Porque é que há carros da GB com volante à esquerda?
Eles não têm o volante à direita?
- New global strategy – Reimagine – announced for the British company under the leadership of Chief Executive Officer, Thierry Bolloré
- A sustainability-rich reimagination of modern luxury, unique customer experiences, and positive societal impact
- Start of journey to become a net zero carbon business by 2039
- Reimagination of Jaguar as an all-electric luxury brand from 2025 to ‘realise its unique potential’
- In the next five years, Land Rover will welcome six pure electric variants as it continues to be the world leader of luxury SUVs
- All Jaguar and Land Rover nameplates to be available in pure electric form by end of the decade; first all-electric Land Rover model in 2024
- Clean-hydrogen fuel-cell power being developed in preparation for future demand
- Streamlined structure to deliver greater agility and promote an efficiency of focus
- Global manufacturing and assembly footprint to be retained, rightsized, repurposed and reorganised
- Collaborations and knowledge-sharing with industry leaders, in particular from within the wider Tata Group will allow the company to explore potential synergies on clean energy, connected services, data and software development leadership
- On a path towards double-digit EBIT margin and positive cash flow, with an ambition to achieve positive cash net-of-debt by 2025 with a value creation approach delivering quality and profit-over-volume
É um caminho previsível para Jaguar pois a JLR estava com problemas para lidar com os custos de desenvolver e produzir sozinha motores térmicos com mais de 400cv. Tanto que corriam rumores de parecerias com BMW para motores de 6 e 8 cilindros. Com a eletrificação carros potentes não serão um problema pois motores e baterias são produtos OEM sem qualquer pedigree.
Com a eletrificação o Desgin e o acerto do comportamento dinâmico são os elementos mais importantes para garantir a distinção entre marcas e modelos. E a potência bruta não será mais um factor exclusivo dos desportivos. Pois tanto o pequeno e-500 e quanto os camiões Cybertruck e Hummer by GMC poderão rondar os 1000cv e fazer de 0-100 km/h em menos de 4s.
A Jaguar arrisca-se a repetir o incidente com os Chevy Bolt, devido às baterias da LG.
A Jaguar já avançou com um processo oficial de recolha nos EUA relativo aos I-Pace, devido ao risco de incêndio espontâneo durante o carregamento das baterias.
É uma recolha que afecta todos os modelos fabricados desde Junho de 2018 na fábrica de Graz, e que peca por ser tardia. Já tinham havido vários relatos de incêndios com os I-Pace sinalizados o ano passado, e o facto de usarem células de bateria da LG Energy, como as que levaram à recolha dos Bolt, fazia temer o pior. Mas a Jaguar demorou mais um ano a admitir o problema.
O caso seguramente ainda vai dar muito que falar, pois a Jaguar, embora esclareça desde já que as alterações não terão qualquer custo para os clientes, parece não estar com muita vontade de trocar fisicamente as baterias problemáticas. Em vez disso, e tal como a Chevy tinha tentado fazer nos Bolt, vai fazer uma monitorização mais apertada do estado da mesma, para tentar evitar que se atinja o ponto "incendiário", e limitando a carga a 75% no caso das baterias problemáticas.
Obviamente, não sei que tipo de sentimento terão os clientes que compraram um I-Pace, e agora ficam com esta preocupação na consciência de todas as vezes que deixarem o seu carro a carregar na garagem.
Pois é, mas, agora, parece estar a ter problemas com as baterias! E é uma pena, sobretudo pela belíssima marca que sempre foi e, ainda, é!
Jaguar recolhe os I-Pace por risco de incêndio das baterias