Não tens como afirmar isso.
Se estivesses por dentro do mercado da B&O, saberias onde eles se distinguem [

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Não é essa a experiência que tenho tido.
Então tenta programar um comando desses para arrancar com um sistema A/V de componentes + TV com uma única tecla. Nunca ninguém conseguiu isso eficazmente recorrendo a comandos inteligentes.
Não retiro virtudes à marca, por certo as terá. Mas parece-me que tudo se resume ao comando e ao sistema protésico, e como referi, o palco de discussão tecnológica da B&O está a passar-lhe ao lado. Foi nisto, e no design, que me centrei, mas virtudes terá, por certo (no som, por exemplo, mas isso não é para aqui chamado, até porque há outras excelentes opções)
A B&O nunca foi uma marca de última tecnologia. Centra-se em questões diferentes, principalmente estética, utilização e soluções completas.
Desculpa, mas qualquer AVR, com ligação hdmi, faz isso. Com ou sem design, também.
Quando falei em interligação, referi-me à parte estética e modo de funcionamento. De resto, qualquer equipamento pode ser ligado a outro qualquer equipamento, com maior ou menor facilidade.
Óptimo, quem comprou B&O continuará a comprar no "clube".
Exacto !
Se vires as revistas cor-de-rosa, vais ver que a B&O está na casa de muitos famosos (e não só).
Os decoradores e arquitectos também têm um papel importante nisso, porque convenhamos que os sistemas tradicionais (B&W, Kef, Componentes separados, etc) são autênticas aberrações dentro de uma decoração cuidada.
A B&O tem crescido na Europa, bem como uma ou outra excepção, por fabricarem coisas diferentes, com objectivos diferentes do mainstream.
Para as marcas mainstream, o que importa é ter as características de papel (especificações) mais altas possíveis.
As marcas tipo B&O procuram simplificar as coisas complexas.
Atenção, eu não vendo B&O nem a B&O seria marca para mim.
Não me faz confusão nenhuma ter 5 comandos diferentes em cima da mesa, colunas maiores, etc.
Prefiro o desempenho acima da facilidade de utilização.
Quando me foi apresentado o Bose 321 (o primeiro sistema de surround virtual) pensei que fosse ser um fiasco, baseado nas minhas convicções.
Actualmente, este tipo de sistemas representam 60% dos sistemas home-cinema vendidos na Europa...
Vitória da simplicidade sobre o desempenho...[

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