Alfa Romeo

Esse é o meu entendimento, acho que a administração padecerá de desnorte total, já deu para perceber que o foco não é a Europa, mas não vejo outro mercado para além do brasileiro onde o grupo tenha maior facilidade de penetração, sem produto ajustado, é para esquecer.

Quanto ao Giulia de 2 portas (GTV), é benvindo, claro, mas não um novo modelo, nem é ele que vai fazer disparar vendas. Concorre com o trio alemão, dá imagem,... mas falta volume, angariar mais clientes, não precisa de ser em saldo, mas um C de imediato na minha opinião era o caminho.

A líder do mercado premium brasileiro é a Mercedes, que vendeu 1156, recentemente. A Volvo comemora suas 452 vendas. Não vejo como a Alfa Romeo esperaria o Brasil além de um mercado periférico para ganhar com imagem e vendas residuais. Tanto é, que a marca nem foi ainda relançada.

Sobre o Giulietta, entendo a preocupação deles em lançar mais modelos globais, fortalecendo a marca; e também o fato de o SUV do segmento C esperar grandes volumes na Europa. Porém, também acho que poderia fazer dupla com o Giulietta que faria dupla com aquele como os mais vendidos, ainda que somente na Europa.
 
O mais caricato disto tudo é investir numa versão coupé em vez duma SW do Giulia. Nem vale a pena ver as tabelas para se perceber em que proporções vendem estas duas versões neste segmento no seu mercado principal.

Sendo que as adaptações do sedan para uma ou outra versão serão equivalentes em termos de custos e com os eternos constrangimentos financeiros na marca, esta parece uma decisão um tanto absurda. :confused:

Eles precisam manter a linha "desportiva" e para a imagem global da marca, é melhor. Além do mais, seria a Giulietta ou a carrinha. A Europa ficou sem nenhuma das duas. Com o facelift ou algo a mais, sobre a atual plataforma.

A Volvo já mantém as carrinhas, além das marcas já estabelecidas e que tem produtos em quase todos os segmentos. Essa deve ser um daqueles "acordos de cavalheiros não oficiais e declarados", onde uma montadora dá a entender que "não entro competindo com você no seu nicho, e você não entra no meu, ao menos por enquanto".

Em caso de manutenção do mercado de carrinhas europeus, possa ser que um novo Giulia tenha sua versão SW, lá por 2024. No entanto, julgaram que perderiam mais não tendo um SUV C do que uma carrinha D.
O impacto de um GTV - ainda que seja muito assemelhado ao Giulia - é maior que uma Giulia SW, pois será considerada um modelo novo e inédito, não apenas uma "variação de carroceria"; e a depender do preço, podem compensar, anível global, as vendas europeias da carrinha.
 
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A líder do mercado premium brasileiro é a Mercedes, que vendeu 1156, recentemente. A Volvo comemora suas 452 vendas. Não vejo como a Alfa Romeo esperaria o Brasil além de um mercado periférico para ganhar com imagem e vendas residuais. Tanto é, que a marca nem foi ainda relançada.

Sobre o Giulietta, entendo a preocupação deles em lançar mais modelos globais, fortalecendo a marca; e também o fato de o SUV do segmento C esperar grandes volumes na Europa. Porém, também acho que poderia fazer dupla com o Giulietta que faria dupla com aquele como os mais vendidos, ainda que somente na Europa.

A menção que fiz ao mercado brasileiro era numa lógica de grupo, não marca.

Na realidade, apesar de alguma deturpação de imagem, acho que não há mercado como o europeu para revitalizar uma marca como a AR, no tempo que levam de comercialização quer Giulia quer Stelvio, não se criaram cenários muito animadores, e estes não tiveram a europa como destino predileto. Não está fácil, mas é só fazer as contas.
 
É absurda para os entusiastas mas faz todo o sentido economicamente, visto que a tendência de mercado é o UV e não a carrinha.
O Coupé é algo imprescindível, para uma marca com pedigree desportivo.

Não há capital para andarem a brincar. As SW ainda perfazem 50% das vendas nesse segm na Europa a pesar da aparição dos SUV, Já por cá passaram uns gráficos disto a confirmar esses números.

Não que não gostasse de ver uma versão GTV, como é obvio, mas com os apertos que tem, uma SW seria bem mais lucrativa acrescentando cerca do dobro das vendas ao Giulia como acontece na generalidade deste segm. ao passo que versões coupés não ultrapassarão os 20/30%.

Muito se falou por aqui do peso do mercado global mas a realidade é que por enquanto, o grosso das vendas da AR continuam na Europa e mais vale alicerçar essa base para depois ter capacidade de progredir para outros mercados step by step.

Dito isto, Tanto a SW como o Giulietta 2+versão SUV parecem-me as prioridades
 
Mas está confirmado um SUV para o segmento C!


Está confirmado o SUV-C em... PDF! Espero é que apareça rapidamente (o E-Pace e XC40 já estão na rua..), e que se diferencie substancialmente do Compass, ou seja, não arrisquem novamente numa coisa do tipo Bravo\Delta! Não podem defraudar expectativas e fazer uma coisa assim-assim! Agora não há a desculpa da falta de recursos económicos!

Mas a minha questão relativamente ao Giulietta é que, aparentemente, vai-se tratar de (mais) um restyling num modelo que tem... oito anos de mercado! E o que se esperava é que saísse uma coisa baseada na Giorgio, tracção posterior, muita qualidade e breath-taking design para enfrentar de vez os Alemães sem receios de qualquer espécie! Ou seja, fazer pouco mas excelente!

A Alfa tem que começar, de uma vez, por todas, a manter os modelos por várias gerações (sim, estou a pensar no Golf...), e não começar e acabar com nomes e segmentos de cada vez que se lembram (sim, estou a pensar no Mito...)!
 
...Aliás, faz-me espécie alguns tiros nos pés (leia-se dinheiro desperdiçado), que a FCA tem dado:

- Rebadge dos Chrysler como Lancia
- Delta
- 156 Crosswagon
- 4C
- Bi-cilíndrico Twinair
- Sistema Multiair
- Desaparecimento do Freemont
- Fullback

Parecem apostas a curto-prazo que, depois de se gastarem milhões em desenvolvimento, se não resultam exponencialmente bem, são abandonadas...
 
Última edição:
...Aliás, faz-me espécie alguns tiros nos pés (leia-se dinheiro desperdiçado), que a FCA tem dado:

- Rebadge dos Chrysler como Lancia
- Delta
- 156 Crosswagon
- 4C
- Bi-cilíndrico Twinair
- Sistema Multiair
- Desaparecimento do Freemont
- Fullback

Parecem apostas a curto-prazo que, depois de se gastarem milhões em desenvolvimento, se não resultam exponencialmente bem, são abandonadas...

Não posso concordar com todas essas opções.
Sim, concordo com os rebadge Chrysler, mas foi uma imposição presidencial. Fez parte do acordo estabelecido entre Marchionne e o governo dos EUA, para ficar com a Chrysler, vender produtos americanos na Europa.
Desses o que resultou melhor foi o Freemont, mas também o melhor ano do carro foram apenas 25 mil unidades, e após esse pico, vendeu sempre abaixo das 20 mil unidades.

O Fullback, não deve ter requerido muito investimento. É também um badge-engineering. E era um produto necessário, sobretudo para os mercados do médio-oriente e norte de áfrica.

A única coisa que não concordo no Delta é terem usado o nome Delta. E na realidade acho que deveriam ter gastado mais dinheiro no carro para atualizá-lo. Por outro lado, a marca já estava em forte declínio, e o Delta foi lançado precisamente quando a crise financeira estoirou...

Dinheiro desperdiçado no Multiair é que não posso mesmo concordar. A tecnologia é muito boa, um passo a caminho do fim das árvores de cames. A partir do momento em que consegues ter um controlo mais alargado da abertura e fecho das válvulas de admissão, bem mais do que o permitido por um sistema puramente mecânico como é a árvore de cames, podes otimizar a combustão para situações mais variadas, garantindo que o motor funciona da forma mais eficiente durante mais tempo de utilização.

Tecnologia boa ao ponto de já ser usada por outros construtores. Os Ingenium da Jaguar também estão equipados com a sua própria versão do sistema Multiair.

O 4C também não posso concordar. Foi um excelente manifesto, só precisava de mais guito para terminarem de desenvolver o carro. Tanto o 4C como o 8C cumpriram o seu papel de colocar a marca no mapa. ALém disso, permitiu à Alfa entrar num novo campo tecnológico: fibra de carbono. E o que seria uma marca desportiva, sem desportivos?
Além disso, parece-me que as lições aprendidas com o 4C — arquitetura e materiais — vão ser muito bem aplicadas no novo 8C. O perfil que foi apresentado nos PDF não parece mais do que um 4C esticado para acomodar um motor de maiores dimensões. Será que foram repescar algum do trabalho desenvolvido para o desportivo da Maserati, que derivaria do 4c? Vão ficar com um excelente halo car.

O 156 Crosswagon só é pena terem esperado tanto tempo para a lançar. Carrinhas em salto altos começavam a ser uma "cena". Hoje em dia também foram atrás do que vende, com o Stelvio…

Twinair, continuo na dúvida…[:D]
 
Pois é muito estranha a cena do Twinair. Meteram para a rua o TwinAir para demonstrar a potencialidade do sistema Multiair e depois surgem os motores GSE/Firefly, mais simples e de concepção mais barata e que entregam capacidade de trabalho muito similar ao do Twinair e com consumos também comparáveis. O TwinAir parece um projeto abortado do qual não puderam extrair todo potencial. Seria muito bem vindo em um hibrido, mas a FIAT/FCA não pôde empregá-lo nesta função.
 
Pois é muito estranha a cena do Twinair. Meteram para a rua o TwinAir para demonstrar a potencialidade do sistema Multiair e depois surgem os motores GSE/Firefly, mais simples e de concepção mais barata e que entregam capacidade de trabalho muito similar ao do Twinair e com consumos também comparáveis. O TwinAir parece um projeto abortado do qual não puderam extrair todo potencial. Seria muito bem vindo em um hibrido, mas a FIAT/FCA não pôde empregá-lo nesta função.

O Twinair deriva diretamente do 1.75 do Giulietta QV. Não foi propriamente algo começado a partir do zero. E para a Europa, na altura que foi lançado, quando o downsizing fazia sentido, era sem dúvida uma boa solução.
Serviu bem o 500 e o Panda, sem dúvida. Mas olho para o motor mais como um exercício técnico do género "ei, olhem o que é possível fazer dentro do downsizing" do que propriamente como uma solução a longo prazo e adequada. Dois cilindros seria sempre uma proposta mais "coxa" do que os "mancos" para equiparem um automóvel.
Também veria com melhores olhos uma versão hibridizada deste propulsor, ou até como um range-extender para um hipotético elétrico. Pouco volume ocupado e peso são os seus atributos, sem dúvida.

Os Firefly/SGE teriam de acontecer, com ou sem Twinair. Os restantes motores pequenos da Fiat já precisavam de uma reforma: 1.25 e 1.4. E com as normas mais exigentes, isso sim, seria um desperdício de guito investir neles.
Além disso, são motores globais, de uma assentada mandando para a reforma uma série de motores dispersos por vários mercados.

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Regressando à Alfa, o plano apresentado não me parece descabido de todo, excepto o Giulietta. Caso o PDF esteja correto veremos mais uma atualização do modelo, o que me parece excessivo.
A ideia seria pôr todo o porfolio da marca sobre a Giorgio. Infelizmente, ainda não vi declarações de quem esteve no evento para confirmar se é mesmo um "mid-cycle", ou se foi apenas um erro de impressão.
As versões longas do Giulia e Stelvio fazem todo o sentido para vingarem na China, e os dois SUV previstos também fazem todo o sentido para os volumes globais que pretendem.

Os dois desportivos, apesar de não acrescentarem muito volume, são fundamentais para manter o ADN da marca no sítio certo — o que será cada vez mais difícil, com 3 SUV no portfolio, elétricos, híbridos e até nível 3 de condução autónoma. O "cuore" também precisa de alimento.
 
Regressando à Alfa, o plano apresentado não me parece descabido de todo, excepto o Giulietta. Caso o PDF esteja correto veremos mais uma atualização do modelo, o que me parece excessivo.
A ideia seria pôr todo o porfolio da marca sobre a Giorgio. Infelizmente, ainda não vi declarações de quem esteve no evento para confirmar se é mesmo um "mid-cycle", ou se foi apenas um erro de impressão.
As versões longas do Giulia e Stelvio fazem todo o sentido para vingarem na China, e os dois SUV previstos também fazem todo o sentido para os volumes globais que pretendem.

Os dois desportivos, apesar de não acrescentarem muito volume, são fundamentais para manter o ADN da marca no sítio certo — o que será cada vez mais difícil, com 3 SUV no portfolio, elétricos, híbridos e até nível 3 de condução autónoma. O "cuore" também precisa de alimento.
Eu acho que a Alfa ainda se safa com mais um facelift ao Giulietta. Esteticamente, o carro, excepto em alguns pormenores no interior, não denota a idade do projecto de todo.
Bastava umas ligeiras alterações ao exterior para ir de encontro à estética do Giulia e um interior remodelado.
 
Eu acho que a Alfa ainda se safa com mais um facelift ao Giulietta. Esteticamente, o carro, excepto em alguns pormenores no interior, não denota a idade do projecto de todo.
Bastava umas ligeiras alterações ao exterior para ir de encontro à estética do Giulia e um interior remodelado.

Sou fã da marca, tenho um Mito (prestes a trocar por um 116d, mas um bocado contra vontade) não desgosto do Giulietta e não me importaria de ter um.

Mas temos de ser realistas... um Giulietta, mesmo que com profundas actualizações de design e conteúdo (que de acordo com o histórico de outros facelifts da FCA, nunca serão assim tão profundas quanto isso), não se safa contra o A3, o novo classe A, o próximo Série 1, etc.

Não esqueçamos que daqui a 2 anos será um modelo com 10 anos em cima. A ser verdade, um facelift neste momento não servirá para safar as vendas. Servirá apenas para manter o modelo na gama e não sair do segmento C enquanto os outros projectos (principalmente SUVs) decorrem, comprando algum tempo até a marca se conseguir concentrar no desenvolvimento dum segmento C novo de raiz.
 
Vamos lá ver se consigo demonstrar os meus pontos de vista (a bold):

Não posso concordar com todas essas opções.
Sim, concordo com os rebadge Chrysler, mas foi uma imposição presidencial. Fez parte do acordo estabelecido entre Marchionne e o governo dos EUA, para ficar com a Chrysler, vender produtos americanos na Europa.
Desses o que resultou melhor foi o Freemont, mas também o melhor ano do carro foram apenas 25 mil unidades, e após esse pico, vendeu sempre abaixo das 20 mil unidades.

R: Sim, os rebadges foram impostos pelo Governo Norte-Americano. E não se podia ter feito um esforço para colocar o 2.0Mjet no Thema deste lado do Atlântico deixando, por exemplo, o Flavia do lado de lá para equilibrar a operação? Se não tivessem ambição no projecto nem se tinham dado ao trabalho de remodelar o logótipo da marca! E, já agora, repara que também gastaram dinheiro a adaptar o Twinair ao Mito...E sim, sei que o 300C é de tracção posterior e tal, mas não teria sido possível enviar uns JTDs para Brampton para experimentar?


O Fullback, não deve ter requerido muito investimento. É também um badge-engineering. E era um produto necessário, sobretudo para os mercados do médio-oriente e norte de áfrica.

R: Nunca vi um Fullback na estrada...Mas se dizes que foi um investimento pequeno, também os que refiro nas outras respostas não serão muito divergentes. Enfim, mais valia trazerem a Toro...


A única coisa que não concordo no Delta é terem usado o nome Delta. E na realidade acho que deveriam ter gastado mais dinheiro no carro para atualizá-lo. Por outro lado, a marca já estava em forte declínio, e o Delta foi lançado precisamente quando a crise financeira estoirou...

R: A questão deveu-se principalmente à falta de investimento inicial em áreas do carro que ficam à vista dos clientes. Então a FCA queria relançar a Lancia como marca premium e espetam-lhe o mesmo tablier do Bravo, ainda que revestido a material nobre? Faria assim tanta diferença conceber e produzir 2 peças diferentes para esta área crucial do Delta?


Dinheiro desperdiçado no Multiair é que não posso mesmo concordar. A tecnologia é muito boa, um passo a caminho do fim das árvores de cames. A partir do momento em que consegues ter um controlo mais alargado da abertura e fecho das válvulas de admissão, bem mais do que o permitido por um sistema puramente mecânico como é a árvore de cames, podes otimizar a combustão para situações mais variadas, garantindo que o motor funciona da forma mais eficiente durante mais tempo de utilização.
Tecnologia boa ao ponto de já ser usada por outros construtores. Os Ingenium da Jaguar também estão equipados com a sua própria versão do sistema Multiair.

R: O projecto foi apresentado como revolucionário, ao nível do que se passou com o sistema Common-Rail; falava-se inclusivamente no passo seguinte: a integração nos JTD! Mas quantos anos se passaram sem que nada tenha acontecido? As promessas de economia substancial de combustível não se concretizaram, o investimento em marketing, realçando a vantagem sobre a concorrência, esfumou-se e, pasme-se, nem os recentes 2.0T do Giulia têm o sistema (corrijam-me se estiver enganado...)!


O 4C também não posso concordar. Foi um excelente manifesto, só precisava de mais guito para terminarem de desenvolver o carro. Tanto o 4C como o 8C cumpriram o seu papel de colocar a marca no mapa. ALém disso, permitiu à Alfa entrar num novo campo tecnológico: fibra de carbono. E o que seria uma marca desportiva, sem desportivos?
Além disso, parece-me que as lições aprendidas com o 4C — arquitetura e materiais — vão ser muito bem aplicadas no novo 8C. O perfil que foi apresentado nos PDF não parece mais do que um 4C esticado para acomodar um motor de maiores dimensões. Será que foram repescar algum do trabalho desenvolvido para o desportivo da Maserati, que derivaria do 4c? Vão ficar com um excelente halo car.

R: Vamos então ao coupé: Apresentado como protótipo para assinalar o renascimento da marca segundo as premissas que lhe deram fama: leveza, agilidade, inovação, performance e design. Temos então o chassis em carbono, fabricado ao lado dos Maserati, motor central (novo e com uma cilindrada histórica), recorde no N'ring, cabrio...

O maior investimento foi feito, criou-se mais um halo car e agora, à boa maneira Alfista:
-Vamos fazer outra coisa completamente diferente!

O carro devia ser continuamente desenvolvido como uns certos carochas de Weissach para dar continuidade ao que foi brilhantemente começado! É que nem uma pretensa versão Q, nem que fosse com mais 10cv e menos 200g [:D], lançaram para fazer companhia ao Giulia e ao Stelvio nas fotos de famiglia...

We 4c [forsee] a legend...efémera diria eu...


O 156 Crosswagon só é pena terem esperado tanto tempo para a lançar. Carrinhas em salto altos começavam a ser uma "cena". Hoje em dia também foram atrás do que vende, com o Stelvio…

R: A 156 apareceu tarde, mas o principal problema é que a 159 nem chegou a surgir! Mas as A4 e A6 ainda existem, acompanhadas por Opels, Seats, Toyotas, etc... Como é que querem criar confiança nos consumidores?


Twinair, continuo na dúvida…[:D]

R: Talvez se montarem o motor num quadro destes:

TheTRXproject_Aluminium_Frame_TRX850.jpg

[:cool:]
 
Esses 3 são mesmo o exemplo de actualizações profundas... :rolleyes:

Para os entusiastas do mundo automóvel até podem não ser, mas para o mercado em geral, são percepcionadas como grandes evoluções face aos modelos anteriores (quanto ao próximo S1 ainda não sabemos, mas é fácil adivinhar o que vem aí - ainda por cima com a passagem a tracção frontal, os argumentos comerciais de revolução na habitabilidade são previsíveis).

Para mim é um bocado irrelevante, como disse gostaria do Giulietta na mesma tal como está, mas eu e tu não representamos o mercado. Para se safar em vendas, um eventual facelift teria de parecer algo completamente novo.

Até poderia não mexer no chassis nem suspensões nem no que nos interessa aqui no fórum, mas teria de ter uma revisão estética interior e exterior profunda ao ponto de parecer um modelo novo, 1001 sistemas de apoio à condução que hoje não tem, faróis LED, caixas automáticas mais modernas, 784 variantes de motor, virtual cockpits e esse tipo de tretas, que se calhar nem metade dos clientes acaba por comprar, mas ficam bem nas publicidades e geram vendas.

Gosto muito do grupo (ou não fosse o meu passaporte italiano [:D]), mas nunca vi um facelift profundo destes acontecer na FCA. Têm feito um bom trabalho com o 500 com evoluções graduais, mas o Giulietta precisa de muito mais.
 
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