Tópico Toyota

A fiabilidade Toyota (e Porsche) reconhecida.
Porsche 911 e Toyota Prius são os mais fiáveis
Um estudo realizado pelo Instituto alemão de certificação da qualidade, mais conhecido por TÜV, revelou que o Toyota Prius e o Porsche 911 são os modelos mais fiáveis do mercado, num período de utilização de 3 anos e até 10-11 anos, respectivamente.

Os dados revelados mostram que o Toyota Prius (nos carros até 3 anos) e o Porsche 911 (10 a 11 anos de utilização) são os modelos com menos avarias, numa amostra que abrangeu mais de 8 milhões de veículos analisados, entre Julho de 2010 e Junho de 2011.
Veja a lista dos dez mais fiáveis:

Carros com 10-11 anos
1. Porsche 911 - 9.5 %
2. Toyota RAV4 - 10 %
3. Toyota Yaris - 16.8 %
4. Toyota Avensis - 17.6 %
5. Mazda MX-5 - 17.9 %
6. Mercedes SLK - 18.1 %
7. Toyota Corolla - 18.1 %
8. Suzuki Vitara - 18.4 %
9. Mercedes Classe S - 20.7 %
10. Honda Accord - 21 %

63. Opel Zafira - 31.6%
64. Mercedes Classe E - 31.6%
65. Volkswagen Passat - 32.2%
66. Fiat Punto - 32.3%
67. Citroen Berlingo - 32.4%
68. Alfa Romeo 156 - 34.4%
69. Fiat Bravo/Brava - 36.0%
70. Volkswagen Sharan - 36.5%
71. Seat Alhambra - 36.7%
72. Ford Galaxy - 37.9%
73. Ford Ka 38.9%

Carros com três anos
1. Toyota Prius - 1.9%
2. Toyota Auris - 2.6%
3. Mazda Mazda2 - 2.6%
4. Porsche Boxster e Cayman - 2.8%
5. Volkswagen Golf Plus- 2.8%
6. Ford Fusion - 3.0%
7. Toyota Corolla Verso - 3.1%
8. Mazda 3 - 3.2%
9. Opel Agila - 3.3%
10. Suzuki SX4 - 3.3%

118. Kia Sorento - 9.2%
119. Peugeot 407 - 9.4%
119. Alfa Romeo 159 - 9.4%
121. Citroen C4 - 9.5%
122. Hyundai Atos - 10.0%
123. Hyundai Santa Fe - 10.1%
124. Citroen C5 - 11.5%
125. Fiat Panda - 11.6%
126. Renault Espace - 12.2%
127. Dacia Logan - 12.5%
http://www.autoportal.iol.pt/noticias/geral/porsche-911-e-toyota-prius-sao-os-mais-fiaveis
 
127. Dacia Logan - 12.5%

Afinal a fiabilidade mais do que comprovada dos Dacia By Renault não é assim tão fiavel!!!
 
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Toyota apresenta o Land Cruiser 200 renovado para a Europa
En las últimas semanas la renovación del Land Cruiser 200 la hemos visto filtrada y poco después de manera oficial para el mercado japonés, pero no sabíamos nada de los cambios para la versión europea. En el Salón del Automóvil de Bruselas Toyota nos sacará de dudas.

Exteriormente la renovación puede considerarse discreta, pues salvo la parrilla, las ópticas con iluminación diurna y los paragolpes más envolventes. Tanto la zaga como la vista lateral se mantienen invariados con la única excepción de los colores y llantas -dependiendo del mercado- mientras que en el interior lo más reseñable es el nuevo sistema de navegación integrado con disco duro y más funciones.

La oferta de motores es reducida aunque hay opción diésel y gasolina. En cuanto a este último, es un nuevo 5.7i V8 con 381 caballos que se combina con una transmisión automática de seis velocidades y posibilidad de manejo secuencial, mientras que el diésel es el conocido de 4,6 litros y también ocho cilindros. En ambos casos la tracción es total con reductora.

De momento desconocemos los precios y el equipamiento detallado para el mercado español, por lo que nos toca esperar unos días para salir de dudas.
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Aqui a Toyota teve falhas graves principalmente ao nível da direcção, onde colunas, veios e caixas eram e ainda são pão nosso de cada dia (calhou-me uma unidade destas... 3 veios intermédios e 2 caixas de direcção e vamos ver se resolve...).

Aqui já vou no segundo Turbo, coluna de direcção, calhas dos bancos, borrachas, travões, tambores e os barulhos parasitas não param de aumentar, agora tenho rataria no Pilar A.
O Auris foi a maior banhada da Toyota, não admira que não venda.
 
Na sequência da notícia que aqui coloquei há algumas semanas que informava que a Toyota garantia que a aprtir de 2015 iria colocar no mercado veículos elétricos com autonomia superior a 1.000 km, agora chega uma outra notícia que vai no mesmo sentido.
Se calhar não era tão fantasioso como se pensavak

Ora, a IBM está a desewnvolver uma nova geração de baterias de iões de lítio-ar capazes de proporcionar ao veículos elétricos uma autonomia de 800 km. Mais importante ainda, são baterias que têm 1.000 vezes mais densidade de energia do que as atuais baterias. Isto significa que poderão ser consideravelmente mais pequenas e leves do que as atuais.

Embora ainda a ser testada e com arestas por limar, a fonte indica que poderá estar no mercado dentro de 8 anos, em 2020.
Baterias de Lítio-ar preparadas para serem aplicadas nos EVs
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According to a recent report, IBM is developing an advanced lithium-air (li-air) battery which could enable electric vehicles to travel up to 800 km (497 miles) on a single charge.
The specifics are kind of technical, but the battery uses carbon and oxygen to produce an electrical current. More importantly, the battery has a theoretical energy density which is up to a 1000 times greater than today's lithium-ion units. This means li-air batteries could be significantly smaller and lighter while still being potent.

Despite the advantages, a number of challenges remain. Notably, the current crop of li-air batteries have "chemical instabilities" which limit their lifespan as a result of the recharging process. A fix is in the works and a full-size prototype could be ready for testing as early as 2013. Unfortunately, commercial applications are unlikely to arrive before 2020.
Source: New Scientist via Autoblog
 
Toyota TS030 Hybrid
THS-R (Toyota Hybrid System - Racing)
- o novo ídolo de resistência.
V8 a gasolina de 3,4 litros atmosférico acoplado ao sistema híbrido com capacitador de armazenamento.
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Na sequência da notícia que aqui coloquei há algumas semanas que informava que a Toyota garantia que a aprtir de 2015 iria colocar no mercado veículos elétricos com autonomia superior a 1.000 km, agora chega uma outra notícia que vai no mesmo sentido.
Se calhar não era tão fantasioso como se pensavak

Ora, a IBM está a desewnvolver uma nova geração de baterias de iões de lítio-ar capazes de proporcionar ao veículos elétricos uma autonomia de 800 km. Mais importante ainda, são baterias que têm 1.000 vezes mais densidade de energia do que as atuais baterias. Isto significa que poderão ser consideravelmente mais pequenas e leves do que as atuais.

Embora ainda a ser testada e com arestas por limar, a fonte indica que poderá estar no mercado dentro de 8 anos, em 2020.
Se isto for mesmo verdade e sair para a estrada, quero ver qual vai ser o argumento seguinte dos anti-electricidade...
 
Já faltou mais, Frecciarossa23.[;)]
Não nos esqueçamos que os primeiros carros eram movidos a energias limpas e outros a combustíveis fósseis.
Só que, devido essencialmente a interesses económicos relacionados com o petróleo, foram abandonadas essas energias, as quais agora estão a ser novamente exploradas.

Aqui fica o vídeo da história do SUV mais vendido no mundo com mais de 5 milhões de unidades produzidas.
 
A notícia já é de Agosto de 2011, mas como nunca vi nenhuma referência à mesma cooperação, aqui fica:


Ford partners with Toyota to share technology, create new hybrid system for trucks and SUVs


Ford of course knows a lot about trucks, and Toyota has a couple decades of hybrid knowledge in its back pocket. So, if you were looking to make a hybrid truck, wouldn't you want to bring these corporate titans together? Shockingly that's actually coming to pass, with the two companies announcing a "memorandum of understanding" today that will see them acting as "equal partners" to create a new rear-wheel drive hybrid platform intended for light trucks and SUVs -- but sadly not sports cars. That platform is expected to be completed by sometime next year, but the two will also be sharing data to advance infotainment and in-car technology systems, meaning someday your Entune might talk to your Sync and the whole telematics world could be a better place.


in: http://www.engadget.com/2011/08/22/ford-partners-with-toyota-to-share-technology-create-new-hybrid/

ou



Collaboration entre Ford et Toyota dans les hybrides


Précurseur de la technologie hybride, Toyota a toutefois choisi de s’associer à Ford dans ce domaine. Les deux constructeurs vont en effet développer de façon conjointe leur prochaine génération de systèmes dédiés aux SUV et pick-ups.

Lorsque l’on parle d’hybride, on pense immédiatement à Toyota, puis à Honda. On oublie sur notre continent que Ford est aujourd’hui l’un des plus gros producteurs de véhicules hybrides, avec l’Escape et la Fusion. Ford est en outre sur le point de proposer sur le marché des déclinaisons hybride et hybride plug-in du monospace C-Max, au moment où Toyota doit lancer son propre monospace hybride Prius V / Prius +.

En 14 ans, la technologie hybride s’est aventurée dans presque tous les segments, de la citadine (Jazz) à la limousine (Lexus LS) en passant par des SUV (Porsche Cayenne). Des véhicules qui réalisent tous une très grande partie de leurs volumes aux Etats-Unis. Malgré cela, deux des principaux segments du marché américains sont encore quasiment exempts de la présence de véhicules hybrides : les grands SUV et pick-ups.

Un marché qui peut donner quelques appétits. Voici quelques années, une association s’est nouée entre Chrysler, GM, Daimler et BMW pour le développement d’une transmission hybride bi-mode pour véhicules propulsion. Les résultats furent par exemple les BMW X6 ActiveHybrid, Chevrolet Tahoe Hybrid ou encore Chrysler Aspen hybrid… Ce sont aujourd’hui Toyota et Ford qui s’associent à leur tour pour développer conjointement un système de propulsion hybride, destiné aux SUV et pick-ups à architecture propulsion.

Les deux constructeurs développeront certes le système ensemble, mais il sera ensuite intégré par chacun des deux partenaires dans ses propres véhicules, selon une mise au point finale particulière. En clair, les prochaines générations de Ford F150 et Toyota Tundra pour les pick-ups, de Ford Expedition et de Toyota Sequoia pour les SUV…

Outre la collaboration sur les systèmes hybrides, Toyota et Ford ont convenu de coopérer sur les plateformes de communication et de télématique. Mais uniquement au niveau des standards et technologies de base, chaque constructeur tenant à préserver son propre système.


in: Collaboration entre Ford et Toyota dans les hybrides | le blog auto
 
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Se isto for mesmo verdade e sair para a estrada, quero ver qual vai ser o argumento seguinte dos anti-electricidade...

Os argumentos continuam a ser mais ou menos os mesmos. Quanto custará o veículo? Qual a vida útil das baterias, e depois quanto custará muda-las?

Ainda podemos chegar ao mais básico de todos; se toda a gente passar a usar veículos eléctricos como é que se lida com a imensa produção de energia que isso vai implicar e os problemas e custos que se manifestam desse facto?
 
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Já tive o anterior HDJ 100 e tenho o VDJ 200 V8 com o motor diesel.

É de dezembro de 2010 e é de facto uma grande máquina.

O V8 diesel tem muita força, e supera o anterior que tive com motor a gasolina.

Não existem muitos rivais a este nível e nem mesmo o range bate este monstro em TT puro.

Cumpts



 
Pré-Salão de Nova Iorque: Toyota Venza 2013
Tradicionalmente el Salón del Automóvil de Nueva York, como casi cualquier muestra estadounidense, posee un marcado acento crossover y todocamino en virtud de la popularidad de este tipo de vehículos en el país, pero la edición de este año realmente viene realmente cargada. Una de estas importantes novedades será el restyling del Toyota Venza, un crossover mediano de cinco plazas ("sedán crossver" en palabras de los japoneses) presentado en Detroit 2008.

Lo primero que salta a la vista al observar las fotografías del nuevo Venza es las tres gruesas barras de su parrilla, mucho más estilizada (y simplificada) que la del modelo saliente, aunque también hay pequeñas modificaciones en el diseño de los faros antiniebla y los espejos laterales, ahora con luces de intermitencia integradas. El resto sigue básicamente tal y como estaba, lo que no es algo necesariamente malo.

Los cambios interiores son poco más o menos igual de profundos (o superficiales, como se mire); hay un nuevo volante, la posibilidad de equipar el sistema multimedia Entune con soporte para aplicaciones y... básicamente puedes dejar de contar, porque más allá de colores y tapicerías la cosa sigue más o menos igual, incluyendo sus siete airbags (con uno de rodilla para el conductor), los reposacabezas activos y el equipo de audio opcional JBL con sonido 6.1 y 13 altavoces.

La gama mecánica sigue estando compuesta por un motor 2.7 de cuatro cilindros con 181 caballos y un 3.6 V6 de 268 caballos, ambos acoplados a un cambio automático de seis marchas y, dependiendo del cliente, con tracción delantera o a las cuatro ruedas.
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