É material que dura bastante tempo em muito boas condições.
Quase todos os dispositivos Apple que eu comprei até hoje (desde 2013) estão em excelentes condições, incluindo baterias.
O único que não está com a bateria em boas condições é o iPhone 7 Plus (já dá indicação para mudar de bateria).
O MacBook Pro que comprei em 2013 ainda o continuo a usar (é o que estou a usar para escrever este post), e sem sentir necessidade de trocar.
2.500€ / 7 = 360€ por ano.
Ainda dizem que Apple é caro...
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Só sinto vontade de trocar por um M1... porque parece ser fantástico em silêncio e bateria... a barra cócó é que estraga tudo.
É como o FaceID e os ímanes nos iPhones 12.
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Equipamentos "velhinhos" Apple cá de casa:
MacBook - final de 2009 - o resistente!
iPad Air - final de 2014 - completamente operacional para navegação e Youtube, mas começa a notar-se algum cansaço na resposta (e algumas páginas que já não abrem), ainda que a bateria se vá mantendo com duração apreciável
MacBook Pro (mid 14) - início de 2015 - completamente operacional, não fosse o problema do ecrã delaminado, mas também já começo a notar cansaço em algumas tarefas (talvez resultante de nunca lhe ter feito um restauro a sério, algo que tinha que seria obrigatório num equivalente Windows com a mesma idade)
iPhone 6S 16Gb - início de 2016 - bateria a dar as últimas, vai com cerca de 70% de capacidade, mas em princípio não se gasta dinheiro a trocar (quando for, vai de vez)
Basicamente só o iPhone XS e o MacBook Air é que são recentes (ambos de 2020), mas curiosamente gosto mais do meu Pro antigo enquanto computador do que deste Air (já referi que não foi propriamente escolhido por mim nem tive hipótese de esperar pelos M1). Quanto ao telemóvel, pensei que não me adaptasse ao FaceID, e ainda assim preferia na mesma ter TouchID, mas habituei-me bem.
Não tenho dúvidas que o MB Pro e o iPad Air ainda fossem vendáveis, mesmo que por uma fracção do preço original.
O 6S talvez não o fosse tanto, o mercado está mais "carregado".
Isto de vender coisas da Apple no OLX, quando se quer, é fácil. Ofereci um AW6 no Natal e, no final do dia 25, aproveitando o tempo livre, pus o AW3 à venda no OLX.
Relógio de 2017, já sem qualquer garantia. Ainda assim, vendido com caixa original. Coloquei a 150 euros.
Passadas 1 ou 2 horas, tinha umas 20 mensagens. No manhã do dia 26 estava a entregá-lo por esses 150 euros.
Um smartwatch com três anos, que custou 300 e tal euros, vende-se agora por 150 euros sem qualquer esforço. Nem percebo bem como a malta acha assim tão bom negócio tendo em conta que o AW3 ainda se vende novo por 220 euros. Mas pronto, é o que é.
Quando vivia no UK fartei-me de vender roupa via eBay (fora o que dava para as "charity shops" ou abrigos).
E também vendi tecnologia, claro (o meu iPad Mini 2 foi despachado com 3 anos de uso por cerca de 50% do valor gasto originalmente).
Na roupa/calçado/acessórios, vendia coisas que já não me serviam, coisas que me "arrependi" de comprar e até algumas coisas já gastas.
Vendia essencialmente para "trocar", isto é, queria um blusão novo e vendia o anterior.
Cheguei a ter lucro com algumas peças que tinha comprado em saldo (sem ter tirado a etiqueta, mas também já passado do prazo de troca), mesmo contando com os custos de envio e taxas do eBay.
Naturalmente que era mais fácil sendo de marca (lembro-me de umas calças Levis já com alguns anos em cima ou duns ténis CAT), mas também se vendiam coisas de marcas menos conhecidas (lembro-me de um blusão da Zara ter ido sem estar muito tempo à venda e não era nada de especial).
Na maioria das vezes ficava a pensar se não seria mais fácil para os compradores irem directamente à loja (mesmo que online) ou se não comparavam preços em relação a novo...