Formula 1 2026

A Alpine com Gasly em 10º nem me pareceu muito mal, tendo em conta o passado.
Não percebi o problema do Hadjar, aquilo ficou a parecer problema de caixa, o motor ficou em altas, mas falaram de problema no motor??
Também não vi o que se passou com o Piastri.
 
A Alpine com Gasly em 10º nem me pareceu muito mal, tendo em conta o passado.
Não percebi o problema do Hadjar, aquilo ficou a parecer problema de caixa, o motor ficou em altas, mas falaram de problema no motor??
Também não vi o que se passou com o Piastri.
O Piastri bateu antes do GP começar!!!
 
Chamarem de grande corrida a ultrapagens com falta de pilhas... gostos. Vi resumo, pode ter havido algumas batalhas, mas isto é triste. Acho que este ano apenas vou ver corridas em direto quando não houver mais nada... lutas por bateria... fdsss [8b]

O que nunca muda, é a minha ferrari [:)][:D] FDSSSSS
 
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Eu o ano passado apostei quase sempre num dos da Mclaren e pontualmente ia variando com outro de top. Depois tinha lá sempre um Mclaren. Mas entretanto já tinha percebido que mais valia apostar nos pilotos e menos nas equipas... Mas o que referes é interessante. Eu sinceramente não aprofundei muito a leitura das regras.
Em relação a este tema, o 1º GP com execução perfeita, 3,3M € extra de orçamento.

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Em relação à corrida em si, duas coisas sobressaíram:

A Ferrari nos arranques está num campeonato à parte, a forma como o Leclerc vai a ziguezaguear pelos outros é impressionante. Que grande vantagem e é incrível como as outras equipas se deixaram comer desta forma. A Ferrari pode tirar uma vantagem gigante ao longo do ano. Já se tinha visto nos testes, mas sempre achei que as outras estavam a esconder o jogo e as diferenças iam ser mínimas, mas não. O Ferrari ganha com facilidade 4 ou 5 posições no arranque.

Em ritmo puro a Mercedes nesta fase está imbatível. A forma como mantiveram a Ferrari à distância enquanto geriam pneus com o dobro das voltas mostra bem que ainda tinham muito mais para dar caso não fossem a gerir pneus como quem vai a pisar ovos.

Um facto que também foi evidente é que quem gosta de corridas com emoção artificial e ultrapassagens estilo arcade, é aproveitar agora no início, viu-se ao longo da corrida que à medida que as equipas foram obtendo mais dados e aprendendo a gerir melhor as zonas de carregamento e de entrega da energia elétrica, fomos vendo cada vez mais dificuldades em ultrapassar, com carros ligeiramente mais lentos à frente, mesmo com toda esta artilharia eletrónica, vai começar a ser cada vez mais difícil gerir o ar sujo e rapidamente vamos voltar aos comboios de DRS do passado.

Dos pilotos, grande destaque para as primeiras voltas do Leclerc, a mostrar claramente porque é um dos pilotos mais entusiasmantes do pelotão, tão mais talentoso do que o Russell ou o Norris, mas infelizmente está preso na Ferrari há anos a mais e arrisca-se a nunca ser campeão se continuar por lá. O Russell igual a si próprio, sempre um queixinhas, pode haver quem goste, eu honestamente não tenho muita paciência para a sua personagem.

E a recuperação do Max também foi interessante, pena que aparentemente o RBR continua com uma grande desvantagem na gestão de pneus em relação ao McLaren e quando parecia que íamos ter uma batalha interessante, o RBR começou a perder ritmo.

Este último stint do Lando também mostra que não podemos já dar a McLaren como morta, têm provavelmente um excelente chassis e uma base de desenvolvimento muito boa e têm o motor Mercedes. Com os pacotes de desenvolvimento que aí vêm poderão dar um grande salto de performance.
 
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Grande corrida, que batalha entre o Leclerc e o Russell


Ultrapassagens porque acabava a pilha ao carro que ia à frente, e depois umas curvas mais à frente, era a vez de acabar a pilha a esse e o de tras voltava a ultrapassar? lol

Queremos ver ultrapassagens porque um piloto arrisca, ou porque um piloto faz uma saída de curva muito melhor, etc. Não ultrapassagens porque a pilha acaba e o carro simplesmente perde 50 ou 60 Km/h de um momento para o outro.
 
Estive a ver a corrida em diferido e ainda não sei o que achar desta nova F1... 😆

Só sei que foi estranha até à volta 30, depois foi +- seca até final.

O que sei é que ainda falta tempo para ficar tudo mais certinho, e só aí se poderá depois dizer o que se acha desta nova F1, neste momento é um pouco prematuro tirar alguma conclusão.
 
Ultrapassagens porque acabava a pilha ao carro que ia à frente, e depois umas curvas mais à frente, era a vez de acabar a pilha a esse e o de tras voltava a ultrapassar? lol

Queremos ver ultrapassagens porque um piloto arrisca, ou porque um piloto faz uma saída de curva muito melhor, etc. Não ultrapassagens porque a pilha acaba e o carro simplesmente perde 50 ou 60 Km/h de um momento para o outro.

Com bateria ou com falta de bateria foi muito interessante, já chega deste choro, os carros e as regras são iguais para todos, depois da primeira corrida a época promete ser interessante.
 
A maior choradeira está a ser feita pelos próprios pilotos, que classificam estes carros de extremamente perigosos, de anti desportivos porque favorecem situações aleatórias em vez de talento e competência e de serem horríveis de conduzir.

Mas acredito que a geração tiktok que exige excitação imediata e constante, caso contrário faz scroll para o próximo vídeo, ache o máximo as ultrapassagens artificiais causadas pela falta de pilhas.
 
Vi o comentário do LAndo acerca de ter acertado ontem no arrefecedor que saltou do carro do Antonelli, diz ele que passam mais tempo a olhar para os displays do volante do que para a estrada e não se apercebeu da coisa no meio da estrada.
Sendo assim é uma coisa que não faz sentido nenhum nestas coisas da segurança e afins.
 
Se calhar foi uma boa corrida para o espetador normal que apenas vê a corrida e não se apercebe que andam todos a gerir a bateria travando muito antes das curvas para carregar a mesma. Mas para nós que seguimos F1 estas ultrapassagens foram muito artificiais.
Quando for altura de competir em pistas com retas mais longas vai ser bonito vai..
A qualificação mostrou a fragilidade destes carros. Não aguentam a puxar a fundo e têm de travar ~150m antes de algumas curvas para carregar a bateria e usá-la na próxima reta.
Enfim, a FIA arriscou de mais ao ir para 50%-50%. Devia ter sido uma mudança menos drástica, tipo 65%-35%.
E a Ferrari continua a ser a Ferrari. 🤡



https://x.com/csi_starbase/status/2030519855347036575
 
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Aqui um exemplo perfeito do perigo que é ter carros em que 50% da aceleração e provavelmente 50% da travagem é controlado eletronicamente pela MGU-K, qualquer falha de um sensor, do software ou da eletrónica faz com que estes carros fiquem de forma imediata e brusca sem força, ou façam uma travagem despropositada com o eixo traseiro, ou acelerem de forma descontrolada.


Além do caos do arranque, que milagrosamente até correu muito bem, ontem tivemos o acidente do Max que foi uma reação da MGU-K a um sinal errado de um dos sensores e simplesmente travou a fundo do nada, tal como talvez tenha sido o acidente do Piastri que diz que o carro mal tocou no corrector teve uma aceleração brusca e anormal, etc... etc... Situações como a do Max ontem então podem vir a ser frequentes, porque a travagem do eixo traseiro é dominada pelo MGU-K e qualquer sensor que fique danificado com as incidências de corrida pode enviar uma má leitura para o CPU do carro e provocar um peão a alta velocidade.

Se um dia destes uma situação dessas correr mal e acabar numa tragédia, ninguém pode dizer que foi por falta de aviso.
 
Bem, seja por falta de power ou não, a verdade é que houve 3x mais ultrapassagens.


Cada um gosta do que gosta... Para mim o que vi naquelas primeiras voltas foi uma série de ultrapassagens que não tem nada a ver com a arte da ultrapassagem, não foi porque o piloto se posicionou melhor, porque travou mais tarde, porque saiu melhor da curva, tem unicamente a ver com picos de descarga de energia elétrica ou baterias descarregadas. Parecia premiar tanto a competência como os jogos que eu jogava quando era miúdo e ia para as máquinas nos salões de jogos, a aleatoriedade e o caos eram sempre garantidos a habilidade contava um bocadinho, mas pouco.

Para mim que acompanho de forma mais ou menos atenta a F1 desde o final dos anos 80 tudo isto foi absolutamente ridículo e não tem nada a ver com a história e a tradição do que é a F1.

Honestamente a única coisa boa que vi no início do GP foi a pilotagem do Leclerc enquanto se defendia do Russell, pura classe, conseguiu contrariar os picos de potência elétrica, o ritmo superior do Mercedes. Não surpreende porque é claramente a par do Max um piloto num nível superior ao resto do pelotão e deu para ver alguma arte e habilidade de pilotagem e não um simples carregar no botão para ligar a pilha e ultrapassar.
 
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Isto só prova como é impossível agradar a todos, os fãs da F1 andaram anos a chorar porque a F1 era uma procissão, agora que vai haver mais ultrapassagens não presta porque os carros têm bateria bla bla bla, enfim, as regras são iguais para todos os pilotos, as corridas são interessantes, para mim é bem melhor.
 
Mas o que interessa de ser igual para todos? Se for algo menos artificial, e indo para o rácio topspeed indica, a coisa melhoraria. E seria igual para todos seja qual for a solução, isto pode vir a ser um problema maior pois pode desencadear acidentes com a perda súbita de velocidade.
 
Isto só prova como é impossível agradar a todos, os fãs da F1 andaram anos a chorar porque a F1 era uma procissão, agora que vai haver mais ultrapassagens não presta porque os carros têm bateria bla bla bla, enfim, as regras são iguais para todos os pilotos, as corridas são interessantes, para mim é bem melhor.


As soluções para melhorar a F1 não têm nada a ver com os 50/50 der potência, tem a ver com o tamanho dos carros, o peso a forma como geram ar sujo.

Os 50/50 foi uma exigência de alguns fabricantes, em especial da Audi que queria um sistema híbrido com 50% de precisa elétrica para usar como marketing ligado às tecnologias de estrada, os outros fabricantes tinham todo o interesse em trazer um fabricante como a Audi e mais tarde a Cadillac, que também vai fazer os seus motores, para a F1. Mas tudo isto são razões meramente comerciais.

Há um ano e tal quando toda a gente percebeu que isto ia ser uma valente porcaria e começaram a entrar em pânico ao ponto de haver propostas para mudar para motores V8 com um sistema híbrido muito mais simples, foi mais uma vez a Audi a vir dizer que só concordou investir na F1 com sistemas altamente electrificados.


Agora, como em tudo na vida, a esperança é a última a morrer e esperemos que com o estabilizar das regras, com ajustes a fazer e com as melhorias que todos vão introduzir, as coisas se tornem mais naturais. Já vi um vídeo onde comparavam lado a lado as voltas do Russell, Leclerc e Norris na Q3 e onde mostravam claramente que a maior diferença por agora está na optimização do software de regeneração e entrega de energia elétrica, sendo o Mercedes muito mais eficaz na escolha das zonas de regeneração e nos locais onde aplicar a potência máxima, o que poderá eventualmente ser corrigido de forma rápida, nem que seja por imitação vendo a telemetria dos outros.

Mas para já é só uma esperança, o que se viu hoje foi ridículo. Parecia os jogos de arcada e os tradicionais powerups.
 
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