[Economia] Amor e uma conta bancária...?

Amor e uma conta bancária...?


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Já dei a resposta para isso mas parece que não percebeste ou não queres perceber.

O casamento é um contrato a dois e podem ser estabelecidos regras e artigos para além do que a Lei geral define. E no exemplo dado poderá ficar definido que o dinheiro que cada um tem antes do casamento, é de cada um e não pode ser dividido no caso de correr mal. E para isso poderá ficar naturalmente numa conta à parte de quem tinha o dinheiro.

Por exemplo, eu e a minha mulher temos um apartamento cada um antes de casarmos, apesar de estar a viver no meu. E é de cada um. Está em nome de cada um.
Estou com o sistema geral do casamento. Comunhão de bens adquiridos.


Tu neste tópico estás a assumir uma posição que estás certo, é simples e os outros são todos parvos ou burros...

Eu entendi perfeitamente o que disseste.

Mas continuo a dizer que não é possível o que dizes.

Se tu tens 250.000€ e ela 1.000€ nas contas.

E casam com comunhão de bens adquiridos.


Como é que consegues manter os dinheiros separados se defendes a opção de só se ter UMA CONTA! É impossível!
 
Vivemos juntos há quase dois anos, portanto tinha eu 28 e ela 23.

Será porque somos (éramos), imaturos? Daqui a uns anos iremos separar as contas?

Ironias à parte, penso que a idade não dita nada nestes casos, mas são apenas os meus 2 cêntimos..

Não! Nada disso.

Era somente porque pessoalmente acho que mais novo é provável ser mais fácil juntar as contas, porque há menos dinheiro e menos "vida".

Por exemplo duas pessoas de 40 anos que se juntem, penso que será mais complicado juntarem as contas todas. Só isso.
 
Foste logo para o exagero e começas a fazer juízos absurdos.... Onde é que está a maioria que diz que não se deve partilhar NADA? Onde? Diz apenas 1... Lê com calma e não vais encontrar nenhum.

Ha pessoal aqui que não entende que nem todos somos iguais. [8b][8b]

Se o pessoal é feliz com contas separadas, se há outros felizes com contas conjuntas.... qual é o problema?
 
No meu caso: Eu ganho ela faz a gestão! [:cool:]
Agora explicando mais minuncioso.

Ela tem a dela pessoal e eu sei +/-
Temos uma para gestão dos gastos da casa, ela faz a gestão, e eu sei +/-
Tenho uma pessoal em Portugal, ela faz a gestão com base no que eu lhe digo para fazer
Tenho uma pessoal em Espanha ela sabe +/-

Sou a favor que se saiba pelo menos um valor aproximado dos valores que temos. Só vejo vantegens nisso... :)
 
Tu neste tópico estás a assumir uma posição que estás certo, é simples e os outros são todos parvos ou burros...

Eu entendi perfeitamente o que disseste.

Mas continuo a dizer que não é possível o que dizes.

Se tu tens 250.000€ e ela 1.000€ nas contas.

E casam com comunhão de bens adquiridos.


Como é que consegues manter os dinheiros separados se defendes a opção de só se ter UMA CONTA! É impossível!
Não sei se percebo a tua questão...

A propriedade do dinheiro numa conta está relacionada com a sua origem. Claro que se o depósito for em numerário essa identificação perde-se, mas de outra forma é sempre possível identificar a quem pertence o dinheiro. Pode até acontecer que haja dinheiro numa conta que não pertença a nenhum dos seus titulares ou titular.

edit: Claro que se nada existir que o contradiga, parte-se do princípio que o dinheiro é do titular, ou dos titulares em partes iguais.
 
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Não! Nada disso.

Era somente porque pessoalmente acho que mais novo é provável ser mais fácil juntar as contas, porque há menos dinheiro e menos "vida".

Por exemplo duas pessoas de 40 anos que se juntem, penso que será mais complicado juntarem as contas todas. Só isso.
duas pessoas de 40 que se "juntem" (aka tenham um relacionamento amoroso) o mais provável é manterem casas separadas, quanto mais contas juntas [:)]
 
Não sei se percebo a tua questão...

A propriedade do dinheiro numa conta está relacionada com a sua origem. Claro que se o depósito for em numerário essa identificação perde-se, mas de outra forma é sempre possível identificar a quem pertence o dinheiro. Pode até acontecer que haja dinheiro numa conta que não pertença a nenhum dos seus titulares ou titular.

edit: Claro que se nada existir que o contradiga, parte-se do princípio que o dinheiro é do titular, ou dos titulares em partes iguais.

penso que o exemplo do silver é extremo, e poderá ser aplicado numa conta à ordem.
se forem aplicações financeiras constituídas antes do casamento poderá estar salvaguardado o patrimóno (se é essa a questão), no entanto as mais valias dessas aplicações depois do casamento, à partida seria de ambos, não? :confused:
 
Não sei se percebo a tua questão...

A propriedade do dinheiro numa conta está relacionada com a sua origem. Claro que se o depósito for em numerário essa identificação perde-se, mas de outra forma é sempre possível identificar a quem pertence o dinheiro. Pode até acontecer que haja dinheiro numa conta que não pertença a nenhum dos seus titulares ou titular.

edit: Claro que se nada existir que o contradiga, parte-se do princípio que o dinheiro é do titular, ou dos titulares em partes iguais.

Se tu tens uma conta e ela outra.

E juntam-se, e vão a outro banco e abrem uma conta e tu transferes o teu dinheiro e ela o dela, e ficam os dois a usar essa conta no dia a dia, passado uns tempos o dinheiro "mistura-se"... E a conta é dos dois o dinheiro é dos dois.
 
penso que o exemplo do silver é extremo, e poderá ser aplicado numa conta à ordem.
se forem aplicações financeiras constituídas antes do casamento poderá estar salvaguardado o patrimóno (se é essa a questão), no entanto as mais valias dessas aplicações depois do casamento, à partida seria de ambos, não? :confused:
Vou-me informar. Presumo que se forem casados com comunhão de adquiridos as mais-valias, é só essas, sejam dos dois

Se tu tens uma conta e ela outra.

E juntam-se, e vão a outro banco e abrem uma conta e tu transferes o teu dinheiro e ela o dela, e ficam os dois a usar essa conta no dia a dia, passado uns tempos o dinheiro "mistura-se"... E a conta é dos dois o dinheiro é dos dois.
A propriedade do saldo inicial mantém-se, o documento de transferência faz prova, o resto de certa forma mistura-se.

O que escreveste "E a conta é dos dois o dinheiro é dos dois." não é verdade, a titularidade de uma conta não garante a "propriedade" do dinheiro que esteja nessa conta.

Um exemplo: Se eu puser um filho na minha conta isso não quer dizer que metade do dinheiro "automaticamente" passe para esse filho e que os outros sejam deserdados desse valor. [;)]
 
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Vou-me informar. Presumo que se forem casados com comunhão de adquiridos as mais-valias, é só essas, sejam dos dois


A propriedade do saldo inicial mantém-se, o resto de certa forma mistura-se.

O que escreveste "E a conta é dos dois o dinheiro é dos dois." não é verdade, a titularidade de uma conta não garante a "propriedade" do dinheiro que esteja nessa conta.

Um exemplo: Se eu puser um filho na minha conta isso não quer dizer que metade do dinheiro "automaticamente" passe para esse filho e que os outros sejam deserdados desse valor. [;)]

bom e a titularidade das contas?

se tenho uma conta em que su o único titular, com casamento em comunhão de adquiridos na prática a minha conta - só em meu nome - é legalmente também do conjugue, certo?
 
bom e a titularidade das contas?

se tenho uma conta em que su o único titular, com casamento em comunhão de adquiridos na prática a minha conta - só em meu nome - é legalmente também do conjugue, certo?
É a mesma coisa, o saldo que tinhas à data do casamento é teu, o resto é dos dois. E cuidado que isto também se aplica às dividas contraídas após o matrimónio. O único regime à prova de chatices é a separação de bens.

edit: É claro que isto é tudo tórico, na pratica há coisas que nem a separação de bens resolve com clareza. Por exemplo o meu advogado, a cada aquisição de bens imóveis, obriga a que conste no contrato de que se trata de um bem próprio.
 
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Se andasses como muitos portugueses, querias saber e já não falavas dessa forma...

Por acaso namoro há uns meses e sei perfeitamente quanto ela ganha e o que tem, partilhamos tudo sem grandes segredos. Eu uso o cartão dela como ela utiliza o meu, tentamos que as coisas sejam a meias [;)] Quem não deve não teme, as simple as that.

Felizmente não ando. Mas pode-me calhar. Tenho de estar preparado para isso.

E não ando muito por culpa minha...Tenho a mania de andar de Jazz e de Civic quando na verdade pedia uns trocos e tinha um bom BMW ou Mercedes.

Vou de férias low cost quando podia ir para um resort xpto no Brasil.

Poupo nas saídas no fim-de-semana, compro roupa de marcas banais, etc...

Realmente tens razão...Podia estar como muitos Portugueses. Alguns deles que eu conheço.
Não estou porque tenho a mania de ganhar 10 e só gastar 5.
De olhar para muitas coisas que queremos enquanto casal, ter dinheiro para as ter, mas não as comprar.[;)]
 
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Ou seja, o casamento tem uma taxa de sucesso baixíssima, só quem nunca passou por um é que partilha tudo...
 
Ou seja, o casamento tem uma taxa de sucesso baixíssima, só quem nunca passou por um é que partilha tudo...
E depois ainda há a maneira fria e calculista de olhar para esta questão, aquela que se assemelha à razão pela qual se adota a redundância na aviação. É que mesmo num casamento bem sucedido os revezes financeiros podem ocorrer, e nesses casos é bom para ambos os cônjuges que só o património do que teve azar responda pelas dividas. [;)]
 
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Ou seja, o casamento tem uma taxa de sucesso baixíssima, só quem nunca passou por um é que partilha tudo...

cheira-me que a tendência começou a inverter em 2012, e vai-se acentuar em 2013.

de resto completamente de acordo com a última frase. (e já vou no 2º casamento [:D], se calhar por causa disso é quenão há cá partilhas nenhumas)
 
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