Agora é que é Hybrid TDI.

...
deixem-me salientar que o consumos estimados não são nada de especial ficando ao nível dos hibridos otto, o que vai de encontro ao que ja muitas vezes referi aqui, se de facto os combustiveis forem ao mesmo preço sensivelmente não vejo grandes vantagens.

Como é que ainda podes dizer isso ???

Esquecendo a parte eléctrica, se um diesel consome menos que um otto em circunstâncias iguais, como é que os consumos finais não vão ser diferentes ?

Só se a parte eléctrica do hibrido diesel funcionar pior.
 
Como é que ainda podes dizer isso ???

Esquecendo a parte eléctrica, se um diesel consome menos que um otto em circunstâncias iguais, como é que os consumos finais não vão ser diferentes ?

Só se a parte eléctrica do hibrido diesel funcionar pior.


3,4 previstos para o ano, 4,3 (Prius), 4,6 (HCH) desde 2006 os novos ja virão melhores concerteza.

vai ler o que escrevi sobre o assunto, a vantagem do hibrido electrico/otto é ter um binario de diesel e a potencia de um otto, num hibrido electrico/diesel, a vantagem é ?
 
Essa do hibrido/otto ter o binário de um diesel...:confused:

Em potência combinada continuas a ter pelo menos os valores do hibrido/otto. Na pior das hipóteses, terás mais binário ainda.

Reduzes os consumos face a um diesel ?

Achas que não há vantagem nenhuma ?
 
Essa do hibrido/otto ter o binário de um diesel...:confused:

Em potência combinada continuas a ter pelo menos os valores do hibrido/otto. Na pior das hipóteses, terás mais binário ainda.

Reduzes os consumos face a um diesel ?

Achas que não há vantagem nenhuma ?

a questão é essa mesmo tens ainda mais binario, mas binario ja tens bastante num diesel, o que digo é que o beneficio versus o custo não é muito apelativo e que é por isso que ainda não podes comprar nenhum.

o binario do HCH é 167 nm constante entre as 800 e as 2500 rpm , o do Prius é mais de 400 nm nas mesmas rpm, e eu não falava dos valores em si mas sim das gama de rotações, de qualqer modo o binario de um diesel moderno de 100/120 cv anda á volta dos 220/240 nm mas num intervalo bem mais reduzido de rotações.
 
Já agora para espicaçar esta semi-guerra otto-diesel, queria ver adaptados os novos motores honda a híbridos.

4,2l/100 misto supostamente, ainda sem confirmação claro. Com tecnologia híbrida os consumos devem ficar um must.
 
Last edited:
Finalmente vamos ter carros híbridos com STATUS, a VW prepara-se para introduzir em breve no Golf um TDI híbrido com um consumo de 3.4 l/100 km e emissões de 89g/km.

link: http://www.dailytech.com/VW+Prepares+69+MPG+Dieselelectric+Hybrid+Golf/article10808.htm

Com estreia agendada já para o próximo salão de Genebra.

Discordo com a semãntica.

Os diesel não tinham status, a VW deu-lhe.
Os hibridos (salvo excepções) tambem não tinham....

PS-Destesto e acho de interpretação duvidosa o termo status. Mas "em Roma sê Romano)
 
A Volkswagen pretende propôr a opção híbrida em vários modelos da sua gama incluindo o Jetta que se vende no EUA em número superior à versão dois volumes, a combinação diesel/eléctrico segundo o artigo, foi feito a pensar no mercado americano, em particular na Califórnia.

Não é a primeira experiência da Volkswagen nos híbridos, mais concretamente híbridos diesel, fez investigação desta solução, muito cara na sua altura...

Em 1986 a Volkswagen apresentou un Volkswagen II com motor diesel de 54 cv mais um motor eléctrico de 24 cv, a este seguiram-se outros medelos no início dos anos 90.

O motor eléctrico e o gerador substituiam o motor de arranque, volante do motor e alternador, o motor eléctrico encontrava-se ligado ao motor diesel e respectiva caixa manual através de duas embraiagens controladas electronicamente.

O motor diesel entrava em acção a partir dos 50 Km/h, quando o Diesel estava a ser utilizado, as baterias eram recarregadas.
Um pequeno computador, determinava automáticamente de acordo com as circunstâncias qual dos dois motores seria usado, o condutor podia no entanto sobrepôr-se ao computador activando o modo eléctrico ou diesel.
O Golf II híbrido aproveitava energia na travagem, aproveitando a transmissão, esta activava o gerador que por sua vez carregava a bateria.

Segundo a Volkswagen reduzia as emissões em 60%, as emissões de dióxido de carbono erm reduzidas para mais de metade, e podia alcançar médias de consumo de 2,4l/100Km.

Cerca de 50 modelos deste tipo entraram em circulação na Alemanha e na Suiça:

vwgolfiimithybridantrierd6.jpg

golfdieselelectrichybriic3.jpg



Volkswagen Golf IV ECO.Power de 2004 com motor diesel de 114 cv e motor eléctrico de 20 cv:

golfecopower2rref3.jpg

golfecopower3rfj3.jpg



O Audi Duo III de 1997 baseado no Audi A4 Avant B5, foi o único dos Audi DUO a ser produzido, usava um motor 1.9 TDI em conjunto com um motor eléctrico de 29 cv, o condutor podia escolher através de um botão o modo eléctrico ou convencional.

As baterias eram recarregadas em andamento ou ligando a uma tomada AC.

Era muito caro em relação a uma Audi A4 Avant 1.9 TDI e houve pouco interesse por parte do público foram produzidas pouco mais de 60 unidades:

audia4duotdi1997qv8.jpg

Também, a par de outras prioridades económicas que não colocavam ou davam o enfâse que actualmente se verifica na aplicação das politicas energéticas em que o sector automóvel está inserido.
 
Discordo com a semãntica.

Os diesel não tinham status, a VW deu-lhe.
Os hibridos (salvo excepções) tambem não tinham....

PS-Destesto e acho de interpretação duvidosa o termo status. Mas "em Roma sê Romano)

Bom, isso depende de cada um, se andar num carro que sempre que acelera deixa uma nuvem preta atrás dele, de micro-partículas cancerisnas é ter Status ...

Pode ser que agora com um sistema Híbrido e um filtro de partículas a coisa vá ao lugar.
 
Bom, isso depende de cada um, se andar num carro que sempre que acelera deixa uma nuvem preta atrás dele, de micro-partículas cancerisnas é ter Status ...

Pode ser que agora com um sistema Híbrido e um filtro de partículas a coisa vá ao lugar.

exacto, mas continua a largar oxidos de nitrogenio e enxofre.
 
exacto, mas continua a largar oxidos de nitrogenio e enxofre.

nitrogenio ? azoto se faz favor
adoro estas conversas.... o otto nao polui? entao de que vale dizer que um polui mais o.00000001% que o outro? evoluam para o electrico e acabou a conversa!! urge essa revoluçao.
Acabem com este fossil vivo- O motor de combustão interna
 
oxidos de enxofre e nitrogénio, responsáveis pelas chuvas acidas, basta veres, quem são os principais alvos do protocolo de quioto, que na proxima norma euro terão que baixar consideralvelmente estes oxidos. por acaso já ouviste falar de catalizadores de ureia para diminuir a emissão destes, não?
 
Acabem com este fossil vivo- O motor de combustão interna

Quer queiras quer não, esse "fóssil" vai andar a fumegar alegremente muito depois de te juntares ao Karl Marx, Fidel Castro, John McCain... [:p]

Quanto à notícia original, só tenho uma palavra:

TDI-BRIDO!!! [:)]
 
oxidos de enxofre e nitrogénio, responsáveis pelas chuvas acidas, basta veres, quem são os principais alvos do protocolo de quioto, que na proxima norma euro terão que baixar consideralvelmente estes oxidos. por acaso já ouviste falar de catalizadores de ureia para diminuir a emissão destes, não?


Os diesel já têm sistemas (como esse que referes para diminuir a concentração de NOx, e outros) e a solução dos SOx passa por as companhias petroliferas baixarem o indice de concentração de enxofre no gasóleo. Nesse aspecto a culpa não é do ciclo diesel, é apenas da existência deste elemento no gasóleo.

Mas uma coisa é certa, enquanto a tecnologia diesel já têm estas soluções preparadas, da parte das tecnologias Otto, não vejo qualquer tipo de inovação que faça reduzir as emissões de CO (gaz venenoso) e dos hidrocarbonetos não queimados (este último bem ilustrativo da irregular e deficiente combustão proporcionada pelos Otto).

A solução hibrido faz descer os consumos e consequentemente todas as emissões e isso é de louvar, mas eu refiro-me a um sistema que faça reduzir apenas e só um (ou vários elementos) independentemente dos outros, ou seja, uma solução específica. [;)]
 
1. a solução dos SOx passa por as companhias petroliferas baixarem o indice de concentração de enxofre no gasóleo.

2. não vejo qualquer tipo de inovação que faça reduzir as emissões de CO (gaz venenoso) e dos hidrocarbonetos não queimados

1. POIS.. só que é bastante difícil retirar o enxofre. Requer equipamento na ordem dos de biliões de euros (10^9).

2. Bem, nunca podem baixar abaixo de um certo nível, senão o carro não anda!!
 
1. POIS.. só que é bastante difícil retirar o enxofre. Requer equipamento na ordem dos de biliões de euros (10^9).

2. Bem, nunca podem baixar abaixo de um certo nível, senão o carro não anda!!


Já há normas que obrigam a que futuramente (não sei quando) o gasóleo que se comercializa tenha um indice mais baixo deste composto. Esse número que apresentas é muito ambiguo. E sinceramente nem sei o que representa. É o conjunto de todas as companhias petroliferas? É que esse número é mesmo muito comprido [:p] [:D] Qual é o equipamento e o processo para a eliminação do enxofre? Diluindo esse custo pela respectiva quantidade de gasóleos, qual será o impacto? Fontes?

Porque dizes que a redução de CO e dos hidrocarbonetos não queimados implicam que o carro não ande? A larga percentagem destes compostos é elucidativa da deficiente combustão, mas não creio que a diminuição (ou eliminação, num sentido quase utópico) impliquem que não aconteça a combustão.
 
1. É que esse número é mesmo muito comprido [:p] [:D] Qual é o equipamento e o processo para a eliminação do enxofre? Diluindo esse custo pela respectiva quantidade de gasóleos, qual será o impacto? Fontes?

2. Porque dizes que a redução de CO e dos hidrocarbonetos não queimados implicam que o carro não ande? A larga percentagem destes compostos é elucidativa da deficiente combustão, mas não creio que a diminuição (ou eliminação, num sentido quase utópico) impliquem que não aconteça a combustão.

1. O processo não sei, só vendo. O preço do equipamento ouvi dum perito no assunto, no fórum do peakoil.com, e refere-se ao investimento por refinaria. Depois quando puder arranjo mais dados e já te respondo a isto com mais rigor.

2. Estava a referir-me mais ao CO2. Dado que é o produto da combustão, sem CO2 não combustão, logo não há movimento. Quanto aos hidrocarbs não queimados, o processo de queima é regido pela mecânica quântica, que, pelo seu carácter probabilistico, torna difícil fugir-se à produção dos mesmos.
 
vi no outro dia num site, um propotipo (acho que era um X5) que tinham paineis solares no tejadilho para ajudar a carregar as baterias. é uma solução engraçada... os painéis solares têm vindo a baixar de preço e apesar de o tamanho limitar um pouco a energia que podem produzir, sempre são menos umas gotas de combustivel aos 100... com passos pequenos vai-se conseguindo reduzir ;)
 
Já há normas que obrigam a que futuramente (não sei quando) o gasóleo que se comercializa tenha um indice mais baixo deste composto. Esse número que apresentas é muito ambiguo. E sinceramente nem sei o que representa. É o conjunto de todas as companhias petroliferas? É que esse número é mesmo muito comprido [:p] [:D] Qual é o equipamento e o processo para a eliminação do enxofre? Diluindo esse custo pela respectiva quantidade de gasóleos, qual será o impacto? Fontes?

Porque dizes que a redução de CO e dos hidrocarbonetos não queimados implicam que o carro não ande? A larga percentagem destes compostos é elucidativa da deficiente combustão, mas não creio que a diminuição (ou eliminação, num sentido quase utópico) impliquem que não aconteça a combustão.

Ano de 2009.
 
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