Que vinho bebem?

Caro Silver, onde viste a informação sobre a atribuição dos 98 pontos? No site da Quinta Nova, esse dado não é confirmado:
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Olha, tens razão.

Acho que tinha visto na garrafeira Nacional.
Diziam 98 pontos.
Mas afinal o de 2017 é que teve 96-98 e talvez me tenha enganado... :sh)

Alguém quer um Quinta Nova baratinho... [:D]

EDIT: Foi aqui na garrafeira soares...
https://www.garrafeirasoares.pt/pt/...nova-grande-reserva-2016-75-cl/item_5425.html
 
Mas isto é tópico de vinhos ou whiskey?

:sh):sh)

Voltando aos vinhos, hoje ao almoço:

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Como sempre, em boa forma!

Muito bom. A dar os parabéns à Sra. Sofia Uva.
 
Hoje foi lançado o novo Chryseia 2018.

A Prats & Symington (P&S) — projecto duriense de parceria entre duas famílias, que teve início em 1999 — acaba de lançar o mais recente Chryseia, de 2018. A apresentação, que teve lugar na Casa dos Ecos, da Quinta do Bomfim, no Pinhão, foi feita pelos representantes da família Symington, Rupert e Charles Symington, e pelos enólogos da P&S, Pedro Correia e Miguel Bessa. Bruno Prats não esteve presente, devido aos condicionamentos de viagem entre Suíça e Portugal.

“A combinação de conhecimentos e tradições de duas das regiões de vinho de maior relevo do mundo resultou na produção de um vinho de excelência no Douro”, refere a empresa em comunicado, e acrescenta que “As famílias Prats e Symington fazem parte de uma nova geração de produtores de vinhos Douro, tendo o Chryseia desempenhado um papel fundamental enquanto um dos pioneiros no surgimento e na afirmação dos vinhos não fortificados do Douro. Para além do Chryseia, a Prats & Symington produz também os vinhos Douro Post Scriptum, Quinta de Roriz e Prazo de Roriz”.

O Chryseia tinto 2018, composto essencialmente por Touriga Franca e Touriga Nacional, tem um p.v.p. recomendado de 60 euros.
 
Hoje descobri este vinho, mais um dos "novos vinhos do Tejo". A diferença é que este tem algo de diferenciado, a avaliação muito familiar e terra-a-terra foi esta: [;)]

Ao jantar o Escaravelho, acompanhou com um alheira transmontana. Curioso que primeiro estranha-se...
Ao primeiro gole, o palato queixa-se de qb adstringência, depois os aromas pouco vulgares a saber a mosto (2019?) e um final de boca intenso e a precisar de aprendizagem, deixa-nos sem uma decisão.
O meu filho mais velho exclamou: "que vinho estranho"... A minha mulher diz: "gosto!...", o mais novo diz: Tem uma sabor manhoso, mas sabe-me bem!...

Á medida que a temperatura do vinho baixava (tinha uma manga termica a arrefece-lo até aos 16ºC ) começamos a acha-lo menos "estranho" e mais interessante

No final. Recebeu uma boa nota: A comprar!!!



 
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