Tópico dos Papás!! E Mamãs

Ora bem, disseste tudo.

Toda a gente diz que o melhor DIA da vida é no nascimento do filho.

Eu vou dar a minha opinião.

Os melhores 5min da vida é naquele impacto quando vemos o bebé pela 1a vez, uma felicidade imensa [;)]

Depois, a responsabilidade invade o nosso pensamento e só pensamos em corresponder, trazendo consigo noites sem dormir, futebol por ver, ginásio a falhar, refeições tardias e idas para o pediatra / creche / casa avós [:D]
Sem duvida e depois quando ultrapassada uma fase pensamos que vai melhorar e tal mas não[:D]
 
Fui confrontado esta semana com a implementação, na escola primária do mais velho, com a metodologia das “turmas dinâmicas “, já passaram por isto? Quais as vossas experiências?

Há ali algumas coisas que me deixam desconfortável, como a alteração de colegas e professor, “tentativa” da escola (pública) implementar isto sem dar cavaco aos pais, algumas das possibilidades de metodologias de implementação previstas no documento do Ministério da Educação, etc.

Começo a achar que vai sobrar para os pais, compensar eventuais perdas de eficiência em consequência destas questões.
 
Não sei qual o nível de implementação e dinamismo, mas já vi parecido na do pequeno.

Têm os "ninhos" que é para alinhar as crianças por nível. Por exemplo, quando os miúdos estão a ter matemática, alguns vão para o "ninho" juntamente com miúdos de outra turma, e têm matremática a focar mais nas dificuldades deles.

Desta forma, quem está no "ninho" tem um ensino mais direccionado, e os restantes podem ter outros desafios...

Se funciona bem ou mal, não faço ideia.
 
Não sei qual o nível de implementação e dinamismo, mas já vi parecido na do pequeno.

Têm os "ninhos" que é para alinhar as crianças por nível. Por exemplo, quando os miúdos estão a ter matemática, alguns vão para o "ninho" juntamente com miúdos de outra turma, e têm matremática a focar mais nas dificuldades deles.

Desta forma, quem está no "ninho" tem um ensino mais direccionado, e os restantes podem ter outros desafios...

Se funciona bem ou mal, não faço ideia.

Neste momento ainda não sei muito, só depreendo coisas, porque só tive acesso a um comunicado da direcção a “sossegar” os pais que estava preocupados. No nosso caso, nem preocupados estávamos, porque esta questão “convenientemente acredito”, não foi abordada nas reuniões de início de ano lectivo com os encarregados de educação.

Pelo documento, percebe-se que não vão ser divididos pelo seu rendimento (Ninho/Fénix), mas sim por características de aprendizagem e relação com o meio, de acordo com uma tabela. Por isso presumo que avancem para a criação de uma turma extra, através do Kolb & Kolb, ou lá como se chama.
 
Não sei qual o nível de implementação e dinamismo, mas já vi parecido na do pequeno.

Têm os "ninhos" que é para alinhar as crianças por nível. Por exemplo, quando os miúdos estão a ter matemática, alguns vão para o "ninho" juntamente com miúdos de outra turma, e têm matremática a focar mais nas dificuldades deles.

Desta forma, quem está no "ninho" tem um ensino mais direccionado, e os restantes podem ter outros desafios...

Se funciona bem ou mal, não faço ideia.

O quê? O Ninho dos burros?
 
Depende claro da idade.
Longe de mim querer dizer que um miúdo que demore mais a desenvolver é ou será burro.

Mas esta segregação sempre foi falada e se em certos aspectos é positiva, noutras será uma péssima ideia.

Nos primeiros anos nota-se grande disparidade de aprendizagens, e por vezes é só numa matéria, pelo que não vale a pena a separação das turmas.

Pelo pouco que sei dos ninhos, têm sempre menos alunos que uma turma, e assim há mais "atenção" individual e apoio, e não é "escrito na pedra", a criança pode entrar e sair do ninho em qualquer altura, basta que a professora o indique.

Também pelo que sei, as crianças que estão num ninho, não têm sempre aulas dessa matéria no ninho, têm também com a professora titular, para analisar a evolução da criança.

Acredito que nestes moldes (não sendo uma segregação fixa) é melhor que criar uma turma específica com os alunos com mais dificuldades...
 
Não sou muito a favor das segregações, podem parecer inocentes, mas pode ter impacto fora do ambiente escolar.

Eu mudei para a terra onde vivo agora aos 10 anos, por vir de fora foi metido na turma com os alunos dos arredores isto até ao 9 ano, resultado, desliguei ao fim de pouco tempo dos colegas ao mudar para o 10 ano e apenas tenho ligação com os colegas dai para a frente, e ocasionalmente com uma colega também aqui da terra que andou no 5 e 6 na minha turma.
 
É para os putos se habituarem desde cedo. No meu tempo havia os espertos e que tinham boas notas, ficavam nas filas da frente juto a professora e do quadro, os burros, morcões mal comportados que não queriam saber da escola ficavam nas filas de trás no paleio.

Soubesse eu o que sei hoje e teria tentado ir para as filas da frente! Estudasses! [:)]
 
Pública



Por acaso, pelo que percebi, o ninho é onde estão as crianças com mais capacidades, que acolhem a criança Fénix.


É assim:


O Projeto Fénix surgiu no Agrupamento Campo Aberto, Beiriz, resultante de uma forte motivação em proporcionar condições para que todos os alunos possam efetuar aprendizagens e consolidar saberes. Mais do que combater o insucesso, interessa qualificar esse sucesso, dando-lhe novas dimensões e horizontes de sustentabilidade.

É um desafio ambicioso que exige determinação, rigor e trabalho de equipa, no qual alunos, professores e pais se comprometem.

Este projeto assenta num modelo organizacional de escola que permite dar um apoio mais personalizado aos alunos que evidenciam dificuldades de aprendizagem nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, ou outra identificada pela escola de acordo com a taxa de sucesso. De uma forma sucinta, este modelo consiste na criação de Turmas Fénix - ninhos nos quais são temporariamente integrados os alunos que necessitam de um maior apoio para conseguir recuperar aprendizagens, permitindo um ensino mais individualizado, com respeito por diferentes ritmos de aprendizagem, o que se tem vindo a revelar uma estratégia de sucesso educativo.

Os ninhos funcionam no mesmo tempo letivo da turma de origem, o que permite não sobrecarregar os alunos com tempos extra de apoio educativo. Assim que o nível de desempenho esperado é atingido, os alunos regressam à sua turma de origem. Paralelamente, também são criados ninhos para alunos com elevadas taxas de sucesso, de forma a permitir o desenvolvimento da excelência.

As escolas que adotaram este modelo beneficiam de um acompanhamento de proximidade do Agrupamento de Escolas Campo Aberto, Beiriz, e um acompanhamento científico da Universidade Católica Portuguesa.


Fénix | Direção-Geral da Educação
 
Ora então fazendo um resumo à situação que descrevi anteriormente. Aqueles visionários querem separar as turmas em grupos, de acordo com características (e não capacidades) de aprendizagem, alterar as turmas e todas os professores a cada duas semanas. Isto em alunos do 1º ano... Parece-nos (a todos os pais) uma autêntica aberração.

Como entre os pais existem advogados e juízes, que defendem que a forma como está a ser implementado o processo é ilegal, a coisa ainda vai dar pano para mangas.
 
Neste momento ainda não sei muito, só depreendo coisas, porque só tive acesso a um comunicado da direcção a “sossegar” os pais que estava preocupados. No nosso caso, nem preocupados estávamos, porque esta questão “convenientemente acredito”, não foi abordada nas reuniões de início de ano lectivo com os encarregados de educação.

Pelo documento, percebe-se que não vão ser divididos pelo seu rendimento (Ninho/Fénix), mas sim por características de aprendizagem e relação com o meio, de acordo com uma tabela. Por isso presumo que avancem para a criação de uma turma extra, através do Kolb & Kolb, ou lá como se chama.

Os meus foram divididos por notas de classificação. Rodavam por trimestre.
Resultado? Não notei diferença.
 
Os meus foram divididos por notas de classificação. Rodavam por trimestre.
Resultado? Não notei diferença.

Na 1ª classe? mesmo assim, por trimestre é diferente de quinzenalmente...

Foste avisado previamente para estares atento a alterações, ou descobriste que estavam a implementar algo desta envergadura, sem qualquer informação prévia?

PS: Sei bem porque não avisaram. se o tivessem feito, a escola tinha 0 matrículas. Fugia tudo para as escolas das outras freguesias.
 
Na 1ª classe? mesmo assim, por trimestre é diferente de quinzenalmente...

Foste avisado previamente para estares atento a alterações, ou descobriste que estavam a implementar algo desta envergadura, sem qualquer informação prévia?

PS: Sei bem porque não avisaram. se o tivessem feito, a escola tinha 0 matrículas. Fugia tudo para as escolas das outras freguesias.

Não. Foi já na EB.
Primeiro trimestres fizer grupo com os alunos de 4 e 5, no segundo os alunos de 3, e no terceiro os de negativa. Já não sei precisar o ano. Talvez oitavo. Agora com o filho mais novo já não houve nada disso.
Experiências...
 
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