Não resisto a comentar este post porque é exemplificativo da forma como algumas marcas conseguem passar a mensagem para o consumidor e outras não.
A primeira vez que vi um telemóvel com ícones de aplicações dinâmicos foi em 2011, quando a Nokia apresentou o N9 e o seu MeeGo Harmattan.
Este sistema operativo permitia aos programadores controlarem dinamicamente os ícones das suas aplicações:
- as apps por exemplo de gestão de energia do telemóvel mostravam no seu icone uma bateria que ia esvaziando e a percentagem actual da bateria
- as apps do tipo Flashlight mostravam no ícone da aplicação a lanterna acesa ou apagada consoante o led do telefone estivesse ligado/desligado
- a app do calendário mostrava o dia actual e por aí em diante
Este telemóvel foi um flop de vendas e ninguém se lembra, por exemplo, que foi o primeiro smartphone no mercado sem teclas físicas / capacitivas na sua superfície frontal.
Isto tudo para dizer que a Apple tem vindo a introduzir nas suas apps os ícones dinâmicos mas eu estou convencido que essa possibilidade será aberta aos developers para todas as apps numa futura versão do iOS.
Nessa altura toda a gente irá achar, e com razão, que é uma excelente novidade do iOS. E ninguém se lembrará do Nokia N9...