Tópico sobre cães.

Ontem enquanto procurávamos os nossos cães avistamos um cachorro jovem parecido com este:
Ver anexo 102628
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mas todo castanho chocolate. Não foi ameaçador mas também não nos deixou chegar perto.
Como poderei "convence-lo" de modo a chegar perto dele?
Não o gostava de deixar abandonado no campo se for esse o caso.

Uma coisa muito importante é não fixares o cão quando o primeiro contacto com ele...
Tens que te "apresentar" ao cão, isto é os cães para se reconhecer uns aos outros cheiram-se, porque quando eles nascem eles primeiro desenvolvem o olfacto, depois a visão e só depois a audição. Primeiro que tudo tens que te aproximar dele de forma descontraída e agir como se ele não estivesse ali, assim vais fazer crescer nele uma curiosidade de te conhecer... ele depois virá perto de ti e começar a cheirar-te, deixa-o deixar cheirar a vontade. é uma forma que tens de se "apresentarem" um ao outro, mas mesmo assim continua a a ignora-lo a agir como se ele não estivesse ali. Mas quando sentires que ele já está familiarizado contigo e que já tem uma certa confiança, tenta aproximar-te dele, para lhe fazeres uma festinha ou algo do género...

Espero ter ajudado [;)]
 
Acho que vou agarrar em mim e vou a Portugal este fim de semana 'a Uniao Zoofila.
A minha cadela fazia companhia á minha mae e n quero que ela se vai abaixo. Vou tentar encontrar um cachorrinho que me pareca que n va ter grande porte e que possa estar dentro de uma habitacao. Se alguem souber de alguem que queira dar um labrador para adopcao, se bem que deve ser quase impossivel arranjar.
 
Acho que vou agarrar em mim e vou a Portugal este fim de semana 'a Uniao Zoofila.
A minha cadela fazia companhia á minha mae e n quero que ela se vai abaixo. Vou tentar encontrar um cachorrinho que me pareca que n va ter grande porte e que possa estar dentro de uma habitacao. Se alguem souber de alguem que queira dar um labrador para adopcao, se bem que deve ser quase impossivel arranjar.

Parecido com Lab encontras. Podes também tentar na APCA em Sintra[;)]

Olha esta: http://www.adopta-me.org/animal.php...l_type_id=2&breed_id=1024&age_type=0&gender=0
 
Última edição:
Boas noticias.
A minha prima tem uma labradora com 2 anos... e perguntou-nos se queriamos ficar com ela. Ela vive num apartamento e sente que podia ficar melhor com a minha mae numa zona mais rural.
Adorei o gesto dela. So estou de pe atras porque ja estive com a cadela e ela parece-me muito activa e com muita genica. Se calhar por causa do stress de estar enfiado num apartamento durante o dia... Vamos leva-la á experiencia e ver!
 
Algumas coisas sobre as rações

Algumas coisas sobre as rações

Bom proveito! [;)]

O PROCESSO DE FABRICAÇÃO - COMO A RAÇÃO É FABRICADA

Embora os testes de alimentação com as rações não são mais obrigatórios para
a permissão para etiquetar o produto como "completo e balanceado", muitos
fabricantes fazem testes de aceitação do sabor quando desenvolvem uma nova
ração. Um grupo de animais é alimentado com a ração nova enquanto um grupo
de "controle" é alimentado com a fórmula antiga. O volume total ingerido é
usado como medida da aceitação do sabor da ração. As empresas maiores e de
melhor reputação usam os testes de alimentação, que são considerados um
método de avaliação muito mais preciso do real valor nutritivo da ração.
Essas empresas mantêm grandes colônias de cães e gatos para esse propósito.

A ração seca é feita com uma máquina chamada expansor ou extrusor. Primeiro,
as matérias primas são misturadas, algumas vezes são dosadas manualmente,
outras vezes por um computador, de acordo com uma receita desenvolvida pelos
nutricionistas animais. Essa mistura é colocada no expansor e é adicionada
água quente ou vapor. A mistura fica sujeita ao vapor, à pressão e à alta
temperatura e assim ela é extrudida, como uma pipoca, através de moldes que
definem o formato do produto final. Depois disso, a ração é pulverizada com
gordura, digestos e outros compostos para tornar o sabor mais aceitável.

Embora o processo de cozimento pode matar as bactérias na ração, o produto
final pode perder sua esterilidade durante os processos subsequentes de
secagem, pulverização de gordura e empacotamento.

Os ingredientes são similares para todas as rações secas, molhadas e meio
úmidas embora as proporções de proteína, gordura e fibra variem. Em uma lata
de ração para gatos se diz conter 45 a 50% de subprodutos de carne bovina ou
de aves. A principal diferença entre os tipos de ração é a quantidade de
água. É impossível comparar diretamente a lista de ingredientes de tipos
diferentes de ração sem uma tabela de conversão matemática com "base na
matéria prima seca".5 As rações molhadas ou enlatadas começa com os
ingredientes moídos sendo misturados com os aditivos. Se forem necessários
pedaços, um extrusor especial forma esses pedaços. Depois a mistura é cozida
e enlatada. As latas seladas são posta em recipientes semelhantes às panelas
de pressão e a esterilização comercial é feita. Alguns fabricantes cozinham
a ração direto na lata.

Há regras especiais de etiquetamento para rações de animais domésticos. Os
produtos da categoria "somente de carne" (all-meat) também são cobertos pela
regra dos 95% da AAFCO: "Quando um ingrediente ou combinação de
ingredientes derivados de animais, aves ou peixes constituir 95% ou mais do
peso total de todos os ingredientes da ração, o nome ou lista de nomes de
tais ingredientes podem fazer parte do nome comercial do produto; se mais de
um ingrediente fizer parte do nome do produto, então todos esses
ingredientes devem ter o mesmo tamanho, estilo e cor. Para o cumprimento
dessa regra, a água necessária para o processamento deve ser excluída do
cálculo da porcentagem dos ingredientes mencionados. Nesse caso, tais
ingredientes devem constituir pelo menos 70% do total do produto."6 Devido
às dietas dessa categoria não serem nutritivamente balanceadas, elas são
incomuns hoje em dia.

Já o produto da categoria "refeição" (dinner) é definido pela regra dos 25%:
"Quando um ingrediente ou combinação de ingredientes constituir pelo menos
25% porém menos de 95% do peso total de todos os ingredientes de uma mistura
para ração canina ou felina, o nome ou nomes de tais ingredientes pode fazer
parte do nome do produto se cada um dos ingredientes constituir pelo menos
3% do peso do produto excluindo a água usada para o processamento e somente
se o nome do produto incluir também um termo descritivo primário como
'dinner', 'platter' ou designação similar de modo que o nome do produto
descreva o conteúdo do produto de acordo com uma lei, costume ou uso
estabelecido de modo que o nome do produto não seja enganador. Se os nomes
de mais de um ingrediente forem listados, eles devem aparecer na ordem de
sua respectiva predominância no peso do produto. Todos esses nomes de
ingredientes e o termo descritivo primário devem estar impressos com o mesmo
tamanho, estilo e cor. Para o cumprimento dessa regra, a água necessária
para o processamento deve ser excluída dos cálculos das porcentagens dos
ingredientes. Tais ingredientes citados devem constituir pelo menos 10% do
produto total."7

O produto da categoria "sabor" (flavor) é formulado para ter um sabor
específico: "Nenhuma designação de sabor deve ser usada no rótulo a menos
que o sabor seja detectado por um método de teste reconhecido, ou que a
presença do sabor seja perceptível para o animal. Toda designação de sabor
em um rótulo deve se conformar com o nome de sua origem conforme na lista de
ingredientes, ou na lista de ingredientes deve constar a origem do sabor. A
palavra sabor deve estar impressa no mesmo tamanho e com igual grau de
proeminência que os termos do ingrediente do qual o sabor deriva. Os
distribuidores de ração que usem tal designação ou alegação de sabor nos
rótulos dos produtos distribuídos por eles devem, sob demanda, fornecer uma
verificação do sabor alegado para o representante oficial do órgão de
controle."8 Em essência, a "regra do sabor" permite uma ração ser rotulada
como "sabor carne" sem realmente conter carne nenhuma.



O QUE ACONTECEU COM OS NUTRIENTES ?

O Dr. RAndy L. Wysong é um veterinário que produz sua própria linha de
rações para animais de estimação. Ele, um antigo crítico das práticas das
indústrias de ração, diz que "o processamento é algo ainda desconhecido
quanto aos efeitos do valor nutritivo e esse aspecto é, em grante parte,
ignorado. Aquecimento, congelamento, desidratação, enlatamento, extrusão,
divisão em flocos, cozimento, etc ... são tão frequentes que simplesmente se
considera como algo tão normal como o próprio alimento". O processamento da
carne e outros subprodutos usados nas rações podem diminuir bastante o valor
nutritivo, mas o cozimento aumenta a digestibilidade dos grãos dos cereais.

Para tornar a ração nutritiva, os fabricantes devem "fortificá-la" com
vitaminas e minerais. Porquê ? Porque os ingredientes que eles usam não são
ingegrais, sua qualidade é extremamente variável e as práticas abrasivas de
fabricação destroem vários dos nutrientes que o alimento continha
inicialmente.



CONTAMINANTES

As farinhas de carne e subprodutos processados ou fabricados comercialmente
estão frequentemente contaminados com bactérias porque sua origem não são
sempre animais saudáveis abatidos. Animais que morreram devido à doenças,
ferimentos ou causas naturais são fontes de carne para a farinha de carne.

Portanto, a carcaça está na maioria das vezes contaminada com bactérias como
a Salmonella e a Escherichia coli. A perigosa bactéria E. Coli contamina
mais de 50% das farinhas de carne segundo estimativas. Mesmo que o processo
de cozimento mate bactérias, ele não elimina as endotoxinas que algumas
bactérias produzem durante seu crescimento e são liberadas quando elas
morrem. Essas toxinas podem causar náuseas e doenças. Os fabricantes de
ração não testam seus produtos quanto à presença de endotoxinas.10


MICOTOXINAS

Essas toxinas são criadas pelos fungos e mofos, como a vomitoxina no
episódio da Nature's Recipe, e a aflatoxina na ração da Doane. Práticas
impróprias de agricultura, secagem e armazenamento das colheitas podem
causar o crescimento do mofo. Os ingredientes mais prováveis de estarem
contaminados com micotoxinas são os grãos tais como o trigo, o milho, as
farinhas de semente de algodão, farinhas de amendoim e de peixe.

ROTULAGEM

O Conselho Nacional de Pesquisa da Academia de Ciências (NRC) definiu os
padrões nutritivos para rações até 1974, quando a indústria de rações criou
um grupo chamado de Associação dos Representantes Norte-Americanos do
Controle de Rações Animais (AAFCO). Naquela época a AAFCO decidiu adotar os
padrões da NRC em vez de desenvolver seus próprios padrões. Os padrões da
NRC exigiam testes de alimentação para as rações que alegavam ser
"completas" e "balanceadas". A indústria de rações achou que os testes de
alimentação era restritivos e caros demais, então a AAFCO projetou um método
alternativo para alegar a adequação nutritiva da ração. A AAFCO também
formou "comitês de estudiosos" de nutrição canina e felina e desenvolveu
seus próprios padrões no início da década de 90. Em vez de testes de
alimentos, a análise química é que passou a determinar se uma ração se
enquadra nos padrões.

O problema da análise química é que ela não diz respeito ao sabor,
digestibilidade e aproveitamento dos nutrientes das rações. Assim, ela não é
confiável para determinar se uma ração vai prover um animal com todos os
nutrientes necessários.

Para compensar as limitações da análise química, a AAFCO criou um "fator de
segurança", que era exceder as quantidades mínimas de nutrientes necessários
para atender os padrões de ração "completa e balanceada". O aproveitamento e
disponibilidade dos nutrientes não são listados nos rótulos.



O MITO DOS 100% - PROBLEMAS CAUSADOS PELA NUTRIÇÃO INADEQUADA

A idéia de que uma ração provê toda a nutrição que um animal de estimação
precisa durante toda a sua vida é um mito.

Os grãos dos cereais são os ingredientes primários na maioria das rações
comerciais. Muitas pessoas escolhem uma ração e alimentam seus cães e gatos
durante um longo tempo. Portanto, cães e gatos comem uma dieta
principalmente de carbohidratos com pouca variedade. Hoje em dia, as dietas
de cães e gatos estão muito distantes das dietas principalmente de proteína
com muita variedade que seus ancestrais comiam. Os problemas associados com
as rações comerciais estão sendo vistos todos os dias em clínicas
veterinárias. Problemas digestivos crônicos como vômitos frequentes,
diarréia, doença inflamatória nos intestinos estão entre os males mais
comuns sendo tratados.

A alergia ou hipersensibilidade aos alimentos é um problema comum que é
demonstrado pela diarréia. Alergia aos alimentos se tornou um problema do
cotidiano. O mercado das dietas dos "antígenos limitados" ou "proteínas
originais" é um negócio multimilionário. Essas dietas foram formuladas para
atender a crescente intolerância às rações comerciais que os animais vêm
desenvolvendo.

As rações comerciais secas estão frequentemente contaminadas com bactérias,
que podem ou não causar problemas. O armazenamento impróprio e algumas
práticas de alimentação podem resultar na multiplicação dessas bactérias. E
mesmo assim essas práticas são sugeridas no verso dos pacotes de algumas
rações para cãezinhos e gatinhos.

As fórmulas de ração e a prática de alimentação que os fabricantes
recomendam têm feito aumentar outros problemas digestivos. Servir apenas uma
refeição por dia pode causar a irritação do esôfago devido ao ácido
estomacal. Servir duas refeições por dia é melhor.

A doença no trato urinário está diretamente relacionada com a dieta em ambos
cães e gatos. Tampões, cristais e pedras na bexiga dos gatos são muitas
vezes ocasionados ou agravados pelas fórmulas de ração comerciais. Um tipo
de pedra encontrada em gatos é mais rara atualmente, mas um outro tipo se
tornou mais comum. A manipulação das fórmulas processadas de ração felina
para afetar a acidez na urina e a quantidade de alguns minerais tem afetado
diretamente essas doenças. Os cães também formam pedras como resultado de
suas dietas.

O histórico tem demonstrado que os produtos comerciais para animais de
estimação podem causar doenças. Uma doença do coração que é fatal na maioria
das vezes tem sido demonstrada como resultado de uma deficiência do
aminoácido chamado Taurina. A cegueira é outro sintoma de deficiência de
Taurina. Essa deficiência ocorria porque havia quantidades inadequadas de
Taurina nas fórmulas de ração felina. Agora essas rações estão sendo
suplementadas com Taurina. Novas pesquisas sugerem que o suplemento de
Taurina pode ser benéfico para cães, mas no entanto, nenhum fabricante está
acrescentando Taurina extra em suas rações caninas.

O crescimento rápido em cãezinhos de raça tem sido demonstrado como causador
de doenças nas juntas e nos ossos. O excesso de calorias em fórmulas de
ração para bebês caninos promovem o crescimento acelerado. Agora há fórmulas
especiais para cãezinhos das raças de porte maior. Mas essa mudança recente
não ajuda os incontáveis cães que já viveram e morreram com doenças nos
quartos traseiros e dianteiros.

Também há evidências de que o hipertireoidismo em gatos resulta de dietas à
base de ração comercial.11 Essa é uma nova doença que surgiu pela primeira
vez nos anos 70, quando os produtos enlatados foram lançados no mercado. A
causa e efeito exatos ainda não foram descobertos. Essa é uma doença séria e
terminal e o tratamento é caro.

Muitos problemas nutritivos apareceram com a popularidade das rações
comerciais baseadas em cereais. Alguns problemas ocorreram porque a dieta
era incompleta. Embora vários ingredientes estejam sendo suplementados, nós
não sabemos que ingredientes as pesquisas futuras revelarão ter sido
necessárias esse tempo todo.

Outros problemas podem ser resultantes de reações aos aditivos. Ainda outros
são o resultado de contaminação por bactéria, mofo, drogas e outras toxinas.
Em algumas doenças, o papel das rações comerciais é compreendido; em
outras, não.

O moral da história é que as dietas compostas principalmente de cereais de
baixa qualidade e farinhas de carne processada não são tão nutritivas ou
seguras para os nossos gatos e cães quanto nós esperávamos que fosse.
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Última edição:
Já vi mas não encontrei nada ao encontro das minhas necessidades.

Teria de ser algo tipo um pinscher miniatura. Algo que não passe muito os 5kgs.

Procure neste site, eles têm cães pequenos, que talvez não estejam no site. Se for potencionalmente um bom dono e tiver dificuldade, tente telefonar e saber, vai ter alguma dificuldade em falar com ela, pois ela não para.

Se de todo não conseguir, fale depois comigo que eu falo com a Isabel a responsável do Naaas:

NAAAS - Núcleo de Apoio a Animais Abandonados de Sintra
 
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Boas noticias.
A minha prima tem uma labradora com 2 anos... e perguntou-nos se queriamos ficar com ela. Ela vive num apartamento e sente que podia ficar melhor com a minha mae numa zona mais rural.
Adorei o gesto dela. So estou de pe atras porque ja estive com a cadela e ela parece-me muito activa e com muita genica. Se calhar por causa do stress de estar enfiado num apartamento durante o dia... Vamos leva-la á experiencia e ver!

uns passeios regulares no campo e fica fina.
 
Cadela morre e menina de quatro anos escreve para Deus
14 de setembro de 2011

Abbey, uma cadela de 14 anos, morreu em agosto de 2006. Segundo a tutora, sua filha de 4 anos, Meredith, não parava de chorar e comentar sobre a saudade que sentia de Abbey. Então, ela perguntou à mãe se poderia escrever uma carta para Deus para que, assim que Abbey chegasse ao Céu, Ele pudesse reconhecê-la.

Diante do consentimento da mãe, ela passou a ditar as seguintes palavras, enquanto a mãe escrevia:

“Querido Deus.

O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está aí no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor a deixou conosco mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor reconheça logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela. Meredith.”

De acordo com a mãe de Meredith, elas colocaram a carta em um envelope com duas fotos de Abbey junto de Meredith e endereçaram a “Deus no Céu”. Depois, escreveram o próprio endereço no remetente e Meredith colou um monte de selos na frente dizendo que era necessário para que a carta pudesse chegar até o Céu.

108.jpg


“Naquela tarde ela colocou a carta numa caixa do correio. Dias depois ela perguntou se Deus já tinha recebido a carta. Respondi que achava que sim. “, disse a mãe.

Passados alguns dias, quando a família estava voltando para casa, após um passeio ao Museu de História Natural, se deparou com um pacote embrulhado em papel dourado na varanda, com um cartão endereçado à Meredith em uma caligrafia desconhecida. Dentro do pacote, encontrava-se o livro escrito por Mr. Rogers, intitulado “Quando um animal de estimação morre”. Colada na capa interna do livro estava a carta de Meredith. Na outra página, estava colada uma das fotos enviadas pela menina, abaixo da inscrição “Para Meredith”. Ao virar a página, mãe e filha encontraram um bilhete cor de rosa, escrito à mão:

“Querida Meredith,

A Abbey chegou bem ao Céu. A foto, que você me enviou, ajudou muito e eu a reconheci imediatamente. Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo assim como está no seu coração. Ela adorou ter sido seu animal. Como não precisamos de nossos corpos no Céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça à sua mãe por tê-la ajudado a escrevê-la e enviá-la a mim. Que mãe maravilhosa você tem! Eu a escolhi especialmente para você. Eu envio minhas bençãos todos os dias e lembre-se que amo muito vocês. A propósito, sou fácil de encontrar: estou em todos os lugares onde exista amor. Com amor, Deus”.

Cadela morre e menina de quatro anos escreve para Deus | ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais


Adorei!
 
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