ZylmhuinVII
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Não sou gestor de projecto.
Mas penso que há formações para avaliar isso.
Pois, é o que me falta...
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Não sou gestor de projecto.
Mas penso que há formações para avaliar isso.
Bom dia,
Tipo-que-queria-mais:"Precisava de mais isto e aquilo ! Quero este mundo e o outro !".
Professor: "Não tem problema nenhum. Mas espero que esteja consciente da decisão que irei tomar se eu encontrar alguém que faça o seu trabalho / desempenhe as suas funções com a mesma ou mais qualidade / diligência / resultados por igual ou menos dinheiro / contra-partidas / menos custos para a empresa ..."
Tipo-que-queria-mais (a pensar para ele):"Será que estou mesmo seguro do que valho ... ou corro o risco de ser substituído ? Se calhar é melhor meter a viola no saco! ... ou estarei à altura do desafio ? "
Invariavelmente ... o desfecho era mais ou menos este:
Tipo-que-queria-mais:"Bom, errr .. bom .. err .. não lhe tomo mais tempo. Afinal o mundo que tenho chega-me."
Professor: "Tenha um bom dia!" []
Life lesson ... para ler nas entrelinhas []
Cumprimentos,
Eu li o tópico na diagonal mas parece-me nos posts inicias que se debate a gestão de recursos.
Mas num computo geral e facil valorizar o output produzido.
É preciso ver o investimento (custo do projecto (horas dispendidas)). Aqui na minha empresa é facil. Temos de reportar horas diariamente.
E ver o valor trazido pelo projecto desenvolvido.
O problema é que em Portugal nao temos empresas como a HTC (fundada em 1997), Nokia, etc
Ou seja se tivermos projectos que dao pouco valor, os trabalhadores vao receber pouco.
Ou seja temos de garantir que temos projecto lucrativos para garantir boas remuneracoes.
É fazer em Portugal e vender na Europa Central e para os EUA.
É preciso ver o investimento (custo do projecto (horas dispendidas)). Aqui na minha empresa é facil. Temos de reportar horas diariamente.
E ver o valor trazido pelo projecto desenvolvido.
O real valor do trabalho é simples...
Se trabalharem e facturarem bem...ganham bem, mas se trabalharem e não facturarem nada não ganham nada...[]
Um jogador de futebol recebe mto se contribuir para o clube facturar mto...
Portanto quem trab por contra de outrem se der á empresa mto dinheiro em facturas tb certamente ganhará bem...[]
O real valor do trabalho é simples...
Se trabalharem e facturarem bem...ganham bem, mas se trabalharem e não facturarem nada não ganham nada...[]
Um jogador de futebol recebe mto se contribuir para o clube facturar mto...
Portanto quem trab por contra de outrem se der á empresa mto dinheiro em facturas tb certamente ganhará bem...[]
3ªBomba: Escolha os disponíveis e NÃO OS COMPETENTES.
Normlamente, os disponiveis só o são porque querem. Normalmente os competentes são indisponíveis, são os fazem e fazem bem, por isso lhes damos mais que fazer. Ora se surgir uma oportunidade de progressão na carreira, não pense em soluções com os competentes (estão ocupados) pense primeiramente nos disponíveis na empresa e depois nos disponíveis no mercado de trabalho e deixe os competentes ocupados. Com um disponível por cima, passaremos a ter COMPETENTES OCUPADOS E MOTIVADOS PARA TRABALHAR NA CONCORRÊNCIA. Ficamos a trabalhar com soldados disponíveis e os nossos ex-soldados ocupados são GENERAIS A ENFRENTAR NA CONCORRÊNCIA ! Vem tiro de canhão.
9ª Bomba: Motive os seus colaboradores COMPRE-OS
As empresas duradouras consideram os seus colaboradores como clientes internos, todos diferentes e por isso com direito a tratamento distinto, por isso os ouvem, estimulam climas propícios à mudança e à inovação, oferecem-lhes formação, possibilidades de progressão na carreira, medem a sua satisfação e, fundamentalmente, respeitam-no, nunca RECEANDO ENALTECÊ-LO EM PÚBLICO E SÓ O RECRIMINAM EM PRIVADO.
Para explodir a sua empresa esqueça tudo isto, trate-os mal quanto baste, seja à frente de quem for, um “palavrãozito” até ajuda e atemoriza, afinal também lhes paga para isso. Não há nada melhor para rebentar com uma empresa do que colaboradores que só aguentam o chefe e a empresa pelo dinheiro que ganham, se forem bons rapidamente um concorrente os compra, se forem maus, ficamos com eles para sempre MAS PAGAMOS BENZINHO ANTES DE EXPLODIR.
Da minha experiência tenho visto, até agora, que trabalhar por conta de outrém não rende. E rende menos ainda "dar o litro". Faço o que tenho que fazer e nada mais, sempre que me apercebo de que não lucro nada com isso (nem reconhecimento, sequer).
Ou seja, se fazer apenas o que me compete ou fazer algo mais e mostrar iniciativa, empenho e dedicação for a mesma coisa, e a única coisa que ganho é cansaço e menos horas de sono e de vida social, então azar. Mal por mal, alinho por baixo []
Por outro lado, se tiver algum tipo de regalias, nem que seja um horário mais "livre", vale a pena dar algo em troca. Se me deixam sair mais cedo quando preciso e até me dão assim uma tarde para resolver coisas, não me custa nada noutros dias ficar até mais tarde e despachar trabalho.
Se me pagassem horas extra, ou prémios de produtividade ou fins-de-semana, também me prestava a fazer esse esforço.
Não pagando, não o faço. Aliás, recuso-me terminantemente a vir trabalhar num sábado ou num domingo, se souber que não vou ver um tusto.
Ou não...
Se deres muito dinheiro a ganhar, levas uma palmadinha nas costas, enquanto a chefia aproveita para trocar de carros...
Vais já ser acusado de ser um bom malandro, não investires no futuro e estares a contribuir para a falta de rentabilidade do pais.
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Não foi minha intenção provocar um debate sobre a gestão de projectos informáticos, pois ficaríamos aqui dias e dias. [E como é atribuída a culpa nesses casos? []
Ao próprio informático? À gestão do projecto? À empresa, cujos departamentos estão habituados a solicitar a informática, mas que nunca implementou uma forma de controlar e contabilziar esses imprevistos? []
Repara: ele pode não acabar o projecto no prazo estipulado, mas pelo meio pode ter evitado que a empresa "parasse" por algumas vezes []
E isso fica registado aonde? Não é contabilizado, não é remunerado, não é apreciado...
Se o país não quer saber de mim, eu não quero saber dele []
E, se não quer saber de mim, para que é que quer os meus impostos? Ah pois, aí já sou "alguém" []
Não foi minha intenção provocar um debate sobre a gestão de projectos informáticos, pois ficaríamos aqui dias e dias. []
Foi apenas constatar o óbvio. []
Claro !!!
E se fizeres horas sem compensação moral ou monetária, és "um elemento válido com quem se pode contar" se recusares és "um sacana que não desenvolve nada em prol da comunidade e da empresa".
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Eu sou um cumpridor exímio do contracto de trabalho []
Segundo alguns parametros, aqui defendidos até à exaustão ... é pouco.
Basta ver ...
AJUDA: Patrão obriga trabalhar horas extra s/ remuneração
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