Alfa Romeo

Estás a confundir Opel com GM.
A Opel já não é da GM.

Posso estar em erro, mas tenho quase a certeza que o 159 deriva da plataforma do Vectra.

Mas podem estar certos que uma das decisões para reduzir o buraco negro que é a Alfa será fazer o sucessor do Giulia a partir da base do 508 e Insignia. Infelizmente.
 
É lamentável ver a Alfa Romeo ser tão mal tratada!
E depois quem gere o tasco da FCA deve ser algum doido, estão sempre a alterar as previsões dos modelos a lançar e as datas dos que permanecem!
Mas querem relançar a marca mas ficam 5 anos sem lançar um novo modelo?!
Abdicar dum sucessor do Giulietta?!
Isto para mim, é apenas e só, conspurcar a imagem da marca.

Eu depois de ter conhecimento desta fusão com a PSA, até esperava um maior investimento na Alfa mas afinal aconteceu exatamente o oposto....

Os dois eventos não estão relacionados. Ainda nem sequer há um memorando de entendimento sobre a fusão.
E depois de o conhecermos (este ano, talvez), ainda vamos ter de esperar mais uns meses até todos alinharem agulhas e ter uma ideia concreta do que vai acontecer com cada uma das marcas.

Ou seja, este plano #723874 da Alfa Romeo nada tem a ver com a fusão. O mais certo é algures durante o próximo ano surgirem mais uns powerpoints com novo plano pós-consumação da fusão.

Indo a este plano, eh pá, começa a cheirar um pouco a desespero — um b-suv, a sério? Qualquer dia estamos a ver uma repetição dos powerpoints de 2014 onde assumiam os erros do passado ao fazer produtos que não eram dignos dos pergaminhos da marca e apenas a delapidavam.

Mais estranho é esperar por 2021 pelas atualizações do Giulia/Stelvio. O Giulia terá 5 anos nessa altura (6, se contarmos com a revelação em 2015), ou seja, algo tarde para um restyling — será que a renovação será mais profunda do que o habitual?
Preocupante é também o Stelvio, um SUV que ao fim de 2 anos já está a perder vendas (a verdade é que todo o segmento está a cair na Europa este ano, mas o Stelvio está a cair mais depressa).
Supostamente este seria a máquina de fazer guito, pelo que haveria todo o interesse de o manter fresco.
 
Posso estar em erro, mas tenho quase a certeza que o 159 deriva da plataforma do Vectra.

Mas podem estar certos que uma das decisões para reduzir o buraco negro que é a Alfa será fazer o sucessor do Giulia a partir da base do 508 e Insignia. Infelizmente.

A plataforma era FIAT/GM (e não Opel).
Foi usada primeiro num Alfa, depois por vários Alfa Romeo, e um único Opel (Insignia).
E os motores diesel usados nos Opel eram FIAT.
A gasolina só os 1.9, 2.2, e 3.2 é que eram com bloco GM (e não Opel), e era mesmo só o bloco, a parte JTS dos motores era Alfa Romeo (desenvolvida nos blocos 2.0 da Alfa Romeo)..

E não vão fazer nenhum Giulia RWD baseado em plataformas FWD da Peugeot.
 
A plataforma era FIAT/GM (e não Opel).
Foi usada primeiro num Alfa, depois por vários Alfa Romeo, e um único Opel (Insignia).
E os motores diesel usados nos Opel eram FIAT.
A gasolina só os 1.9, 2.2, e 3.2 é que eram com bloco GM (e não Opel), e era mesmo só o bloco, a parte JTS dos motores era Alfa Romeo (desenvolvida nos blocos 2.0 da Alfa Romeo)..

E não vão fazer nenhum Giulia RWD baseado em plataformas FWD da Peugeot.

E foi apenas o Concept, depois a versão de produção do Insignia usou uma derivação/evolução desta, a Epsilon II, mais barata de produzir.



Agora com esta fusão, serão os motores Fiat Firefly descartados para usar motores da PSA, como está a ser feito com a Opel?
 
Os motores não serão descartados. Será como o fabrico Ducato/Jumper/Boxer: tudo igual, sendo o motor e emblema que os distingue. No entanto acredito que quando chegar a altura de projectar novos motores, os mesmos serão desenvolvidos em conjunto e todas as marcas da coligação do receberão.
 
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Bom, lá vão reduzir o investimento na Alfa Romeo. Ou seja, o habitual avanço e recuo da FCA.

Mas estes italianos acham que as vendas iam disparar em tão poucos anos?
Tem que haver um investimento continuado para que, a médio ou longo prazo, as coisas mudem.

Estão a cometer os mesmo erro que foi cometido com o trio 159 / Brera / Spider.
Um forte investimento mas como não teve as vendas despejadas, cortam no investimento e lançam um "Fiat" Mito (ainda sem estar devidamente finalizado, com os conhecidos problemas na direção) e um Fiat Giulietta!

Voltam a investir forte no Giulia e Stelvio, não correu bem e voltam a fechar a torneira!

A FCA, não merece a Alfa Romeo. Devia ter sido vendida à VW!
Como dizia Ferdinand Piech, tratada como deve ser e por mãos conhecedoras, a Alfa Romeo pode ser uma das melhores marcas do mundo.
Subscrevo inteiramente.
 
Uma belezura dessas do tamanho (ou menor) de um hach médio C, por qual razão as pessoas não comprariam? 4 pessoas com conforto!

Os coupés no mercado são enormes ou grandes GT.

Ou será que em vez do GT Junior acima, vocês preferiam isso?

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Mike Manley addressing the FCA investors during the Q3 results conference in regard to Alfa Romeo:

"Now as you know, I have not been happy with the performance of Alfa Romeo and while I fundamentally believe in the brand, we must make sure that any investments that we make generate an appropriate return. Therefore, we have spent a lot of time and we are going to refocus a portfolio of actions for the brand to segments and geographies where we have successfully competed in the past and we will also maintain the brand premium position in the marketplace. Now as a result of this, in the need near term, the new portfolio for the brand is significantly scaled back with a corresponding reduction in capital spending. And I believe these actions will allow the brand to return to profitability. And while there are no product actions planned beyond what you see here, obviously I wouldn't rule out that possibility in the future depending on the performance."
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Real thing superchampion vs stikers :)

"El progreso que se esperaba de Sauber con el impulso de Alfa Romeo no ha llegado y existen rumores de que la marca estudia dejar de ser patrocinador en la Fórmula 1. ¿Le compensa realmente a la firma su presencia en la categoría reina?

Fiat Chrysler Automobiles está presente en la Fórmula 1 a través de Ferrari y desde este año, de Sauber, que desde febrero cambió su denominación a Alfa Romeo Racing Team.

A pesar de que de este movimiento se esperaba que el ya equipo B de la Scuderia saliera reforzado, los esfuerzos no les han valido para avanzar ni una posición en el Campeonato de Constructores. A falta de dos carreras para el final de año, están octavos y más lejos de la séptima plaza que el año pasado.

La Fórmula 1 vive un momento clave: con el cambio de era en 2021, muchas marcas se plantean su continuidad en la Fórmula 1. Una de ellas es Alfa Romeo. A pesar de que la escudería puntuó con constancia y solidez en la primera parte de la temporada, en este final de año sus rivales les han batido.

Alberto Cavaggioni, responsable de Europa, Oriente Medio y África de Fiat Chrysler, insiste en que no es la inversión lo que ha fallado y ha hecho que Alfa Romeo no pueda ser más que octavo. Los de Hinwil llevan cuatro carreras consecutivas sin puntuar y existen probabilidades mínimas de que puedan superar a Toro Rosso este año.

"La Fórmula 1 es un mundo muy competitivo y nos ha faltado algo de suerte en algunas situaciones, pero no es verdad que haya fallado la inversión. La bajada de rendimiento tampoco se puede atribuir a la salida de Simone Resta porque el programa de actualizaciones ya estaba planeado. El objetivo era mejorar el año pasado y lo vamos a hacer", ha comentado Cavaggioni en la revista italiana Autosprint.

Así las cosas, el jefe de comunicación de Fiat Chrysler, Cristiano Fiorio, admite que su futuro en la Fórmula 1 dependeRÁ de los resultados, ya que es el único ámbito en el que no están satisfechos, aunque de momento sí que les compensa su patrocinio en el Gran Circo.


"Desde el punto de vista del marketing, estamos satisfechos. La presencia de nuestra marca en la Fórmula 1 ha aumentado su visibilidad mundial", ha indicado Fiorio.


"Desde el punto de vista comercial, estamos satisfechos y respecto a la perspectiva deportiva, está claro que aunque es difícil estar entre los diez primeros, no podemos estar satisfechos con las últimas carreras. Vamos a revisar los resultados y decidir qué hacemos en el futuro", ha añadido Fiorio para terminar."

¿Le compensa a Alfa Romeo seguir en la Fórmula 1?
 
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