Penso que a ideologia que suporta o actual governo iria muito mais depressa aos depositantes dos bancos do que aos certificados de aforro e aos CTPMs. Aliás, tenho poucas dúvidas disso. Até porque a dívida pública não é toda igual, e portanto um perdão de dívida não tinha necessariamente que afectar toda a dívida emitida por igual. De forma nenhuma.
Aliás, a acontecer alguma coisa, até me parece mais provável que o Estado em caso de grande sufoco pagasse coisas em dívida pública (como por exemplo parte dos salários da FP), do que a retirasse.
Com o Soares pagaram o 13º mês em dívida, mas os certificados ficaram congelados uns meses.