MINI Countryman 2016

É o mercado fator X que tem vindo a bombar nos últimos tempos e que faz que por exp, um 500 com sensivelmente os mesmos custos de produção e mt menos pratico, se venda por + umas boas milenas que um Panda.

Percebo o que queres dizer, mas há diferenças entre eles e perceptíveis.
 
Percebo o que queres dizer, mas há diferenças entre eles e perceptíveis.

Basicamente no estilo pq o miolo é o mesmo. Não que esteja de acordo ou em desacordo mas é um facto que nestes casos se pagam mais umas coroas pelo tal fator X, aliás faz parte do jogo pagar-se mais pq o que o cliente quer é um produto diferenciado e reconhecidamente mais caro.
 
MINI Countryman 2016

Apesar de detestar esta nova muda dos SUVs de cidade cuja única vantagem face a uma SW é subir passeios mais facilmente, este Mini está bastante apelativo em comparação com os outros SUVs da moda.
Em relação à marca Mini que muitos apelidam de ser apenas um produto da moda caro face à concorrência, experimentem conduzir um e rapidamente percebem o porquê de ser mais caro que a concorrência generalista.

PS: Tenho um simples Cooper D R56 (110CV de2009), andei 1 dia com um 208 1.6 HDI (de 2016 e penso que com 75CV) e rapidamente percebi o porquê do Mini ser bastante mais caro (piores materiais no 208, posição de condução estilo monovolume e que torna a conducao mais desconfortável, odiei aquele painel de instrumentos com o micro-volante, direção demasiado leve e vaga, caixa de velocidades horrível e sem precisão nenhuma...).
 
Última edição:
Fator X? Carro da moda? Tenho de concordar com a opinião do @Darkslb, divirto-me muito mais a conduzir um mini cooper 3p (F56) que a maioria dos carros que já conduzi (segmentos B e C). Agora, se é carro para toda a gente? Nenhum é, e muito menos este. Mais "duro", direção mais pesada mesmo no modo de condução normal, que também por ser mais direta não vai ao agrado de quem gosta de fazer autoestrada de forma mais "descontraída". Mala pequena, apenas 2 lugares traseiros acanhados...
 
Apesar de detestar esta nova muda dos SUVs de cidade cuja única vantagem face a uma SW é subir passeios mais facilmente, este Mini está bastante apelativo em comparação com os outros SUVs da moda.
Em relação à marca Mini que muitos apelidam de ser apenas um produto da moda caro face à concorrência, experimentem conduzir um e rapidamente percebem o porquê de ser mais caro que a concorrência generalista.

PS: Tenho um simples Cooper D R56 (110CV de2009), andei 1 dia com um 208 1.6 HDI (de 2016 e penso que com 75CV) e rapidamente percebi o porquê do Mini ser bastante mais caro (piores materiais no 208, posição de condução estilo monovolume e que torna a conducao mais desconfortável, odiei aquele painel de instrumentos com o micro-volante, direção demasiado leve e vaga, caixa de velocidades horrível e sem precisão nenhuma...).


Tens razão na parte que toca á condução que marca de facto a diferença mas vou aqui deixar a minha experiencia já que tive que trocar o meu anterior Countryman 1.6 98cv por um 2008 1.2 110cv, já que o motor 1.6 gasosa do Mini começou a fazer N ruídos manhosos desde praticamente o inicio. Quando fui a net ver o que havia, encontrei montes de testemunhos com vários problemas em relação a este motor, entre eles, correntes a saltar, e de difícil solução visto que o defeito estava na conceção do motor. Não arrisquei e acabei por me desfazer dele para não entrar num ciclo imparável de oficinas.

Por outro lado, os numerosos ruídos parasitas e a falta de qualidade no interior, não só dos materiais como da construção, tb não ajudou.

Depois de quase um ano com o 2008 e ao contrario do que dizes, devo dizer que a qualidade geral está bem acima da do CM.

Tive imensa pena de me desfazer dele, já que gostava muito do estilo out of the box ( do tal fator X ) e daquela condução interativa que fazia a diferença mas as falhas muito pouco premium acabaram por ditar a sentencia.

O 2008 é tudo o contrario, sem ser visualmente empolgante, é no seu todo bem construído, sem ruídos manhosos, seja no motor, seja no habitáculo, e não tendo um comportamento tão interessante, é seguro e ágil QB, juntamente com um maior grau de conforto que se acaba por revelar importante para as voltinhas do dia a dia.
 
Ambos os colegas estão a falar da experiência de condução de minis de 3P mas pelos vistos não sabem que conduzir um clubman ou conutryman é muito diferente de um 3P.

ainda se sente muito do feeling de kart mas não é a mesma coisa!

Os novos clubman e countryman são carros para agradar a uma franja muito maior de consumidores e que por esse motivo fazem muitas cedências em relação à filosofia Mini original.

Digo isto como alguém que tem enorme apreço pela marca e gosta muito dos carros! [;)]
 
@L.A.

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Realmente aqueles para-choques do S são qualquer coisa de demasiado barroco.

Se comprasse essa versão, acho que mandava substitui-los pelos da versão civil [:D]
 
Acho que a única coisa positiva que posso apontar é que, com o aumento das dimensões, a enorme overhang frontal da UKL1, que tanto prejudica as proporções dos outros Mini, fica mais disfarçada e permite ao Countryman maior equilíbrio entre os diversos volumes.
Porque de resto... Bloody Christ!!! Os tipos não sabem mesmo mais o que inventar.
Devia chamar-se Mini Espalhafatoman!

O que se passou ali na frente? Para quê aquilo tudo? Porquê as óticas mais quadradonas?
Pior, o que se passou na lateral?
O que estão a fazer aquelas arestas que sobem e descem ao longo dos arcos das rodas?

Parecem estar completamente perdidos, sem rumo aparente.
Com a actualização da identidade corporativa da marca, apostando numa superior sofisticação, elegância e até depuração, estranha-se que os produtos não tenham seguido o mesmo percurso.

Aliás, parece que seguem precisamente o caminho inverso.
O horror ao vazio, o espalhafato, o bling, parecem ser a palavra de ordem. A dedicação a pormenores supérfluos chega a ser ridícula, e não contribuem definitivamente para uma apreciação geral positiva, pois acabam por ser o foco.
Perderam também a noção de proporção e a assertividade.

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Deveriam revisitar este concept, analisá-lo, perceber porque teve tão boa recepção, e aplicar as premissas que o definem em futuros produtos Mini.
A depuração, a elegância e o aspecto geral mais sofisticado e elegante encaixa bem melhor nos valores que serviram de base à remodelação da imagem corporativa, e também na comunicação desses valores para o potencial mercado.
Se querem realmente ser percepcionados como algo mais premium e sofisticado, afastando-se da imagem lúdica/"fun", não é com o aparato que podemos observar nesta última geração de modelos.
 
Já há preços para o novo mini Coutryman 2017.

Tenho uma proposta de 34000€ para um cooper D 2.0 150cv.

Vão fazer uma campanha supostamente agressiva para início de comercialização, pois segundo o vendedor o modelo que configurei deverá posteriormente ter um preço de quase 40000€... :sh):sh)
 
Acho que a única coisa positiva que posso apontar é que, com o aumento das dimensões, a enorme overhang frontal da UKL1, que tanto prejudica as proporções dos outros Mini, fica mais disfarçada e permite ao Countryman maior equilíbrio entre os diversos volumes.
Porque de resto... Bloody Christ!!! Os tipos não sabem mesmo mais o que inventar.
Devia chamar-se Mini Espalhafatoman!

O que se passou ali na frente? Para quê aquilo tudo? Porquê as óticas mais quadradonas?
Pior, o que se passou na lateral?
O que estão a fazer aquelas arestas que sobem e descem ao longo dos arcos das rodas?

Parecem estar completamente perdidos, sem rumo aparente.
Com a actualização da identidade corporativa da marca, apostando numa superior sofisticação, elegância e até depuração, estranha-se que os produtos não tenham seguido o mesmo percurso.

Aliás, parece que seguem precisamente o caminho inverso.
O horror ao vazio, o espalhafato, o bling, parecem ser a palavra de ordem. A dedicação a pormenores supérfluos chega a ser ridícula, e não contribuem definitivamente para uma apreciação geral positiva, pois acabam por ser o foco.
Perderam também a noção de proporção e a assertividade.

MINI-Superleggera-Vision-3.jpg


Deveriam revisitar este concept, analisá-lo, perceber porque teve tão boa recepção, e aplicar as premissas que o definem em futuros produtos Mini.
A depuração, a elegância e o aspecto geral mais sofisticado e elegante encaixa bem melhor nos valores que serviram de base à remodelação da imagem corporativa, e também na comunicação desses valores para o potencial mercado.
Se querem realmente ser percepcionados como algo mais premium e sofisticado, afastando-se da imagem lúdica/"fun", não é com o aparato que podemos observar nesta última geração de modelos.

Sim, não percebo pq que não seguiram este caminho.

 
Já há preços para o novo mini Coutryman 2017.

Tenho uma proposta de 34000€ para um cooper D 2.0 150cv.

Vão fazer uma campanha supostamente agressiva para início de comercialização, pois segundo o vendedor o modelo que configurei deverá posteriormente ter um preço de quase 40000€... :sh):sh)

Isso deve ser modelo base sem extras, não?
Eu no verão configurava o hatch de 3 portas 1.5D e com os extras que queria rondava esses 34.000€...
 
Não, é um cooper D com bastantes extras, tenho aqui a lista e vou colocar alguns, os mais sonantes:

. Volante Multifunções
. PDC
. Cruise control com travagem
. Farois Full Led Adaptativos
. Farois de Nevoeiro LED
. Bluethoot avançado + usb
. Vidros fumados
. Mini Driving Modes
. Active Guard
. HeadUp Display
. Pack interior JCW (Bancos, tejadilho, volante e manete)
. Ac bizona
. Pack luzes interiores

Oferta de GPS Mini.

34000€
 
MINI Countryman John Cooper Works - Imagens oficiais



4-cylinder turbo engine with 170 kW/231 hp and 350 Nm torque. – Efficiency-optimised all-wheel drive system ALL4 as standard. – Sports suspension with Brembo sports brake system and 18-inch light alloy wheels. – Engine, suspension and aerodynamics harmonised based on John Cooper Works racing expertise. – Sprint from zero to 100 km/h in 6.5 seconds, 0.8 seconds faster than the MINI Cooper S Countryman ALL4, maximum speed: 234 km/h.

https://www.press.bmwgroup.com/global/article/detail/T0267240EN/extremely-athletic-extremely-versatile:-the-new-mini-john-cooper-works-countryman



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Não, é um cooper D com bastantes extras, tenho aqui a lista e vou colocar alguns, os mais sonantes:

. Volante Multifunções
. PDC
. Cruise control com travagem
. Farois Full Led Adaptativos
. Farois de Nevoeiro LED
. Bluethoot avançado + usb
. Vidros fumados
. Mini Driving Modes
. Active Guard
. HeadUp Display
. Pack interior JCW (Bancos, tejadilho, volante e manete)
. Ac bizona
. Pack luzes interiores

Oferta de GPS Mini.

34000€

Para o 2.0 parece um bom preço com esse equipamento.
O GPS Mini é o quê? Um GPS tipo TomTom? Não tem o GPS integrado?
 
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