementos descritos e inscritos no texto, não se esgota ai, já que a fronteira entre um texto coerente e um texto incoerente depende exclusivamente da competência textual do leitor para decidir sobre essa continuidade fundamental que deve presidir à construção de um enunciado. Dessa forma a coerência e a incoerência revelam-se não directa e superficialmente no texto mas indirectamente por acção da leitura desse texto. As condições em que esta leitura/audição ocorre e o contexto de que depende o enunciado determinam também o nível de coerência reconhecido.

dai eu ter dito "sempre".....,



fácil

:rolleyes: [:)]


Paulo, isso parecia tirado do dicionário "Manuel Machadez" [:D]
 
pois, mas isso já é mais subjectivo de analisar, ou pelo menos mais dificil, porque varia de país para país a carga que atribuem a cada combustivel, nalguns países um combustivel pode ser vendido a baixo do preço de custo, sendo que outro combustivel é vendido caro para compensar o outro.



eu sempre pensei, e isto talvez ingenuamente, que o GPL por necessitar de menos petroleo (pode ser falácia isto) era menos dependente do que a gasolina ou o gasoleo!

mas eu sou um leigo em matéria petrolifera, portanto se dizem que é ao contrário, eu fico em standby até ter a certeza![;)]


Meu caro se de um barril inteiro (42 galoes) só consegues tirar 1,5 galoes de GPL ele não precisa de menos petroleo , precisa de mais
 
Não concordo.

Objectivamente e pelos dados que o outro user apresentou e impostos à parte, se do mesmo barril de petróleo se tira mais gasolina do que outro combustível qualquer então a gasolina é o mais barato.

Isso só vem justificar que quando se diz que à saida da refinaria a gasolina é mais barata que o gasoleo de facto é verdade. De cada barril de petroleo consegue-se maior quantidade de gasolina. Para ter a mesma quantidade de gasoleo necessitamos de mais petroleo, de GPL ainda necessitamos de mais petroleo.

O GPL tem o preço que tem em Portugal por vários motivos, um deles é a sua procura quando comparada com os restantes (diesel e gasolina) ser muito pouca, por outro lado a carga fiscal é muito mais baixa.

Se o ISP sobre o GPL fosse igual ao que é aplicado à gasolina e o consumo fosse ao mesmo nível, não tenho dúvidas que o PVP teria de ser superior, isto analisando só os custos de produção. E não metendo na equação a sintese de GPL a partir de GN.

Portanto parece-me bem objectivo que impostos à parte custa mais o GPL do que os outros. Depois entra nas contas o factor mercado, mais procura maior preço, isso é inevitável. Com isto acho que quem pode ter carro a GPL que aproveite e bem, neste momento é uma exclente alternativa.


está explicado porque as marcas não consideram o GPL como alternativa (eu não tinha realizado isto ainda) é um combustivel extremamete caro e raro, não pode ser massificado.
 
está explicado porque as marcas não consideram o GPL como alternativa (eu não tinha realizado isto ainda) é um combustivel extremamete caro e raro, não pode ser massificado.

Tb não é bem assim. Para começar, praticamente não necessita de refinação. Para além disso, pode ser igualmente obtido através do GN, que é uma fonte energética bem mais abundante que o petróleo (e quem diz GN, diz o renovavel biogás, uma vez que o seu componente principal - Metano - se encontra presente em ambos).[;)]
 
Tb não é bem assim. Para começar, praticamente não necessita de refinação. Para além disso, pode ser igualmente obtido através do GN, que é uma fonte energética bem mais abundante que o petróleo (e quem diz GN, diz o renovavel biogás, uma vez que o seu componente principal - Metano - se encontra presente em ambos).[;)]

Bem repara, há veiculos movidos a GN.

Não é mais fácil usar logo GN em vez de ir sintetizar GPL, para se obter GPL ?

Acho que percebi que o GN é um gaz composto, falas em conter metano . . . Seja como for se queimarmos directamente GN não gastamos energia a produzir GPL . . .
 
eu sempre pensei, e isto talvez ingenuamente, que o GPL por necessitar de menos petroleo (pode ser falácia isto) era menos dependente do que a gasolina ou o gasoleo!

Bom, bem vistas as coisas, como o GPL pode tb ser tirado do gás natural, acaba por efectivamente depender menos do barril. Lá está... o nome "gás de petróleo liquefeito" engana. Nem sempre vem do petróleo. (Eu pensava que sim..)
 
Para além disso, pode ser igualmente obtido através do GN, que é uma fonte energética bem mais abundante que o petróleo (e quem diz GN, diz o renovavel biogás, uma vez que o seu componente principal - Metano - se encontra presente em ambos).[;)]

Não pode, não. GPL é uma mistura de butano e propano. O biogás tem ZERO desses dois. O gás natural, esse sim tem uma percentagem de butano/propano. Daí se poder tirar GPL dele.

Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Biogas
http://en.wikipedia.org/wiki/Natural_gas
 
Meu caro se de um barril inteiro (42 galoes) só consegues tirar 1,5 galoes de GPL ele não precisa de menos petroleo , precisa de mais

isso já percebi, apesar de anteriormente desconhecer, mas ainda não compreendo então porque é que certos governos fazem este joguinho ......., que tipo de estratégia andam eles a magicar?

"O primeiro ministro autraliano John Howard anunciou medidas de um plano mais vasto para diminuir os efeitos nocivos da excessiva dependência energética do petróleo. Entre elas avulta o financiamento da conversão dos veículos para o gás liquefeito, GPL"

:confused:
 
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