Tópico Lancia

Lancia di Lancia

Lancia di Lancia é o nome da primeira lancha da casa Italiana, construída pela Sacs e assinada pelo designer Christian Grande.
Um produto de alta qualidade, com 13 metros de comprimento e equipado com 2 motores Fiat PowerTrain 6 cilindros de 6,7 litros para um total de 1120 cv,
inspirada num coupé de classe com soluções tecnológicas de vanguarda.

A velocidade máxima é de 48 nós, de cruzeiro 30 nós e as cores da Martini Racing traz à lembrança o sucesso da Lancia nas competições de anos passados.

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A LANCHA DA LANCIA

O conceito

Um barco, tal como um automóvel, distingue quem o escolhe.

A Lancia e a náutica exprimem valores comuns, como o prazer de viajar de modo especial.

A ligação entre a Lancia e o mar vem de há muitos anos e envolve tanto os barcos a motor como à vela, as lanchas de competição Flaminia dos anos Sessenta ou a Mónaco Classic Week 2009.

A estreia da primeira lancha da Lancia tem lugar em Veneza, onde as estradas e os automóveis dão lugar aos canais e aos barcos (a que os Venezianos chamam “lanchas”).

Como palco de fundo, foi escolhido o Festival Internacional de Cinema de Veneza, de que a Lancia é principal patrocinadora. Os modelos Lancia acompanham as celebridades ao Palácio de Cinema e a Lancha da Lancia conduziu-as à doca do Hotel Excelsior.

O projecto foi desenvolvido em conjunto com mais três empresas italianas, cada uma delas líder no próprio sector: a Sacs, que produz lanchas de luxo, a FPT – Fiat Powertrain Technologies, que constrói motores “best in class”, e a Martini, desde sempre ao lado dos modelos desportivos da Lancia.

Cinema, moda, design e náutica são as áreas onde a Lancia reforça hoje a sua presença, evidenciando a classe e o estilo do “Made in Italy”.

O Festival Internacional de Cinema de Veneza é a ocasião em que todos estes elementos se encontram, e, logo, o cenário ideal para levar, também para a água, a Marca Lancia, desde sempre ao lado das estrelas do grande ecrã.


O barco

A lancha, com um comprimento de 13,10 metros, apresenta a considerável largura de 3,83 metros. Estes valores determinam um coeficiente de finura moderado, pois procurou-se o equilíbrio entre prestações e comodidade a bordo. O calado reduzido a 0,80 metros permite navegar sobre fundos baixos. A relação peso/potência de cerca de 7,5 kg/cv coloca o barco entre os modelos mais desportivos. As duas unidades motrizes Fiat Powertrain Technologies N67-560 são consideradas “best in class”. As propulsões de superfície JMD, utilizadas também na competição, traduzem a procura de uma elevada eficiência dinâmica, destinada não só a atingir altas velocidades, mas também a reduzir consumos e emissões através do máximo rendimento das hélices. O depósito de combustível tem uma capacidade de 1000 litros para fornecer a autonomia suficiente para longas travessias. As velocidades de cruzeiro variam entre 15 e 45 nós, enquanto a velocidade máxima, em condições ideais, atinge os 55 nós. A lotação é de 11 pessoas, com um beliche duplo sob a coberta.

A linha externa e a cor espelham fielmente o estilo Lancia. Desenhada pelo Estúdio de Christian Grande, a Lancha da Lancia caracteriza-se por uma silhueta agressiva e equilibrada, com uma perfeita proporção dos volumes de proa, cockpit e popa. A capota insere-se perfeitamente no perfil, propositadamente rebaixado para acentuar a desportividade. Apesar disso, no interior do barco é possível ficar de pé, mesmo com o tecto fechado, pilotando com o máximo conforto e total privacidade. O convés da proa dispõe de dois colchões de sol separados por um corredor que, qual passadiço, conduz à proa para embarque e desembarque dos passageiros. Também na popa, sobre a cobertura da casa das máquinas, existem almofadas que criam uma zona de solário, também ela atravessada por uma passagem que conduz à prancha de mergulho. As janelas são elementos arquitectónicos de notável importância e cada uma delas tem um seu objectivo e estilo: as janelas laterais acentuam o carácter desportivo, o pára-brisas abre passagem para o convés de proa e o óculo posterior recorda o fascinante estilo dos automóveis clássicos. Os tubos são, em grande parte, inseridos nas formas do casco e a sua presença é funcional, permitindo o movimento em espaços restritos sem utilizar os bordos e, sobretudo, garantindo a flutuação do barco graças a diversos compartimentos de ar separados. Para sublinhar a tecnologia do produto e o temperamento desportivo dos motores FPT, foram inseridos no espelho de popa e sob o pára-brisas uma fiada de led's que lembram os modernos faróis dos automóveis Lancia. O dinamismo do modelo emerge de cada parte da coberta, desenhada, modelada e esculpida para parecer em movimento, mesmo com o barco parado. Não há estruturas de contorno do perímetro a comprometerem a pureza das formas. Os passageiros navegam bem protegidos por paredes internas de altura considerável e, graças à posição rebaixada do pavimento, gozam de uma sensação de maior estabilidade em comparação com outras lanchas. Basta uma tecla e alguns instantes para abrir a capota que se insere num espaço específico, fazendo surgir a beleza do cockpit à luz do dia. A decoração Martini Racing proporciona um toque suplementar de desportividade. No exterior, o televisor LCD escamoteável e a cozinha completam o equipamento.

Formas e materiais modernos ditam o carácter da decoração interna, com a sala a transformar-se facilmente em beliche para dois. O ar condicionado permite refugiar-se sob a coberta para fugir ao calor. A casa de banho é minimal e, ao mesmo tempo, impecável. Um duche com led's coloridos ilumina sugestivamente a queda da água.


A condução

A Lancha da Lancia destina-se a um armador de carácter decidido, amante da velocidade. 1120 cavalos lançam-na até 55 nós a 3000 rotações/minuto. Os motores Fiat Powertrain Technologies N67-560 têm curvas de binário e potência ideais para barcos que precisam de muita potência mesmo a baixa velocidade para fazer planar o casco. Conduzi-la é uma emoção irrenunciável, pois pode escolher-se entre gerir a potência como se se estivesse ao volante de uma elegante berlina ou pilotá-la como se fosse um modelo de competição. A resposta do motor é imediata e consegue-se um perfeito domínio dos cavalos para enfrentar viragens e ondas com controlo total, regulando a velocidade de forma rápida e precisa.


A LANCHA DA LANCIA – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Comprimento - 13,10 m
Largura - 3,83 m
Calado - 0,80 m
Peso a plena carga - 8,5 t
Motorização - 2 x 560 cv FPT N67-560
Propulsão - Jolly Drive Marine
Capacidade depósito combustível - 1000 l
Capacidade depósito água - 120 l
Lotação pessoas - 11
Categoria projecto CE - B
Velocidade máxima - 55 nós
Velocidade de cruzeiro - 15-45 nós
Lotação beliche - 2

www.sacsmarine.itinfo@sacsmarine.it


MOTOR FPT N67-560 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Modelo - FPT N67-560
Potência - 560 cv (412 kW)
Cilindrada - 6,7 litros
Cilindros - 6 em linha
Diâmetro x curso - 104 x 132 mm
Distribuição - 24 válvulas
Injecção - Common Rail
Peso - 650 Kg

Fonte: Lancia Automobiles Portugal (FGAP)

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Muita gente vem vaticinando o fim da Lancia. Não acredito, e digo já porquê.
Escandalizaram-se os fãs que viram alguns modelos da Chrysler, como o 300C e o Voyager, sofrerem um rebadge e transformarem-se em Lancias. Mas isso foi um plano de emergência para salvar a marca da extinção.
Pelo que me tenho informado, os planos para a Lancia são majestosos. A paridade que esta irá fazer com uma Chrysler augura um futuro brilhante.
Por seu lado, para a Chrysler, que por si só já é uma marca de luxo, está prometido um upgrade de qualidade ainda mais acima do que o atual (o que não deixa de ser impressionante para quem já viu a extraordinária qualidade de materiais do modelo atual e do seu clone, o Thema).

Depois deste plano urgente para salvação da marca de luxo italiana, está a ser preparado um plano conjunto de desenvolvimento de modelos em paralelo para a Chrysler e Lancia, poupando nos custos de produção e tornando os modelos de ambas as marcas bastante rentáveis.
A grande diferença assentará na futura forma de trabalho.
O desenvolvimento de cada modelo será inicialmente feita em comum na fase estrutural, e na fase de estudo de estilo cada equipa de design trabalhará na diferenciação das 2 marcas.
Aí teremos a criação de carroçarias e interiores bem distintos bebendo da genética individual de cada marca.
Assim iremos ver os futuros Lancia com uma genética própria, mas com tecnologia e custos de produção que a tornarão viável e atrativa.
Provavelmente o 1º modelo a surgir será o 200 (e o seu congénere diferenciado Lancia) que chegará dentro de um par de anos.
francamente, estou bem mais preocupado com o futuro imediato da AR do q da Lancia, pois como referes e bem, essa está a lançar modelos em "duplicado" com a Chrysler a qual certamente n vai acabar.
 
Existiram uma série de factores* que impediram mais vendas, mas este carro "é um Senhor". Mesmo na versão Diesel "vulgar".

*
- Desenho que não é para todos;
- Não ser do segmento E nem F;
- A filosofia ser de carro executivo, sem qualquer desportivismo, o que elimina logo uma camada de clientela Lancia. Outra não, mas perde sempre.
- Preço não era nada barato;
- Ter poucos motores, nomeadamente apenas 1 Diesel, quando se estava numa febre Diesel e a possível concorrência tinha dezenas de motores;
etc.


Sendo conhecida o tradicional pé atrás (rivalidade e inveja) dos Franceses e Italianos, o teste é exemplar. Não têm o que dizer.


Pudesse eu e morava cá um Thesis em casa. Andar no do Safety foi um dos pontos altos da minha vida automobilística, sabes bem [:cool:]. O carro transpira requinte e luxo por cada poro, é magistral ! Não é um carro que rola, é um carro que desfila, tamanha a finesse.

É um segmento D ? :confused:
 
Lancia Thema 8.32 Ferrari

Ideia genial em equipar uma Berlina com motor V8 Ferrari (despotenciado).
O resultado é um carro de luxo com pormenores, sons e cheiros (peles e madeiras) deliciosos, um carro de grande categoria e que apesar de tudo ainda foi durante uns tempos o carro de tracção dianteira mais potente do Mundo.


Sem dúvida uma ideia que era bonita de repetir. [:cool:]


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Vou mas é jantar que até fico doente [:D]

Não é por acaso que apesar de "pequena" o Top Gear a elegeu como Marca do Século, à Lancia.
 
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