Alfa Romeo


O único Alfa Romeo 155 GTA Stradale de 1993


Un solo prototipo construido, una pieza única heredera de los campeonatos de turismos




De la mano de Bonhams, el próximo 27 de octubre se celebrará una venta en Padua, Italia, donde saldrá a subasta el único Alfa Romeo 155 GTA Stradale de 1993. Este clásico del DTM y otras competiciones de los años 90 fue todo un campeón en la pista, pero la comercialización del modelo no se produjo como tal. Sin embargo, fue fabricado un único prototipo que este mismo mes buscará nuevo comprador.
Y es que el Alfa Romeo 155 ganó el campeonato DTM en Alemania, el Superturismo en Italia y los campeonatos de turismos español y británico. Con el caballo ganador en la pista, Alfa Romeo decidió iniciar un proyecto para crear un vehículo de calle que pudiera desafiar al BMW M3 e30 y al Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Evolution. Desafortunadamente, el proyecto fue cancelado, pero se creó un prototipo que ha perdurado pese a los años.




El Alfa Romeo 155 GTA Stradale fue diseñado por Sergio Limone, el legendario ingeniero de Abarth y padre del Lancia 037. Estaba basado en el 155 Q4, pero compartía más atributos con el Lancia Delta Integrale. El motor estaba preparado según las especificaciones del Grupo N y la carrocería mostraba un kit aerodinámico con una apariencia más radical. También se integraron cambios en el interior y en la suspensión.
Pero los elevados costes del programa de desarrollo y la decepción de Fiat al no poder instalar un motor V6 en el 155 GTA Stradale, provocaron la desaparición del que podría haber sido el antepasado directo del Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio (prueba). El prototipo debutó en el Salón de Bolonia y después fue utilizado como coche médico durante el Gran Premio de Monza de 1994. Finalmente fue guardado a buen recaudo y pasó de manos unas cuantas veces durante estos últimos años.




Fue restaurado meticulosamente para devolverle su estado original hace ya unos años y ahora está programado que salga a subasta en un evento organizado por Bonhams a finales de este mismo mes. Los expertos tasadores de la casa de subastas han estimado su precio de venta más probable entre 180.000 y 220.000 euros para un vehículo que actualmente ha cubierto tan solo 40.000 kilómetros.














[br:)]
 
Devido à franca desactualização que o Giulietta sofre neste momento, acham que pode sequer ser equacionado como opção a um Focus, Golf, Ceed? (falando tudo de carros novos claro)

É que o Giulietta Sport em Azul Misano que está para test drive no evento do Parque das Nações despertou uma incrível atracção em mim [:D]

Se não quiseres só um smartphone com rodas, não estou a ver onde é que está a desactualização... Podes contextualizar?
 
6bf0be5bba21d3571cabb6166d746783.jpg


Que loucura....[br:)]
 
Se não quiseres só um smartphone com rodas, não estou a ver onde é que está a desactualização... Podes contextualizar?

É um modelo com 10 anos que não tem sofrido actualizações "a sério".. Já nem falo somente nas questões de "smartphone", que algumas também são importantes, nomeadamente as de segurança, mas também no design - interior - que na minha opinião está bastante datado. Tudo isto a juntar a um preço elevado, fica difícil considerar este carro uma alternativa em 2018, no entanto, como disse, o exemplar que vi é lindíssimo e deixou-me tentado.
 
É um modelo com 10 anos que não tem sofrido actualizações "a sério".. Já nem falo somente nas questões de "smartphone", que algumas também são importantes, nomeadamente as de segurança, mas também no design - interior - que na minha opinião está bastante datado. Tudo isto a juntar a um preço elevado, fica difícil considerar este carro uma alternativa em 2018, no entanto, como disse, o exemplar que vi é lindíssimo e deixou-me tentado.

Eu continuo a achar o carro muito bonito nalgumas configurações e ainda pensei num para mim há 2 anos atrás, mas é como dizes o carro está muito desactualizado por dentro, já se sente demasiado o peso dos anos e não tive coragem para comprar um carro novo com a sensação de ter um carro velho. Os bancos é que continuam lindíssimos.
E também acho que o preço está muito elevado face à concorrência, mas às tantas até fazem bons descontos, no meu caso estava interessado nos de serviço/usados e os preços até que eram agradáveis.
 
[h=1]Alfa Romeo 155 GTA Stradale: quando os italianos quase fizeram um rival para o BMW M3 e o Mercedes 190E Cosworth[/h]Quem é fã de corridas de turismo (e quem não é?) tem, no mínimo, profundo respeito pelo Alfa Romeo 155. E não é para menos: ele foi um dos mais bem-sucedidos carros de turismo de seu tempo: entre 1992 e 1994, a Alfa Romeo abocanhou com ele títulos no Campeonato Italiano de Turismo, no Campeonato Britânico de Turismo, no Campeonato Espanhol de Turismo e no Campeonato Alemão de Turismo, o DTM – nos até já contamos esta história em detalhes aqui. E aqui, também.


Sendo assim, fica mais fácil ainda entender o apelo do Alfa 155 sobre os entusiastas. Mesmo as versões mais comuns, como as que temos no Brasil – que usam um quatro-cilindros Twin Spark com comando duplo no cabeçote e 150 cv – são carros que, de certa forma, trazem um pouco do DNA do Alfa Romeo 155 que venceu corridas na Europa. Além disso, o design assindo por Ercole Spada, do Instituto I.DE.A, é um dos mais marcantes dos anos 1990. A dianteira baixa e aerodinâmica, a traseira alta e imponente, as linhas sóbrias e esportivas ao mesmo tempo, são irresistíveis.



Dito isto, na década de 1990 a Alfa teve a oportunidade de colocar no mercado uma versão verdadeiramente matadora do 155: a GTA Stradale, que era praticamente um Lancia Delta HF Integrale com outra carroceria. Acabou não acontecendo, mas o protótipo – o único fabricado – acaba de dar as caras. E muitos sequer acreditavam em sua existência. Pois ele existe e, mais do que isto, será leiloado daqui a alguns dias pela Bonhams. Já vamos falar a respeito disto, mas antes vamos conhecer o carro em si

O ponto de partida foi o Alfa Romeo 155 Q4, versão que jamais foi vendida oficialmente no Brasil. É uma pena, porque estamos falando de um Alfa 155 com tração integral, três diferenciais e um quatro-cilindros 2.0 turbo 16v de 190 cv, que era capaz de ir de zero a 100 km/h em sete segundos cravados com máxima de 225 km/h. Um carro e tanto, sem sombra de dúvida.


O que a Alfa Romeo queria, contudo, era tornar o 155 um rival à altura de BMW M3 e Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Cosworth – ambos especiais de homologação para suas respectivas versões de turismo, que também foram bem sucedidas nos anos 80 e 90. Para isto, chamou ninguém menos que Sergio Limone, engenheiro da Abarth que, entre seus projetos, tinha o incrível Lancia 037 no currículo – o protótipo do Grupo B de rali que conseguiu o último título da tração traseira no WRC. Não era qualquer um!

Segundo consta, a preparação mecânica consistiu em adotar um novo turbocompressor, um Garrett T3, um novo intercooler e uma nova ECU da Magnetti Marelli. Embora as modificações possam ter dado fôlego extra ao quatro-cilindros, os dados oficiais dizem que a potência continuou nos 190 cv, o que significa que o desempenho era muito parecido com o que já se via no Q4.

Foram realizadas outras modificações, mais radicais, no restante do carro. A começar pela suspensão traseira, que adotou o sistema McPherson com braços inferiores do Lancia Delta HF Integrale. A carroceria ganhou para-lamas mais largos para acomodar as bitolas maiores (de 1.517 mm na dianteira e 1.506 mm na traseira para 1.540 mm na dianteira e 1.530 mm na traseira, respectivamente) e uma nova asa traseira, além de para-choques feitos para imitar a versão de corrida.


O interior não era muito diferente do que já se via no Alfa Romeo 155 Q4: um elegante painel de instrumentos com linhas predominantemente retas e acabamento preto e bancos esportivos revestidos de couro preto. Havia, porém, dois detalhes interessantes: volante de três raios da Sparco, com a “marca das 12 horas” no topo, e uma chave geral para desligar o sistema elétrico e cortar a alimentação de combustível em caso de acidente, como nos carros de competição. O carro calçava rodas brancas que davam um aspecto racer ao 155 e eram comuns nos carros de competição da Alfa Romeo.


O projeto foi batizado Alfa Romeo 155 GTA Stradale. Era uma referência ao Alfa Romeo Giulia GTA, versão aliviada (ou alleggerita em italiano) do icônico cupê dos anos 1960, e ao fato de que era um carro de corrida para as ruas (stradale), e encaminhado para a aprovação da Fiat… que o recusou.


Nossa veia entusiasta quer acreditar que o Alfa Romeo 155 GTA Stradale teria sido um sucesso caso tivesse chegado às ruas. No entanto, os diretores da Fiat acharam que isto só aconteceria se o carro tivesse um motor V6, mais potente, (o que é louvável) mas este seria incompatível com o sistema de transmissão do Lancia Delta HF Integrale. Outra razão citada foram os custos: de acordo com a Fiat, o carro precisaria de uma linha de produção separada por conta das modificações na carroceria, o que tornaria o projeto dispendioso demais e inviável financeiramente.

O que aconteceu, então? Pois bem: o carro ficou pronto em algum momento de 1993 e foi apresentado no Salão do Automóvel de Bologna, na Itália. Depois disto, em 1994, o Alfa 155 GTA Stradale serviu de carro de apoio à equipe médica da Alfa Romeo durante o campeonato italiano de turismo. É por isso que, na foto abaixo, há a inscrição “DOCTOR” na porta do carro.

Em seguida o carro foi vendido a Tony Fassina, ex-piloto de rali e dono de uma concessionária Fiat. Segundo consta, ele também comprou alguns componentes mecânicos que haviam sobrado do programa da Alfa Romeo para a DTM, como monoblocos e motores. Ele ficou com o carro por quatro anos e depois o vendeu para um amigo alemão, que ficou com o 155 GTA até 1999. O destino seguinte foi o principado de Monaco, onde um proprietário não identificado conseguiu converter o Alfa Romeo para uso nas ruas.


A certa altura um colecionador de Alfa Romeo italiano comprou o carro e o trouxe de volta a seu país de origem, onde o Alfa 155 GTA Stradale passou seus últimos anos fechado em uma garagem. O atual dono do carro se chama Rino Anello, que fez questão de manter o carro intacto e original, exceto por uma restauração na asa traseira.

Agora a Bonhams anunciou que o Alfa Romeo 155 GTA Stradale será um dos carros vendidos em seu próximo leilão, que acontecerá na cidade de Pádua, na Itália, no próximo dia 27 de outubro. Estima-se que ele será arrematado por algo entre € 180.000 e € 220.000, o que equivale a R$ 780.000 – R$ 950.000 em valores aproximados. Se tratando do único exemplar que existe no mundo, não é difícil entender uma projeção tão alta. Para quem é fã da Alfa e tem bala na agulha, a ideia de ter um carro de significado histórico tão grande é praticamente irresistível.

1992-Alfa-Romeo-155-GTA-Stradale-5.jpg

image-3-1.jpeg


image-2-1.jpeg









 
Excelente partilha, obrigado.
O 155 foi um belo Alfa que só pecou por ter tracção dianteira. Tive um 1.8 widebody depois de ter dois 75 e ficava sempre aquele sabor a amargo quando não dava para fazer uma rotunda de lado.
 
Este 155 GTA faz lembrar muito a Deltona, tanto no miolo como no tratamento estético. Pena não o terem desenvolvido comercialmente, principalmente quando dava cartas no popular DTM
 
Última edição:
[h=1]Alfa Romeo 155 GTA Stradale: quando os italianos quase fizeram um rival para o BMW M3 e o Mercedes 190E Cosworth[/h]Quem é fã de corridas de turismo (e quem não é?) tem, no mínimo, profundo respeito pelo Alfa Romeo 155. E não é para menos: ele foi um dos mais bem-sucedidos carros de turismo de seu tempo: entre 1992 e 1994, a Alfa Romeo abocanhou com ele títulos no Campeonato Italiano de Turismo, no Campeonato Britânico de Turismo, no Campeonato Espanhol de Turismo e no Campeonato Alemão de Turismo, o DTM – nos até já contamos esta história em detalhes aqui. E aqui, também.


Sendo assim, fica mais fácil ainda entender o apelo do Alfa 155 sobre os entusiastas. Mesmo as versões mais comuns, como as que temos no Brasil – que usam um quatro-cilindros Twin Spark com comando duplo no cabeçote e 150 cv – são carros que, de certa forma, trazem um pouco do DNA do Alfa Romeo 155 que venceu corridas na Europa. Além disso, o design assindo por Ercole Spada, do Instituto I.DE.A, é um dos mais marcantes dos anos 1990. A dianteira baixa e aerodinâmica, a traseira alta e imponente, as linhas sóbrias e esportivas ao mesmo tempo, são irresistíveis.



Dito isto, na década de 1990 a Alfa teve a oportunidade de colocar no mercado uma versão verdadeiramente matadora do 155: a GTA Stradale, que era praticamente um Lancia Delta HF Integrale com outra carroceria. Acabou não acontecendo, mas o protótipo – o único fabricado – acaba de dar as caras. E muitos sequer acreditavam em sua existência. Pois ele existe e, mais do que isto, será leiloado daqui a alguns dias pela Bonhams. Já vamos falar a respeito disto, mas antes vamos conhecer o carro em si

O ponto de partida foi o Alfa Romeo 155 Q4, versão que jamais foi vendida oficialmente no Brasil. É uma pena, porque estamos falando de um Alfa 155 com tração integral, três diferenciais e um quatro-cilindros 2.0 turbo 16v de 190 cv, que era capaz de ir de zero a 100 km/h em sete segundos cravados com máxima de 225 km/h. Um carro e tanto, sem sombra de dúvida.


O que a Alfa Romeo queria, contudo, era tornar o 155 um rival à altura de BMW M3 e Mercedes-Benz 190E 2.5-16 Cosworth – ambos especiais de homologação para suas respectivas versões de turismo, que também foram bem sucedidas nos anos 80 e 90. Para isto, chamou ninguém menos que Sergio Limone, engenheiro da Abarth que, entre seus projetos, tinha o incrível Lancia 037 no currículo – o protótipo do Grupo B de rali que conseguiu o último título da tração traseira no WRC. Não era qualquer um!

Segundo consta, a preparação mecânica consistiu em adotar um novo turbocompressor, um Garrett T3, um novo intercooler e uma nova ECU da Magnetti Marelli. Embora as modificações possam ter dado fôlego extra ao quatro-cilindros, os dados oficiais dizem que a potência continuou nos 190 cv, o que significa que o desempenho era muito parecido com o que já se via no Q4.

Foram realizadas outras modificações, mais radicais, no restante do carro. A começar pela suspensão traseira, que adotou o sistema McPherson com braços inferiores do Lancia Delta HF Integrale. A carroceria ganhou para-lamas mais largos para acomodar as bitolas maiores (de 1.517 mm na dianteira e 1.506 mm na traseira para 1.540 mm na dianteira e 1.530 mm na traseira, respectivamente) e uma nova asa traseira, além de para-choques feitos para imitar a versão de corrida.


O interior não era muito diferente do que já se via no Alfa Romeo 155 Q4: um elegante painel de instrumentos com linhas predominantemente retas e acabamento preto e bancos esportivos revestidos de couro preto. Havia, porém, dois detalhes interessantes: volante de três raios da Sparco, com a “marca das 12 horas” no topo, e uma chave geral para desligar o sistema elétrico e cortar a alimentação de combustível em caso de acidente, como nos carros de competição. O carro calçava rodas brancas que davam um aspecto racer ao 155 e eram comuns nos carros de competição da Alfa Romeo.


O projeto foi batizado Alfa Romeo 155 GTA Stradale. Era uma referência ao Alfa Romeo Giulia GTA, versão aliviada (ou alleggerita em italiano) do icônico cupê dos anos 1960, e ao fato de que era um carro de corrida para as ruas (stradale), e encaminhado para a aprovação da Fiat… que o recusou.


Nossa veia entusiasta quer acreditar que o Alfa Romeo 155 GTA Stradale teria sido um sucesso caso tivesse chegado às ruas. No entanto, os diretores da Fiat acharam que isto só aconteceria se o carro tivesse um motor V6, mais potente, (o que é louvável) mas este seria incompatível com o sistema de transmissão do Lancia Delta HF Integrale. Outra razão citada foram os custos: de acordo com a Fiat, o carro precisaria de uma linha de produção separada por conta das modificações na carroceria, o que tornaria o projeto dispendioso demais e inviável financeiramente.

O que aconteceu, então? Pois bem: o carro ficou pronto em algum momento de 1993 e foi apresentado no Salão do Automóvel de Bologna, na Itália. Depois disto, em 1994, o Alfa 155 GTA Stradale serviu de carro de apoio à equipe médica da Alfa Romeo durante o campeonato italiano de turismo. É por isso que, na foto abaixo, há a inscrição “DOCTOR” na porta do carro.

Em seguida o carro foi vendido a Tony Fassina, ex-piloto de rali e dono de uma concessionária Fiat. Segundo consta, ele também comprou alguns componentes mecânicos que haviam sobrado do programa da Alfa Romeo para a DTM, como monoblocos e motores. Ele ficou com o carro por quatro anos e depois o vendeu para um amigo alemão, que ficou com o 155 GTA até 1999. O destino seguinte foi o principado de Monaco, onde um proprietário não identificado conseguiu converter o Alfa Romeo para uso nas ruas.


A certa altura um colecionador de Alfa Romeo italiano comprou o carro e o trouxe de volta a seu país de origem, onde o Alfa 155 GTA Stradale passou seus últimos anos fechado em uma garagem. O atual dono do carro se chama Rino Anello, que fez questão de manter o carro intacto e original, exceto por uma restauração na asa traseira.

Agora a Bonhams anunciou que o Alfa Romeo 155 GTA Stradale será um dos carros vendidos em seu próximo leilão, que acontecerá na cidade de Pádua, na Itália, no próximo dia 27 de outubro. Estima-se que ele será arrematado por algo entre € 180.000 e € 220.000, o que equivale a R$ 780.000 – R$ 950.000 em valores aproximados. Se tratando do único exemplar que existe no mundo, não é difícil entender uma projeção tão alta. Para quem é fã da Alfa e tem bala na agulha, a ideia de ter um carro de significado histórico tão grande é praticamente irresistível.

1992-Alfa-Romeo-155-GTA-Stradale-5.jpg

image-3-1.jpeg


image-2-1.jpeg










Mais um belo projeto a ficar na gaveta, como muitos outros! A Alfa é perita em deixar projetos de sonho na gaveta[8b]
 
Um Gui, RWD, com a engenharia do 4c, Giulia e Stelvio seria facilmente o novo líder do segmento em prazer de condução, sobretudo porque o Série 1 vai ser mainstream.
 
Voltar
Superior