"O cantinho das motos"-

Pois, faz bastante sentido. A maioria da malta (eu incluído) faz ao contrário, primeiro aperta a manete...


Cump.

Exato! E foi assim que acabei no chão uma vez. Deixar entrar o travão traseiro primeiro permite-te transferir menos peso para a frente, aumentando a eficácia da travagem e mantendo a mota muito mais estável.
 
Exato! E foi assim que acabei no chão uma vez. Deixar entrar o travão traseiro primeiro permite-te transferir menos peso para a frente, aumentando a eficácia da travagem e mantendo a mota muito mais estável.

Isto é muito fácil de verificar, a diferença é assustadora a altas velocidades.

Mesmo depois de começar a travagem com a frente basta fazer entrar o traseiro e parece que a traseira deixa de estar solta.
No entanto isto é em grande parte apenas "sensação" de segurança, as diferenças reais de travagem não são assim tão grandes (em motas com bons travões), simplesmente para o cidadão comum vai sentir a mota muito mais estável em vez de estar quase em versão monociclo
 
Também depende da mota. No meu caso, por norma só uso o travão frontal, excepto em cruzamentos onde o traseiro serve para equilibrar a coisa.

Mas se quiser travar mais a sério uso sempre os dois e quase em igual medida, isto porque o peso e a sua distribuição o permitem[;)]

O dual cbs tem principio semelhante. Quando tive a pcx sentia muito isso e de inicio até atrapalhava nas tais situações onde dá jeito para equilibrar a mota usar apenas o travão de trás...


Cump.
 
Isto é muito fácil de verificar, a diferença é assustadora a altas velocidades.

Mesmo depois de começar a travagem com a frente basta fazer entrar o traseiro e parece que a traseira deixa de estar solta.
No entanto isto é em grande parte apenas "sensação" de segurança, as diferenças reais de travagem não são assim tão grandes (em motas com bons travões), simplesmente para o cidadão comum vai sentir a mota muito mais estável em vez de estar quase em versão monociclo

A diferença brutal é mesmo fazer entrar o traseiro antes. Assim, a mota não faz tanta transferência de massa para a frente, otimizando a potência de travagem à frente e, por consequência, também atrás e diminui bastante a probabilidade de a traseira começar a patinar e a dançar.
 


Nada de novo........todas as recomendações que mencionou utilizo desde de sempre.

Eu pessoalmente, quando tive motas desportivas, (hoje tenho uma maxi-trail) nunca utilizei a técnica que o LuisMiguel mencionou.

Embraiagem só para parar. Em travagem, sempre utilizei, motor/redução, travão da frente auxiliado com o de trás. Apesar das motas que tive terem CBS, utilizava sempre o travão de trás como se não tivessem CBS, o que resulta num equilíbrio de travagem nos dois eixos.

Mesmo que seja recomendado a técnica do LUisMiguel, nunca a irei utilizar, porque estou muito mais confortável com aquilo que estou habituado.

Aliás, até sou da opinião que ao carregar na embraiagem a fundo, ficando a roda traseira em "roda-livre" vai contribuir para esta bloquear mais facilmente.

Reduzindo e com o motor em alta dificilmente a roda traseira bloqueia com a utilização do travão de trás.

Há anos vendi uma mota (Susuki 750) a um conhecido que estava a começar a andar de mota, logo algo inexperiente. Na travagem para uma curva, bloqueou a roda traseira, batei num muro, e foi a ultima coisa que fez.
 
Exato! E foi assim que acabei no chão uma vez. Deixar entrar o travão traseiro primeiro permite-te transferir menos peso para a frente, aumentando a eficácia da travagem e mantendo a mota muito mais estável.

Apertar primeiro a manete não faz ninguém cair, temos é de a saber apertar de uma forma progressiva e firme.
O que faz a moto cair é quando trancamos a manete, ao fazer isto o travão bloqueia de imediato a roda.
 
Fazia muito isso em terra. Permitia ter a traseira muito mais colada ao chão e sem tendência para ressaltar o que por sua vez permitia travar com maior confiança à frente.
Na k raramente uso o de trás porque as vantagens são menores uma vez que a manete aciona também o de trás e o sistema de suspensão não tem tanta tendência a afundar (que é a principal fonte de desequilibro na travagem). Na vespa também não embora a vantagem seja maior não tanto como numa mota "normal" uma vez que a distribuição de peso assenta mais na traseira naturalmente contraria o afundamento.
Mas uma travagem correcta começa sempre pela traseira sim senhor.
 
Um pedido ajuda para os mais entendidos:
Tenho uma Yamaha FZ600 de 2006. Quero meter uma topcase para 2 capacetes. Ja comprei uma Givi V46. Agora preciso dos suportes Givi 351fz e da base Givi M7. Estou certo?
 
Nada de novo........todas as recomendações que mencionou utilizo desde de sempre.

Eu pessoalmente, quando tive motas desportivas, (hoje tenho uma maxi-trail) nunca utilizei a técnica que o LuisMiguel mencionou.

Embraiagem só para parar. Em travagem, sempre utilizei, motor/redução, travão da frente auxiliado com o de trás. Apesar das motas que tive terem CBS, utilizava sempre o travão de trás como se não tivessem CBS, o que resulta num equilíbrio de travagem nos dois eixos.

Mesmo que seja recomendado a técnica do LUisMiguel, nunca a irei utilizar, porque estou muito mais confortável com aquilo que estou habituado.

Aliás, até sou da opinião que ao carregar na embraiagem a fundo, ficando a roda traseira em "roda-livre" vai contribuir para esta bloquear mais facilmente.

Reduzindo e com o motor em alta dificilmente a roda traseira bloqueia com a utilização do travão de trás.

Há anos vendi uma mota (Susuki 750) a um conhecido que estava a começar a andar de mota, logo algo inexperiente. Na travagem para uma curva, bloqueou a roda traseira, batei num muro, e foi a ultima coisa que fez.

É tudo muito bonito quando se tem tempo para o fazer.
Acho impensável travar só com o da frente, mas quando aparece uma situação inesperada, o que normalmente acontece é pressionar a manete da frente com mais força que o habitual, levando a que a direcção torça, com a consequente queda.
 
Neste video metem sempre embraiagem a fundo.
Da pior travagem para a melhor a ordem é a seguinte: Só traseira a fundo-só traseira progressiva- só da frente progressiva- ambas progressivas
Contra as leis da física não argumento

 
A minha Virago está quase a fazer 23 anos. Entretanto surgiu a possibilidade de a trocar por uma mais potente mas também mais antiga, uma cb650 nighthawk, visto que o senhor já está com uma certa idade e quer uma coisa mais soft. Mas custa tanto separar-me desta... Se pudesse ficava era com as duas.
virago1.jpg
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É tudo muito bonito quando se tem tempo para o fazer.
Acho impensável travar só com o da frente, mas quando aparece uma situação inesperada, o que normalmente acontece é pressionar a manete da frente com mais força que o habitual, levando a que a direcção torça, com a consequente queda.

Por acaso já bloqueei a roda da frente em travagens de emergência e não cheguei a cair, e em duas situações foi em curva ligeira.

O que é preciso é ter a sensibilidade de aliviar a pressão na manete quando isso acontece, na medida exata e sem perder intensidade de travagem...a quer for possível.

Se não chegar assim, bloqueando a roda é que não chega mesmo.

A mesma coisa acontece num carro sem abs (hoje já há poucos ou nenhuns ), em que os pneus cantam mas não bloqueiam, ou bloqueiam intermitentemente, e se conseguires travar assim, travas em menos espaço do que com um bom ABS.

Eu não gosto de ABS, e travo sempre como não o tivesse, (preferia não o ter, há uns anos até cheguei a desligar num carro que tive).

Eu sei que é errado, mas alivio sempre a pressão quando sinto o ABS a atuar.....confio mais no meu pé do que no sistema, e estou convicto que não perco muito em distancias de travagem.
 
Sou um completo noob em motas...porque razão se deve usar a manete da embraiagem quando se trava? Qual a vantagem?


Estamos a falar de uma travagem imediata ou de emergência. A vantagem em usar a embraiagem é evitar que a moto fique a "soluçar" até desligar evitando assim perda de equlibrio
 
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