Topico dos Crash-Tests ⚠️Euroncap- 10/10/2026

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Não politizes este tópico também, por amor de Deus!!! :sh):sh)

É a verdade dos factos, foram as políticas dos governos brasileiros que fizeram com que os automóveis fabricados no país (e muitas outras coisas) sejam inferiores em relação ao resto do Mundo.

E está aqui um caso bem evidente, este problema do Brasil é mais do que conhecido.
 
Este problema já é muito antigo e afeta todas as marcas, apesar de estarem neste tópico a tentar a odiar Renault:

Carros brasileiros são mais letais
[SUB][/SUB]
Os automóveis fabricados no Brasil possuem soldos fracos, escassos recursos de segurança e materiais inferiores, se comparados a modelos feitos para americanos e europeus​




Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/empresas/industria/2013-05-13/carros-brasileiros-sao-mais-letais.html


Vê se entendes de uma vez uma coisa. Eu não embirro com Ranhôs, Dacias,etc..., embirro com estas jogadas de markting e poupanças e pseudo low cost à custa, da segurança e da vida das pessoas.
A Renault se quisesse, tinha forma de no Brasil fazer um carro igual ao Sandero europeu, aliás pegam nos projetos europeus e retiram reforços estruturais, equipamento,etc...

Se na decada de 50 até a URSS conseguiu copiar o Concorde, através de por exemplo contrabandear em micro filmes dentro de pastas de dentes, os planos do Concorde não venhas com histórias de que, os brasileiros não têm acesso aos planos dos componentes mais avançados. A Renault que invista nas fábricas brasileiras tal como, e eu que nem gosto da VW, fez em Portugal com a Autoeuropa.

Eu também critico por exemplo a Opel e a Peugeot, por não oferecerem de serie um encosto de cabeça no lugar central traseiro nos novos Corsa e 208

O que eu critico em relação À Ranhô e à Dacia é, para conseguirem ser low cost cortarem no desenvolvimento/equipamento de segurança ativo e passivo que fazem.

Agora se preferes andar num Ford Pinto, com o seu tanque de combustível explosívo, ou num Corvair com o seu eixo traseiro traiçuouso, ou num GM que tinha um canhão de ignição defeituoso, em que ao mínimo balanço a chave desligava a ignição, é contigo.
 
Vou dar mais alguns exemplos, Mazda 2 - 2 estrelas; Peugeot 208 - 2 estrelas, Nissan March/Micra - 2 estrelas; Kia Rio - 2 estrelas; Ford Ka - 0 estrelas.


No Brasil a realidade é assim infelizmente. Estar a bater numa marca não faz sentido (faria sentido se a marca se recusasse a melhorar a segurança, mas já a melhorou) até porque o Sandero é um bom veículo para o que custa e permite que muitas famílias brasileiras tenham um carro novo, económico, fiável e espaçoso por um preço muito bom. E parece que as coisas estão a melhorar porque o novo Chevrolet Onix 2019 teve 5 estrelas, esperemos que as restantes marcas sigam os passos da GM e tenham pelo menos no mínimo 3 estrelas nos novos modelos.


Se achas que o que a Renault fez foi melhoria, vou ali e já venho...Pior só a Skoda e a Toyota que nada fizeram quando o Euroncap descobriu que, no Roomster e no Rav 4, os cabos da bateria ficavam danificados e que poderia colocar em causa, o acionamento dos airbags e pré-tensores
 
Vê se entendes de uma vez uma coisa. Eu não embirro com Ranhôs, Dacias,etc..., embirro com estas jogadas de markting e poupanças e pseudo low cost à custa, da segurança e da vida das pessoas.
A Renault se quisesse, tinha forma de no Brasil fazer um carro igual ao Sandero europeu, aliás pegam nos projetos europeus e retiram reforços estruturais, equipamento,etc...

Se na decada de 50 até a URSS conseguiu copiar o Concorde, através de por exemplo contrabandear em micro filmes dentro de pastas de dentes, os planos do Concorde não venhas com histórias de que, os brasileiros não têm acesso aos planos dos componentes mais avançados. A Renault que invista nas fábricas brasileiras tal como, e eu que nem gosto da VW, fez em Portugal com a Autoeuropa.

Eu também critico por exemplo a Opel e a Peugeot, por não oferecerem de serie um encosto de cabeça no lugar central traseiro nos novos Corsa e 208

O que eu critico em relação À Ranhô e à Dacia é, para conseguirem ser low cost cortarem no desenvolvimento/equipamento de segurança ativo e passivo que fazem.

Agora se preferes andar num Ford Pinto, com o seu tanque de combustível explosívo, ou num Corvair com o seu eixo traseiro traiçuouso, ou num GM que tinha um canhão de ignição defeituoso, em que ao mínimo balanço a chave desligava a ignição, é contigo.





Se as marcas quisessem todos os seus carros teriam 5 estrelas. Mas teriam de ser carros muito mais caros. Não perceber isto é fundamentalismo.

Um Kwid tem 0 estrelas na Índia, no Brasil tem 3 estrelas. Agora pensa lá porquê. O Kwid indiano custa 3000€, o brasileiro custa quase o dobro. Tudo se resume a custos.

Um Kwid com 0 estrelas é muito mais seguro do que os veículos com os quais o Kwid compete, que são coisas como isto:

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O teu problema é que não conheces a realidade de um país do terceiro mundo. E o Brasil tem um problema pior que é uma legislação que prejudica a economia interna porque obriga as marcas nacionais a recorrerem a fornecedores locais.
 
Última edição:
Já agora, o ranho Kwid foi o carro do seu segmento com o melhor resultado de segurança de sempre, 3 estrelas no Brasil.

renault-kwid-crash-test-latin-ncap.jpg


Nada mau para uma pandeireta que custa menos de 6.000€

Mas isto não interessa para os Gttdi desta vida, porque o seu ódio contra a marca é mais forte.

Não vais entender isto porque o ódio cega o discernimento.
 
Última edição:
A Renault é uma das marcas que mais democratiza o automóvel e a segurança tanto ativa como passiva nos quatro cantos do Mundo, um carro como o Kwid ou um Logan são veículos concebidos para chegar a todos os mercados do Mundo com um preço competitivo e vêm substituir carros com conceções com mais de 50 anos como por exemplo isto:


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Um Logan ou um Kwid são muito mais seguros do que isto.

É preciso termos noção do contexto e da realidade dos mercados para os quais carros como o Kwid ou o Logan são projetados.
 
já agora, o ranho kwid foi o carro do seu segmento com o melhor resultado de segurança de sempre, 3 estrelas no brasil.

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nada mau para uma pandeireta que custa menos de 6.000€

mas isto não interessa para os gttdi desta vida, porque o seu ódio contra a marca é mais forte.

Não vais entender isto porque o ódio cega o discernimento.

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Até um VW UP é melhor, que essa Ranhoca
 
[h=3]GM EV1 Crash Test

GM EV1 Crash Test[/h] June 11, 2018








GM EV1 NHTSA crash test.

I've posted ad nauseum about electric car crash tests from the 1970s and early 1980s; back then, they were usually conversion jobs of gas vehicles, they didn't do well in crash tests, etc. In the late 1970s and early 1980s, gas was expensive, making electric cars an appealing proposition for many. When gas prices fell in the 1980s and stayed low through the early 2000s, interest in electric cars waned somewhat, but electric vehicles were still being produced throughout this time frame.

The EV1, produced by General Motors, was one of these vehicles. Produced from 1996-1999, it was the first mass-produced, purpose-built electric vehicle built by a major manufacturer.

Previous electric vehicles from major manufacturers, such as the 1993-1995 Chrysler TEVan, had been based on existing designs (for instance, in the TEVan's case, Chrysler's existing minivan design). The EV1, however, was designed from the ground up as an electric vehicle. It came with dual air bags as standard equipment, as required by federal standard.

It was also put through the standard 35 mph full frontal NHTSA crash test - a 1997 model EV1 went through the test on May 27, 1998. The EV1 was not tested in the then-relatively new NHTSA side or IIHS offset crash test.

Structurally, the EV1 performed adequately; the driver's door was difficult to open and the passenger's door opened easily after the crash. The steering column moved about 2 inches upward and 2 inches rearward. Footwell intrusion was minor.

However, forces on the dummies were relatively high for the time period. At the time, the average vehicle scored a lower-end 4 star* out of 5 rating in the NHTSA full frontal crash test. The EV1's driver performance wasn't far behind, managing a high-end 3 star rating, but the passenger barely squeaked out that 3 star rating. The passenger's HIC on the EV1 was third-worst of the 35 vehicles tested for the 1997 model year. While the EV1's performance was below average, it was not an outlier; several vehicles tested that year had even worse performances in the 1 to 2 star range.

Here are the exact numbers:
Average 1997 vehicle: Driver HIC 691, Chest G's 50. Passenger HIC 649, Chest G's 50.
Severe injury risk: 18% driver, 17% passenger.
1997 GM EV1: Driver HIC 749, Chest G's 54. Passenger HIC 1,085, Chest G's 56.
Severe injury risk: 22% driver, 35% passenger

There are no more operating EV1s on the road; GM only allowed customers to lease the EV1, and all EV1s were taken off the road in 2003. Nevertheless, the EV1's safety is a valuable intermediate data point between the circa 1976-1982 electric car group and today's electric cars.

*NHTSA grading system at the time:
5 star - 10% or less severe injury risk
4 star - 11-20% severe injury risk
3 star - 21-35% severe injury risk
2 star - 36-45% severe injury risk
1 star - 46% or higher severe injury risk
 
Já agora, o ranho Kwid foi o carro do seu segmento com o melhor resultado de segurança de sempre, 3 estrelas no Brasil.



Nada mau para uma pandeireta que custa menos de 6.000€

Mas isto não interessa para os Gttdi desta vida, porque o seu ódio contra a marca é mais forte.

Não vais entender isto porque o ódio cega o discernimento.

O Up sempre teve 5 estrelas. [;)]


Não estou a defender governos, mas foi na era Lula que criou-se metas para aumentar a segurança dos autos produzidos no Brasil. Obrigar os carros a saírem com airbags, ABS, isofix e aquela eletrônica toda foi uma ideia que saiu lá em 2006 e, vejam só, quem ameaçou sair do país, pois aumentaria muito os custos e valor dos carros foram as marcas e associações de fabricantes de autopeças, que de socialistas não têm nada. A VW fez propagandas a criticar o governo por obrigá-la a "matar" um ícone da cultura brasileira.. a Kombi. Pois claro, uma carrinha dos anos 50 vendida a preço do ouro, com custos de fabricação inexistentes e que não podia receber os equipamentos de segurança.

A questão do mercado restrito a importações é sim um problema grave e deve ser resolvido, mas os grupos automóveis não são nada santos. Se puderem economizar a tirar um ou outro airbag ou aço de alta resistência, que se lixe o consumidor.
 
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Até um VW UP é melhor, que essa Ranhoca

Preço do VW Up: 50k Reais

Preço do Renault Kwid: 35k Reais

O Kwid é um carro muito mais barato do que o UP, o Kwid é um carro que foi feito para ser o carro novo mais acessível do mercado e teve 3 estrelas. E dentro do seu preço não há outro mais seguro. O Fiat Mobi teve 1 estrela, o Ford Figo teve 0 estrelas quando foi lançado, depois melhorou. 3 estrelas é um resultado bastante aceitável para um carro que custa menos de 6000€.

Mais uma vez, tu não conheces a realidade do mercado dos países do terceiro mundo (ainda bem para ti).

Para muitos indianos e brasileiros um Kwid é o carro mais seguro que conseguem comprar, e mais seguro do que um carro usado e bem mais antigo.

A isto chama-se democratização.
 
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A questão do mercado restrito a importações é sim um problema grave e deve ser resolvido, mas os grupos automóveis não são nada santos. Se puderem economizar a tirar um ou outro airbag ou aço de alta resistência, que se lixe o consumidor.


Neste caso a diferença veio dos componentes fornecidos por fornecedores locais.

Porque em termos resistência estrutural, tanto o Sandero colombiano como o brasileiro demonstraram uma semelhante e boa resistência.

Ou seja, naquilo que é fabricado pela Renault na sua fábrica, o chassis e a estrutura do carro, não há diferenças, as diferenças vêm dos componentes dos fornecedores brasileiros. A Renault não poupa nos materiais e na construção, a diferença vem dos componentes oriundos de fornecedores externos, como bancos, airbags, etc..

As marcas para oferecerem um produto competitivo têm que recorrer a produtos nacionais que muitas vezes não têm padrões de qualidade elevados.

Era bom que o governo brasileiro acabasse com essa restrição porque isso só vos prejudica a vocês consumidores, e não apenas nos automóveis como em tudo.

Um produto fabricado na China e importado no Brasil, por exemplo telemóveis, custa o dobro em relação ao que custa na Europa. É muito injusto para vocês.
 
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E os componentes que vêm dos fornecedores externos, vêm segundo livre e espontânea vontade destes ou são aprovados pela marca para serem usados nos seus produtos...? :rolleyes::rolleyes:
 
E os componentes que vêm dos fornecedores externos, vêm segundo livre e espontânea vontade destes ou são aprovados pela marca para serem usados nos seus produtos...? :rolleyes::rolleyes:


São instalados nos carros sem a marca ver.

Por falar nisso ontem fui comprar uma cadeira de armar e, mesmo sem airbag (ou saco de compras), tem um aspecto mais sólido do que aquele banco daquele Renault.
 
E os componentes que vêm dos fornecedores externos, vêm segundo livre e espontânea vontade destes ou são aprovados pela marca para serem usados nos seus produtos...? :rolleyes::rolleyes:

Sim, mas para terem preços competitivos as marcas têm de poupar em muitos componentes.

Isto é um problema antigo e mais do que discutido e afeta todas as marcas que fabricam carros no Brasil.

Por exemplo, Peugeot 208 I na Europa teve 5 estrelas, no Brasil teve 3. Mazda 2 na Europa teve 4 estrelas, no Brasil teve 2. Sempre foi assim, se tirarem as palas vão entender isto.
 
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