Alfa Romeo

Leiam lá bem a notícia. O que eles dizem é que o carro falhou os crash-tests mas entretanto já foi melhorado. Essa foi a razão do atraso na apresentação do Giulia. A versão que anda na estrada já é a versão melhorada e já tem esse assunto resolvido. Pelo menos é o que dá entender a notícia.

"which has resulted in an extensive re-engineering that has added about six months to the midsize sedan's development time."

Pode ser, espero bem que assim seja, que esteja tudo resolvido como deve ser, mas fica sempre o receio que se trate de uma solução enxertada.
 
Pode ser, espero bem que assim seja, que esteja tudo resolvido como deve ser, mas fica sempre o receio que se trate de uma solução enxertada.

Justifica o atraso na apresentação da gama normal. Esta supostamente era para ter sido apresentada no salão de Paris do ano passado.
Atrasou para Genebra. Resta ver é se as correções estruturais não implicaram aumento de peso...
 
Tudo isto me parecem apenas manobras de diversão.

A Alfa Romeo estava a preparar uma artimanha inspirada na VW para os novos motores diesel e a descoberta do escândalo obrigou ao adiamento do lançamento, de modo a encontrar uma solução alternativa. Toda a gente sabe, como muito bem se tem visto com o caso VW, que estas soluções não são nada fáceis nem rápidas de encontrar.

A coisa não seria muito preocupante se apenas estivesse em causa a Europa, pois a Alfa exigiria tratamento igual ao que tem sido dado à VW para branquear o problema. Todavia, a trapaça foi denunciada nos EUA, mercado prioritário na estratégia do Marchionne e imune às pressões dos grandes grupos económicos europeus, pelo que a Alfa Romeo não se pode dar ao luxo de ter um escândalo tão vergonhoso à porta como tem a VW.

A prova de que não é o Giulia que tem um problema, mas sim apenas algumas versão do Giulia, é que o QV já aí anda nos concessionários.
 
Vale o que vale:
We have reached out to FCA for further comment.

Update, 2/5/15/ 11:55AM: An Alfa Romeo spokesperson reached by Road & Track completely denies the validity of the Automotive News report referenced above, calling it "not accurate or representative at all." The spokesperson affirmed that FCA is still on-track to begin production for the U.S. market Alfa Romeo Giulia in "late 2nd quarter 2016," beginning with the high-performance QV variant with more mainstream models to follow after that.
 
O tipo disse que não é verdade mas o facto é que se atrasaram seis meses. Desmentir sem dar uma justificação para o atraso não é desmentir.
 
Hum....
Os atrasos do Giulia e Levante



in autonews

Nem todas as notícias são verdadeiras e esta parece-me claramente falsa, ou pelo menos, incorrecta e deturpada...

Vejamos, se a plataforma tivesse problemas de segurança, a marca iria andar a testar e apresentar em 1º lugar logo a versão hard-core com 500cv?

Acham mesmo que, depois de escolhidos os melhores engenheiros para o skank work, estes iriam falhar numa das coisas mais básicas e em que a FCA tem tido resultados meritórios (vide o Giulietta)?

Pensem o que quiserem, eu não acredito...
 
Nem todas as notícias são verdadeiras e esta parece-me claramente falsa, ou pelo menos, incorrecta e deturpada...

Vejamos, se a plataforma tivesse problemas de segurança, a marca iria andar a testar e apresentar em 1º lugar logo a versão hard-core com 500cv?

Acham mesmo que, depois de escolhidos os melhores engenheiros para o skank work, estes iriam falhar numa das coisas mais básicas e em que a FCA tem tido resultados meritórios (vide o Giulietta)?

Pensem o que quiserem, eu não acredito...

Se a plataforma foi realmente concebida apenas pelo lado italiano, como tem sido apregoado (mas pouco provável), pode ter havido negligências neste capítulo, ou pelo facto de ter sido concebida de forma tão rápida que pode não ter sido correctamente desenvolvida, ou até por algum desconhecimento dos regulamentos americanos.

Os EUA têm crash-tests mais exigentes, que faz com que muitas marcas europeias apresentem resultados pobres quando comparados com os testes europeus.
Sobretudo o small overlap que exige da estrutura muito mais do que aquilo que vemos no EuroNcap. E não interessa muito a marca. Os premium alemães têm sido bastante afectados pelo teste, por exemplo. Aliás, dos europeus, acho que apenas a Volvo é a que tem demonstrado estar acima de todas as outras. O primeiro XC90 conseguiu passar com distinção esse teste, apesar de ter sido concebido numa altura em que o teste nem existia[:D]
É a vantagem de trabalhar realmente a segurança do carro, em vez de trabalhar para obter estrelas.

Não me surpreende terem apresentado resultados sofriveis nesse teste, ou outro.
Não é por a marca ter feito um modelo seguro, que o resto também será. Veja-se o caso da Renault 5 estrelas, que anunciava isso aos sete ventos. Que não faz muito tempo justificava que 3 estrelas num Dacia era suficiente...

No caso do Giulia, talvez olhar para o 4C possa trazer alguma luz sobre o assunto. A versão americana difere e muito da europeia no capítulo estrutural, com as duas separadas por 155kg, o que é absurdo. E só para passar os testes americanos.
Será que não tinham planeado vende-lo no planeta inteiro?
Esperemos que o Giulia não "sofra" tanto...
 
Tudo isto me parecem apenas manobras de diversão.

A Alfa Romeo estava a preparar uma artimanha inspirada na VW para os novos motores diesel e a descoberta do escândalo obrigou ao adiamento do lançamento, de modo a encontrar uma solução alternativa. Toda a gente sabe, como muito bem se tem visto com o caso VW, que estas soluções não são nada fáceis nem rápidas de encontrar.

A coisa não seria muito preocupante se apenas estivesse em causa a Europa, pois a Alfa exigiria tratamento igual ao que tem sido dado à VW para branquear o problema. Todavia, a trapaça foi denunciada nos EUA, mercado prioritário na estratégia do Marchionne e imune às pressões dos grandes grupos económicos europeus, pelo que a Alfa Romeo não se pode dar ao luxo de ter um escândalo tão vergonhoso à porta como tem a VW.

A prova de que não é o Giulia que tem um problema, mas sim apenas algumas versão do Giulia, é que o QV já aí anda nos concessionários.

Fiquei sem perceber se estás no gozo ou a falar a sério. De qualquer uma das formas dá para um tipo soltar umas gargalhadas [:D]
 
Alfa Romeo D-SUV, Projeto 949. Em Turim.

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Alfa Romeo could enter own F1 team, says Marchionne

Alfa Romeo could return to Formula One with their own team rather than simply putting their name to an engine provided by Ferrari, FIAT Chrysler chief executive Sergio Marchionne said on Friday.

"Alfa Romeo are capable of making their own chassis, just as they are capable of making engines," he told Italy's Gazzetta dello Sport newspaper in an interview, without specifying a timeframe.
Marchionne, who is also Ferrari president, first raised the possibility of Alfa returning as a competitor when he spoke to reporters at Ferrari's Maranello factory in December.

He said then that it was important for the sporty FIAT Chrysler-owned marque to be active in Formula One beyond the small-scale branding that has already been seen on Ferrari's race cars.
His comments followed reports last year that Red Bull and Ferrari had abortive discussions about a supply of engines for this season with Alfa Romeo branding.

Red Bull ultimately opted to continue with a Renault power unit that will carry the name of their luxury watchmaker sponsor Tag Heuer.
Asked by the Gazzetta whether there was any chance of Alfa competing in the Le Mans 24 Hours sportscar race, Marchionne replied: "I would much rather put them in Formula One.

"For Alfa Romeo to emphasise themselves as a sporting brand they can and should consider the possibility of returning to race in Formula One. How? Probably in collaboration with Ferrari," he added.
Ferrari's late founder Enzo Ferrari started out racing and managing a team for Alfa Romeo before setting up on his own in the late 1930s.
The first two Formula One world championships in 1950 and 1951 were won by Italian Giuseppe 'Nino' Farina and Argentine Juan Manuel Fangio in Alfa Romeo cars.

The Italian company supplied engines in the 1960s and 1970s and returned as a constructor in 1979 before again withdrawing at the end of 1985.
Ferrari are providing three rival teams -- Sauber, Toro Rosso and newcomers Haas F1 -- with engines this season in addition to their own factory outfit.

IN: http://uk.reuters.com/article/uk-motor-f1-marchionne-alfa-idUKKCN0VL18I
AND: http://www.formula1blog.com/f1-news/more-alfa-romeo-in-f1-talk-from-marchionne/
 
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