Que vinho bebem?

De Mosel, Alemanha, Markus Molitor Bernkasteler Lay Auslese 2020, 100% Riesling, Bernkasteler Lay é uma parcela em propriedade vizinha da famosa Bernkasteler Doktor, considerada a melhor parcela de todo o vinhedo alemão.​​

Estas 3 parcelas ficam juntas, Bernkasteler Doktor, Bernkasteler Badstube​ e Bernkasteler Lay.

Eles utilizam 3 diferentes tipos de cor na cápsula (color code):

. The White Capsule stand for our dry fermented wines.​

. The off-dry Rieslings carry a green capsule. These are the wines that the Mosel ist famous for – they are gorgeously well balanced in fruit, mineral, acidity and residual sugar content.​

. Our sweet Rieslings are marked by a golden capsule. The complex fruit aroma of these wines is solely from the natural sugar of the grapes.

O Terroir:

Even 100 years ago, Rieslings from the top vineyards of the Mosel and Saar were among the most expensive wines in the world - more expensive than Bordeaux or Burgundy. This is vividly documented by the wine lists of leading restaurants all over the world at that time. The illustration on this page shows an excerpt of the oldest official vineyard classification in the world. It is based on the results of an 1816 to 1832 evaluation of the vineyards on the Mosel, Saar and Ruwer and was published by the Prussian tax authorities in 1868. Instead of the original eight classes, the single-vineyard classification contains only three classes, graded in varying shades of dark red, for simplicity. "Molitor wines" are exclusively cultivated in the sites classified as particularly valuable in the two darkest red tones.​

De cor ligeira amarelo palha com ligeiros tons esverdeados, no nariz é impressionante, entrega total na mineralidade, pólvora, rochedo, com tropicalidade do ananás, género refresco mineral, na boca bom volume e estrutura, fruta muito pura com óptima acidez e final longo.

É um belíssimo vinho, mexe com os sentidos.

Nota: 95+

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Da Península de Setúbal, José Maria da Fonseca Hexagon 2017, feito com as castas de Alvarinho, Antão Vaz, Verdelho e Visosinho, de cor jovem amarelo palha, aromaticamente atrativo e complexo, lembra nêspera, damasco, algum floral e mineral, na boca muda, é uma mistura ténue de fruta branca e termina toranja, ácido e com amargos.
Fico com a ideia de que é um vinho ainda no inicio da sua caminhada, apesar dos seus já 7 anos, e poderá ser uma agradável surpresa daqui a uns anos, lá para 2027 ou ainda mais tarde.

Nota: 92+

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Da Bairrada, Campolargo Cercial 2019, já tinha bebido esta colheita em 2022, agora passado um pouco mais de 2 anos, há alguns aspectos em que a evolução não foi no sentido positivo.

De cor ainda jovem amarelo palha, no nariz fruta de caroço e baunilha, o aroma é bastante puro e atrativo, na boca ganhou intensidade, com uma ligeira oxidação (que fica-lhe bem), mas a intensidade tem um pico de sabor/acidez que para mim sai um pouco dos carris, daí ter preferido mais a experiência de 2022 do que esta.

Nota: 92

Indicação de consumo: Beber ou guardar

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De Monção e Melgaço, Quinta da Pedra Milagres 2019, de cor amarelo palha, no nariz primeiro ataque de maça verde, pedra molhada e algum fósforo, na boca está mais colado à vertente mineral, com algum floral e fruta de caroço.

Fazendo um comparativo, o Quinta da Pedra normal é mais frutado e elegante, este Milagres tem claramente uma vertente mais mineral, a fruta não está tão presente.

Nota: 92

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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De Lisboa, Quinta de San Michel Malvasia 2021, de cor amarelo-dourada, no nariz fruta de caroço e nota mineral, na boca é bastante fresco, com bom volume de boca, a prova é bastante precisa e afinada, é um belíssimo vinho.

Nota: 94+

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Este fim de semana, reuni aqui uns amigos em casa e fomos abrindo umas coisas. Muito qualidade em todos, vinhos de eleição mas muito diferentes entre si, nos brancos foi opinião geral que este Quinta do Ribeirinho 2021 é de facto um vinho de excelência, numa altura que os palatos já estavam cansados e algo dormentes, ainda conseguiu espevitar alegria e entusiasmo em toda a gente!


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De Monção e Melgaço, Quinta da Pedra Milagres 2019, de cor amarelo palha, no nariz primeiro ataque de maça verde, pedra molhada e algum fósforo, na boca está mais colado à vertente mineral, com algum floral e fruta de caroço.

Fazendo um comparativo, o Quinta da Pedra normal é mais frutado e elegante, este Milagres tem claramente uma vertente mais mineral, a fruta não está tão presente.

Nota: 92

Indicação de consumo: Beber ou guardar


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Garrafa fantástica [br:)]
o que está lá dentro não conheço [:p]
 
Este fim de semana, reuni aqui uns amigos em casa e fomos abrindo umas coisas. Muito qualidade em todos, vinhos de eleição mas muito diferentes entre si, nos brancos foi opinião geral que este Quinta do Ribeirinho 2021 é de facto um vinho de excelência, numa altura que os palatos já estavam cansados e algo dormentes, ainda conseguiu espevitar alegria e entusiasmo em toda a gente!


Dá-lhe Zé !!!
 
Este fim de semana, reuni aqui uns amigos em casa e fomos abrindo umas coisas. Muito qualidade em todos, vinhos de eleição mas muito diferentes entre si, nos brancos foi opinião geral que este Quinta do Ribeirinho 2021 é de facto um vinho de excelência, numa altura que os palatos já estavam cansados e algo dormentes, ainda conseguiu espevitar alegria e entusiasmo em toda a gente!



Bela festa!!!!
 
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