Alfa Romeo

Acho que não percebeste o meu ponto. O tamanho do mercado da Suécia é indiferente - hoje em dia, não há marca europeia que não tenha de cobrir vários países para sobreviver - seria verdade para a Saab, como hoje é verdade para a BMW, Mercedes ou Audi.

O ponto que queria dizer, é que os puristas diziam que vender a Saab aos chineses, ia fazer a marca "perder a sua identidade" mas a Volvo provou que isso não é necessariamente verdade. A Volvo hoje continua a fazer bons produtos e a ter como prioridade a segurança, como sempre teve.

Não se quis vender a Saab aos chineses, respeitou-se os puristas, mas a Saab faliu. O que é melhor melhor? Deixar falir ou continuar como a Volvo?

Talvez um dia, eventualmente alguém recupere a marca como se fez com a MG...

O mercado doméstico de uma marca de automóveis é super importante e é o que serve de base para o seu sucesso ou insucesso. As marcas começam sempre pelo seu mercado doméstico e só se tiverem sucesso aí é que podem depois expandir-se para outros países.

Se reparares não existe uma única marca de automóveis com presença mundial que não seja oriunda de um país com um mercado grande onde venda bem no seu mercado doméstico. Ora no caso da Volvo e da Saab, o seu mercado de origem era demasiado pequeno para ambas prosperarem.

Em relação especificamente à Saab, os puristas ainda hoje culpam a GM pelo fim da Saab mas isso é falso porque a Saab já estava mal quando a GM a comprou. A Saab não conseguiria ter sobrevivido de forma alguma, fosse nas mãos da GM ou dos Chineses. A Saab estava condenada a falir já pelo menos desde o fim dos anos 90 com a ascensão e agressividade das marcas alemãs.
 
O mais importante era serem mais agressivos como os alemães para empresas. Mas cada vez mais penso que os alemães têm um cartel para dominar o mercado premium a seu bel prazer.

Como alguns alemães. Da experiencia que tenho a Mercedes não é muito forte em termos de preços. Já a BMW...
 
Alfa Romeo Stelvio e Giulia: Biscione decidiu o que fazer.

Certamente não é nenhuma surpresa, mas agora é oficial: as gerações atuais do Alfa Romeo Stelvio e do Alfa Romeo Giulia permanecerão em produção até 2027. O anúncio foi feito por Santo Ficili , CEO da empresa, durante a apresentação do novo Tonale.
Uma extensão de carreira devido ao atraso na chegada das novas gerações , prevista entre o final de 2025 (Stelvio) e 2026 (Giulia). Uma mudança no cronograma resultante de uma transição energética muito mais difícil do que o previsto.
Baseados na plataforma STLA Large, os novos Alfa Romeo Stelvio e Giulia deveriam ser totalmente elétricos , embora o design já prevê-se motores híbridos. Embora essa escolha permita reverter a decisão inicial, o foco numa filosofia predominantemente elétrica complicou os planos.

"Tivemos que tomar uma decisão de desenvolvimento de produto porque estávamos focados em veículos elétricos. Agora, tendo que retrabalhar os motores, precisamos de um pouco mais de tempo para atender às necessidades dos nossos clientes. Por isso, também estamos analisando outros tipos de motores para nossos futuros carros." - comentou Ficili .

Daí o atraso e a decisão de continuar a produzir as gerações atuais do Stelvio e do Giulia até (pelo menos) 2027. Com quais motores?
Aqui está o cerne da questão. De facto, o Stelvio e o Giulia não têm opções eletrificadas , nem mesmo híbridos, com repercussões nas emissões em toda a gama. Isso levou à eliminação dos motores a gasolina, deixando apenas o diesel de 2,2 litros — 160 e 210 cv — como opção. Não se sabe se haverá algum tipo de eletrificação, mas sabemos que os motores a diesel serão actualizados para o padrão Euro 6. E isso não é tudo: o mesmo tratamento também será reservado para o V6 do Quadrifoglio . Assim como foi feito com a gama de motores do Tonale 2026, que foi totalmente atualizada para os regulamentos mais recentes.

Portanto, não haverá uma verdadeira remodelação até 2027, mas sim actualizações (inclusive estéticas, mas apenas pequenas) para acompanhar o Stelvio e o Giulia rumo à reforma, quando as novas gerações chegarem.

in: motor1.com
 
Como não é todos os dias que se veem dois veículos de modelos atuais e em cor semelhante, deixo aqui para vosso deleite visual, devidamente obstruído pelas grades do parque dos carrinhos de compras.[:D]

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Se bem se lembram, o projeto de um spider baseado no Mazda MX-5 foi anunciado para a Alfa Romeo como o novo Duetto. Abaixo, apresento-vos as imagens dos "esboços", antes de tudo ser entregue à Fiat para o 124.

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A mercedes vendeu praticamente o dobro de G-class em 2025 em comparação ao Tonale. Só custa 4x mais, preço base.

Algo está claramente errado com a política comercial da alfa, infelizmente.
 
O "Tonale 2" está em fase de desenvolvimento. O fornecedores exteriores, já foram contactados para apresentação de preços. Diz-se que as suas dimensões se aproximarão do actual Stelvio, uma vez que será baseado na plataforma STLA Medium (?).
O SUV do segmento C anunciado ontem será o C-Cross, baseado na nova plataforma STLA One, uma plataforma multienergética que resultará numa gama de versões híbridas, plug-in e até mesmo totalmente elétricas. Este modelo poderá ser chamado de Giulietta (?), trazendo de volta o nome histórico, mas com um novo estilo de carroceria (esperemos que não!!!).
Quanto aos irmãos Giulia/Stelvio, pelo menos até 2030, não terão substitutos.
Este modelo deveria ser totalmente elétrico durante a era Tavares, mas seu lançamento foi posteriormente adiado e, por fim, cancelado por completo.
 
A mercedes vendeu praticamente o dobro de G-class em 2025 em comparação ao Tonale. Só custa 4x mais, preço base.

Algo está claramente errado com a política comercial da alfa, infelizmente.

Não é isso, a marca resume-se a três modelos com possibilidade de fazer volume, mas se somarmos as mecânicas, a projecção de rede comercial que simplesmente é quase residaul (por força da aquisição FIAT), e a ida para a América, é uma filosofia automóvel que aprecia o pitroil, os américas que aproveitem aquelas máquinas 🤩[br:)], a Europa não merece a Alfa.
 
O Junior não é comercializado nos States, os américas não comem gelados com a testa, sobre cagadas de regulamentos burocráticos que limitam portfólio mecânico e criatividade das marcas automóveis, e o gallon está lá para ser utilizado, carrega nisso, [:cool:]😁
 
Sou só eu que acha o Giulia um carro com um design perfeitamente atual como se tivesse sido acabado de lançar? Tirando o interior claro...

Enviado do meu Pixel 7 Pro através do Tapatalk
 
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