Como é que se valoriza o trabalho?

Eu li o tópico na diagonal mas parece-me nos posts inicias que se debate a gestão de recursos.

Mas num computo geral e facil valorizar o output produzido.

É preciso ver o investimento (custo do projecto (horas dispendidas)). Aqui na minha empresa é facil. Temos de reportar horas diariamente.

E ver o valor trazido pelo projecto desenvolvido.

O problema é que em Portugal nao temos empresas como a HTC (fundada em 1997), Nokia, etc

Ou seja se tivermos projectos que dao pouco valor, os trabalhadores vao receber pouco.

Ou seja temos de garantir que temos projecto lucrativos para garantir boas remuneracoes.

É fazer em Portugal e vender na Europa Central e para os EUA.
 
Bom dia,

Tipo-que-queria-mais:"Precisava de mais isto e aquilo ! Quero este mundo e o outro !".

Professor: "Não tem problema nenhum. Mas espero que esteja consciente da decisão que irei tomar se eu encontrar alguém que faça o seu trabalho / desempenhe as suas funções com a mesma ou mais qualidade / diligência / resultados por igual ou menos dinheiro / contra-partidas / menos custos para a empresa ..."

Tipo-que-queria-mais (a pensar para ele):"Será que estou mesmo seguro do que valho ... ou corro o risco de ser substituído ? Se calhar é melhor meter a viola no saco! ... ou estarei à altura do desafio ? "

Invariavelmente ... o desfecho era mais ou menos este:

Tipo-que-queria-mais:"Bom, errr .. bom .. err .. não lhe tomo mais tempo. Afinal o mundo que tenho chega-me."

Professor: "Tenha um bom dia!" [;)]


Life lesson ... para ler nas entrelinhas [;)]

Cumprimentos,

Sabes que isto depende de muitos factores.

Mas tens o factor inverso. O empregado que se despede, leva os clientes, forma empresa concorrente e arrasa com a empresa onde trabalhava.

Isto o pior cenário para o empregador obviamente.

Um bom gestor tem de conhecer as pessoas e tem de saber se está disposto a perder 1 empregado.

1 emprego é sempre 1 relação e tem de ser saudavel. E o ciclo é sempre o mesmo.

Quem é bom pode sempre enfrentar novos desafios. Agora um gestor que nao valoriza os seus recursos ainda vai funcionando em Portugal por nao termos 1 mercado livre (repara só tens uma PT, EDP, Galp tudo com acção do Estado) e por nao ser facil constituir 1 empresa.
 
Eu li o tópico na diagonal mas parece-me nos posts inicias que se debate a gestão de recursos.

Mas num computo geral e facil valorizar o output produzido.

É preciso ver o investimento (custo do projecto (horas dispendidas)). Aqui na minha empresa é facil. Temos de reportar horas diariamente.

E ver o valor trazido pelo projecto desenvolvido.

O problema é que em Portugal nao temos empresas como a HTC (fundada em 1997), Nokia, etc

Ou seja se tivermos projectos que dao pouco valor, os trabalhadores vao receber pouco.

Ou seja temos de garantir que temos projecto lucrativos para garantir boas remuneracoes.

É fazer em Portugal e vender na Europa Central e para os EUA.

Conheço uma PME que trabalha assim e tenho quase a certeza que devem existir PMEs com funcionamento parecido.
 
O real valor do trabalho é simples...

Se trabalharem e facturarem bem...ganham bem, mas se trabalharem e não facturarem nada não ganham nada...[;)]

Um jogador de futebol recebe mto se contribuir para o clube facturar mto...

Portanto quem trab por contra de outrem se der á empresa mto dinheiro em facturas tb certamente ganhará bem...[;)]
 
O real valor do trabalho é simples...

Se trabalharem e facturarem bem...ganham bem, mas se trabalharem e não facturarem nada não ganham nada...[;)]

Um jogador de futebol recebe mto se contribuir para o clube facturar mto...

Portanto quem trab por contra de outrem se der á empresa mto dinheiro em facturas tb certamente ganhará bem...[;)]


Infelizmente no nosso país não é bem assim, por isso é que não somos um país competitivo. Em muitas empresas (publicas e privadas), por vezes tanto ganha quem trabalha muito como quem trabalha pouco. E quem trabalha muito, ainda é premiado com mais trabalho, porque o chefe já sabe que se o for dar a quem trabalha pouco então o trabalho vai ficar por ser feito.

É muito bonito, chegar ao final do ano, e distribuir um bonus aos trabalhadores que deram mais pela empresa, mas a grande maioria dos empresários portugueses são mesquinhos e ganansiosos e ficam com a riqueza toda para eles, se fosse pelo menos para a empresa para a modernizar e faze-la crescer ainda era um mal menor, mas geralmente gastam esse dinheiro em carros topos de gama e casas na praia.

Este factor leva a que os trabalhadores vejam que não compensa trabalhar mais e se dedicarem à empresa. Penso que esta seja a principal razão de os portugueses não serem competitivos. Se ao longo do ano os empresários beneficiassem os trabalhadores competetivos, possivelmente os menos competetivos iriam-se esmerar para conseguirem as mesmas regalias e os mesmos bonus, contribuindo assim para melhores ordenados.

Felizmente na ultima decada, já começam a surgir empresários diferente que vêm os beneficios de renumerar melhor quem trabalha mais, ou atraves de um ordenado melhor, ou de regalias ou de um bonus no fim do ano. Penso que estão a ser dados os primeiros passos para que os portugueses se tornem competitivos e quem aumentem os ordenados, mas é claro, isto é coisa para ainda durar 20 ou 30 anos.
 
O real valor do trabalho é simples...

Se trabalharem e facturarem bem...ganham bem, mas se trabalharem e não facturarem nada não ganham nada...[;)]

Um jogador de futebol recebe mto se contribuir para o clube facturar mto...

Portanto quem trab por contra de outrem se der á empresa mto dinheiro em facturas tb certamente ganhará bem...[;)]

Ou não...

Se deres muito dinheiro a ganhar, levas uma palmadinha nas costas, enquanto a chefia aproveita para trocar de carros...
 
Eu já sei que vou ser proscrito e com um pouquinho de sorte chegam ai os carrascos em três tempos, mas não posso deixar de aqui colocar ...

3ªBomba: Escolha os disponíveis e NÃO OS COMPETENTES.

Normlamente, os disponiveis só o são porque querem. Normalmente os competentes são indisponíveis, são os fazem e fazem bem, por isso lhes damos mais que fazer. Ora se surgir uma oportunidade de progressão na carreira, não pense em soluções com os competentes (estão ocupados) pense primeiramente nos disponíveis na empresa e depois nos disponíveis no mercado de trabalho e deixe os competentes ocupados. Com um disponível por cima, passaremos a ter COMPETENTES OCUPADOS E MOTIVADOS PARA TRABALHAR NA CONCORRÊNCIA. Ficamos a trabalhar com soldados disponíveis e os nossos ex-soldados ocupados são GENERAIS A ENFRENTAR NA CONCORRÊNCIA ! Vem tiro de canhão.

9ª Bomba: Motive os seus colaboradores COMPRE-OS

As empresas duradouras consideram os seus colaboradores como clientes internos, todos diferentes e por isso com direito a tratamento distinto, por isso os ouvem, estimulam climas propícios à mudança e à inovação, oferecem-lhes formação, possibilidades de progressão na carreira, medem a sua satisfação e, fundamentalmente, respeitam-no, nunca RECEANDO ENALTECÊ-LO EM PÚBLICO E SÓ O RECRIMINAM EM PRIVADO.
Para explodir a sua empresa esqueça tudo isto, trate-os mal quanto baste, seja à frente de quem for, um “palavrãozito” até ajuda e atemoriza, afinal também lhes paga para isso. Não há nada melhor para rebentar com uma empresa do que colaboradores que só aguentam o chefe e a empresa pelo dinheiro que ganham, se forem bons rapidamente um concorrente os compra, se forem maus, ficamos com eles para sempre MAS PAGAMOS BENZINHO ANTES DE EXPLODIR.

Completo em:

Manual do Terrorismo ...

[:cool:]
 
Da minha experiência tenho visto, até agora, que trabalhar por conta de outrém não rende. E rende menos ainda "dar o litro". Faço o que tenho que fazer e nada mais, sempre que me apercebo de que não lucro nada com isso (nem reconhecimento, sequer).
Ou seja, se fazer apenas o que me compete ou fazer algo mais e mostrar iniciativa, empenho e dedicação for a mesma coisa, e a única coisa que ganho é cansaço e menos horas de sono e de vida social, então azar. Mal por mal, alinho por baixo [:D]

Por outro lado, se tiver algum tipo de regalias, nem que seja um horário mais "livre", vale a pena dar algo em troca. Se me deixam sair mais cedo quando preciso e até me dão assim uma tarde para resolver coisas, não me custa nada noutros dias ficar até mais tarde e despachar trabalho.

Se me pagassem horas extra, ou prémios de produtividade ou fins-de-semana, também me prestava a fazer esse esforço.
Não pagando, não o faço. Aliás, recuso-me terminantemente a vir trabalhar num sábado ou num domingo, se souber que não vou ver um tusto.
 
Da minha experiência tenho visto, até agora, que trabalhar por conta de outrém não rende. E rende menos ainda "dar o litro". Faço o que tenho que fazer e nada mais, sempre que me apercebo de que não lucro nada com isso (nem reconhecimento, sequer).
Ou seja, se fazer apenas o que me compete ou fazer algo mais e mostrar iniciativa, empenho e dedicação for a mesma coisa, e a única coisa que ganho é cansaço e menos horas de sono e de vida social, então azar. Mal por mal, alinho por baixo [:D]

Por outro lado, se tiver algum tipo de regalias, nem que seja um horário mais "livre", vale a pena dar algo em troca. Se me deixam sair mais cedo quando preciso e até me dão assim uma tarde para resolver coisas, não me custa nada noutros dias ficar até mais tarde e despachar trabalho.

Se me pagassem horas extra, ou prémios de produtividade ou fins-de-semana, também me prestava a fazer esse esforço.
Não pagando, não o faço. Aliás, recuso-me terminantemente a vir trabalhar num sábado ou num domingo, se souber que não vou ver um tusto.

Vais já ser acusado de ser um bom malandro, não investires no futuro e estares a contribuir para a falta de rentabilidade do pais.

icon10.gif
[:D] [:)]

[;)]
 
Ou não...

Se deres muito dinheiro a ganhar, levas uma palmadinha nas costas, enquanto a chefia aproveita para trocar de carros...

Ou fazes um verdadeiro milagre enquanto chefe de projecto (bom, a tua equipa faz, mas o director não sabe disso e atribui os créditos ao chefe de projecto), e levas uma caneta como prémio, como já vi acontecer.

Aliás, eu próprio já fiz um pequeno milagre, e a única coisa que ouvi foi "porque é que isso ainda não está pronto?" [8b]
Tentem vocês fazer uma aplicação inteira de um sistema funcionar noutro bastante diferente, e com "sources" de mais de 7 ou 8 versões diferentes, tipo o programa A cria 2 ficheiros X e Y e chama o programa B.
Mas o programa A é duma versão, o B é doutra. E o B não está à espera dos ficheiros X e Y, mas sim do X, do M e do Z.
Isto para duas cadeias distintas de batch, com mais de 15 programas cada, e ficheiros a perder de vista.
Basicamente, depois de operar esse pequeno milagre passei a fazer 8 horas diárias, e nem mais 1 minuto, e se me deparava com um problema qualquer que não fosse meu, esperava que o resolvessem.

Além do mais, apanhei dum formador meu uma expressão muito fixe, e que me tem servido bem: "fiz um pacto com a Nossa Senhora: ela não se mete na informática, e eu não faço milagres" [:D]
 
Vais já ser acusado de ser um bom malandro, não investires no futuro e estares a contribuir para a falta de rentabilidade do pais.

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[:D] [:)]

[;)]

Se o país não quer saber de mim, eu não quero saber dele [:D]
E, se não quer saber de mim, para que é que quer os meus impostos? Ah pois, aí já sou "alguém" [:D]

Além do mais, eu invisto no futuro. No meu. Aproveito a formação que me dão, e nos tempos livres tento aprender sempre alguma coisa.
Ainda há duas semanas passei um fim-de-semana em casa a montar um servidor de rede em linux. Nunca tinha montado um servidor e não pegava em linux há muito tempo, mas agora tenho controlador de domínio, servidor de ficheiros e de mail, webserver, LDAP, etc... tudo a bombar.
"Formação" deste tipo já me deu vantagens em muitas situações, mesmo sem ter "canudo". E mesmo que não sejam vantagens "remuneradas" [;)]
Basta, por exemplo, que alguém acima de nós perceba que temos esse tipo de competências.
 
Última edição:
E como é atribuída a culpa nesses casos? [:D]
Ao próprio informático? À gestão do projecto? À empresa, cujos departamentos estão habituados a solicitar a informática, mas que nunca implementou uma forma de controlar e contabilziar esses imprevistos? [;)]

Repara: ele pode não acabar o projecto no prazo estipulado, mas pelo meio pode ter evitado que a empresa "parasse" por algumas vezes [;)]
E isso fica registado aonde? Não é contabilizado, não é remunerado, não é apreciado...
Não foi minha intenção provocar um debate sobre a gestão de projectos informáticos, pois ficaríamos aqui dias e dias. [;)]

Foi apenas constatar o óbvio. [:D]
 
Se o país não quer saber de mim, eu não quero saber dele [:D]
E, se não quer saber de mim, para que é que quer os meus impostos? Ah pois, aí já sou "alguém" [:D]

Claro !!!

E se fizeres horas sem compensação moral ou monetária, és
"um elemento válido com quem se pode contar" se recusares és "um sacana que não desenvolve nada em prol da comunidade e da empresa".

[;)]
 
Não foi minha intenção provocar um debate sobre a gestão de projectos informáticos, pois ficaríamos aqui dias e dias. [;)]

Foi apenas constatar o óbvio. [:D]

Pano para mangas, para o colete, para o casaco... fazia-se já o fato completo [:D]
Até dava para um babete em vez duma gravata [:)]
 
Segundo alguns parametros, aqui defendidos até à exaustão ... é pouco.

Basta ver ...

AJUDA: Patrão obriga trabalhar horas extra s/ remuneração

[;)]

Eu lembro-me desse tópico. Continuo na mesma: há um contracto para alguma coisa, senão isto era a Javardolândia.
O contracto vincula-nos a prestar uma série de serviços à empresa em determinadas circunstâncias, bem definidas: um local, um horário, uma retribuição, etc...
Quando assino um contracto - e como não sou vidente, nem bruxo, nem escravo - digo que concordo com o que li, com o que está lá escrito, e é com isso que me comprometo. E comprometo a sério.
De resto, tudo o que fugir ao estipulado pode ter um destes dois "entendimentos": ou se negoceiam condições, ou não se faz.

Acho que mais lógico e justo do que isto é impossível.
 
Claro que, por vezes, até "dou uma perninha".
Um colega com dificuldades (e que nunca me tenha feito mal [:D] ) precisa de ajuda, eu tento ver aquilo e ajudar no que puder, mesmo que tenha que ficar mais tempo.
Uma tarefa que fiz mal, ou que atrasei porque estava dependente de alguém que não conseguiu evitar esse atraso, acabo-a nem que fique cá mais 2 ou 3 horas (mas se não for urgente, venho mais cedo no dia a seguir e acabo-a sossegado).
Agora, fazer as coisas só porque sim ou só para dar graxa... não obrigado. Eu valho o que valho, e isso está patente no meu trabalho. E o meu trabalho é regido pelo contracto que assinei. Se queriam mais, diziam. Não aceito ser enganado, tal como não engano ninguém.
 
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