Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

Acontece que os funcionários públicos estão abrangidos por um diferente código de trabalho:
(...)
Aquilo que reclamas como privilégios assume contornos de inconstitucionalidade no código do trabalho.

Por exemplo na lei das férias está o seguinte:

"Nos termos da alínea a) do n.o 1 do artigo 198.o da
Constituição, o Governo decreta, para valer como lei
geral da República
(...)."

Ora se é lei geral da Republica pq razão o código do trabalho não a cumpre?

Isto no fundo é o que tenho dito sempre, organizem-se, sindicalizem-se, exijam dos sindicatos uma atitude mais activa, recordem-se que a força negocial das organizações de defesa dos direitos do trabalhador só tem a força dos números.

Não devem esperar sempre que a função publica trave as vossas lutas, principalmente se em vez de se mostrarem dispostos a criar uma frente comum, antes critiquem o trabalho dos que se chegam a frente.

E neste ponto concordo com o Henkel


Já uma vez escrevi aqui neste fórum que o que se passa na FP é tido como bitola para muitas empresas, e que o Estado deveria ter uma função moralista no que toca a direitos dos trabalhadores, enviando assim um exemplo de cima e tomando em mãos a imprescindível e grandiosa tarefa de produzir um país mais justo.

No entanto, ao atacarem as regalias da FP (que são conquistas importantes da nossa sociedade que agora vêm sendo delapidadas), os trabalhadores do sector privado parecem não perceber o tiro no pé que estão a dar.

O caminho certo não é pedir para tirar na FP. É pedir para ter igual.


Comparamo-nos a países como os EUA, mas é um país assim que devemos ambicionar? Um país que abandona os seus à sorte?

Ou devemos ambicionar um país como os melhores exemplos do norte da Europa, onde o Estado cuida dos cidadãos?


Há supostamente 700 mil funcionários públicos e há 4,849,526 pessoas do regime geral (contas do Carlos L.) e no entanto estas 4,849,526 pessoas não conseguem garantir os seus direitos laborais e a razão é simples, a maioria dos funcionários públicos mobiliza-se para defender os seus direitos os trabalhadores do privado não.

Chamar privilégios ao esforço continuado para garantir direitos é no mínimo caricato.




.
 
Assim está melhor.

A questão que está em discussão é, da mudança desejada pelas razões já muito discutidas, porque é que os FP não aceitam a mudança?
Os funcionários públicos aceitam mudanças, quem tem problemas com a mudança é a classe empresarial que até um ordenado mínimo de 500€ eram uma mudança insuportável para eles

(...) um melhor Estado. Que cumpra com aquilo que os cidadãos têm por direito e também por anseio.
É isso que se pretende, não prejudicar as pessoas por se seguir critérios menos claros e objectivos dúbios.

Situação perfeitamente insuportável quando cerca de 80% são despesas com o pessoal.
A media de vencimentos é de 750€, ligeiramente mais alta do que os vencimentos dos trabalhadores do privado, com um vencimento tão baixo fica a duvida a que pessoal se referem esses 80% de despesas?

(...)Porque não tenho dúvidas que quando a Educação, Saúde e Justiça estiverem a funcionar em pleno, ao nível do que se faz por essa Europa, este País terá então hipóteses de poder dar aos seus filhos as oportunidades que todos pensamos que merecemos.
Depende do que se entende por "funcionar em pleno", se for para servir todas as pessoas do país que pagam para isso os seus impostos tudo bem.

Agora se for para privatizar tudo e torna-los acessíveis só a alguns, estamos mal.

Vale a pena ou não mexer na FP?

Eu entendo que sim, e para isso há que atacar frontalmente o estatuto de Intocáveis que parte dos seus componentes hoje têm. Sem isso, não há reforma possível.

E essa é uma batalha que vai ser longa, mas que acredito que ainda vou ver vencedora a ponto de este País poder andar para a frente.

Isto é o que temos para ganhar. Todos.
(...)quando há neste país quem se reforme ao fim de 12 anos, acumule reformas com pensões e vencimentos de empresas publicas e privadas bem como fundos do orçamento de estado para fundações privadas com o nome de antigos presidentes.

Quando há empresas que tem lucros astronómicos mas continuam a pagar 400€ de vencimento e se queixam que não podem pagar mais, o governo apoia e dá o exemplo garantindo que os vencimentos são sempre os mais baixos da Europa, quando há empresários que fazem falências fraudulentas ou se retiram do país depois de se acabar os dez anos de benefícios fiscais e apoios à produtividade dados pelo estado pagos com os impostos de todos nós e reabrem dois anos depois com um novo nome noutra zona do país.

Quando se gasta tanto dinheiro do estado em obras publicas que inevitavelmente derrapam para orçamentos varias vezes o valor inicial, mas nunca ninguém é questionado sobre, ou porque se continua a contratar as mesmas empresas para obras publicas, que supostamente apresentam um valor mais baixo de uma obra num concurso e depois acabam por gastar mais, não será já tempo de pedir responsabilidades?

Quando o combate a fraude fiscal e económica não avança, ou pq não há meios, não há pessoas suficientes ou só se descobre esquemas de pequenos malfeitores, mas nos grandes nem se ouve falar.

Etc, etc, etc, etc...

Quando se conseguir punir estes intocáveis é que este país vai andar para a frente.



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Aquilo que reclamas como privilégios assume contornos de inconstitucionalidade no código do trabalho.

Por exemplo na lei das férias está o seguinte:

"Nos termos da alínea a) do n.o 1 do artigo 198.o da
Constituição, o Governo decreta, para valer como lei
geral da República
(...)."

Ora se é lei geral da Republica pq razão o código do trabalho não a cumpre?

Qual é a lei das férias?
 
Há supostamente 700 mil funcionários públicos e há 4,849,526 pessoas do regime geral (contas do Carlos L.) e no entanto estas 4,849,526 pessoas não conseguem garantir os seus direitos laborais e a razão é simples, a maioria dos funcionários públicos mobiliza-se para defender os seus direitos os trabalhadores do privado não.

Chamar privilégios ao esforço continuado para garantir direitos é no mínimo caricato.

Lutar direitos no sector privado é mais complicado do que lutar por direitos no sector público.

Se o funcionário do café faz greve tu não ficas com o café por tomar porque vais a outro lado. Para além disso o patrão no final do contrato diz: "Queres renovar depois de teres feito greve? Tá bem...".

Se o funcionário das finanças faz greve, aguentas e tens que ir lá voltar noutro dia.
 
O que é que a FP tem melhor do que o sector privado?

(lamento só agora poder responder)

Na FP podes engravidar sem arriscares o despedimento;

Na FP podes gozar a licença de maternidade/paternidade até ao fim, seguro de que o teu emprego te espera quando ela terminar;

Na FP podes faltar se morrer a tua mulher, o teu filho, a tua mãe ou o teu pai sem que arriscares sofrer represálias por isso;

Na FP as mulheres recebem o mesmo vencimento que os seus colegas masculinos de igual posição;

Isto são alguns exemplos de como a FP é melhor que muitas empresas.

Deverá ser a FP a regredir nos direitos dos trabalhadores ou deverão ser as empresas a proporcionar as mesmas "regalias" ou "benefícios"?

Ou será que devemos alinhar com a China, a Indonésia e afins?
 
(lamento só agora poder responder)

Na FP podes engravidar sem arriscares o despedimento;

Na FP podes gozar a licença de maternidade/paternidade até ao fim, seguro de que o teu emprego te espera quando ela terminar;

Na FP podes faltar se morrer a tua mulher, o teu filho, a tua mãe ou o teu pai sem que arriscares sofrer represálias por isso;

Na FP as mulheres recebem o mesmo vencimento que os seus colegas masculinos de igual posição;

Isto são alguns exemplos de como a FP é melhor que muitas empresas.

Deverá ser a FP a regredir nos direitos dos trabalhadores ou deverão ser as empresas a proporcionar as mesmas "regalias" ou "benefícios"?

Ou será que devemos alinhar com a China, a Indonésia e afins?

Tenho isso tudo no meu emprego e trabalho no sector privado. O sector privado não é nenhum bicho papão. [;)]
 
Lutar direitos no sector privado é mais complicado do que lutar por direitos no sector público.

Se o funcionário do café faz greve tu não ficas com o café por tomar porque vais a outro lado. Para além disso o patrão no final do contrato diz: "Queres renovar depois de teres feito greve? Tá bem...".

Se o funcionário das finanças faz greve, aguentas e tens que ir lá voltar noutro dia.
Se os trabalhadores da SOFLUSA resolvererem fazer uma greve todos os meses, durante vários dias, lá ficam prejudicados quer os da privada quer os da pública...

Ah, a SOFLUSA não é função pública!
 
Peço desculpa por não ter acompanhado este tema, mas o que é preciso dizer é simples e em poucas palavras.

A população activa em Portugal é de 5,587,300 pessoas, sendo que dessas 737,774 são FP. Ou seja, 13.2%.

Significa que há 4,849,526 pessoas, 86.8% da população activa que tem uma situação de trabalho a caminho da precaridade.

Contrariamente ao argumento aqui usado, a tal cassete, a maioria são pessoas de bem. Trabalhadores e Empresários.

Porque razão, estão todos eles sujeitos às normais regras de mercado?

Porque razão uma minoria, tem condições que mais ninguém tem?

Em especial quando o seu próprio trabalho é posto em causa por tudo e por todos?

Porque razão, essa minoria que vive com o único objectivo de servir os outros, vive como se estivessem no reino da fantasia?

Porque razão, sabendo da crise do Estado em rentabilizar essa imensa minoria, se julgam ao abrigo de todas as intempérides?

Porque razão, serão os outros a aguentar tudo isto, porque ao fim e ao cabo são eles a SUSTENTAR esta enorme massa que muitas vezes se mostra ineficiente?

Gostava que um típico FP como o Pé Leve pudesse explicar a um funcionário com 20 anos de casa de uma empresa que subitamente fechou, que uns estão sujeitos às novas regras de mercado, mas outros continuam a viver num regime que lhes garante pertencer à tal casta de intocáveis.

Gostava de ver esses argumentos, despidos da tal cassete habitual.

Eu sei que estou a pedir demais, mas gostava que um dia se caminhasse para a tal justiça social.

Acabar com os previlégios.

E acreditem, que ter um emprego garantido para a vida, hoje em dia é um previlégio que em poucos países modernos se encontra.
O teu erro, e de muita gente, é precisamente esse!

Os intocáveis, como tu lhes chamas, deveriam ser os direitos e regalias de todos os que vendem a sua força de trabalho, pois foi para isso que desde Abril se lutou, com tantos sacrifícios pessoais incríveis, muitos deles fatídicos, outros tantos destrutivos das vidas daqueles se entregaram a uma causa humana superior, acima da exploração sem direitos, desenfreada e cega, como... olha, como se vê hoje em dia na China, modelo económico de tantos!...

Olha, já agora dá uma vista de olhos pela página 5, pois estão lá umas perguntas que ainda não tiveram resposta...[:p] [:p] [:p]
 
Se os trabalhadores da SOFLUSA resolvererem fazer uma greve todos os meses, durante vários dias, lá ficam prejudicados quer os da privada quer os da pública...

Ah, a SOFLUSA não é função pública!

A Soflusa não tem concorrência à semelhança da maior parte dos serviços do estado.
 
Tenho isso tudo no meu emprego e trabalho no sector privado. O sector privado não é nenhum bicho papão. [;)]
Exacto no privado já é assim excepto o seguinte, é que FP o que ganhas descontas sobre isso e não falha, no priviado o recibo mensal é um com o respectivo cheque e à parte vai um envelope com uma porrada de dinheiro (em dinheiro vivo) porque será e era uma das maiores empresas do país..... isto para falar em trabalhadores por conta de outrem.
Querem que falem dos empresários do privado?, é que nestes então só visto....
 
Exacto no privado já é assim excepto o seguinte, é que FP o que ganhas descontas sobre isso e não falha, no priviado o recibo mensal é um com o respectivo cheque e à parte vai um envelope com uma porrada de dinheiro (em dinheiro vivo) porque será e era uma das maiores empresas do país..... isto para falar em trabalhadores por conta de outrem.
Querem que falem dos empresários do privado?, é que nestes então só visto....

Todo o meu salário passa por cima da mesa, bónus incluídos.
 
O que é triste, mesmo miserável, é que haja gente que se contenta com o simples facto de os outros ficarem com menos. Ou seja, não se preocupam, nem sequer anseiam melhorar a sua condição, basta-lhes que os outros piorem.

É por isto, que este governo é tão popular. Não porque as condições de vida melhorem...nada disso! É popular porque supostamente é justo: faz com que todos fiquem IGUALMENTE mal... É de esquerda, é a esquerda moderna e progressista.

A inveja destroi o invejado mas consome o invejoso.

(lamento só agora poder responder)

Na FP podes engravidar sem arriscares o despedimento;

Na FP podes gozar a licença de maternidade/paternidade até ao fim, seguro de que o teu emprego te espera quando ela terminar;

Na FP podes faltar se morrer a tua mulher, o teu filho, a tua mãe ou o teu pai sem que arriscares sofrer represálias por isso;

Na FP as mulheres recebem o mesmo vencimento que os seus colegas masculinos de igual posição;

Isto são alguns exemplos de como a FP é melhor que muitas empresas.

Deverá ser a FP a regredir nos direitos dos trabalhadores ou deverão ser as empresas a proporcionar as mesmas "regalias" ou "benefícios"?

Ou será que devemos alinhar com a China, a Indonésia e afins?
Originalmente Colocado por Karma
Tenho isso tudo no meu emprego e trabalho no sector privado. O sector privado não é nenhum bicho papão.[;)]
Pois, mas uma grande parte das empresas não tem e a flexibilidade que tantos empresários têm reclamado ao longo dos anos prende-se com o sonho, nesse sentido, agora concretizado... Esses direitos estão a acabar, os tais que muitos consideraram privilégios inadmissíveis!...

A citação acima parece-me uma das reflexões mais bem conseguidas por cá!...
 
Os Intocáveis continuam na defesa dos seus previlégios.

Os Intocáveis continuam na defesa dos seus previlégios.

Pé Leve,

Deixa-te de flores e tenta responder às questões. Se souberes, claro.

Esse estilo militante de Abril tem um certo estilo démodé. Ainda usas cravo vermelho ao peito?

A Soflusa, para quem não sabe é detida a 100% pela Transtejo que passou de Empresa Pública, para Sociedade Anónima de Capitais Públicos.

E isso Pé Leve, é tudo o mesmo. Tu achas que a Soflusa poderia fazer o que faz se fosse privada? Era bom. [:cool:]
 
Exacto no privado já é assim excepto o seguinte, é que FP o que ganhas descontas sobre isso e não falha, no priviado o recibo mensal é um com o respectivo cheque e à parte vai um envelope com uma porrada de dinheiro (em dinheiro vivo) porque será e era uma das maiores empresas do país..... isto para falar em trabalhadores por conta de outrem.
Querem que falem dos empresários do privado?, é que nestes então só visto....
Fala lá, para vermos o que é que conheces. [;)]
 
Exacto no privado já é assim excepto o seguinte, é que FP o que ganhas descontas sobre isso e não falha, no priviado o recibo mensal é um com o respectivo cheque e à parte vai um envelope com uma porrada de dinheiro (em dinheiro vivo) porque será e era uma das maiores empresas do país..... isto para falar em trabalhadores por conta de outrem.
Querem que falem dos empresários do privado?, é que nestes então só visto....

Fala lá, para vermos o que é que conheces. [;)]
Todos sabemos dos negócios dos empresários, regularmente rebenta na imprensa algumas noticias prontamente abafadas, sobre eles.

O que se adivinha é, se os pequenos empresários tem negócios escuros de centenas de milhares de euros, de quanto é o valor dos negócios das grandes empresas.
 
Lutar direitos no sector privado é mais complicado do que lutar por direitos no sector público.
E no sector público sempre foi um mar de rosas?

Agora as coisas até estão mais facilitadas para o trabalhador do privado, há um precedente estabelecido pelo trabalhador do público [;)].


Se o funcionário do café faz greve tu não ficas com o café por tomar porque vais a outro lado. Para além disso o patrão no final do contrato diz: "Queres renovar depois de teres feito greve? Tá bem...".
É como te digo, no estado ao principio tb não foi fácil, os primeiros sindicatos eram associações socio-profissionais.

Hoje há tribunal de trabalho, apoio jurídico gratuito, dado pelos sindicatos, tudo coisas construídas a pulso e com muito sacrifício.

Se o funcionário das finanças faz greve, aguentas e tens que ir lá voltar noutro dia.
Mas fico solidário com a luta deles, porque sei que é tb a minha luta, vencimentos justos e melhores condições de trabalho.



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Pé Leve,

Deixa-te de flores e tenta responder às questões. Se souberes, claro.

Esse estilo militante de Abril tem um certo estilo démodé. Ainda usas cravo vermelho ao peito?

A Soflusa, para quem não sabe é detida a 100% pela Transtejo que passou de Empresa Pública, para Sociedade Anónima de Capitais Públicos.

E isso Pé Leve, é tudo o mesmo. Tu achas que a Soflusa poderia fazer o que faz se fosse privada? Era bom. [:cool:]
Não vale a pena desconversar com essa do cravo ao peito...[:p]

E a SOFLUSA faz o quê agora, melhor do que fazia quando era pública? Parece-me que agora há mais greves do que havia antes...
 
Porque é que ser "militante de Abril" é "démodé" e ser esclavagista não?


E qual é o problema em ser "démodé", mais ultrapassado é defender que não deve haver direitos para quem trabalha.
Sabes, ser demodé é estar contra o retrocesso e defensor daquilo que conseguiu evolucionariamente!

Ser demodé nestas matérias é assim com defender que os dinossauros ainda deviam cá andar e nós não, pois a evolução foi perniciosa... [:D]
 
(lamento só agora poder responder)

Na FP podes engravidar sem arriscares o despedimento;

Na FP podes gozar a licença de maternidade/paternidade até ao fim, seguro de que o teu emprego te espera quando ela terminar;

Na FP podes faltar se morrer a tua mulher, o teu filho, a tua mãe ou o teu pai sem que arriscares sofrer represálias por isso;

Na FP as mulheres recebem o mesmo vencimento que os seus colegas masculinos de igual posição;

Isto são alguns exemplos de como a FP é melhor que muitas empresas.

Deverá ser a FP a regredir nos direitos dos trabalhadores ou deverão ser as empresas a proporcionar as mesmas "regalias" ou "benefícios"?

Ou será que devemos alinhar com a China, a Indonésia e afins?

apr:) apr:) apr:) apr:) apr:) apr:) apr:)

Aqui tenho que bater palmas!!!!!

Esta é a melhor intervenção deste tópico!!!!!

Carlos L. tu mesmo dizes que eu costumo dar respostas com pés e cabeça .....
Acho que estás a extremar a posição e a perder a razão ....

Não queres tu responder, com pés e cabeça, ao Henkel V6 em vez de te limitares desesperadamente a tentar contra-argumentar tudo o que o Pé Leve diz ?[;)]
 
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