PeLeve
Well-known member
Lê o meu edit com a adição do hiper link...Não tens é argumentos []
E desenhos de economia nunca foram o teu forte []
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E desenhos de economia nunca foram o teu forte []
2% do PIB e 10% das exportações é-te indiferente?... :sh)
Então, já agora, de que "matéria" é feito "o peso da mesma em termos globais"? Não será naquilo que ela produz (relação entre os resultados obtidos e os recursos utilizados)? E como é que se chama a isso, que nome se dá a esse valor, em temos económicos, não será produtividade?Pé leve, as percentagens do pib e das exportações não têm que ver com a produtividade da fábrica.
apenas refletem o peso da mesma em termos Globais.
esse peso explica-se porque a autoeuropa exporta mais de 98% da produção e, principalmente, porque é a nossa única fabrica de grande dimensão, com uma cadeia de valor alta, destinada á exportação.
cumprimentos
Então, já agora, de que "matéria" é feito "o peso da mesma em termos globais"? Não será naquilo que ela produz (relação entre os resultados obtidos e os recursos utilizados)? E como é que se chama a isso, que nome se dá a esse valor, em temos económicos, não será produtividade?
Mas, então, qual a relação da produtividade da AutoEuropa com aquilo que a empresa representa no Produto Interno Bruto português? Estou só a falar da AutoEuropa...Não, de todo
quanto muito pode chamar-se """quota de mercado das exportações""" (o termo não existe, é para tentar ajudar a compreensão)
Quando falo em Global, falo de todas as empresas do país que entram no pib e que exportam.
A produtividade dum dada empresa nunca pode ser medida qundo se agregam aos dados valores de outras empresas.
cumprimentos
Claro que o habitual desconhecimento do que se fala te leva a escrever o que escreves.Isso não existe.
O que existe, como política da VW, é emprestar um carro para acontecimentos tipo casamento do funcionário, baptisado do filho, etc.
Claro que o habitual desconhecimento do que se fala te leva a escrever o que escreves.
Olha o ultimo foi para o Montijo, 0 Km mesmo.
Já para não falar na festa de Natal para os funcionários e filhos com uma prenda a condizer com a época para os pimpolhos, os prémios de resultados, enfim.
Por muito que a tua cabeça faça tilt, é isto que acontece.
Mas, então, qual a relação da produtividade da AutoEuropa com aquilo que a empresa representa no Produto Interno Bruto português? Estou só a falar da AutoEuropa...
Sei que te faz confusão mas é mesmo assim, este ultimo creio que já vinha com uns extras e tudo.Não se sorteiam carros para os funcionários, continuo a dizer.
A deste ano ainda não foi, há-de ser.E quanto à prenda de Natal, nada a dizer. E até te sei dizer qual foi este ano []
Não o premio é mesmo em dinheiro, pago junto com o subsidio de Natal e com o vencimento em Dezembro, o premio mais alto que já receberam penso que foi de 1200€E quanto aos prémios de resultados, nada a apontar.
A AuroEuropa tem um esquema organizacional por equipas de funcionários e todos os anos, por sector, ganha uma equipa.
O prémio é normalmente uma estadia num Hotel por uns dias.
Ficaste mesmo incomodado, afinal não é a tua cabeça que faz tilt, creio que um bom medico de ossos te resolve isso.Não há tilt nenhum. Não podemos é entrar na tua imaginação que oferecem carros aos funcionários...
a agua suficiente ( por enquanto) para que todos tenham um copo, e não ha diamantes em quantidade suficiente para que todos tenham algusn, logo os diamentes valem mais que a agua.Depois de tanta discussão sobre quem ganha o quê, se é muito, ou pouco, se deveria ser aumentado, se não devia, ... parece-me que falta aqui a discussão sobre o real valor do trabalho!
Pois é, como é que se pode avaliar o trabalho de cada sector de actividade? Há margem de manobra para se sustentarem divergências entre, por exemplo, o custo de produção ou o real valor, a real utilidade, de um copo de água e o de um diamante?...
Como é então? Que critérios?...
O ano passado 2006 não houve
OK. Então, já agora, e como tens experiência disso, como encontras o valor/hora do trabalho desempenhado? Refiro-me ao valor/hora do trabalho que os teus colaboradores desempenham para ti e ao valor/hora que encontras para ti próprio quando contratualizas com outra empresa/serviço público uma prestação de serviços, valores esses que, presumo, serão diferentes!... [a agua suficiente ( por enquanto) para que todos tenham um copo, e não ha diamantes em quantidade suficiente para que todos tenham algusn, logo os diamentes valem mais que a agua.
Basic economy.
da mesma forma ha mais empregados de escritoris que engenheiros de telecomunicaçoes, logo no gerla os ultimos ganahm mais que os primeiros.
qual é mesmo a duvida ?
Depois de tanta discussão sobre quem ganha o quê, se é muito, ou pouco, se deveria ser aumentado, se não devia, ... parece-me que falta aqui a discussão sobre o real valor do trabalho!
Pois é, como é que se pode avaliar o trabalho de cada sector de actividade? Há margem de manobra para se sustentarem divergências entre, por exemplo, o custo de produção ou o real valor, a real utilidade, de um copo de água e o de um diamante?...
Como é então? Que critérios?...
Finalmente um raciocínio simples mas lógico relativamente ao que é perguntado no tópico! [Li aqui muitas opiniões, umas completamente ao lado, outras de quem se esforçou a pensar no assunto mas não chegou bem lá, e curiosamente, outras ainda de quem me parece ter alguma formação na área económica, mas que mesmo assim não explicou as coisas com a clareza e a simplicidade que este assunto na realidade tem.
O que confere valor a um bem (produto ou serviço), e note-se que estamos a falar de valor de mercado expresso em dinheiro ou numa relação de troca com outros bens (valor sentimental e similares é outro assunto), é a boa e velha relação entre a oferta e a procura.
Quanto maior a disparidade por excesso da procura face à oferta, maior será o preço. E vice-versa. Por exemplo, se houver 10 pessoas a disputar a compra de um produto qualquer, do qual apenas existem 5 unidades para venda, é normal que cada um dos 10 esteja disposto a pagar cada vez mais para levar o produto para casa. Imaginem um leilão. O equilíbrio (i.e. o escoamento dos 5 produtos) atinge-se vendendo aos 5 maiores licitadores, ficando os restantes 5 a chuchar no dedo.
Porque é que um copo de água é brutalmente mais barato que um diamente? Porque a água é brutalmente mais abundante do que os diamantes, e também porque dá muito menos trabalho captar água do que encontrar diamantes.
Isto remete-nos para um caso particular da lei da oferta e da procura, mas que nos seus fundamentos funciona tal e qual como para água ou diamantes: o trabalho.
Porque é que uma profissão é mais bem paga que outra?
Pensemos no trabalho como um bem (serviço) que cada um de nós tem. Eu sou possuidor de um determinado potencial de trabalho, que posso vender, ou seja, posso trocar o meu trabalho por dinheiro. Por outro lado, uma empresa é uma entidade que pretende comprar o trabalho das pessoas, e paga dinheiro por isso.
Ou seja, ao contrário do senso comum (geralmente diz-se "vou procurar trabalho"), a nível económico o que sucede é que o trabalhador oferece o seu trabalho no mercado de trabalho, e o empregador procura trabalho nesse mesmo mercado.
A partir daqui, é fácil perceber-se que a lei da oferta e da procura funciona do mesmo modo.
Um exemplo entre tipos de trabalho diferentes: Porque é que um médico é mais bem pago que um caixa de supermercado. Porque a relação entre a procura de médicos e a oferta de médicos é mais desfavorável para o lado da oferta, do que no caso da relação entre a procura de caixas e oferta de caixas.
Na mesma profissão: Porque é que o empregado A ganha mais que o empregado B, para a mesma tarefa? Porque o empregado A produz mais que o B (tem maior produtividade). Logo, quem procura trabalho (o empregador), está disposto a pagar mais. Portanto, a procura de trabalhadores tipo A é maior que a procura de trabalhadores tipo B.
Nota: exclui-se aqui quaisquer casos pontuais tais como cunhas, discriminação sexual ou outra, impedimentos legais, etc.. Isso são casos pontuais que não interessam para a explicação do fenómeno em si mesmo.
Finalmente um raciocínio simples mas lógico relativamente ao que é perguntado no tópico! []
Porque a questão, de referência, não é nada fácil de responder, daí ter sido colocada! [Sim, simples e logico, presumo que vindo de alguem com formaçao tecnica, mas tal como o Axxntis disse e bem, muitas opinioes, mas incompletas (!!!)[] tambem nao foi esta que completou a questão, por uma razão simples, a valorizaçao do trabalho, nao se reduz a uma simples, e originaria lei de mercado: "a diferença entre a oferta e a procura" mas sim a soma de varias variaveis (passe a redundancia) entre elas e esta é uma das mais importantes, mas outras, como a qualidade do produto final, a sua "porçao" e até os meios de produçao, haverá outras concerteza.
não é por mero acaso que depois de algumas paginas de Posts ainda ninguem tenha conseguido "arrumar" a questão (!!!) [] [
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Porque a questão, de referência, não é nada fácil de responder, daí ter sido colocada! [] [
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Hã? Então não percebeste que a "dica" era para que tu esclarecesses melhor a questão?... [Ok!
entao, ficaste elucidado e esclarecido com a resposta anterior? [] [
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