Auto Europa

o que diz a lei sobre um pré acordo ?

existe algo que obrigue os trabalhadores a manter ou podem alterar a meio do jogo ?
Porque partes do principio que foram os trabalhadores que alteraram o jogo a meio?...Ou achas que...

A Lei é clara...se ambas as partes a cumprirem, a soluçao é fácil...
 
O comunismo alimenta-se de fome e miséria. A época das grandes fomes no concelho de Setúbal, foi precisamente quando o PCP mais conseguiu subir em poder, nessa zona. Ainda hoje temos os exemplos de autarquias no alentejo, comunistas desde 74, onde abunda o desemprego e baixos salários, porque as empresas fogem do PCP como o diabo da cruz, e onde os eleitores, apesar de verem os seus filhos e netos ir embora para conseguirem singrar na vida, continuam cegamente a votar no comunismo.

A autoeuropa não fecha agora nem deslocaliza a produção, mas arrisca-se a não apanhar mais nenhum modelo de grande produção no futuro.

Para o PCP, quanto mais mal correr a coisa, melhor. Põe a culpa nos alemães, no capitalismo, no governo, etc, e os pouco esclarecidos que agora se deixam manipular pelos seus sindicatos, serão os mais prejudicados, mas ainda assim, os seus mais fervorosos apoiantes no futuro.

O povinho, mais do que a realidade, gosta de embarcar em lirismos, e o PCP sabe disso!


partilho a mesma opinião.
 
Portanto consideras que a lei deva ser aplicada. Mesmo que os trabalhadores fiquem a perder. Por exemplo não receberem nenhum prémio como agora estava previsto.
 
Porque partes do principio que foram os trabalhadores que alteraram o jogo a meio?...Ou achas que...

A Lei é clara...se ambas as partes a cumprirem, a soluçao é fácil...

porque é isso que tenho lido e visto na TV.

ter vários negociadores/sindicatos no barulho também não ajuda.

um dia os trabalhadores vão perceber que não obstante o patrão precisar muito deles, só existe bom ambiente se forem produtivos e o salário for justo.

não é porque a VW ganha milhões que deve pagar o dobro do salário.

de qualquer forma acredito que não é isso que está em causa neste momento e sim uma mistura de dias de trabalho com eventuais prémios pelo trabalho adicional.
 
sabes se esta noticia é verdadeira ?

http://www.afia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4138&Itemid=1&lang=pt_PT

"

Trabalhadores da Autoeuropa recebem mais de três milhões em prémios.

O valor mínimo do prémio é de 946 euros por funcionário e vai beneficiar a maior parte dos 3.572 colaboradores. O restante pagamento será realizado em Março próximo.

"

Essa notícia é de Janeiro de 2016, mas sim confirma-se. Não tenho a certeza que o valor tenha sido esse.
 
Portanto consideras que a lei deva ser aplicada. Mesmo que os trabalhadores fiquem a perder. Por exemplo não receberem nenhum prémio como agora estava previsto.
Exacto...certamente eles ponderaram tudo...Ou os inteligentes estao todos aqui no Forum e os trabalhadores da AE sao todos uns burros que vao em conversas?...

Nao é preciso recorrer a essas noticias ( essas sim populistas ) para justificar nada...a AE nao é a unica empresa em Portugal que dá premios anuais a todos os trabalhadores...
 
porque é isso que tenho lido e visto na TV.

ter vários negociadores/sindicatos no barulho também não ajuda.

um dia os trabalhadores vão perceber que não obstante o patrão precisar muito deles, só existe bom ambiente se forem produtivos e o salário for justo.

não é porque a VW ganha milhões que deve pagar o dobro do salário.

de qualquer forma acredito que não é isso que está em causa neste momento e sim uma mistura de dias de trabalho com eventuais prémios pelo trabalho adicional.

O que está em causa é o direito que um trabalhador tem em, dentro da Lei, escolher o que acha melhor para si...Tu pensas diferente?...ok...mas neste caso, importa o que eles pensam...
 
PedroF,

parto do principio que somos todos humanos e que a determinado momento podemos ser levados a tomar decisões precipitadas ou erradas.

pode até nem ser o caso, mas tenta avaliar do lado de fora e do lado do empregador também.

há cerca de 5 anos retiraram regalias por alegada crise, no ano passado deram prémios porque tiveram melhores resultados.

agora precisam de aumentar a produção e para além de pagarem por esse trabalho podem até ter planos para dar mais prémios.

achas que está correto arriscarem tanto e colocarem tanta pressão no patrão ?

o facto de muitas empresas darem prémios não quer dizer que seja obrigação e isso só por si merece ainda mais respeito por quem paga o que está na lei e ainda premeia os bons funcionários ( considero um estimulo ).

há sempre dois lados e duas versões do mesmo assunto, mas pelo que vejo e leio sinto que mais uma vez os chulos dos sindicatos estão a tirar proveitos e a levar muita gente a cometer erros que podem ser irreparáveis.
 
Eu gostava de perceber como é que o PCP conseguiu fazer o milagre de hoonotizar a maioria dos trabalhadores para votarem contra o acordo, ainda para mais quando o tinha aceite na comissão de trabalhadores........

Há malta aqui com agenda política pela direita que apenas desinforma.
Vao para lá trabalhar e aceitem o acordo... Pois.
 
Neste momento a Autoeuropa é o centro de uma disputa meramente politica. Duas comissões de trabalhadores, que incluem representantes da cgtp assinam acordos, que depois o site sul, afecto á cgtp, anda a boicotar por trás. [:D]

Os tugas, embarcam facilmente em lirismos e propagandas facilitistas. Sempre assim foi, e já pagaram várias vezes por isso. Mesmo assim nada aprenderam.

Basta colocar meia dúzia de infiltrados, bem falantes, no meio das massas, e conseguem logo controlar o rebanho!

Déjá vu...

[h=1]Ex-supervisor mete o dedo na ferida culpando sindicatos pelo fecho da Opel na Azambuja[/h]
Armando Martins lança livro sobre momentos marcantes da unidade que fechou há dez anos
[h=2]Armando Martins, ex-supervisor de produção na fábrica da General Motors em Azambuja, tomou apontamentos durante a “guerrilha” dos sindicatos com a administração e agora colocou tudo num livro a que chamou “Conflitos Sociais”. É a história do melhor e pior de uma fábrica que morreu aos pés de sindicatos e comissões de trabalhadores.[/h]
Se não fosse a intransigência negocial dos sindicatos e a “vingança” da administração, a fábrica da General Motors (GM) em Azambuja, que fabricava modelos da marca Opel, poderia ainda estar em funcionamento, na melhor das hipóteses. Ou fechado mais tarde do que aconteceu. A convicção é de Armando Martins, 55 anos, que foi durante quase 17 anos supervisor de produção na fábrica, que empregava quase 1500 trabalhadores, 1200 deles empregados directos. A fábrica fechou em Dezembro de 2006 e no ano em que se assinala o décimo aniversário do encerramento da General Motors, Armando decidiu reencontrar-se com os apontamentos que tomou durante os meses quentes que antecederam o fecho da unidade de Azambuja e compilou-os num livro. Com o título “Conflitos Sociais”, a obra é reveladora dos problemas que levaram ao fecho daquela unidade fabril. “Os operários foram vítimas da administração internacional mas sobretudo da comissão de trabalhadores e dos sindicatos. Criou-se uma guerra e conflitos tão grandes que quem ficou prejudicado foram os trabalhadores”, refere o ex-trabalhador no livro.Para Armando Martins, que vive em Azambuja, o clima que levou ao encerramento da fábrica da Opel não deveria ter acontecido. “Um ano antes tinham existido bastantes dificuldades nas negociações entre os sindicatos a administração. A tal ponto que Eric Stevens (à data vice-presidente da GM Europa) teve de vir à Azambuja para entrar nas negociações”, recorda o antigo supervisor de produção. O ex-operário diz que essas negociações não correram muito bem, porque os sindicatos tentaram hostilizar e ameaçar Eric Stevens. “A verdade é que a partir daí as coisas precipitaram-se e os conflitos começaram a ser maiores. Para mim o fecho da fábrica foi uma vingança por causa disso”, sublinha. Um exemplo da intransigência dos sindicatos e da comissão de trabalhadores foi a reivindicação de aumentos acima da inflação, de 150 euros para todos os trabalhadores, numa altura em que as regalias já eram elevadas. Cada trabalhador ganhava, em média, acima de 1200 euros, valor ainda hoje considerado acima da média. “Na AutoEuropa (fábrica em Palmela que produz viaturas Volkswagen) a comissão de trabalhadores teve uma postura diferente e por isso a fábrica se mantém lá”, defende. Armando Martins foi um espectador privilegiado do que aconteceu na fábrica. “Sempre achei que as greves não levavam a lado nenhum. Houve muitos excessos. A dada altura havia muitos conflitos entre os próprios trabalhadores, gente que queria trabalhar e outros, afectos aos sindicatos, que não deixavam”, recorda. No livro são relatados também boicotes à produção. Um dos problemas, lembra Armando Martins, foi a falta de apoio psicológico e emocional para quem foi despedido.A tristeza de ver cair um símboloA icónica torre da fábrica com as palavras Opel foi das últimas partes da fábrica a ser demolida e foi, para muitos, o momento de maior tristeza. “A torre era o símbolo, ver cair a torre foi para mim muito triste. Foram 17 anos de trabalho dedicado à empresa, passámos mais tempo ali do que em casa, fizemos amizades e sofremos em conjunto. Custou bastante”, diz, emocionado, Armando Martins.O ex-supervisor lembra que junto ao antigo pinheiro da fábrica existem várias “cápsulas do tempo” enterradas, que contêm a memória dos momentos marcantes da fábrica e defende que sejam recuperadas. “Deviam desenterrar esses documentos e colocar no museu municipal, para que as novas gerações vissem o que ali existiu”, refere, defendendo também a colocação de uma placa que evocasse a memória da fábrica.A fábrica da GM em Azambuja tinha 43 anos de existência, modernizou-se e em 2000 investiu mais de 100 milhões de euros em novas tecnologias e robótica, tornando-se numa das fábricas mais modernas e competitivas da Europa. Ocupava uma área de 350 mil metros quadrados e exportava o seu último modelo, o Opel Combo, para 54 países. Movimentava diariamente 50 camiões e um comboio, que faziam chegar à fábrica mais de 450 mil peças. A justificação dada aos trabalhadores para o encerramento era de que a fábrica de Saragoça, em Espanha, permitia poupar 500 euros por viatura. Kadett, Corsa, Astra e Combo foram os modelos mais emblemáticos produzidos em Azambuja.Fecho da Opel é uma ferida que já sarouO ex-operário foi um dos que conseguiu arranjar emprego logo após o encerramento da fábrica mas confessa que, para muitos trabalhadores, o luto demorou anos a superar. Houve casos de depressões, divórcios e insolvências. Houve quem tenha feito uma cruz na marca Opel para o resto da vida. Quem arranjou emprego teve de aprender a viver com salários bem abaixo dos que eram pagos pela General Motors. Houve famílias inteiras em dificuldades. Apesar de tudo, dez anos depois, Armando Martins garante que o fecho da fábrica é uma ferida que já sarou na comunidade. Foi supervisor de produção no departamento de qualidade, depois no departamento de produção em vários pontos da fábrica. Quando as máquinas pararam a poucos minutos do dia 21 de Dezembro de 2006, estava na secção de pintura. Na hora da despedida a GM pagou tudo o que devia aos trabalhadores e, novamente, acima da média - dois meses de salário por cada ano de trabalho - tendo havido quadros superiores a sair com indemnizações superiores a 100 mil euros. Muitos trabalhadores saíram com mais de 50 mil euros.“Não sou um escritor, o objectivo do livro é apenas preservar a memória do que foi aquela grande fábrica e ao mesmo tempo dar a minha visão dos acontecimentos que antecederam o fecho, porque ninguém ainda o fez. Pensei escrever isto em 2007 ou 2008, mas senti que era muito cedo, havia ainda muita dor e angústia”, conta a O MIRANTE. Armando Martins trabalha hoje num concessionário da Ford em Loures e antes passou por várias empresas ligadas ao ramo do fornecimento de peças para automóveis. “A maior parte das pessoas da fábrica hoje estão empregadas novamente. A diferença é que ganhavam 1200 euros no mínimo e agora ganham metade. Tinham transportes, alimentação e roupas. Tudo pago pela fábrica, que também dava prémios de produtividade e de assiduidade. Havia pessoas a ganhar muito bem. Agora tudo ficou mais pobre, o concelho e a região”, conta. Para o ex-operário, o então presidente da câmara, Joaquim Ramos, esteve à altura do desafio. Lamenta, contudo, que os novos empregos gerados na zona não sejam tão qualificados como antigamente. “Faltou o contacto e negociação com o governo para a implementação de empresas que trouxessem mais-valias e trabalho de salários mais qualificados”, lamenta.

https://omirante.pt/semanario/2016-03-31/sociedade/2016-03-30-ex-supervisor-mete-o-dedo-na-ferida-culpando-sindicatos-pelo-fecho-da-opel-na-azambuja
 
Se as pessoas ao fim do mês tivessem um ordenado decente, estes sindicatos e tretas do costume nem existiam.

Mas cá está o patrão quer de 6 em 6 meses trocar de mercedes, logo os empregados ficam com as migalhas e andamos sempre com esta situação.

Querem lucrar pagando o menos possivel, tal como o belmiro disse numa entrevista.

Para mim esta gente merece a forca.
 
Se as pessoas ao fim do mês tivessem um ordenado decente, estes sindicatos e tretas do costume nem existiam.

Mas cá está o patrão quer de 6 em 6 meses trocar de mercedes, logo os empregados ficam com as migalhas e andamos sempre com esta situação.

Querem lucrar pagando o menos possivel, tal como o belmiro disse numa entrevista.

Para mim esta gente merece a forca.

Que mentalidadezinha de comuna....:sh)

Sê empreendedor, arrisca o que é teu, cria postos de trabalho e depois verás se trocas de mercedes de 6 em 6 meses! [:D]

É que não evoluem...
 
PedroF,

parto do principio que somos todos humanos e que a determinado momento podemos ser levados a tomar decisões precipitadas ou erradas.

pode até nem ser o caso, mas tenta avaliar do lado de fora e do lado do empregador também.

há cerca de 5 anos retiraram regalias por alegada crise, no ano passado deram prémios porque tiveram melhores resultados.

agora precisam de aumentar a produção e para além de pagarem por esse trabalho podem até ter planos para dar mais prémios.

achas que está correto arriscarem tanto e colocarem tanta pressão no patrão ?

o facto de muitas empresas darem prémios não quer dizer que seja obrigação e isso só por si merece ainda mais respeito por quem paga o que está na lei e ainda premeia os bons funcionários ( considero um estimulo ).

há sempre dois lados e duas versões do mesmo assunto, mas pelo que vejo e leio sinto que mais uma vez os chulos dos sindicatos estão a tirar proveitos e a levar muita gente a cometer erros que podem ser irreparáveis.

Pergunto novamente...os inteligentes estao todos aqui no Forum e os trabalhadores da AE sao todos uns burros que vao em conversas de Sindicatos?...Nao me parece...Todo este tempo que já passou nao os levariam a repensar algo que tenham decidido mal?...

O que me parece é que quem está de fora e atras de um teclado, carregados de frustraçoes e carreiras medíocres ( seja por falta de oportunidades, azares ou outro caminho da vida ), nao sabem lidar com factos como o que á gente que tem um trabalho melhor e a ganhar mais...

A empresa só tem de lutar pelo que acha melhor para si...e os trabalhadores tambem...Tudo dentro da Lei e conscientes das consequências dos seus actos...que, a nao ser que os inteligentes estejam todos aqui, a maioria o deverá estar...
 
Que mentalidadezinha de comuna....:sh)

Sê empreendedor, arrisca o que é teu, cria postos de trabalho e depois verás se trocas de mercedes de 6 em 6 meses! [:D]

É que não evoluem...

Estou totalmente fora de contexto politico, tenho a minha cabeça para pensar e não acho justo o que vejo por aí.

Quanto aos mercedes, que não faltam é exemplos aqui neste topico.

Alguem tem de ficar com as migalhas.
 
Pergunto novamente...os inteligentes estao todos aqui no Forum e os trabalhadores da AE sao todos uns burros que vao em conversas de Sindicatos?...Nao me parece...Todo este tempo que já passou nao os levariam a repensar algo que tenham decidido mal?...

O que me parece é que quem está de fora e atras de um teclado, carregados de frustraçoes e carreiras medíocres ( seja por falta de oportunidades, azares ou outro caminho da vida ), nao sabem lidar com factos como o que á gente que tem um trabalho melhor e a ganhar mais...

A empresa só tem de lutar pelo que acha melhor para si...e os trabalhadores tambem...Tudo dentro da Lei e conscientes das consequências dos seus actos...que, a nao ser que os inteligentes estejam todos aqui, a maioria o deverá estar...

Os trabalhadores da Opel Azambuja também pensavam como tu!

Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe...
 
Topolino,

obrigado pela noticia do livro, mas lamentar o passado quando estamos a matar o presente de propósito é o habitual.

olha isto :

http://www.jornaldenegocios.pt/empr...aram-pre-acordo-negociado-com-a-administração

onde destaco :

"A Fiequimetal e o SITE Sul reafirmam que continuam disponíveis para encontrar uma solução que sirva os interesses dos trabalhadores, que são o verdadeiro motor da Autoeuropa",

A federação sindical apela, por fim, a que os trabalhadores "não cedam a chantagens, venham elas de onde vierem, e se mantenham unidos e firmes nesta luta".

obviamente que os trabalhadores estão cheios de peito e devem ter a convicção que sem eles não se faz nada - o que até é verdade.

talvez por isso que cada vez mais as fábricas apostam em robots :(
 
Os trabalhadores da Opel Azambuja também pensavam como tu!

Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe...
Desde que ambos os lados tenham actuado dentro da Lei é assim que deve ser...A empresa deve lutar pelo que acha melhor e, o trabalhador devo fazer o mesmo. O importante é as pessoas estarem conscientes das consequências dos seus actos...Como eu quero acreditar que nao é só neste forum que estao os inteligentes que tomam as decisões certas, deduzo que isso tenha acontecido...

Inclusive, um (ou mais) qq trabalhador da Azambuja poderá ter posto tudo na mesa e preferir nao aceitar um qq acordo proposto e sair com indeminizaçao prevista pela Lei...basta ter na altura perspectivas de trabalho diferentes ou até apenas uma maneira de estar na vida diferente da TUA...
 
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