Alfa Romeo

Alfa Romeo abre paso en sus fábricas al nuevo Alfa Giulia


El pasado mes de mayo conocíamos el plan estratégico de Fiat Chrysler de cara al período 2014-2018, el cual incluía las intenciones que el gigante italoamericano tiene para cada una de sus marcas. Una de las marcas en las que mayor expectación se había creado era Alfa Romeo, ya que se esperaba que FCA por fin concretara las acciones para posicionar de una vez por todas a la firma del biscione entre las marcas premium europeas.

Las expectativas se cumplierion y Marcchione anunció que entre 2015 y 2018 aparecerán en el mercado ocho nuevos modelos. El primero de ellos será el Alfa Romeo Giulia, materializado en una berlina de propulsión trasera capaz de codearse con lo más granado de las berlinas premium. Este nuevo modelo llegaría a sustituir al Alfa 159 y, de paso, convertirse en la bandera de una nueva Alfa Romeo que abogará por modelos más ligeros, deportivos y tecnológicos sin perder la esencia histórica de la marca.

Alfa Romeo: ¿un nuevo futuro como marca independiete?

El año 2015 está ya a la vuelta de la esquina por lo que Alfa Romeo trabaja a contrarreloj para tener el nuevo Alfa Giulia listo para ser presentado en 2015. Según ha podido saber el diario italiano Corriere della Sera, Fiat ha reorganizado sus fábricas en Italia a lo largo de julio para dar cabida a la producción del Giulia. La planta elegida para producir la berlina es la de Cassino, hasta ahora encargada de ensamblar los Fiat Bravo, Lancia Delta y Alfa Romeo Giulietta.

La línea de montaje de estos tres modelos se ha paralizado completamente en el mes de julio para ser acondicionada de cara a dar cabida al ensamblaje del Alfa Giulia. Mientras que del Bravo y del Delta no se han fabricado ninguna unidad en julio, la producción del Alfa Giulietta fue transferida a la abandonada línea de montaje del Fiat Croma, también en Cassino. Este movimiento demuestra la escasa importancia que actualmente tienen el Delta y el Bravo para Fiat, hasta el punto de que aún no se ha confirmado que su fabricación se haya reanudado.

Así pues, FCA sigue moviendo fichas para la reinvención de Alfa Romeo, una firma que persigue multiplicar por cinco sus ventas en el próximo lustro, un incremento espectacular en el que el propio Alfa Giulia tendrá mucha responsabilidad. Los próximos meses serán claves para la evolución del desarrollo del modelo, que ya podemos situar entre los lanzamientos más esperados del año 2015.

8 novos modelos até 2018? Muito bom, parece que a Alfa está de volta, fazem falta ao mercado mais automóveis premium não alemães, excelentes notícias. Agora com os novos Alfa, Jaguar, Citroen DS, Land Rover, etc., já há mais alternativas para além dos insonsos germânicos que invadem cada esquina.
 
Grande Alfa, desta vez é que é
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Al 3+! apr:)

É por ai.
Apesar de a ALFA se afastar das massas, se deixar de ter as linhas "Sud", será o caminho mais lógico.
ALFA com veículos de ponta e refinados.

Faltaria (pelo avançar dos tempos) dividir os segmentos de mercado pela FIAT e pela Lancia; isto porque cada vez faz menos sentido na Europa carros grandes sem serem Premium.
Que hipóteses tem hoje a Opel de vender "Rekords"?
Quem é a Renault acima do Mégane em Portugal por exemplo?
Que é feito em Portugal dos "Lagunas", "Mondeos", etc?

A FIAT deveria voltar a ter um carro muito pequeno simples e barato, para cobrir toda a clientela (Milhões) que consumia os Pandas quadrados minimalistas, hoje a começar já um fenómeno de objecto de culto, principalmente as versões de tecto de lona.
O Panda hoje já não é um carro como foi o 1º Panda.

Depois estar forte no segmento A (Panda OK).
Renovar o Punto (B)
Ter um segemento C completo com 2 volumes, 3 volumes e carrinha.

O segmento D e E deviam ser Lancia.
Mantendo a Lancia o urbano "chic" (Autobianchi / Y) e um eventual modelo canhão de pequena série, mesmo que de entranhas Maserati / Ferrari, à semelhança do ALFA 8C.
Mas pelos vistos de momento acham não ter hipóteses de ter isto e ficará congelada a Lancia. [s)]

Família FIAT Premium (500's).

Abarth: versões desportivas dos FIAT, mais eventual modelo próprio; de momento possibilidade de partilhas Mazda para o Spider.

,

Sobre a competição (desporto) é mais complexo, mas era importante estarem muito mais activos.
 
O segredo para se vender bem o segmento D é apostar nas frotas. A grande parte, seguramente mais de 70%, dos Passats, Lagunas, C5s, 508s, Insignias, A4s que se vêm por aí são de frotas de empresas, não de particulares.

Isto tem um lado mau, que são as pequenas margens, porque nas frotas o preço o factor mais importante é preço, mas por outro lado como esse pessoal anda sempre de um lado para o outro divulga a marca e basicamente é publicidade grátis.

Uma política agressiva para frotas seria um bom começo para o Giulia de forma a divulgar a marca e os seus novos modelos. As pessoas ao verem muitos Giulias ficariam curiosas para ver os novos modelos da Alfa.
 
O Alfa Romeo acaba muitas vezes por ser uma carro irracional, de entendidos, de apaixonados.
Falta à Alfa voltar a produzir entre os segmentos mais populares carros rápidos, mais rápidos que a concorrência. Era também por isto que a marca era muito reconhecida nos anos 60/70 Mas sobretudo juntar aos seus pergaminhos actuais uma coisa que quase sempre faltou:FIABILIDADE.
Eu tenho agora um, e apesar de ser um carro bem agradável de conduzir, a fiabilidade...enfim.
Os alemães rebentam correntes, incendeiam-se mas construiriam essa fama: "são fiáveis".
Um pouco se passa com os Coreanos que estão nisto à pouco tempo e já há quem apregoe que são muito fiáveis. Depois lêem-se coisas do arco da velha sobre avarias nos mesmos, mas o mito cresce...então neste fórum...
Ainda o ano passado, a Opel reconheceu que quer seguir as pisadas da Audi no que toca à qualidade de interiores, marca considerada a benchmark no capítulo. Depois disso, Cascada e Insígnia(restyling) revelam níveis de qualidade notáveis. E veja-se que GM e VAG são grupos com enorme rivalidade, sobretudo devido ao duelo Opel-VW.
Gostava de ler que a Alfa pretende chegar aos níveis de fiabilidade de uma Toyota ou Honda.
É muito bom ter um carro bonito, divertido de conduzir...mas é muito chato estar sempre na oficina. E os mais recentes estudos de mercado não mentem, a Alfa anda sempre lá em baixo.[s)]
 
Jfire tens tido azar com o teu alfa, ou isso, ou o mecânico que tens para a máquina não respira alfa romeo. Como em todas as marcas tem avarias, mas não a considero assim tão em baixo em fiabilidade.
 
Quem faz os interiores nem sequer são as marcas, mas sim os fornecedores externos. Basta a Alfa pedir ao mesmo fornecedor do interior de um Audi um interior de qualidade equivalente, e ele faz isso. A questão é que isso custa dinheiro, se o interior de um Alfa for equivalente a uma marca premium isso reduz muito as margens de lucro porque os Alfa não são tão caros como os Audi, esses carros da GM-Opel não assim tão notáveis porque para terem a qualidade de um Audi têm de custar o mesmo, ou então são vendidos praticamente sem lucro para a marca e a Opel é uma marca que não se destaca em nada, apenas vive de descontos, preço e frotas.

Em relação à fiabilidade, a Fiat hoje está ao nível de qualquer outra marca europeia. As asiáticas estão um passo à frente sim em fiabilidade mas isso faz parte da filosofia deles, os concorrentes da Alfa são mais as marcas europeias não tanto as asiáticas.
 
Última edição:
Jfire tens tido azar com o teu alfa, ou isso, ou o mecânico que tens para a máquina não respira alfa romeo. Como em todas as marcas tem avarias, mas não a considero assim tão em baixo em fiabilidade.

Na minha opinião não fiz uma boa compra. Mas digo isso apenas porque o meu carro tinha problemas na suspensão.
Depois é que vieram os problemas. Coisas que honestamente não estava habituado nos alemães lá de casa. Muito menos nestas quilometragens.
A oficina que o levava revelou estar aquém, embora o dono tenha sido electricista na Alfa de Famalicão durante nove anos.
Agora vou experimentar um ex colega de trabalho do meu pai que era mecânico da ...Ferrari.
A Alfa Romeo Famalicão...é para esquecer.
Atenção, que apesar de tudo se fosse altura comprava de imediato um Brera.
Mas não neguemos que é preciso mais fiabilidade na marca.
 
Na minha opinião não fiz uma boa compra. Mas digo isso apenas porque o meu carro tinha problemas na suspensão.
Depois é que vieram os problemas. Coisas que honestamente não estava habituado nos alemães lá de casa. Muito menos nestas quilometragens.
A oficina que o levava revelou estar aquém, embora o dono tenha sido electricista na Alfa de Famalicão durante nove anos.
Agora vou experimentar um ex colega de trabalho do meu pai que era mecânico da ...Ferrari.
A Alfa Romeo Famalicão...é para esquecer.
Atenção, que apesar de tudo se fosse altura comprava de imediato um Brera.
Mas não neguemos que é preciso mais fiabilidade na marca.


Foi comprado usado? Se foi usado não faz muito sentido avaliar a fiabilidade porque não sabes o tratamento que levou do anterior dono.
 
Quem faz os interiores nem sequer são as marcas, mas sim os fornecedores externos. Basta a Alfa pedir ao mesmo fornecedor do interior de um Audi um interior de qualidade equivalente, e ele faz isso. A questão é que isso custa dinheiro, se o interior de um Alfa for equivalente a uma marca premium isso reduz muito as margens de lucro porque os Alfa não são tão caros como os Audi, esses carros da GM-Opel não assim tão notáveis porque para terem a qualidade de um Audi têm de custar o mesmo, ou então são vendidos praticamente sem lucro para a marca e a Opel é uma marca que não se destaca em nada, apenas vive de descontos e preço.

Em relação à fiabilidade, a Fiat hoje está ao nível de qualquer outra marca europeia. As asiáticas estão um passo à frente sim em fiabilidade mas isso faz parte da filosofia deles, os concorrentes da Alfa são mais as marcas europeias não tanto as asiáticas.

Há aqui algum problema, pois não consigo perceber o que escreveste.
 
Só novo então...não concordo.
O que avariou no meu carro não tem nada a ver com trato. São falhas claras de qualidade.

Já te disseram por aqui que tiveste azar. Conheço quem tenha um Alfa comprado novo, 2.4 JTD e tem mais de 300.000km que nunca teve problemas de maior e é um carro fiável.
 
Já te disseram por aqui que tiveste azar. Conheço quem tenha um Alfa comprado novo, 2.4 JTD e tem mais de 300.000km que nunca teve problemas de maior e é um carro fiável.

Tu tens algum?
Pois tive azar...é a desculpa de sempre.
Curioso, que tenho um primo meu que tem um Lybra jtd, muito bonito diga-se, comprado novo, e do motor à suspensão já foi quase tudo trocado. E ele gosta do carro, como eu do meu e investe. Como eu.
Agora, tendo um discurso realista, admite-se as constantes falhas dos nossos carros.
 
Tu tens algum?
Pois tive azar...é a desculpa de sempre.
Curioso, que tenho um primo meu que tem um Lybra jtd, muito bonito diga-se, comprado novo, e do motor à suspensão já foi quase tudo trocado. E ele gosta do carro, como eu do meu e investe. Como eu.
Agora, tendo um discurso realista, admite-se as constantes falhas dos nossos carros.

A melhor forma de perceberes que tiveste azar ou não, é falares com outros proprietários. Eu daquilo que leio e casos que conheço nunca vi problemas graves nos Alfas recentes, apenas problemas que também acontecem nas outras marcas. Tenta falar e trocar ideias com outros proprietários, um usado é sempre um risco.
 
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