neoxic
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Eu pessoalmente também fiquei desiludido com o carro depois de ver as falhas de montagem, mas discordo do teu ponto de vista.
Penso que é mais fácil tentar criar um grande desportivo do que enveredar pelo meio das marcas ganeralistas onde há demasiada concorrência.
Um motor potente ele tem. Resta saber se conseguem fazer um carro eficaz em termos dinâmicos e corrigir as falhas de construção que o modelo que esteve exposto no Porto apresentava.
Se conseguirem realmente fazer desde carro um verdadeiro desportivo então poderão ter sucesso.
Um bom exemplo é o da Pagani, onde numa muito pequena oficina conseguiram construir aquele que é considerado por muitos como um dos melhores (senão o melhor) super desportivo do mundo, o Zonda F. É um carro com motor da Mercedes e construído com os melhores componentes que se podem encontrar à venda numa loja de peças.
O senhor Horacio Pagani não apareceu com o Zonda de um dia para o outro!
Ele trabalhou na Lamborghini e tinha ligações à AMG, etc; não o vamos comparar com este projecto português!
Com o "background" dele, claro que este Vinci seria uma brincadeira!
Temos que dar valor às pessoas que fizeram que que este projecto se tornasse realidade; claro que há muitas coisas a melhorar, mas o importante é começar...... estar sentado a dizer mal de tudo e de todos é bem mais fácil........
Sim mas o Pagani tinha argumento que justificassem o seu elevado preço, já o Vinci.....Naturalmente que o sr Pagani já tinha conhecimentos, experiencia e uma reputação que lhe permitiu obter apoios financeiros para tornar o Zonda numa realidade.
Ainda assim não podemos deixar de olhar para esse carro como um grande exemplo de que quando há esforço e se fazem as coisas como deve ser, podem-se conseguir objectivos que se prevêm extremamente dificeis de alcançar.
Sim mas o Pagani tinha argumento que justificassem o seu elevado preço, já o Vinci.....
Então vejam o caso dos chineses!!! Actualmente são dos maiores produtores, (...)
Tas-te a esquecer de uma coisa quando falas dos chineses, baixa mao de obras, condições laborais miseraveis, etc. se fossem produzidos em Portugal de certeze que iam ficar muito mais carros que na china.
Mas não é só isso.
Só quem não conhece o desenvolvimento industrial e a potência da indústria chinesa é que diz isso.
Actualmente estão muito, mas muito desenvolvidos, não a nível de qualidade, mas de tecnologia. E com essa potência, não é complicado copiar e desenvolver automóveis.
O crash test deve ser igual ao do corvette.
A nivel de qualidade estão tão desenvolvidos quanto querem estar, na média os produtos que saem podem não ser de muita qualidade, mas porra, se a Intel instalou lá uma fábrica, é porque recursos qualificados não faltam.
Infelizmente para nós, não tardará muito a que os produtos se nivelem com os outros.
Só não vê quem não quer...
Fazem... todos os carros fazem, ou pelo menos devem fazer!! Se até o smart o fez... se não o tivesse feito, o pessoal da 5th gear fez por eles []. Mas ter um carro pequeno, e barato não significa que tenha que ser pouco seguro!! Em pricipio tb será leve, logo não terá mt inercia, não deverá ser muito potente, logo tb não ha perigo de bater a grandes velocidades... Se bater a 120 contra uma arvora, um muro ou algo que não recue, podes ir no carro mais seguro do mundo, que não te serve de nada
http://jn.sapo.pt/2007/07/25/sociedade_e_vida/prototipo_vinci_passouno_primeiro_te.htmlProtótipo do Vinci GT passouno primeiro teste de pista
Poderoso, mas fácil de conduzir![]()
Curto contacto permitiu ajuizar das potencialidades do carro. O cliente irá decidir se quer a potência de origem, ou se quer deixar-se entusiasmar pelos 700 cavalos do motor
Reis Pinto, Leonel Castro
Protótipo do Vinci GT passou no primeiro teste de pista
Oúnico exemplar do Vinci GT, desportivo português, desenvolvido pelo Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEEIA), e que será produzido pela Retroconcept, deu ontem, no Kartdódromo de Baltar, as suas últimas voltas a uma pista. "A carroçaria irá ser integralmente desmontada e cortada, por forma a fazermos os moldes definitivos. No início do próximo ano deverá sair da linha de montagem o Vinci GT definitivo, com carroçaria em fibra de carbono", afirmou, ontem, Miguel Rodrigues, mentor do projecto.
O desportivo, cujo protótipo funcional foi realizado em meia dúzia de meses graças ao know-how do CEIIA, vai poder ser construído como se de um fato à medida se tratasse.
"O motor pode, se o cliente o desejar, ter um ou dois turbos (elevando a potência para os 700 cavalos). O comprador pode escolher uma caixa de velocidade manual, automática de cinco ou mais velocidades, sequencial, com ou com comandos no volante. O interior, que apenas irá sofrer alterações de pormenor, pode ser construído em titânio. O processo de fabrico de cada carro pode ser seguido, 24 horas por dia, através de um sistema de vídeovigilância. Tudo é possível e, como tal, é prematuro avançar com o preço final do carro", referiu ao JN.
Parceria com o CEIIA
A Retroconcept, empresa criada para construir o Vinci, recorreu ao CEIIA, na Maia, para o desenvolvimento do automóvel, que utiliza o chassis e o motor do Corvette C6.
"Temos uma parceria com a Pininfarina, que nos tem permitido desenvolver diversos produtos. Por exemplo, as jantes do Ferrari P45 foram desenhadas por nós e produzidas em Portugal. Este é um carro de concepção nacional, que aproveita a vasta rede de fornecedores portugueses para a indústria automóvel. O Vinci vai acrescentar valor ao fornecedor e ao país", referiu Nuno Silva, director do CEIIA.
Na calha estão novos produtos, como o Vinci Sport - cujo peso se deverá situar em volta dos 800 quilos e terá "muitos cavalos" - um todo-o-terreno de luxo, explorando "mais um nicho do mercado que detectamos, em especial nos países árabes". E o Eco-Vinci, que, "mais do que um automóvel eléctrico, será um novo conceito de mobilidade nas nossas cidades", concluiu Miguel Rodrigues.
O contacto dinâmico com o Vinci decorreu no Kartódromo de Baltar. Duas voltas ao pequeno circuito, inadequado a um automóvel destas dimensões e potência, apenas serviram para "abrir o apetite" para o início do próximo ano, quando o primeiro carro for produzido. Mesmo assim, resulta impressionante a força deste V8, de 420 cavalos. Quem gosta de automóveis não consegue ficar indiferente ao som poderoso que sai dos escapes do desportivo português. Em termos de condução, e abstraindo-nos das limitações da pista, o Vinci GT revelou-se fácil de conduzir.
Tambem me parece....http://jn.sapo.pt/2007/07/25/sociedade_e_vida/prototipo_vinci_passouno_primeiro_te.html
Ou os responsaveis do projecto andam a ler o forum AHO ou então pelos vistos as nossas dúvidas e desejos já estavam a ser consideradas! apr![]()
Muito bom... [] [
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Não fazem todos os carros não [] E o que é que o Smart, um citadino produzido em massa tem a ver com um carro que vai ter poucas unidades produzidas? [
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