Que vinho bebem?

Porto e tónica até têm da Taylor's já em lata e tudo.

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Quinta de Amares faz um Loureiro Arinto bastante decente, são duas castas que encaixam bem. Esse não conheço.

Há umas semanas visitei a Quinta do Tamariz, em Barcelos e têm, salvo erro, um Grande Reserva que é Loureiro, Arinto e um pouco de Alvarinho que gostei bastante (e fomos muito bem recebidos). Se percebi direito apenas plantam estas três castas brancas.
 
Porto e tónica até têm da Taylor's já em lata e tudo.

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Tenho umas latas em casa para provar. O IVDP até alterou regulamentos para permitir vender como Porto Tónico. Por exemplo, essa marca "PORTONIC" tem que estar presente com esse logo. Gosto da ideia, não faz mal nenhum inovar um bocado. O mercado das latas tem estado animado, a Borges lançou o Gatão em lata e têm apostado nisso. Penso que a Sogrape também lançou o Gazela em lata.
 
Tenho umas latas em casa para provar. O IVDP até alterou regulamentos para permitir vender como Porto Tónico. Por exemplo, essa marca "PORTONIC" tem que estar presente com esse logo. Gosto da ideia, não faz mal nenhum inovar um bocado. O mercado das latas tem estado animado, a Borges lançou o Gatão em lata e têm apostado nisso. Penso que a Sogrape também lançou o Gazela em lata.

As latas estão na moda do outro lado do Atlântico e, por cá, algumas marcas estão a tentar começar o trend.
A lata coloca algumas dificuldades técnicas para vinhos tranquilos. O vinho precisa sempre de receber algum CO2 no enchimento para que a lata mantenha o formato/rigidez. Percebe-se que sejam os verdes, gaseificados, a começar. Algumas marcas já lançaram vinhos (Adega Mãe, Fiúza e outros). Uma das últimas "Revista de Vinhos" tinha um artigo sobre as latas.
Para além da problemática do gás, os vinhos têm de ter teores de sulfuroso muito baixos visto que este ataca o alumínio, o que significa prazo de validade curto. Não será problemático, pois serão sempre vinhos de rotação elevada e, possivelmente, de época única (Verão).
É interessante ver o sector a inovar na apresentação dos produtos. Vamos ver se a moda pega.
 
As latas estão na moda do outro lado do Atlântico e, por cá, algumas marcas estão a tentar começar o trend.
A lata coloca algumas dificuldades técnicas para vinhos tranquilos. O vinho precisa sempre de receber algum CO2 no enchimento para que a lata mantenha o formato/rigidez. Percebe-se que sejam os verdes, gaseificados, a começar. Algumas marcas já lançaram vinhos (Adega Mãe, Fiúza e outros). Uma das últimas "Revista de Vinhos" tinha um artigo sobre as latas.
Para além da problemática do gás, os vinhos têm de ter teores de sulfuroso muito baixos visto que este ataca o alumínio, o que significa prazo de validade curto. Não será problemático, pois serão sempre vinhos de rotação elevada e, possivelmente, de época única (Verão).
É interessante ver o sector a inovar na apresentação dos produtos. Vamos ver se a moda pega.

Já há alguns anos que penso que o sector do vinho devia inovar, tornar-se mais sexy, a começar pela embalagem algo ortodoxa.

Não era, no entanto, nada disto que tinha em mente...
 
Esses vinhos em lata devem ser bons para acompanhar uma feijoada reinterpretada...daquelas com um feijão, uma couve, uma batata e cheiro a carne.
 
As latas estão na moda do outro lado do Atlântico e, por cá, algumas marcas estão a tentar começar o trend.
A lata coloca algumas dificuldades técnicas para vinhos tranquilos. O vinho precisa sempre de receber algum CO2 no enchimento para que a lata mantenha o formato/rigidez. Percebe-se que sejam os verdes, gaseificados, a começar. Algumas marcas já lançaram vinhos (Adega Mãe, Fiúza e outros). Uma das últimas "Revista de Vinhos" tinha um artigo sobre as latas.
Para além da problemática do gás, os vinhos têm de ter teores de sulfuroso muito baixos visto que este ataca o alumínio, o que significa prazo de validade curto. Não será problemático, pois serão sempre vinhos de rotação elevada e, possivelmente, de época única (Verão).
É interessante ver o sector a inovar na apresentação dos produtos. Vamos ver se a moda pega.
É isso tudo. O gás traz outro tipo de problemas relacionados com regulamentação. O Vinho Verde tem um teor máximo de gás permitido mas, como dizes, o vinho em lata precisa de gás e esse teor é superior ou muito próximo ao limite máximo permitido. Pegando novamente no caso do Gatão, em lata é vendido apenas como "Vinho Branco" porque excede esse limite e não pode ser classificado como Verde. Diz-se que a Comissão se prepara para alterar esse limite e regulamentar a venda de vinho em lata.

Tens razão também na questão do sulfuroso. Isto é para ser vendido como um refresco de Verão, o prazo é muito curto. Se fosse eu a vender, plantava barraquinhas ou vendedores ambulantes a vender latas fresquinho em tudo o que é praia.

Diz-me quem trabalha na área que isto foi pensado para exportação (lá está, pedidos do outro lado da poça) mas tem sido um sucesso por cá.
 
Um Reserva para misturas, mesmo assim...

Tens os de entrada que estão mais vocacionados para isso (não garanto que seja bom à mesma [:D]).

https://www.porto-cruz.com/pt-pt/cocktails

Qual o "problema" de usar um reserva para fazer um porto tónico? Esta garrafa até acho que custou menos de 10€, comprei-a de propósito para fazer esta mistura.
A água tónica é que julgava que tinha de outro tipo cá em casa mas pelos vistos já tinha evaporado nos gins e nem dei conta. [:D]
 
Qual o "problema" de usar um reserva para fazer um porto tónico? Esta garrafa até acho que custou menos de 10€, comprei-a de propósito para fazer esta mistura.
A água tónica é que julgava que tinha de outro tipo cá em casa mas pelos vistos já tinha evaporado nos gins e nem dei conta. [:D]
Os euros são teus.
 
Os euros são teus.
Também uso reservas para meter em misturas. Até 10 euros já se encontra material razoável.

Hoje bebi o chardonnay da adegamaior. Não impressionou. 7 meses em carvalho quase nem se sentem e o vinho parece muito jovem e ácido, quase verde. É bom, mas está longe do nível de outros, mas por quatro euros em promoção, está justo.
 
Os Porto Reserva por si não me parece que sejam pensados para serem usados com cocktails, mas se vêem daí algum benefício. Não serei eu a criticar.

A questão é que os de entrada sendo um vinho menos nobre, mais jovem. Custa perto de metade dos outros.
 
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