Acho temerário que continuem a investir em modelos para a DS, ao menos nos próximos 5 anos.
Decerto a LANCIA não teria mesmo uma gama repleta, de qualquer forma, mas com a presença da marca fugida da CITROEN, a "coisa" é dificultada.
São demasiadas marcas europeias, e as sinergias poderiam ser conseguidas com PEUGEOT, OPEL, talvez a AR e as marcas americanas.
Estou convencido que o carro com potencial de fazer ganhos continentais, é mesmo o Delta (segmento C) de estilo retrô, elétrico e na carroceria crossover (pode haver versão hatchback).
Uns dois modelos adicionais, provavelmente em segmento B e D, a depender das sinergias, é que deve (se for adiante) ganhar a marca.
Ou seja, a LANCIA provavelmente será uma marca de legado, no regresso, com pouca identidade visual comum entre os poucos modelos.