Os recém convertidos

Confirma-se.
Problemas de português.
Ele referia-se à atitude, e não ao carro.
Não é o carro que é de pobre. É a atitude, que é de pobre.

Mas porque dás tempo de antena a quem já está farto de demonstrar uma inequívoca e preocupante falta de educação? (E claro, lacunas sérias de compreensão de textos, mas isso são outras cantigas...)
 
Já vi que sim... foste para longe...
Eu ando às voltas com IIA... esta semana já fiz uma directa e outras duas noites só dormi
4 horas. Estou para aqui a dormir em pé. [:D]

Neste semestre ficaria satisfeito se conseguisse fazer Análise de Sistemas... Ou não tenho pedalada para isto ou ainda não consegui entrar na engrenagem :sh)
 
Confirma-se... o problema é com a língua portuguesa... e com a Matemática.
Repito:
Não tem NADA que ver com possuidores de computadores APPLE.
Tem a ver com PESSOAS, que por acaso fazem PARTE (e não o TODO) daqueles que têm
um APPLE.

Em Matemática:
A implicação não deve ser confundida com a equivalência.
Ou seja:
Ser zelota implica ter um APPLE.
Ser zelota não equivale a ter um APPLE.
Porque ter um APPLE não implica ser zelota.

Isto é Matemática do liceu.

Vamos lá ao texto original perceber quem não fez a 4ª classe....

O autor diz:
"Não há nada pior do que um recém convertido à religião da Apple e do seu Deus, Steve Jobs."

Eu questiono:
Como é que se entra nesta "religião" sem adquirir um produto/serviço Apple? Através de um cartão de sócio? Indo à missa todos os domingo?

Caso contrário, e sem experiência própria pode-se cair no ridículo de dizer disparates. Tu mesmo defendes isso, que não se sabendo com quem está a falar, se deve ser prudente nas palavras.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra o Steve Jobs"

Eu questiono:
Ainda agora disse que ele lidera uma religião de fanáticos e na linha seguinte são amigos?
Começo a ficar confuso....

- O autor diz:
"É um génio de marketing (mais do que tecnológico) que há muito tempo admiro"

Eu questiono:
Afinal admira o gajo, só não suporta mesmo o facto de liderar uma seita de fanáticos. Será que também se dá assim de abraço com o Bin Laden?

- O autor diz:
"Tenho uma NeXT em casa. Acho que isso diz tudo."

Eu Questiono:
Realmente não vou dar mais ouvidos ao Steve Jobs e vou-te apoiar na criação da tua própria seita religiosa. Isto é como mudar de cuecas.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra a Apple"

Eu Questiono:
Realmente é só pena promoverem a uma seita de fanáticos. De resto até são porreiros.

- O Autor diz:
"O que me chateia são os recém convertidos à "religião" do Macintosh."

Eu questiono:
Realmente que direito é que este gajos têm de possuir um Apple? Isso é para gente de barba rija e da velha guarda. Estes putos precisam é de uma Playstation 3 que no meu tempo as cassetes do Spectrum demoravam uma eternidade a carregar. Putos mimados e mal habituados.

- O autor diz:
"Durante anos não se via um Mac numa faculdade. "Por questões de compatibilidade", diziam.

Eu questiono:
É realmente obrigatório? As questões de compatibilidade desapareceram todas?

- O autor diz:
"E agora é ver a proliferação de Macs nas Universidades."

Eu questiono:
Se não é preciso possuir um para entrar no estereotipo o que é que isto quer dizer? Oferecem-nos? Andam assim a pairar pelo ar como moscas?

- O autor diz:
"Depois há os convertidos tecnológicos."

Eu questiono:
Estes também são convertidos mas só lhe falta dar mesmo o passo final, comprar o mac.

- O autor diz:
Diz-me um no outro dia: "não sabes o que é bom".

Eu questiono:
Este diz que é bom sem ter um mac. Se esse mesmo lhe disser que o restaurante da esquina é bom, é sinal que o quer envenenar. Há que ter muito cuidado com estas pessoas.

- O autor diz:
"Ainda piores são os convertidos tecnológicos que sabem bastante mais do que os utilizadores normais. Programadores, administradores de sistemas, etc."

Eu questiono:
Essa raça de gente é do piorio. Foge deles como o diabo da cruz.

- O autor diz:
" A Apple é ainda mais proprietária, mais abusadora e os Macs computadores mais fechados. "

Eu questiono:
Fartei-me de ser chicoteado pela Apple. São mesmo maus. Obrigaram-me a gastar o meu "pé de meia" todo na Apple Store. Isso não se faz....

- O autor diz:
"Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status..."

Eu questiono:
Realmente isto de estereotipo e de generalista não tem rigorosamente nada.

- O autor diz:
"Não uso - uso Linux, já não sei como isso funciona"

Eu questiono:
O que fizeste à NeXT? Desististe? Agora que eu vendi os meus Macs todos para me juntar a ti?
 
Não faz nada de especial...

Não há nada que exista no Linux, e não exista no Windows ou no Mac, por exemplo...

Esses supercomputadores, usam sim, Linux, mas nada a ver com o Linux de um computador normal, além disso, são desenvolvidos para multi-utilizador, extremamente multi-tarefa, blá blá blá... coisa que não tem nada a ver com um computador pessoal...

Ainda por cima, o OSX é para correr em mac's, achas que a Apple quer saber desse mercado?





Não percebo porque te ris tanto...

"Rapaz", pouco li do tópico e já mostras que para berrar, sabes, mas fundações, não tens muitas:



Sabes o que quer dizer UNIX-like?

A única coisa que o Mac OS X e o Linux tem em comum, são as API's, que por sua vez, têm em comum com outros sistemas operativos, nomeadamente:

A/UX
AIX
BSD/OS
DSPnano
HP-UX
INTEGRITY
IRIX
LynxOS
Mac OS X
MINIX
MPE/iX
QNX
RTEMS (POSIX 1003.13-2003 Profile 52)
Solaris
Tru64
Unison RTOS
UnixWare
velOSity
VxWorks

e em parte com outros, nomeadamente:

BeOS / Haiku
FreeBSD
Linux (most distributions — see Linux Standard Base)
Contiki
NetBSD
Nucleus RTOS
OpenBSD
OpenSolaris
PikeOS RTOS for embedded systems with optional PSE51 and PSE52 partitions; see partition (mainframe)
RTEMS – POSIX API support designed to IEEE Std. 1003.13-2003 PSE52
Sanos
SkyOS
Syllable
VSTa

(isto segundo a wikipédia).

O OSX é um UNIX-Like, porque a sua organização externa é inspirada no trabalho da AT&T, com o UNIX, e pela API que é 100% compatível com a norma POSIX, á qual, o Linux, coitadinho [:D], não é 100% compatível.

Ou seja, para um programador, a programar aplicações de utilizador, tanto vale, seja Linux, ou OSX (sendo que este tem umas API's muito boas, i.e. Cocoa), e mesmo assim, é preciso ser um bom programador para "saber disto", não um macaco agarrado a um teclado, como a maior parte.

E as igualdades acabam aqui.

O OSX é um s.o. baseado numa microkernel, ou seja, é tudo modular, o Linux tem por base um desenho de SO paleolítico pensado para os computadores dos anos 90's...

Como se não bastasse, tens aquilo que tu, como utilizador Microsoft/GNU, nunca tiveste a oportunidade de experimentar, as API's de sistema, que asseguram uma qualidade consistente em todas as aplicações...


PS: usa menos smiles, senão dá nisto:








Pronto, tinham de vir com essa...

É raro o portátil que dá a 100% com OSX, e mesmo o PC de secretária, se conseguires ter tudo com 100% de compatibilidade, com as últimas versões, é uma questão de sorte...

É uma ideia de hacker, e não serve para quem usa o computador como ferramenta, e não como um hobbie...

Normalmente, quem sabe de um dado assunto, percebe facilmente quando alguém não
percebe nada, mas pensa que percebe. É o caso.

Trabalho profissionalmente em desenvolvimento de software há quase 25 anos.
E antes disso na universidade. E ainda antes disso. Há 30 anos que ando nisto.
E durante todo este tempo já tive a oportunidade de usar (e abusar) de UNIX-likes dos mais
variados. Desde UNIX da NCR, XENIX, SCO UNIX, HP/UX, AIX, várias distros de LINUX, e
mais umas quantas que já nem me lembro. E utilização a sério, e programação também.
Com POSIX e tudo. Desde threads, semáforos, pipes, shared memory, etc. You name it.

Até houve uma vez, em 1989, uma cena engraçada numa formação que eu estava a
frequentar. O formador diz:
«(...) o problema é que eu para vos mostrar isto a funcionar necessitava de acesso root, e
não me deram a password. Vou ver se consigo saber.
»
Passados uns minutos volta com o responsável pela formação, que também não sabia a
password. Fez umas quantas tentativas, e desistiu. Nisto eu digo:
«Eu não sei qual é a password da root. Mas se quiserem posso mudar a password.»
Reacções:
O formador riu... pensava que era uma piada.
O responsável, que já me conhecia, ficou atónito. Sabia que eu estava a falar a sério.
E lá mudei a password da root.
 
Trabalho profissionalmente em desenvolvimento de software há quase 25 anos.
E antes disso na universidade. E ainda antes disso. Há 30 anos que ando nisto.
E durante todo este tempo já tive a oportunidade de usar (e abusar) de UNIX-likes dos mais
variados. Desde UNIX da NCR, XENIX, SCO UNIX, HP/UX, AIX, várias distros de LINUX, e
mais umas quantas que já nem me lembro. E utilização a sério, e programação também.
Com POSIX e tudo. Desde threads, semáforos, pipes, shared memory, etc. You name it.

Esqueceste-te de ressalvar que isso de gabanço não tem nada.

Até houve uma vez, em 1989, uma cena engraçada numa formação que eu estava a
frequentar. O formador diz:
«(...) o problema é que eu para vos mostrar isto a funcionar necessitava de acesso root, e
não me deram a password. Vou ver se consigo saber.
»
Passados uns minutos volta com o responsável pela formação, que também não sabia a
password. Fez umas quantas tentativas, e desistiu. Nisto eu digo:
«Eu não sei qual é a password da root. Mas se quiserem posso mudar a password.»
Reacções:
O formador riu... pensava que era uma piada.
O responsável, que já me conhecia, ficou atónito. Sabia que eu estava a falar a sério.
E lá mudei a password da root.

O formador andava a ler um livro escrito por ti, mas ainda ia a meio. Isto de gabanço também não tem rigorosamente nada.

Um post em torno do "EU" realmente não tem nada de gabanço e egocentrismo.
 
Vamos lá ao texto original perceber quem não fez a 4ª classe....

O autor diz:
"Não há nada pior do que um recém convertido à religião da Apple e do seu Deus, Steve Jobs."

Eu questiono:
Como é que se entra nesta "religião" sem adquirir um produto/serviço Apple? Através de um cartão de sócio? Indo à missa todos os domingo?

Caso contrário, e sem experiência própria pode-se cair no ridículo de dizer disparates. Tu mesmo defendes isso, que não se sabendo com quem está a falar, se deve ser prudente nas palavras.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra o Steve Jobs"

Eu questiono:
Ainda agora disse que ele lidera uma religião de fanáticos e na linha seguinte são amigos?
Começo a ficar confuso....

- O autor diz:
"É um génio de marketing (mais do que tecnológico) que há muito tempo admiro"

Eu questiono:
Afinal admira o gajo, só não suporta mesmo o facto de liderar uma seita de fanáticos. Será que também se dá assim de abraço com o Bin Laden?

- O autor diz:
"Tenho uma NeXT em casa. Acho que isso diz tudo."

Eu Questiono:
Realmente não vou dar mais ouvidos ao Steve Jobs e vou-te apoiar na criação da tua própria seita religiosa. Isto é como mudar de cuecas.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra a Apple"

Eu Questiono:
Realmente é só pena promoverem a uma seita de fanáticos. De resto até são porreiros.

- O Autor diz:
"O que me chateia são os recém convertidos à "religião" do Macintosh."

Eu questiono:
Realmente que direito é que este gajos têm de possuir um Apple? Isso é para gente de barba rija e da velha guarda. Estes putos precisam é de uma Playstation 3 que no meu tempo as cassetes do Spectrum demoravam uma eternidade a carregar. Putos mimados e mal habituados.

- O autor diz:
"Durante anos não se via um Mac numa faculdade. "Por questões de compatibilidade", diziam.

Eu questiono:
É realmente obrigatório? As questões de compatibilidade desapareceram todas?

- O autor diz:
"E agora é ver a proliferação de Macs nas Universidades."

Eu questiono:
Se não é preciso possuir um para entrar no estereotipo o que é que isto quer dizer? Oferecem-nos? Andam assim a pairar pelo ar como moscas?

- O autor diz:
"Depois há os convertidos tecnológicos."

Eu questiono:
Estes também são convertidos mas só lhe falta dar mesmo o passo final, comprar o mac.

- O autor diz:
Diz-me um no outro dia: "não sabes o que é bom".

Eu questiono:
Este diz que é bom sem ter um mac. Se esse mesmo lhe disser que o restaurante da esquina é bom, é sinal que o quer envenenar. Há que ter muito cuidado com estas pessoas.

- O autor diz:
"Ainda piores são os convertidos tecnológicos que sabem bastante mais do que os utilizadores normais. Programadores, administradores de sistemas, etc."

Eu questiono:
Essa raça de gente é do piorio. Foge deles como o diabo da cruz.

- O autor diz:
" A Apple é ainda mais proprietária, mais abusadora e os Macs computadores mais fechados. "

Eu questiono:
Fartei-me de ser chicoteado pela Apple. São mesmo maus. Obrigaram-me a gastar o meu "pé de meia" todo na Apple Store. Isso não se faz....

- O autor diz:
"Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status..."

Eu questiono:
Realmente isto de estereotipo e de generalista não tem rigorosamente nada.

- O autor diz:
"Não uso - uso Linux, já não sei como isso funciona"

Eu questiono:
O que fizeste à NeXT? Desististe? Agora que eu vendi os meus Macs todos para me juntar a ti?

Realmente... GRAVES problemas de interpretação de textos.
Vou pegar num exemplo:
«(...) Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status... (...)»

Será assim tão difícil de perceber que essa era uma das desculpas que os tais zelotas davam
ANTES de terem aderido à moda da APPLE?!

Realmente... problemas GRAVES de interpretação de textos. Muito graves. Mesmo.
 
Esqueceste-te de ressalvar que isso de gabanço não tem nada.



O formador andava a ler um livro escrito por ti, mas ainda ia a meio. Isto de gabanço também não tem rigorosamente nada.

Um post em torno do "EU" realmente não tem nada de gabanço e egocentrismo.

Respondo com uma citação:

«Eu até agora limitei-me a gabar os meus produtos Apple... Se adivinhares quantos são prometo que te ofereço um rebuçado.

E se adivinhares o modelo do meu BMW tens direito a um chupa-chupa.
»
 
Mas porque dás tempo de antena a quem já está farto de demonstrar uma inequívoca e preocupante falta de educação? (E claro, lacunas sérias de compreensão de textos, mas isso são outras cantigas...)

Estou a descomprimir... [;)]
Apenas seria preocupante se estivesse a levar a sério.
[:)]
 
Realmente... GRAVES problemas de interpretação de textos.
Vou pegar num exemplo:
«(...) Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status... (...)»

Será assim tão difícil de perceber que essa era uma das desculpas que os tais zelotas davam
ANTES de terem aderido à moda da APPLE?!

Realmente... problemas GRAVES de interpretação de textos. Muito graves. Mesmo.

Levantei 13 questões no texto original e limitas-te a comentar 1?

Eu se não responder a isso dou-te um glorioso 12-1

Realmente é do mais asqueroso que existe deixar de lado preconceitos. Ainda bem que a Apple recusa a venda dos seus produtos a gays. Não consigo viver na ideia que um gay possa usar um Apple igual ao meu.

Estamos em 2011, acorda para a vida.....
 
Respondo com uma citação:

«Eu até agora limitei-me a gabar os meus produtos Apple... Se adivinhares quantos são prometo que te ofereço um rebuçado.

E se adivinhares o modelo do meu BMW tens direito a um chupa-chupa.
»

Vá lá, ainda não descobriste quantos são? Dou-te uma pista. Mais que 0 e menos de 99.


Sem querer dar-te uma lição de português:
A ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos.
 
Última edição:
Vá lá, ainda não descobriste quantos são? Dou-te uma pista. Mais que 0 e menos de 99.


Sem querer dar-te uma lição de português:
A ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos.

O problema da ironia é quando se pensa que se é o único a usá-la.
 
O problema da ironia é quando se pensa que se é o único a usá-la.

Sem dúvida alguma. Então quando mete conversa de "cabeleireiro" com um amigo de longa data no meio do tópico...

Temos de ir comer uma bifana juntos enquanto me contas mais histórias tuas.

Eu pago a bifana, já que sou o gajo pobre que tem uma garagem cheia de BMWs e uma colecção de Macs. [;)]
 
Vamos lá ao texto original perceber quem não fez a 4ª classe....

O autor diz:
"Não há nada pior do que um recém convertido à religião da Apple e do seu Deus, Steve Jobs."

Eu questiono:
Como é que se entra nesta "religião" sem adquirir um produto/serviço Apple? Através de um cartão de sócio? Indo à missa todos os domingo?

Caso contrário, e sem experiência própria pode-se cair no ridículo de dizer disparates. Tu mesmo defendes isso, que não se sabendo com quem está a falar, se deve ser prudente nas palavras.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra o Steve Jobs"

Eu questiono:
Ainda agora disse que ele lidera uma religião de fanáticos e na linha seguinte são amigos?
Começo a ficar confuso....

- O autor diz:
"É um génio de marketing (mais do que tecnológico) que há muito tempo admiro"

Eu questiono:
Afinal admira o gajo, só não suporta mesmo o facto de liderar uma seita de fanáticos. Será que também se dá assim de abraço com o Bin Laden?

- O autor diz:
"Tenho uma NeXT em casa. Acho que isso diz tudo."

Eu Questiono:
Realmente não vou dar mais ouvidos ao Steve Jobs e vou-te apoiar na criação da tua própria seita religiosa. Isto é como mudar de cuecas.

- O autor diz:
"Não tenho rigorosamente nada contra a Apple"

Eu Questiono:
Realmente é só pena promoverem a uma seita de fanáticos. De resto até são porreiros.

- O Autor diz:
"O que me chateia são os recém convertidos à "religião" do Macintosh."

Eu questiono:
Realmente que direito é que este gajos têm de possuir um Apple? Isso é para gente de barba rija e da velha guarda. Estes putos precisam é de uma Playstation 3 que no meu tempo as cassetes do Spectrum demoravam uma eternidade a carregar. Putos mimados e mal habituados.

- O autor diz:
"Durante anos não se via um Mac numa faculdade. "Por questões de compatibilidade", diziam.

Eu questiono:
É realmente obrigatório? As questões de compatibilidade desapareceram todas?

- O autor diz:
"E agora é ver a proliferação de Macs nas Universidades."

Eu questiono:
Se não é preciso possuir um para entrar no estereotipo o que é que isto quer dizer? Oferecem-nos? Andam assim a pairar pelo ar como moscas?

- O autor diz:
"Depois há os convertidos tecnológicos."

Eu questiono:
Estes também são convertidos mas só lhe falta dar mesmo o passo final, comprar o mac.

- O autor diz:
Diz-me um no outro dia: "não sabes o que é bom".

Eu questiono:
Este diz que é bom sem ter um mac. Se esse mesmo lhe disser que o restaurante da esquina é bom, é sinal que o quer envenenar. Há que ter muito cuidado com estas pessoas.

- O autor diz:
"Ainda piores são os convertidos tecnológicos que sabem bastante mais do que os utilizadores normais. Programadores, administradores de sistemas, etc."

Eu questiono:
Essa raça de gente é do piorio. Foge deles como o diabo da cruz.

- O autor diz:
" A Apple é ainda mais proprietária, mais abusadora e os Macs computadores mais fechados. "

Eu questiono:
Fartei-me de ser chicoteado pela Apple. São mesmo maus. Obrigaram-me a gastar o meu "pé de meia" todo na Apple Store. Isso não se faz....

- O autor diz:
"Durante anos, o Mac era para os designers, para as meninas e para os básicos. Mas agora já serve. Está na moda. Dá status..."

Eu questiono:
Realmente isto de estereotipo e de generalista não tem rigorosamente nada.

- O autor diz:
"Não uso - uso Linux, já não sei como isso funciona"

Eu questiono:
O que fizeste à NeXT? Desististe? Agora que eu vendi os meus Macs todos para me juntar a ti?

Uma pessoa janta, bebe uns copos, volta, e isto continua no mesmo tom!
Mas este bróculo de burro não tem nada. Dissecou o artigo de forma impecável e até detectou uma contradição factual. Só é pena é ser mal educado.
Bróculo, com um pouco de bom senso e mais respeito pelos teus interlocutores eras gajo para conseguir fazer ouvir as tuas opiniões. Assim, não vais a lado nenhum.
 
Uma pessoa janta, bebe uns copos, volta, e isto continua no mesmo tom!
Mas este bróculo de burro não tem nada. Dissecou o artigo de forma impecável e até detectou uma contradição factual. Só é pena é ser mal educado.
Bróculo, com um pouco de bom senso e mais respeito pelos teus interlocutores eras gajo para conseguir fazer ouvir as tuas opiniões. Assim, não vais a lado nenhum.

Agradeço o elogio e nem imaginas o gozo que me deu escrever. Não gosto de me exaltar, e acredita que tenho sido contido face a certos provocadores que aqui aparecem desprovidos de argumentos e cheios de ódio.

Começam por atacar antes sequer de serem ameaçados e a seguir alegam legítima defesa. Isso não vale.

E fico deveras chocado com a publicação de um artigo destes numa revista de "pestígio".
 
Pessoalmente gostava de vêr a NeXT!!!


Curiosamente hoje tive numa empresa em que têem só Imac's de 24"... a correr Windows 7 de 64bit! [:p][:p][:p] Achei o mighty mouse interessante, mas continuo a preferir o "touch and feel" do meu velhinho Razor Diamond Back...

Quanto ao resto, está a sêr giro lêr isto... [;)][;)]
 
@broculo

Perdoa-me, mas agora não restam mesmo dúvidas que há um problema de compreensão escrita. Queres que escreva em inglês, francês ou alemão? Não garanto que fique perfeito nesta última, mas posso tentar.

Até que enfim que leste o tópico desde o início e acordaste. Mas continuo a não perceber a discriminação, que neste caso até parece positiva "utilizador legítimo". Para mim todos os utilizadores são legítimos. Em que critérios assentas a legitimidade para de um utilizador? Pelos vistos ainda continuas a ser presunçoso.
Já o foste anteriormente comigo sem me conheceres a partiste de um pressuposto errado.

Não é "até que enfim concordei". Concordei desde o início e nunca disse o contrário. És claramente um user com larga experiência em Apple, portanto, não tenho necessidade nenhuma de contrariar isso. Os critérios são bastante gerais: todos aqueles que compram um produto porque gostam/querem, sem sobrancerias ridículas (já plenamente faladas no artigo e durante o tópico).

O autor do texto em momento algum assenta o pressuposto em anos de experiência Apple, logo torna-se vago.

Errado. Penso que não será necessário citar a entrada de "recém" do Priberam.


Leste o 1º post e saltaste para a última página. Há várias pessoas a estereotipar o Apple user ou fan boy, ou o que quiseres chamar. Mais uma vez aconselho-te a reler o tópico desde o início.

Podem haver outros estereotipos. Nunca disse que concordava com eles. Desde o início que me limitei a comentar conteúdo do 1º post (a maior parte deste tópico é offtopic, portanto é natural que aches que "saltei para a última página" - não estou interessado em discutir quem inventou a ou b ou fez melhor que c)


Eu já te disse que não enfio a carapuça, mas isso não faz com que tenha de concordar com o que escreve. Disse e volto a repetir que o texto é de mau gosto e demasiado baixo. O texto que até podia ser dirigido a um nicho de utilizadores, meteu no mesmo saco uma carrada que não se encaixam nesse estereotipo. Conheço algumas pessoas que usam produtos Apple e nenhum se encaixa nesse estereotipo. Da mesma forma que não conheço gabarolas dos BMW ou Audi. Em ambos os casos sei que existem, porque há sempre o primo do amigo do vizinho que conhece um.

Não concordo que o autor do artigo tenha colocado uma carrada de users Mac no estereotipo. Continuo a reiterar que parece-me bastante óbvio a quem ele se dirige.

A tua restante consideração aqui é totalmente verdadeira, existem inúmeras pessoas que utilizam os seus produtos/opções porque gostam e não andam com gabarolices ridículas. É isso que estou a dizer desde o início. São os tais "utilizadores legítimos".

Se não foi cometido nenhum crime qual é o mal de gostar de uma marca ou dos seus produtos? Como classificas isso? Porquê comparar a criminosos? Tem alguma lógica racional?

Mais uma vez, não há mal nenhum. O artigo não se dirige a essas pessoas.

A comparação é mais filosófica que outra coisa. Não será para levar à letra [:D]


??? Crítica social? Satirizou? Tens noção do que isso é? Limitou-se a enfiar no mesmo saco uma série de pessoas com um denominador comum, num artigo de mau gosto e que roça a má educação.

Mais uma vez, não concordo. É uma crítica social a um grupo bem definido de pessoas. Os artigos de crítica podem perfeitamente parecer de mau gosto, depende de quem o lê. Eu consegui identificar com precisão a quem o autor se referia e ainda soltei umas boas gargalhadas. Parabéns ao tipo!


Pobre porquê? Agora BMW é carro de pobre?

Pobre é ter um e "olhar para quem anda de autocarro com sobranceria". É a atitude. Irra que está difícil de perceberes!


Tu é que partiste desse pressuposto quando escreveste "Parece que és um recém convertido a essa moda..." Para ser um gabarolas convertido a essa moda tenho de ser possuidor de um portátil Apple.

Neste ponto já percebi que houve um claro mal-entendido. Se releres tudo do início verás que essa frase se referia ao "pelos vistos agora és a vítima e a culpa é dos outros", atitude tão na moda pelo nosso querido Primeiro-Ministro demissionário. Convém estar mais atento..


Eu quando andava na faculdade ia a pé e nunca odiei (palavra forte essa que usaste) ou invejei alguém por ter um BMW. Até tinha um colega de turma que ia de Porsche.

Mas ao afirmares que odeias alguém que tem um BMW revelas muita falta de carácter, e uma inveja e desdém da qual me vou educadamente afastar.

Parece que não reparaste no que escrevi depois dessa frase. No dia que eu invejar alguém que tenha um carro, seja ele qual for (mas um BMW [:)]), é porque muita coisa correu mal :sh)

Os termos [ódio, inveja, ressabiamento] foram utilizados por ti. Apenas peguei neles, devidamente citados a bold [:D], para a minha frase.


Já te despediste de mim algumas vezes. É desta que é verdade?
 
Li apenas algumas páginas porque às tantas estava a ficar repetitivo e fiquei cansado.

Não deixa de ser curioso o facto de por todo o lado se verem queixas sobre a sobranceria e mania do "pessoal dos MACs, iPods e iPads".

No entanto nunca me lembro de ter visto em todos os fóruns que frequento nenhum post com um título que se possa assemelhar a "o meu mac é um espectáculo". Já por outro lado tópicos com flames a todos os apple-users é velos a saltar como pipocas.

Isto deve ser um bom estudo de caso para alguém da área da psicologia, mas (correndo o risco de me cair o mundo em cima) quase que aposto que a maioria (porque certamente não serão todos) das pessoas que se sente tão ofendida por os outros terem um mac e estarem satisfeitos com ele, também gostariam eles próprios de ter um mac.

Uma coisa é queixarem-se de o pessoal adoptar uma postura mais de nariz empinado. Aí eu concordo. Aliás, eu próprio, um proud MacBook Pro owner, quando se trata de discussões sobre portáteis não posso resistir a sentir-me mais especial porque tenho um Mac. Mas como já foi referido lá atrás, sentir-me-ia igualmente especial se tivesse um Mercedes em vez do meu Mitsubishi. Mesmo que o Mercedes desse só os 200km/h e demorasse 11s dos 0-100 como o meu Mitsubishi.

Agora, vejo invariavelmente críticas ao produto em si que a maior parte das vezes são ridículas e infundadas. Como por exemplo a qualidade de construção. É claro que não é um portátil perfeito (odeio o facto de não ter a tecla delete, por exemplo) mas isso nenhum é.
 
Eu não ligo nada a estas disputas, mas não sendo €´s uma questão, o que é que preferiam?

Um Mac ou um PC(laptop) de marca "generalista" (sendo esta também muito bem equipada)?:confused:
 
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