O que é uma boa poupança?

Falaste aqui e bem, num dos maiores efeitos negativos sobre o património, os divórcios[:)]


Divórcios e impostos... os maiores destruidores de riqueza jamais inventados...

Receita para a riqueza e felicidade:

1) Não casar
2) Não viver em regimes de esquerda


Tão simples [:)][:)]
 
Podem sempre casar com separação de bens.(pelo menos atenua o impacto do divorcio)

Por cá 2021 foi de longe o melhor de sempre em termos de poupança e 2020 já tinha sido bom. A pandemia ajudou bastante, menos gastos em ócio (viagens, jantares) e ajudou nas receitas, mais trabalho. E foi isso que permitiu investir algum dinheiro com risco sem qualquer preocupação. Em todo o caso quando ouço falar em milhões penso logo que devo estar num mundo paralelo.
 
Não conheço números, mas portugueses com património acima de 1M, devem ser bem menos de 200k.

São muitos mais que 200k, a avaliação de património tem em conta o valor atribuído pelas finanças e não o valor real de mercado que na grande maioria dos casos é várias vezes superior ao vpt.

Com a subida drástica do valor dos imóveis a riqueza pessoal da população em geral aumentou bastante.
 
Sobre o tema poupanças, por aqui também foi o melhor ano de sempre com > 50% num só ano. Estou agora a comprar a minha segunda casa e se tudo correr bem não sei se não compro uma terceira daqui a uns 3/4 anos. (este plano ainda está em estudo)

Em relação a tema divórcios, tal como já disse no tópico dos divórcios não me apanham mais nesse barco. Já passei por lá uma vez e não foi agradável ver 50% do património voar quando tinha sido eu a contribuir maioritariamente. Contrato é contrato portanto não bufei agora cair nesse erro outra vez... não!

Até porque agora é diferente, se quando casei eu e a outra parte tínhamos, cada um, um património muito baixo o que significa que o construímos juntos, agora é diferente porque juntei-me a outra pessoa e já tenho algum património. Portanto é um erro gigante, caso a relação corra mal, entregar de bandeja património que a outra pessoa não ajudou a construir.

Recomendação que dou a toda a gente é continhas separadas e se casarem: escolham separação de bens!

Sei muito bem que há muita gente que discorda mas quando passam por elas passam logo a concordar. Agora em jeito de brincadeira, lembro-me do caso mais típico dos jogadores de futebol que dividem a sua riqueza 1 vez, 2 vezes, 3 vezes... [:D]
 
Sobre o tema poupanças, por aqui também foi o melhor ano de sempre com > 50% num só ano. Estou agora a comprar a minha segunda casa e se tudo correr bem não sei se não compro uma terceira daqui a uns 3/4 anos. (este plano ainda está em estudo)

Em relação a tema divórcios, tal como já disse no tópico dos divórcios não me apanham mais nesse barco. Já passei por lá uma vez e não foi agradável ver 50% do património voar quando tinha sido eu a contribuir maioritariamente. Contrato é contrato portanto não bufei agora cair nesse erro outra vez... não!

Até porque agora é diferente, se quando casei eu e a outra parte tínhamos, cada um, um património muito baixo o que significa que o construímos juntos, agora é diferente porque juntei-me a outra pessoa e já tenho algum património. Portanto é um erro gigante, caso a relação corra mal, entregar de bandeja património que a outra pessoa não ajudou a construir.

Recomendação que dou a toda a gente é continhas separadas e se casarem: escolham separação de bens!

Sei muito bem que há muita gente que discorda mas quando passam por elas passam logo a concordar. Agora em jeito de brincadeira, lembro-me do caso mais típico dos jogadores de futebol que dividem a sua riqueza 1 vez, 2 vezes, 3 vezes... [:D]

Se entraste na relação já com património ninguém te obriga a partilhar esse património caso as coisas corram mal. A não ser que casasses em comunhão de bens. O regime adoptado por “defeito” é o de comunhão de adquiridos.
 
Se entraste na relação já com património ninguém te obriga a partilhar esse património caso as coisas corram mal. A não ser que casasses em comunhão de bens. O regime adoptado por “defeito” é o de comunhão de adquiridos.

Tens toda a razão mas queria realçar que já não faço misturas de património à exceção da compra de um imóvel. De resto, poupanças/investimentos, é tudo separado.
 
Se entraste na relação já com património ninguém te obriga a partilhar esse património caso as coisas corram mal. A não ser que casasses em comunhão de bens. O regime adoptado por “defeito” é o de comunhão de adquiridos.
Muito bonito na teoria, mas uns anos depois, caso exista um divórcio, como consegues provar o património que tinhas antes e o que foi acrescentado que passa a ser dos dois? Outro exemplo: imagina que fazes obras numa casa que já era tua em comunhão de adquiridos.....ou que constróis uma casa num terreno já teu....como é? ou que tens filhos menores com essa pessoa......ou.....ou......
 
Muito bonito na teoria, mas uns anos depois, caso exista um divórcio, como consegues provar o património que tinhas antes e o que foi acrescentado que passa a ser dos dois? Outro exemplo: imagina que fazes obras numa casa que já era tua em comunhão de adquiridos.....ou que constróis uma casa num terreno já teu....como é? ou que tens filhos menores com essa pessoa......ou.....ou......

Para isso existem tribunais.
 
Para isso existem tribunais.

Que devem estar cheios...

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Não estou a perceber esse gráfico.
Isso quer dizer que todos os casamy de 2020 acabaram em divórcio?[:)]

Em 2020 houve menos casamentos, logo o numero de divorcios que aconteceram no ano de 2020 em relação ao numero de casamentos que ocorreram em 2020 aumentou em %.
Os divorcios neste mapa não quer dizer que sejam de casamentos desse ano.
É uma relação entre o numero de casamentos e o numero de divorcios que existem em cada ano.
 
Não estou a perceber esse gráfico.
Isso quer dizer que todos os casamy de 2020 acabaram em divórcio?[:)]

Não, sobraram 8% [:D]

Acho que é o rácio de casamentos no ano / divórcios no ano (que tanto pode ser de malta casada em 2020 como em 1970).

Como com as restrições os casamentos baixaram, e a malta confinada fartou-se de aturar o outro, é fácil de ver a subida.
 
Em 2020 houve menos casamentos, logo o numero de divorcios que aconteceram no ano de 2020 em relação ao numero de casamentos que ocorreram em 2020 aumentou em %.
Os divorcios neste mapa não quer dizer que sejam de casamentos desse ano.
É uma relação entre o numero de casamentos e o numero de divorcios que existem em cada ano.

Ou seja, nada diz [:D]

Esses 90% de divórcios em 2020 pode até ser menos que os 60% de 2019... aí até aliviou os tribunais! [:D]
 
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