A pobreza que não pára de aumentar em Portugal...

É por demais evidente que isso dependerá sempre do tipo de criminalidade de que falamos.

Se a pobreza poderá estar relacionada com o roubo (ocasional, não-organizado e, por norma, não violento)? Sim, em alguns casos.

Agora...com a delinquência? Violência gratuita? Homicídios? Tráfico de pessoas? Give me a break. Esse tipo de gentalha não merece nada de bom na vida. Muito menos um emprego.
 
Por acaso conheci alguns filhotes de papá que se fartavam de fazer trinta por uma linha, pois sabiam que nunca passariam um noite na prisão ou numa esquadra.

Alias é famosa a conversa entre um filho de politico e um guarda que foi ameaçado de ser despedido pelo júnior apenas se este ousa-se multa-lo , pq o papá "podia e fazia".

Há no entanto uma diferença entre quem rouba para comer e quem prevarica por cultura ou impunidade.

E neste casos a pobreza tem tudo a ver.

Nesses casos tem tudo a ver, claro. Quando era mais novo apanhei situações dessas. Hoje em dia, tudo o que vejo a gamar é para a droga e esses meu caro, movimentam largos milhares de euros por mês só para sustentar o vício. Hoje em dia é mais fácil "roubar" o Estado. Se não queres fazer nada basta pedir o RMG desde que consigas provar que "não fazes nenhum".... e acredita que a esmagadora maioria nem precisa ludibriar o Estado nesse sentido.
 


Se a mentalidade dessa gente fosse decente, sabiam que se querem alguma coisa, têm de trabalhar... Mas não!

No meio em que vivem, são habituados desde novos (muitas vezes pelos pais) a roubar que é mais prático, menos custoso e muito mais produtivo[8b]


Tive colegas meus que quiseram desistir da escola cedo, mas como tinham uma FAMÍLIA que os educou, que lhes ensinou qualquer coisa, sujeitaram-se ao trabalho que conseguíram, recebendo pelo esforço do seu trabalho, queixando-se +/- do que recebem mas tem de ser.

Depois há os que não fazem nada mas queixam-se de tudo, que nunca trabalharam porque roubar torna tudo mais fácil e ainda lhes sobra a maior parte do tempo para vícios. Não têm dignidade mas também não estão preocupados com isso. Apenas querem dinheiro.

Por norma o problema começa ainda na escola, começam a roubar... porque a pobreza de espírito vem de trás.


Depois, coitadinhos, nunca trabalham porque sempre que arranjam um trabalho são explorados (o salário mínimo é fixado pelo governo) e estão deixam de aparecer ou arranjam maneira de serem despedidos (usualmente também roubam colegas trabalho e o patrão)
 
É por demais evidente que isso dependerá sempre do tipo de criminalidade de que falamos.

Se a pobreza poderá estar relacionada com o roubo (ocasional, não-organizado e, por norma, não violento)? Sim, em alguns casos.

Agora...com a delinquência? Violência gratuita? Homicídios? Tráfico de pessoas? Give me a break. Esse tipo de gentalha não merece nada de bom na vida. Muito menos um emprego.
É aceitável esse sentimento, mas, repara, antes de esses crimes serem praticados (a montante) nascem crianças nos bairros pobres...

Depois, mais tarde (a jusante), a situação já não pode ser prevenida! Em vez disso só se pode "atamancar"...
 
Nesses casos tem tudo a ver, claro. Quando era mais novo apanhei situações dessas. Hoje em dia, tudo o que vejo a gamar é para a droga e esses meu caro, movimentam largos milhares de euros por mês só para sustentar o vício. Hoje em dia é mais fácil "roubar" o Estado. Se não queres fazer nada basta pedir o RMG desde que consigas provar que "não fazes nenhum".... e acredita que a esmagadora maioria nem precisa ludibriar o Estado nesse sentido.


Infelizmente é a triste realidade de uma das ideias com a implementação mais estúpida que há memória![8b]


É usual verem casais, no papel divorciados para assim receberem 2 Rendimentos Mínimos na mesma casa, que derretem praticamente tudo em cafés, não pagam rendas e quando têm filhos, nem à escola os mandam pois acordar às 9 horas "É muito cedo".

Depois admiram-se que que sejam marginais.... mas perante alguns, são uns "coitadinhos", incompreendidos pela sociedade e que são explorados pelos patrões!


PS: Não coloco dúvidas de casos em que realmente as ajudas são necessárias e que a pobreza não é de espírito... mas infelizmente na maioria isso não acontece
 
Nesses casos tem tudo a ver, claro. Quando era mais novo apanhei situações dessas. Hoje em dia, tudo o que vejo a gamar é para a droga e esses meu caro, movimentam largos milhares de euros por mês só para sustentar o vício. Hoje em dia é mais fácil "roubar" o Estado. Se não queres fazer nada basta pedir o RMG desde que consigas provar que "não fazes nenhum".... e acredita que a esmagadora maioria nem precisa ludibriar o Estado nesse sentido.
Sim cada vez há menos gente no estado para o poder verificar.
 
É aceitável esse sentimento, mas, repara, antes de esses crimes serem praticados (a montante) nascem crianças nos bairros pobres...

Depois, mais tarde (a jusante), a situação já não pode ser prevenida! Em vez disso só se pode "atamancar"...
Impressionante. Nem dá para acreditar.

Assim não dá. Vou embora.
 
Sinceramente, não sei se será possivel de forma linear encontrar uma correlação entre estes dois factos.

Mas, por exemplo um adolescente sentir problemas em casa devido a "Uma casa onde não há pão todos ralharem sem razão", isso é possivel.

Dai que um sentimento de revolta e rebelião para com a sociedade, possa traduzir nalgum tipo de delinquencia, associação a gangs ou pessoas de formação duvidosa.
 
Impressionante. Nem dá para acreditar.

Assim não dá. Vou embora.
O que é que não percebeste desta vez?...

A resposta era a este post:
É por demais evidente que isso dependerá sempre do tipo de criminalidade de que falamos.

Se a pobreza poderá estar relacionada com o roubo (ocasional, não-organizado e, por norma, não violento)? Sim, em alguns casos.

Agora...com a delinquência? Violência gratuita? Homicídios? Tráfico de pessoas? Give me a break. Esse tipo de gentalha não merece nada de bom na vida. Muito menos um emprego.
 
Sinceramente, não sei se será possivel de forma linear encontrar uma correlação entre estes dois factos.

Mas, por exemplo um adolescente sentir problemas em casa devido a "Uma casa onde não há pão todos ralharem sem razão", isso é possivel.

Dai que um sentimento de revolta e rebelião para com a sociedade, possa traduzir nalgum tipo de delinquencia, associação a gangs ou pessoas de formação duvidosa
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Exactamente!
 
A maioria dos estudos científicos encontra uma correlação estatisticamente muito significativa entre pobreza, desemprego, nível de instrução académica, e crime. Os americanos têm muita investigação nestas áreas e as conclusões nunca mudam muito.
É muito curioso verificar a influência da economia na criminalidade. Existe uma relação inversa entre indicadores macro-económicos positivos e criminalidade. É certo que, em última análise, o crime é uma decisão individual, mas o mundo não é assim tão linear e preto-e-branco. Se fosse era tudo mais fácil. Não me lembro agora do artigo em causa, mas li em tempos um estudo que concluía que o efeito de cada dólar gasto em policiamento e aplicação da lei (law enforcement), era muito menos bem sucedido na redução do crime, do que o efeito de cada dólar de aumento dos salários médios dos americanos.

Para quem quiser aprofundar mais este assunto de um modo mais académico recomendo alguns artigos interessantes: http://www.blackwell-synergy.com/se...me=45&issue=3&year=2004&part=null&cookieSet=1
 
Sim cada vez há menos gente no estado para o poder verificar.

Num Estado de Direito e com os mercados cada vez mais abertos a única coisa que se exige é fiscalização de modo a garantir que os mercados sejam justos.

Acho que todos viram as conclusões bem recentes relativamente à corrupção que prolifera em Portugal: deturpação das regras claras de mercado porque não só retira empresas competitivas como compensa de forma desproporcionada terceiros que só pelo facto de terem capacidade decisória retiram recursos de forma aberrante desiquilibrando o mercado. Esses recursos poderiam ser usados de outra forma, como por exemplo, formação! Citando o nosso colega-amigo-membro-forunista MMC: "e mais não digo!".

Cumps.
 
A maioria dos estudos científicos encontra uma correlação estatisticamente muito significativa entre pobreza, desemprego, nível de instrução académica, e crime. Os americanos têm muita investigação nestas áreas e as conclusões nunca mudam muito.
É muito curioso verificar a influência da economia na criminalidade. Existe uma relação inversa entre indicadores macro-económicos positivos e criminalidade. É certo que, em última análise, o crime é uma decisão individual, mas o mundo não é assim tão linear e preto-e-branco. Se fosse era tudo mais fácil. Não me lembro agora do artigo em causa, mas li em tempos um estudo que concluía que o efeito de cada dólar gasto em policiamento e aplicação da lei (law enforcement), era muito menos bem sucedido na redução do crime, do que o efeito de cada dólar de aumento dos salários médios dos americanos.


Para quem quiser aprofundar mais este assunto de um modo mais académico recomendo alguns artigos interessantes: http://www.blackwell-synergy.com/se...me=45&issue=3&year=2004&part=null&cookieSet=1
Ora aí está!

Muito bem! [;)]
 
Os meus pais, os meus avós, e a maior parte das pessoas que viviam na aldeia onde eles moravam eram pobres. Seriam criminosos em potência sem o saberem?
 
Os meus pais, os meus avós, e a maior parte das pessoas que viviam na aldeia onde eles moravam eram pobres. Seriam criminosos em potência sem o saberem?
Não é nada disso que é dito.

Esses tempos eram outros e as gentes mais brandas e simples. Hoje a correria e a violência estão ligadas ao premir de cada botão, ao virar de cada esquina!
 
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