Multa A1 - 124 Km/h

Por muito que a 120 uma pessoa vá mais relaxada, é mais seguro do que ir a 180. Ah, e a esta velocidade (120) em AE, de facto não é preciso ir atento a carros à paisana nem aos sinais de radares. Velocidade de reacção (contabilizando os metros/segundo), capacidade de travagem, consequências de um embate, uma guinada para se desviar de um obstáculo (p.e. um animal) são situações muito diferentes nas 2 velocidades que mencionas. Independentemente do maior estado de alerta, não posso concordar que seja mais sensato andar a 180 do que a 120.

Não acho que é mais sensato andar a 180 do que a 120. O que quero dizer é que em autoestrada felizmente os relativamente poucos acidentes que acontecem têm mais a ver com outros factores do que o excesso de velocidade, mas o "bode expiatório" é sempre o mesmo. Dos casos que pessoalmente conheço 1 entrou a 120 numa saída e foi em frente porque se deixou dormir as 3 da manhã, e eu faço várias vezes essa saída a 120 e o carro comporta-se bem, o outro tava a mexer no ac e quando deu por isso bateu no vizinho do lado e embrulharam-se contra os separadores a cerca de 100km/h (vasco da gama em hora de ponta)

Na famosa 2 circular com controlos em ambos os sentidos. Dias de chuva intensa e sexta à tarde... matemático acidente pela certa.... a culpa? Óbvio a velocidade!!!!


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Vi agora este tópico e acho isto tão estranho que julgo faltar aqui alguma informação ou mais informação.

Assegura-me alguém bem por dentro disto que nas AE em zonas não limitadas ou não assinaladas não se aplicam infrações leves. Isto é não se consideram infrações abaixo dos 140 km/hora.
A isso chama-se "tolerância zero" e pode acontecer a todo momento que não é ilegal nos termos da lei.

Segundo averiguei junto a alguém, aqui está um exemplo:

Em 1997/1999 quando Armando Vara era Secretário do Estado da Administração Interna, implantou essa tolerância zero na EN 10 entre o Porto Alto e Pegões onde o trânsito era muito reduzido.

Havia 3 patrulhas moveis em 24 horas, rendidas no local após 8 horas e o radar funcionava aos 50 km/h dentro localidades e 90 km/h fora de localidades, ou seja, sem qualquer tolerância ou a chamada "tolerância zero"

Outras EN em todo o país também tiveram casos destes por ordem dos respectivos Governos sem ser necessário alguma Portaria do MAI.
 
Sim a N10 esteve nesse regime. As Auto estradas nunca estiveram, e tanto quanto sei não estão.
 
também me garantiram (elemento da gnr) que essas infracções "leves" passam bem, estão mais interessados no que rende a sério
 
Vi agora este tópico e acho isto tão estranho que julgo faltar aqui alguma informação ou mais informação.

Assegura-me alguém bem por dentro disto que nas AE em zonas não limitadas ou não assinaladas não se aplicam infrações leves. Isto é não se consideram infrações abaixo dos 140 km/hora.


Não há qualquer falta de informação, simplesmente aplicaram o código tal como está previsto. O auto é claro ....zona de 120 km/h e velocidade controlada 124 km/h. Se fiquei surpreendido..muito. Mas paguei e não bufei como se diz.
 
também me garantiram (elemento da gnr) que essas infracções "leves" passam bem, estão mais interessados no que rende a sério

Uma parte significativa dos utilizadores habituais da A1 utiliza as aplicações para tentar antecipar a localização dos radares quase em tempo real com partilha de informação. É normal que eles "GNR" estejam a reagir e adaptar a estratégia porque a peixe na rede vai reduzindo e 60 € x 2 rende o equivalente a uma multa grave e com um custo administrativo reduzido. Desta forma acabam por conseguir provavelmente uma maior probabilidade de cobrança sem contestação.

Imagina receber em casa o postal para levantar e ficas á espera de uma infracção grave com inibição de conduzir e no final.....são só 60 euros....pagas e arrumas o assunto.

Acho que cada vez mais na A1 as multas mais altas são obtidas pelos carros descaracterizados que mais facilmente apanham quem circula a velocidades muito elevadas.
 
Boas,

Hoje passei por um radar móvel a 80kph e estava sinalizada via 70kph não reparei no sinal só depois ter passado o radar e que vi o fim dos 70 ia na ideia que era 90kph.
No gps a velocidade real que ia era 76kph que passei o radar será que daqui a 2 meses terei um cheque-prenda?
A via é o IC1 no sentido Águas de Moura-Álcaçer do Sal no desvio que diz Zambujal.
 
Existe muita gente a andar a 130
de semana 80% a 130 e 140.
Fim de semana 8 ou 80 ou seja uns a 80/90 e pontualmente lá aparece uns nos 160.

Emigrantes ou estrangeiros F e D muitos a 180, espanhois cumprem os 120 e 130

Já não se detecta aqueles que andavam nos 190 e 210 km/h que existiam há uns anos. (aqui tb falo por mim que abusava mesmo)
 
Caro Pedro, se te multam a uns singelos 124... mais vale andar sempre a 145! Não concordas comigo? Vais pagar o mesmo e chegas mais depressa ao destino, sem o risco acrescido de adormecer no caminho...

Há muito moralista por aqui... mas a GNR está aberta a vagas!
 
Caro Pedro, se te multam a uns singelos 124... mais vale andar sempre a 145! Não concordas comigo? Vais pagar o mesmo e chegas mais depressa ao destino, sem o risco acrescido de adormecer no caminho...

Há muito moralista por aqui... mas a GNR está aberta a vagas!
Moralista não o diria, porque tem-se verificado cada vez mais na imprensa escrita e TVs muitos acidentes e com vitimas mortais, parecendo que não mas a pouco e pouco esses casos vão entrando em casa.

Sabem qual foi a % aumento de mortos nas nossas estradas 2016 e 2017 em comparação com 2014?

Eu por mim falo, há quanto tempo não ando naquelas velocidades loucas nas 3500 ou 3800 rpm? faço sim para limpar admissão nas subidas das AE uma pequena brincadeira nos 170/180 o máximo e sem trânsito, mas durante 2 ou 3 km nada mais, todo o resto CC nos 130 ou 140 no americano 2000 cm3/165 cv.
 
Sabem qual foi a % aumento de mortos nas nossas estradas 2016 e 2017 em comparação com 2014?

Lá está, quantos desses em autoestrada, e quantos desses realmente a velocidade excessiva foi o factor principal para a causa do acidente!!!!!!
 
Lá está, quantos desses em autoestrada, e quantos desses realmente a velocidade excessiva foi o factor principal para a causa do acidente!!!!!!
É óbvio meu caro que 2+2 são 4 e jamais serão 22 mas isso, só para quem está por dentro do sistema!
 
Moralista não o diria, porque tem-se verificado cada vez mais na imprensa escrita e TVs muitos acidentes e com vitimas mortais, parecendo que não mas a pouco e pouco esses casos vão entrando em casa.
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Já que é noticia só porque há sangue, podia-se aproveitar para combater as causas e evitar repetições, mas pelos vistos ainda compensa dizer que a culpa é da velocidade.

Mas ainda bem. Um colega meu teve um acidente, que até apareceu nas noticias devido à celebridade que ia no outro carro, e livrou-se de tudo graças à certeza de que o acidente foi causado por excesso de velocidade.
Foi acusado de ir em excesso de velocidade e como consequência bateu. havia provas em contrário, saiu de lá feliz e contente. Passou o stop, isso foi evidente e o próprio admitiu, mas não foi acusado disso...
A seguradora da dondoca ainda lhe pagou o carro!!!!
 
Eles só fazem isto enquanto nós deixarmos.

Um sistema caduco e que é mantido financeiramente pelo resultado do próprio trabalho, já sabe que iria culminar neste tipo de situação. Se acrescentarmos que até já contribui directamente para o orçamento geral, então não é preciso dizer muito mais. Há que facturar!!!
 
Eles só fazem isto enquanto nós deixarmos.

Um sistema caduco e que é mantido financeiramente pelo resultado do próprio trabalho, já sabe que iria culminar neste tipo de situação. Se acrescentarmos que até já contribui directamente para o orçamento geral, então não é preciso dizer muito mais. Há que facturar!!!
No entanto, se pensares que cada pessoa que morre é um contribuinte que deixa de contribuir (mais as quebras indirectas, com a mudança da vida dos familiares, etc etc), rápidamente deixa de ser rentável faturar só porque sim, e começa a ser rentável fazer alguma coisa para que essa pessoa não morra.

Até podes gastar muitos milhões, que continua a ser rentável para o país. Não é um "vale tudo", mas vale muito mais que o valor que lhe atribuimos agora.

Aplica-se a isto, aos hospitais, e muito mais.
 
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