Citroën C6

Tem tantos rivais que nem vendeu nada de jeito. [:p]
Pelo menos em Braga, vejo com muita mais frequência o irmão mais pobre, o 607.
um carro que não foram produzidos 20.000 unidades durante a vida útil, só pode ter concorrentes nas exclusivas Rolls Royce ou Bentley [:D][;)]
 
um carro que não foram produzidos 20.000 unidades durante a vida útil, só pode ter concorrentes nas exclusivas Rolls Royce ou Bentley [:D][;)]

Nunca tinha visto nessa perspectiva! Realmente é um carro ultra-exclusivo sem rival no segmento! :sh) [:D]
 
Referencias histórias! apr:)

7GK0YUzgULqCCABjzW3GmZZgQCoKM6nBXU4QDw0cKpl6-PudqSB9t2pmAWmfY0Am6C07DDmw=s128-h128-e365
 
Foram produzidas 23.384 unidades. Encontrar outro C6 na rua é um evento [;)]
deve ter sido durante 2012 porque até ao fim de 2011 só tinham vendido 19.400:

"As of 2011, Citroën has sold 19,400 C6s across all markets (reputedly 970 in the UK)"

http://en.wikipedia.org/wiki/Citroën_C6

[;)]

é de facto uma carreira comercial modesta (para ser simpático), pois o carro agrada-me, o problema é agradar e não comprar (ou ninguém comprar).

Acho que tinha detalhes importados de gamas mais baixas (407) que manchou o projecto e não era inovador em nada (sim era muito confortável, mas suspensões pneumáticas a MB e a Audi já ofereciam), ou seja não se destacava em nada do trio germânico, os 3 do costume lideram a seu bel prazer as vendas no segmento e só muito poucas marcas tem produtos para competir com a MB, Audi e BMW; assim de repente no segmento só me lembro do S80 e do XF, e ambos tem vendas residuais comparando com o Classe E, A6 ou Série 5
 
referia-me ao GS....para mim o c6 pura e simplesmente não tem rival.........é o carro dos meus sonhos...infelizmente a manutenção é um pouco custosa demais para a minha bolsa e, como fazia muitos km, tive de me conter.....


Tem tantos rivais que nem vendeu nada de jeito. [:p]
Pelo menos em Braga, vejo com muita mais frequência o irmão mais pobre, o 607.

Respondo-lhe com uma citação do meu próprio post com uma pequenina parte realçada a vermelho...........porque, para mim, um carro alemão qualquer que seja, nunca chegará sequer às porcas das rodas de um C6, fanatismo, certamente, como é fanatismo pagar 60.000 euros por um carro que pouco mais trás que o volante, motor e, importantíssimo para alguns, símbolo no capot
 
JDEM tens lá nesse mesmo link o valor total: "Citroën officially ceased production of the C6 on December 19, 2012, after only 23,384 units built."

E a Citroën não tem suspensões pneumáticas, são hidropneumáticas, a diferença é considerável em termos de conforto e dinâmica.
 
JDEM tens lá nesse mesmo link o valor total: "Citroën officially ceased production of the C6 on December 19, 2012, after only 23,384 units built."

E a Citroën não tem suspensões pneumáticas, são hidropneumáticas, a diferença é considerável em termos de conforto e dinâmica.
tens razão em relaçaõ às vendas, é preciosismo mas está correctíssimo [;)]

Dinamicamente acho difícil o C6 bater as referências como um Série 5 ou um A6 Quattro, em conforto acredito que seja superior à Mercedes, em relação aos outros 2 sem dúvida.
 
Respondo-lhe com uma citação do meu próprio post com uma pequenina parte realçada a vermelho...........porque, para mim, um carro alemão qualquer que seja, nunca chegará sequer às porcas das rodas de um C6, fanatismo, certamente, como é fanatismo pagar 60.000 euros por um carro que pouco mais trás que o volante, motor e, importantíssimo para alguns, símbolo no capot

Citroën: preços, motores e equipamento por Guia do AUTOMÓVEL

Audi: preços, motores e equipamento por Guia do AUTOMÓVEL

Tira as tuas próprias conclusões. [;)]

Mas não te esqueças: Audi: 4WD, Citroën: FWD.

E o Audi já é o Topo-da-Gama com XPTO equipamentos.
 
Depois verificamos que mesmo vendido 2 mil euros mais barato, a Audi encaixa mais cerca de 7 mil euros sem espinhas porque o C6 paga mais impostos.

Duvido que na rua o Audi consuma menos o suficiente para ser beneficiado em impostos daquela forma.

A Citroen dá um combinado de 7.4L e a Audi de 6L, perante o que se vê na rua e perante estarmos a falar de 3L diesel com 240cv e cerca de 1800kg diria que a Citroen está a ser mais realista
do que a Audi.

Se por um lado as suspensões da Citroen aumentam o consumo, o Audi também tem o 4WD, adorava ver ambos os exemplos na pratica e queria ver como é que o Audi faz 7.2 em cidade...é menos que a média do Citroen o que me parece completamente falso.

Conheço carros do segmento abaixo com motores recentes, folgados e bastante mais pequenos e leves que fazem mais de 7.5L em cidade sem puxar por eles.

O problema nisto tudo é que o C6 faz uso de equipamentos, mecânica e construção de carroçaria que lhe fazem disparar o preço de fabrico. Depois ainda temos de juntar um fator bastante importante que é os custos por ser um modelo de baixo caudal, os que mais vendem alem de conseguirem poder esmagar as margens acabam por ainda ganhar mais e ter muito mais economia de escala.

Enquanto um C6 vendeu pouco mais de 23 mil, um Classe E vende acima de 1 milhões facilmente no mesmo espaço de tempo, só com este facto o mesmo carro fica imensamente mais barato pelas economias de escala e pela rentabilidade da unidade fabril porque há custos idênticos fazendo mais ou menos carros, o tal problema da taxa de ocupação que está arruinar a maioria das marcas das massas.

Neste segmento as alemãs e outras que vendam razoável com símbolos premium têm a vida facilitada porque apenas têm que se preocupar em fazer um carro o resto têm garantido, seja ele mais feio ou mais bonito, melhor ou pior muita gente compra marcas e as mais populares por algumas razões ganham.
Nas generalistas todas isso é complicado porque não têm vendas garantidas porque o seu símbolo não vende por si só, depois ainda têm a dificuldade em vender os carros caros com poucos equipamentos e ainda pedir balúrdios por causas banais na forma de extras ou ainda ter as mesmas economias de escala previstas que influenciam o custo dos componentes ou até o orçamento dado pelas fabricas que os montam.
Ainda se pode juntar a tendência do mercado e da "agência de rating" da coisa no que toca a valores residuais, ainda os carros não saíram já estão a levar com valores que vão em tudo continuar a tendência anterior e dessa forma perpetuar um percurso e matar a continuidade de certos produtos porque nestes segmentos a grande maioria são para empresas onde os valores residuais vendem carros (um BMW pode ficar no mesmo espaço de tempo mais barato que um qualquer generalista pelo simples facto que está a incidir cálculos para valores residuais inferiores) por isso mesmo com produtos excelentes na concorrência são sempre as mesmas 3 a vender imensamente mais. Se estivéssemos a falar de diferenças pequenas, mas estamos a falar de diferenças astronómicas que nunca na vida vamos conseguir justificar pelas qualidades intrínsecas do carro em sí.
Se o mercado de forma pontual mostrasse que existe, neste segmento uma relação direta entre as características do produto e as vendas todos os concorrentes das 3 alemãs não venderiam tão pouco, nem sequer existia tal fosso.

Por exemplo em Portugal um 607 vê-se mais que um S-type ou mesmo um S80 da mesma geração, mas vêm se mais Classe E...e será que esse Mercedes em 2000/2001 era melhor que aqueles mais recentes? podia ser algumas coisas mas se não fosse a marca Mercedes duvido que vendesse mais que os outros porque estava obsoleto visualmente logo para começar, até na Alemanha que podiam contornar a coisa o 607 ficava sempre melhor classificado nas comparações entre eles.

Fatalmente a "agência de rating" é alemã, e as 3/4 marcas mais valorizadas em usados são as deles e muita valorização por parte do publico e stand já vem precisamente por pairar no ar essa ideia preconcebida de que desvalorizam menos quando existem produtos nas mesmas classes com melhor aceitação pratica em usado mas nem por isso desvalorizam menos porque se justifica com as tabelas.

Enquanto houverem marcas levadas ao colo em termos comerciais pelas regras dos mercados, o mercado não se altera e há marcas com oportunidades e competências que não podem agir porque lhes cortam as pernas. Quando estoirarem marcas de grandes dimensões na Europa muita coisa vai mudar, porque uma coisa são 1000, 2000 para a rua ou são 50 mil ou mais num pais.

A meu ver nunca devia haver desvalorizações programadas que influenciam as vendas em novo e até chegam a matar produtos competentes. Esses valores são cegos perante o grau de desgaste dos veículos, chegamos a ver no mesmo segmento carros muito mais desgastados mais caros que outros com metade do desgaste só porque têm a marca X e é mais bem cotada na sua desvalorização. Como as pessoas pensam que é mesmo assim e não há nada a fazer pagam pequenos balúrdios por carros com elevado desgaste porque é daquela marca.

No mundo real muitas das características que neste e noutros foruns achamos que são os fatores de venda e o que interessa nem sequer são conhecidos pelos donos dos carros. Muita gente nem sequer lê revistas que até é onde muita gente aqui ganha as suas convicções para depois vir defender as suas opiniões sem experiência.
 
Last edited:
Depois verificamos que mesmo vendido 2 mil euros mais barato, a Audi encaixa mais cerca de 7 mil euros sem espinhas porque o C6 paga mais impostos.

Duvido que na rua o Audi consuma menos o suficiente para ser beneficiado em impostos daquela forma.

A Citroen dá um combinado de 7.4L e a Audi de 6L, perante o que se vê na rua e perante estarmos a falar de 3L diesel com 240cv e cerca de 1800kg diria que a Citroen está a ser mais realista do que a Audi.

Se por um lado as suspensões da Citroen aumentam o consumo, o Audi também tem o 4WD, adorava ver ambos os exemplos na pratica e queria ver como é que o Audi faz 7.2 em cidade...é menos que a média do Citroen o que me parece completamente falso.

Conheço carros do segmento abaixo com motores recentes, folgados e bastante mais pequenos e leves que fazem mais de 7.5L em cidade sem puxar por eles.

O problema nisto tudo é que o C6 faz uso de equipamentos, mecânica e construção de carroçaria que lhe fazem disparar o preço de fabrico. Depois ainda temos de juntar um fator bastante importante que é os custos por ser um modelo de baixo caudal, os que mais vendem alem de conseguirem poder esmagar as margens acabam por ainda ganhar mais e ter muito mais economia de escala.

Enquanto um C6 vendeu pouco mais de 23 mil, um Classe E vende acima de 1 milhões facilmente no mesmo espaço de tempo, só com este facto o mesmo carro fica imensamente mais barato pelas economias de escala e pela rentabilidade da unidade fabril porque há custos idênticos fazendo mais ou menos carros, o tal problema da taxa de ocupação que está arruinar a maioria das marcas das massas.

Neste segmento as alemãs e outras que vendam razoável com símbolos premium têm a vida facilitada porque apenas têm que se preocupar em fazer um carro o resto têm garantido, seja ele mais feio ou mais bonito, melhor ou pior muita gente compra marcas e as mais populares por algumas razões ganham.
Nas generalistas todas isso é complicado porque não têm vendas garantidas porque o seu símbolo não vende por si só, depois ainda têm a dificuldade em vender os carros caros com poucos equipamentos e ainda pedir balúrdios por causas banais na forma de extras ou ainda ter as mesmas economias de escala previstas que influenciam o custo dos componentes ou até o orçamento dado pelas fabricas que os montam.
Ainda se pode juntar a tendência do mercado e da "agência de rating" da coisa no que toca a valores residuais, ainda os carros não saíram já estão a levar com valores que vão em tudo continuar a tendência anterior e dessa forma perpetuar um percurso e matar a continuidade de certos produtos porque nestes segmentos a grande maioria são para empresas onde os valores residuais vendem carros (um BMW pode ficar no mesmo espaço de tempo mais barato que um qualquer generalista pelo simples facto que está a incidir cálculos para valores residuais inferiores) por isso mesmo com produtos excelentes na concorrência são sempre as mesmas 3 a vender imensamente mais. Se estivéssemos a falar de diferenças pequenas, mas estamos a falar de diferenças astronómicas que nunca na vida vamos conseguir justificar pelas qualidades intrínsecas do carro em sí.
Se o mercado de forma pontual mostrasse que existe, neste segmento uma relação direta entre as características do produto e as vendas todos os concorrentes das 3 alemãs não venderiam tão pouco, nem sequer existia tal fosso.

Por exemplo em Portugal um 607 vê-se mais que um S-type ou mesmo um S80 da mesma geração, mas vêm se mais Classe E...e será que esse Mercedes em 2000/2001 era melhor que aqueles mais recentes? podia ser algumas coisas mas se não fosse a marca Mercedes duvido que vendesse mais que os outros porque estava obsoleto visualmente logo para começar, até na Alemanha que podiam contornar a coisa o 607 ficava sempre melhor classificado nas comparações entre eles.

Fatalmente a "agência de rating" é alemã, e as 3/4 marcas mais valorizadas em usados são as deles e muita valorização por parte do publico e stand já vem precisamente por pairar no ar essa ideia preconcebida de que desvalorizam menos quando existem produtos nas mesmas classes com melhor aceitação pratica em usado mas nem por isso desvalorizam menos porque se justifica com as tabelas.

Enquanto houverem marcas levadas ao colo em termos comerciais pelas regras dos mercados, o mercado não se altera e há marcas com oportunidades e competências que não podem agir porque lhes cortam as pernas. Quando estoirarem marcas de grandes dimensões na Europa muita coisa vai mudar, porque uma coisa são 1000, 2000 para a rua ou são 50 mil ou mais num pais.

A meu ver nunca devia haver desvalorizações programadas que influenciam as vendas em novo e até chegam a matar produtos competentes. Esses valores são cegos perante o grau de desgaste dos veículos, chegamos a ver no mesmo segmento carros muito mais desgastados mais caros que outros com metade do desgaste só porque têm a marca X e é mais bem cotada na sua desvalorização. Como as pessoas pensam que é mesmo assim e não há nada a fazer pagam pequenos balúrdios por carros com elevado desgaste porque é daquela marca.

No mundo real muitas das características que neste e noutros foruns achamos que são os fatores de venda e o que interessa nem sequer são conhecidos pelos donos dos carros. Muita gente nem sequer lê revistas que até é onde muita gente aqui ganha as suas convicções para depois vir defender as suas opiniões sem experiência.

Vale o que vale, porque a amostra é insuficiente, mas os dois visados no spritmonitor dá:
a6 3.0 tdi quattro - 8.51 l/100 com 25 resultados
c6 3.0 hdi - 8.59 l/100 com ... 2 resultados[:D]
 
Citroën: preços, motores e equipamento por Guia do AUTOMÓVEL

Audi: preços, motores e equipamento por Guia do AUTOMÓVEL

Tira as tuas próprias conclusões. [;)]

Mas não te esqueças: Audi: 4WD, Citroën: FWD.

E o Audi já é o Topo-da-Gama com XPTO equipamentos.

Estás mesmo a querer comparar um A6 de 2011 com um C6 que saiu em 2006? A Citroen nem sequer se preocupou em fazer descer as emissões porque a vida do C6 já acabou. Essa tua comparação não faz sentido. Se queres comparar as qualidades de ambos, e apesar de ser injusto porque têm 5 anos de diferença, olha para os preços base, que é o preço real antes dos impostos.

Até parece que estamos num fórum de contabilidade e não de Automóveis, de peças de Engenharia! Já se sabe que o Citroen não cumpriu com os objectivos comerciais iniciais da marca mas isso não aconteceu porque o C6 era um produto pior que os seus concorrentes mas sim devido à imagem de marca e estética demasiado inovadora para o público alvo deste segmento. Ou seja, tudo questões extrínsecas ao produto em si.

A Citroen sabia perfeitamente que este C6 por muito boa aceitação que tivesse nunca iria vender tanto como os Alemães, aliás o objectivo não era esse, o objectivo não era de vender aos montes para empresas em grandes volume de produção (aliás a produção prevista de apenas 20.000 unidades/ano prova isso mesmo), mas sim criar um carro exclusivo que fosse objecto de desejo tanto pela estética como pelas qualidades intrínsecas e que tecnicamente não ficasse a dever às Gloriosas Berlinas da Citroen dos anos 60. O C6 é um modelo de imagem, não um produto para dar lucro. Tal como é o R8 para a Audi, ou o SLR para Mercedes, ou o GT-R para a Nissan, são produtos que existem exclusivamente para demonstrar ao mercado as capacidades técnicas das empresas e criar ícones intemporais.

O C6 foi unanimemente elogiado pelo seu conforto, qualidade de condução, inovação estética, segurança (o primeiro automóvel do mercado a obter 4 estrelas na protecção de peões). Neste aspecto nem sequer há dúvidas, foi um Automóvel que veio trazer o requinte, o conforto, do segmento F a preços de segmento E.

Aliás em alguns testes o C6 foi considerado um concorrente do A8 tal o seu nível tão elevado"

Sim vendeu pouco, sim provavelmente deu prejuízo, mas daqui a 30 anos será mais um mítico Clássico da Citroen.
 
Ora aí está o que eu quis dizer...quanto aos consumos.
Esses 8,5 de média já me parecem bem razoáveis para carros deste género, nunca os 6L. Isto é ir buscar lucro fácil às costas de uma lei estúpida.

Se tivermos em conta que aquele valor do Audi é um valor com equipamento médio e o do C6 tem praticamente tudo de extras ainda se torna mais gritante os seus valores base antes de impostos. Obviamente que assim não se consegue fazer negocio.

O C6 é um produto de requinte, calma e conforto. No lado aposto havia o Serie 5, menos requintado, menos confortável e calmo. O Classe E daquela geração estava entre os dois mas mais junto ao C6 nesses atributos.

Conheci os 3 carros e o Serie 5 era o que menos sensação tinha de estar num carro de 60/80 mil euros porque era mais "frio" e "cru" sensorialmente e visualmente no interior. Foi uma coisa que um amigo achou também, era uma carrinha 535d kit M que testamos durante uma tarde inteira e ambos achámos que faltava o requinte que se espera naquele segmento e que se sentiam demasiadas pancadas no interior (o kit M a prejudicar). Ele tinha como referencia um Classe E, eu alem desse classe E já tinha explorado um C6 também.

O novo serie 5 mudou completamente essa sensação de requinte em falta.
 
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Estás mesmo a querer comparar um A6 de 2011 com um C6 que saiu em 2006? A Citroen nem sequer se preocupou em fazer descer as emissões porque a vida do C6 já acabou. Essa tua comparação não faz sentido.
(...)

Vou comparar com qual?
Tive o cuidado de procurar um Seg. igual, motor igual, 6 cilindros, blá blá blá, consumos semelhantes e tudo (segundo dados do crash)
Era suposto comparar com outro C6 para ser igual? Valha-me Deus!
Eu só procurei no Guia Automóvel o C6, pelos vistos de motor unico, e um Seg. igual com motor igual com preço semelhante!
Queres melhor? Eh pah... Arranja tu outro comparativo!
Eu não trabalho num Snack-Bar para andar a fazer serventia! [:D]
 
Last edited:
Eu não arranjo comparativo porque não faz sentido. Obviamente um C6 em final de vida seria uma opção menos competitiva comercialmente que um modelo acabado de sair.

O contrário é que seria de estranhar.

Bastava a Citroen ter reduzido as emissões para o C6 ficar 5000€ mais barato. Vai lá ver o preço base. Tu não percebes aquilo que se está aqui a discutir.
 
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